Copos de plástico convencionais derivados de petróleo são altamente convenientes, mas não são amigáveis ao meio ambiente. Depois de descartados, eles acabam nos aterros sanitários como a maioria dos materiais não recicláveis. Estima-se que 2,5 bilhões de copos descartáveis ​​são jogados fora a cada ano. As designers industriais Chelsea Briganti e Leigh Ann Tucker que se conheceram enquanto frequentavam a Parsons New School for Design, em Nova York acreditavam que tinha que haver uma maneira melhor para resolver esse grave problema do descarte dos copos plástico.

Como disse uma vez Platão: “A necessidade que é a mãe da invenção“, então as duas designers fizeram algo que ninguém tinha pensado, desenvolveram copos comestíveis em uma variedade de sabores como uma alternativa sustentável aos copos plásticos descartáveis e criaram uma marca chamada:

Duas designers criam copos comestíveis para reduzir o desperdício stylo urbano-1

Chelsea e Leigh passaram mais de três anos desenvolvendo a receita do Loliware. Os copos são biodegradáveis, comestíveis e feitos de 6 ingredientes naturais entre eles ágar, gelatina é um derivado de algas marinhas. Os copos podem conter bebidas e sobremesas durante mais de 24 horas e tem um período de vida útil de três meses.

Imagine tomar seu café, cerveja gelada, suco, chá ou um delicioso sundae servido no copo Madagascar Vanilla, ou uma margarita em um copo Citrus! O Loliware é uma deliciosa alternativa para os copos descartáveis ​​destinados ao aterro sanitário. Eles se decompõe no solo em 60 dias e servem como adubo, mas se o copo acabar em um curso de água, ele vai simplesmente se dissolver! O Loliware é 100% livre de OGM, vegano e feito com ingredientes orgânicos isentos de glúten.

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Como nasceu a Loliware

A invenção das duas designeres foi estimulado por seu amor ao Jell-O, uma sobremesa à base de gelatina. Chelsea e Leigh entraram em uma competição do Jell-O em 2010 e foram inspiradas em utilizar o Jell-O como uma sobremesa moldada. Como designers industriais, as duas amigas queriam fazer algo mais funcional, no entanto, e começaram a desenvolver copos coloridos e translúcidos que podiam ser ingeridos após o uso ou compostados.

Elas finalmente encontraram um substituto da gelatina pelo ágar à base de algas marinhas pela sua natureza estrutural, sabor e de uso vagano. o ágar é insípido e inodoro e pode ser aromatizado em uma variedade de formas.

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O primeiro sabor que elas fizeram para seus copos foi o de Citrus porque ele combina com muitas bebidas de verão, mas atualmente, um de seus copos best-sellers em Nova York e Los Angeles é aromatizado com chá verde de matcha. Outros sabores incluem cereja ácida e baunilha de Madagascar. Chelsea e Leigh usam adoçantes naturais, ingredientes orgânicos e a cor e sabor são derivados de frutas e legumes. Os copos tem sabor de fruta embora menos doces.

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Quando a fabricante de vodka Absolut fez a encomenda de 60.000 copos de ágar para uso em um concerto ao ar livre, as designers perceberam que esse projeto poderia se transformar em um negócio. Chelsea e Leigh formaram uma parceria para avançar e levantaram mais de US$ 10.000 através de uma campanha em 2011 no Kickstarter mas na época sua empresa se chamava Jelloware.

Depois de levantar mais dinheiro, as duas designers estão agora vendendo seus copos comestíveis e estão pensando em expandir a sua linha de produtos como uma garrafa de ágar.

Seus esforços ganharam-lhes um monte de reconhecimento. Em março, eles ganharam em 2015 o NEXT Accelerator Natural Products Pitch Slam e o Natural Products Expo West, que veio com produtos e serviços num valor de US$27.500.

Enquanto a dupla de designers se concentram em copos para bebidas frias, a cadeia de fast-food KFC tinha introduzido xícaras de café comestíveis em colaboração com a Best Coffee de Seattle no início deste ano. Os copos foram feitos de massa de biscoito e forrados com uma camada de chocolate branco.

O exterior do copo é embrulhado em papel de açúcar. Os copos foram desenvolvidos por cientistas da empresa de desenvolvimento de alimentos experimental Reino Unido, a Robin Collective. Algum empresário brasileiro poderia fabricar copos comestíveis e teria sucesso por causa da crescente preocupação ecológica por cauda dos resíduos plásticos.

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