Em 29 de agosto de 2015, Amy Pence Brown decidiu se despir e ficar só de calcinha e sutiã em um mercado público movimentado localizado no centro de Boise, Idaho, seguindo os passos de Jae Oeste, uma mulher que fez a mesma coisa alguns dias antes em Picadilly Circus, em Londres. Depois que ela se despiu, colocou um venda nos olhos e ficou segurando canetinhas coloridas, e na sua frente estava um cartaz que dizia:

“Eu estou de pé aqui para que qualquer um que tenha lutado com problema de auto-estima como eu, saiba que todos os corpos são valiosos. Para apoiar a auto-aceitação, desenhe um coração no meu corpo.”

Você sabia que 60% dos adultos relatam ter vergonha de sua aparência? (The Illusionists)

“Em uma sociedade que lucra com a sua auto-dúvida … gostar de si mesmo é um ato de rebeldia.”(Retirado do vídeo abaixo)

Não é nenhum segredo que as empresas envolvidas na indústria da beleza usam táticas de marketing inteligentes para influenciar as mentes das massas e forçá-las a aceitar a sua definição de beleza. Esta definição é sempre a de corpos muito magros que além de serem irrealistas, inatingíveis, insalubres e na sua maior parte …  “photoshopados”. Não chega nem perto de representar alguma coisa a ver com a beleza real. E para ilustrar o quão doentia é essa manipulação do corpo humano, podemos ter como exemplo máximo a indústria da moda.

Após ser rejeitada em desfiles por “possuir curvas demais”, a magérrima modelo sueca Agnes Hedengard, de 19 anos, resolveu fazer um vídeo mostrando sua indignação e postá-lo nas redes sociais. Se essa garota que é uma barbie de carne e osso não foi aceita pelas agências, isso é só mostra que a indústria da moda é especialista em “vender insegurança” para a imensa maioria das mulheres por elas não chegarem ao “nível de perfeição irreal” ditado pela moda.

Vivemos em um mundo onde as meninas acreditam que ser magras, usando maquiagem, e procurar se encaixar num determinado estilo (como definido pela indústria da “beleza” e da mídia) é a única maneira de ser atraente. Este é o tipo de influência que essas empresas têm abusado de nossa psique. Elas são tão poderosas que ditam a política do governo e controlam os meios de comunicação, exercendo uma enorme influência sobre a maneira como as pessoas pensam e a forma como elas se sentem sobre si mesmas.

Pergunte a si mesmo, os pensamentos, percepções e idéias que borboleteiam na sua mente são realmente seus? Ou eles têm sido programados sobre você por uma força externa, chamada marketing?

Jae Oeste fez a mesma coisa alguns dias antes em Picadilly Circus, em Londres.

É hora de redefinir a beleza, e entrar em contato com nosso eu interior, que é quando realmente vemos a verdade em vez de idéias e orientações programadas que são induzidas sobre nós. Seja você mesmo, não se preocupe com que o mundo pensa de você e trate os outros como você gostaria de ser tratado.

Os seres humanos são emocionais, pessoas sensíveis, e aqueles que estão no topo da pirâmide têm capitalizado para destruir a nossa auto-estima e criar insegurança. Mas você é seu próprio crítico. Tenha isso em mente na próxima vez que você se olhar no espelho e se sentir infeliz sobre a sua auto-imagem refletida. Pare de duvidar de si pois alguém está lucrando com sua insegurança pode ter certeza! Espero que este vídeo lhe inspire a mudar a programação mental em sua mente e confie na beleza inata de cada corpo, incluindo o seu próprio.
Ela tirou a roupa num mercado movimentado pedindo para as pessoas amarem seus corpos  stylo urbano-1

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