Como será o jogo de Pokémon Go do futuro? Magali Barbé é uma diretora e animadora francesa que acaba de lançar seu primeiro curta-metragem intitulado “Strange Beasts” que narra um jogo de realidade aumentada desenvolvido por Victor Weber, que permite aos usuários criarem, personalizarem e cultivarem seu próprio animal de estimação virtual. Com sua interface extremamente precisa e belos gráficos, o jogo foi criado como uma resposta à pergunta: como o entretenimento doméstico do futuro vai parece?

“Eu pessoalmente acredito que tem que ser interativo. Eu não quero apenas ficar escutando uma história enquanto estou sentado olhando para uma tela. Eu quero ser uma parte dela, eu quero que a história se pareça real e o Strange Beasts faz essa interação ser real “, explica weber.

“Tudo isso é possível graças à tecnologia de nano retina”, elabora weber. Assim como as lentes ópticas, o dispositivo é colocado nos olhos e um campo de luz digital é projetado diretamente nelas para criar a mesma experiência que a realidade aumentada, que é a superposição de gráficos virtuais sobre objetos do mundo real. Desde a casa de alguém, até o parque, café ou mesmo ruas, o jogo oferece um número infinito de possibilidades de interação.

O curta Strange Beasts mostra o estranho futuro dos videogames através da realidade aumentada stylo urbano

O curta Strange Beasts simplesmente mostra como a evolução tecnológica da realidade aumentada vai criar uma nova geração de videogames muito mais interativos, imersivos e hipnotizantes. É ai que mora o perigo, pois se hoje milhões de pessoas ficaram completamente hipnotizadas com o jogo de realidade aumentada do Pokémon Go no smartphone, imagine quando esses “monstros digitais” ficarem mais realistas através das lentes de contato e lentes dos óculos? O curta mostra a estranha visão de uma pessoa imersa nesse mundo de fantasia conversando e gesticulando sozinho. Muito interessante e preocupante ao mesmo tempo!

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