Que tal escolher sua refeição num restaurante vagano que não é um restaurante? O Eatsa, aberto ano passado em San Francisco, está sendo saudado como o “restaurante do futuro“. Mas seu fundador, David Friedberg, não o considera como tal. O Eatsa não tem atendentes, caixa e nenhum pessoal de cozinha visível. Apenas um “concierge” que fica disponível, se algo der errado, mas os clientes não interagem com nenhuma pessoa para fazer seu pedido e receber a comida pois essa parte é totalmente automatizada.

O objetivo desta tecnologia é criar eficiência e ter um preço mais baixo, de modo que o pedido saia rápido, e que alimentos vaganos sejam acessíveis a mais pessoas, se tornando uma alternativa saudável ao fast food de baixa qualidade. O Eatsa serve tigelas de quinoa com vários tipos de ingredientes.

Eatsa, o restaurante vegano 100% automatizado stylo urbano-1

Quando um cliente entra no estabelecimento, ele encomenda sua refeição a partir de um iPad. O pagamento é feito somente por cartão de crédito ou débito e os usuários levam uma média de 90 segundos para fazer a encomenda.

Uma vez que o pedido chega à cozinha, leva três minutos para a equipe possa montar a refeição e colocá-la na esteira que leva até o cubículo onde o cliente pode pegar sua refeição no outro lado.Isto significa que pode demorar menos de cinco minutos a partir do momento que o cliente começa a encomendar a sua refeição até ela aparecer no cubículo.

A velocidade é importante para o conceito Eatsa mas o sabor e o valor nutricional também. Veja como funciona o restaurante do futuro no vídeo abaixo.

DEIXE UMA RESPOSTA