Os avanços tecnológicos podem tanto criar como destruir empregos. A Amazon lançou um novo conceito de loja de conveniência que não apenas poupa dinheiro mas também “liberta” os compradores de perder seu precioso tempo nos caixas e filas de supermercados. Essa inovadora tecnologia disruptiva faz parte da imparável ascensão da automatização do varejo e a Amazon pretende se tornar a número 1.

O Amazon GO está se preparando para revolucionar os supermercados, substituindo o trabalho humano pela tecnologia e isso vai tornar o salário mínimo irrelevante. O Amazon Go, é uma nova cadeia de lojas de conveniência que será lançada em 2017, onde não haverá funcionários dentro da loja para auxiliar os clientes, nem caixas para receber os pagamentos pois foram todos substituídos pela tecnologia.

Amazon Go, a tecnologia disruptiva para acabar de vez com os caixas e filas nos supermercados stylo urbano

Você só precisa baixar o aplicativo Amazon Go e abri-lo ao entrar no supermercado. O aplicativo vai detectar automaticamente tudo o que pegar e realizará o pagamento automaticamente no final das compras. Simples assim! A loja com cerca de 170 metros quadrados conta com a venda de produtos frescos, bem como de refeições preparadas no local.

A principal característica por trás do novo conceito é a de acelerar a experiência de compra, cortando as filas e diminuindo os custos trabalhistas. Obviamente que a Amazon precisará de funcionários para limpar as lojas e atualizar o estoque nas prateleiras mas um número menor de empregados pode fazer a diferença entre ganhar e perder dinheiro. Com custos menores, os produtos podem ficar mais baratos que a concorrência. O restaurante vegano Eatsa é outro exemplo de inovação pois é 100% automatizado.

Outro conceito parecido com o da Amazon Go, só que voltado para moda, foi crido pela startup Hointer, onde o cliente faz tudo dentro da loja através do smartphone e o vendedor não participa das tarefas operacionais como levar ou buscar produtos no provador, nem sequer do pagamento. O vendedor passa a ter o papel de consultor, ajudando o cliente na escolha dos melhores produtos.

Uma das questões levantadas pela constante inovação tecnológica através da automatização e inteligência artificial é a de que poderá vir a roubar milhares de empregos no futuro. As novas tecnologias estão surgindo e sendo postas em prática numa velocidade nunca antes vista e isso será problemático pois o número de pessoas que perderão seus empregos para a automatização vai ser muito maior que o número de novos empregos criados pelas novas tecnologias.

Os novos empregos vão exigir mais especialização e um nível educacional maior do que os empregos que foram eliminados pela tecnologia. Isso vai ser um enorme problema para as milhões de pessoas que tem baixo nível educacional e só conseguem arranjar trabalhos repetitivos e de baixa qualificação que podem ser facilmente substituídos por máquinas. É por isso que devemos investir em micro-faculdades, para que as pessoas que perderam seus empregos possam aprender novas profissões em no máximo 3-4 meses.

Os sindicatos sempre estão pressionando as empresas por aumento dos salários, sem ligação alguma com a produtividade ou a realidade do mercado, e as empresas para preservar a viabilidade de seus negócios e seus lucros, começaram a investir mais em tecnologia. Agora haverá menos empregos, uma consequência óbvia do encarecimento de seu custo. A McDonald’s, Wal-Mart, Target entre outras estão investindo na automatização para substituir os trabalhadores e isso vai tornar o salário mínimo e os sindicatos irrelevantes. Veja mais detalhes aqui.

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