Existem várias coisas que ônibus e metrô de superfície podem fazer para facilitar nossa vida como pegar passageiros, deixar passageiros, circular com segurança pela cidade, proporcionar uma forma barata de transporte de massa, etc. Mas os chineses resolveram ir além e criaram o transporte público do futuro fundindo metrô e ônibus num mesmo veículo que circula pelas cidades passando por cima dos carros, transportando muito mais pessoas e diminuindo o trânsito e poluição.

Desenvolvido e construído na China, o Elevated Bus Transit realizou recentemente o seu primeiro teste na cidade de Qinhaungdao, e tem uma série de benefícios legais.

Primeiro de tudo, ele obviamente atravessa o tráfego, isso significa que ele poderia ajudar a aliviar o congestionamento e melhorar a eficiência do transporte público, mesmo no trânsito da cidade deixando simplesmente que carros e outros veículos passem por debaixo de sua enorme estrutura suspensa que tem suas laterias conectadas a trilhos. Esse é o veículo ideal para as cidades do futuro onde os carros elétricos autônomos estarão circulando com poluição e acidentes zero.

Chineses constroem o transporte público do futuro unindo metrô e ônibus stylo urbano

Ele também funciona com eletricidade e é capaz de transportar 300 passageiros, assim o “Elevated Bus” corre sobre trilhos que podem ser colocadas nas ruas e avenidas, e até quatro deles podem ser ligados entre si, criando um enorme e eficiente “ônibus minhocão”. Alegadamente, o ônibus elevado poderia substituir cerca de 40 ônibus comuns, que por sua vez tem grande potencial para reduzir as emissões de carbono e tornar o transporte nas cidades do futuro mais rápidas e eficientes.

O detalhe é que pelas ruas das cidades não circulam somente carros mas caminhões também que tem uma altura maior do que a abertura do Elevated Bus. Assim, por onde esses veículos circularem deverá ser proibido o tráfico de caminhões ou veículos altos. Mas um veículo como esse funciona melhor em cidades planas com ruas largas e bem projetadas, o que não é o caso das capitais brasileiras.

DEIXE UMA RESPOSTA