A campanha presidencial de Donald Trump está causando um ódio tremendo nos militantes de esquerda do Partido Democrata que decidiram começar um boicote contra a marca de moda de Ivanka Trump, filha do candidato republicano á presidência dos EUA. A marca vende roupas e acessórios chiques e acessíveis para jovens mulheres que são mães e trabalham, e foi escolhida como uma forma de represália contra o pai de Ivanka usando os hashtags #grabyourwallet, #fashionnotfacism e #BoycottIvanka no Twitter.

A empresa, de capital inteiramente privado, disse no início deste mês que as vendas e receitas em 2015 aumentaram em 37% em relação a 2014. Além disso, a marca espera que o crescimento das visitas ao seu site aumente 120% por causa do “efeito Trump”. “Quando se trata de Ivanka, acredito que as pessoas sabem fazer a distinção entre a política e a paterna”, disse Robert Passikoff, presidente da Brand Keys, ao comentar a notícia.

Toda essa confusão começou em 11 de outubro, quando Sue Atencio e a consultora de marketing Shannon Coulter, duas apoiantes da candidata democrata Hillary Clinton, decidiram boicotar a venda de produtos da marca Ivanka Trump em grandes estabelecimentos comerciais como Macy´s, Lord and Taylor, Nordstrom, Amazon entre outras, por causa dos “discursos de ódio” que elas dizem ter sido proferidos por Donald Trump. O absurdo da história é que as promotoras do boicote dizem lutar pelo “empoderamento das mulheres” mas estão querendo prejudicar uma empresária de sucesso por causa de seu pai.

Apoiantes de Hillary Clinton promovem boicote a marca de moda Ivanka Trump stylo urbano

Ivanka Trump rebateu no programa Good Morning America: “Minha marca foi lançada muito antes de começar o ciclo presidencial e vai continuar por muito tempo depois”. Ivanka disse que o tal boicote de seus produtos não está tendo o resultado pretendido pelas militantes de Hillary pois muitas mulheres ainda apoiam sua marca. Ela disse: “A beleza da América é que as pessoas podem fazer o que quiserem, mas eu prefiro falar com os milhões de mulheres americanas que são inspiradas pela minha marca e a mensagem que criei.”

Uma das mulheres que participou do boicote, queria que a Nordstrom parasse de vender as coleções de Ivanka, mas a empresa enviou-lhe uma mensagem dizendo: “Como empresa varejista, trabalhamos com milhares de fornecedores. Seria difícil para nós filtrar quem e o que os clientes escolhem apoiar e, em seguida, determinar quem concorda ou discorda. Oferecendo estes ou aqueles produtos não implica que nós estamos tomando uma posição.” A inveja é algo realmente terrível!

Fonte: Breitbart

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