A primeira edição do Green Carpet Fashion Awards na Italia, uma premiação de moda sustentável de luxo organizado pela Eco-Age com a Câmara Nacional de Moda Italiana, foi o evento clímax no Milan Fashion Week 2017. A estrela do evento foi o enorme tapete feito com fios ECONYL, utilizando redes de pesca abandonas e embalagens de plástico retirados do Oceano.

Além do belíssimo tapete verde com flores vermelhas que decorava a “Piazza della Scala” no dia 24 de setembro, o fio ECONYL também foi utilizado por dois dos estilistas finalistas da premiação. O tapete verde que deixou todos espantados foi fabricado pela empresa italiana Ege Carpets.

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A produção do tapete está completamente alinhado com o evento que celebra a sustentabilidade na moda. O fio de nylon usado é produzido a partir de material residual recuperado em todo o mundo. Mas este não é o fim da história. O tapete depois de ser usado, não foi parar num aterro sanitário mas enviado à Eslovênia, onde foi reciclado mais uma vez para fazer novos fios que serão utilizados em novas roupas e tapetes.

O vídeo abaixo mostra a viagem do tapete para sua regeneração em fio. O fio ECONYL também foi utilizado por dois dos cinco designers concorrentes na fase final do Green Fashion Awards: CO | TE e Leo Studio Design.

Mas quem disse que o tapete vermelho também não pode ser sustentável? Os bioplásticos feitos de plantas, não de petróleo, já são um avanço significativo para o meio ambiente. E se pudéssemos reciclá-los sem parar, sem necessidade de usar mais terra?

Isto é o que faz a empresa LOOPLA com seu polímero de ácido polilático (PLA), produzido com o açúcar de plantas ou resíduos de biomassa. Por exemplo, o tapete vermelho usado na Conferência sobre Mudanças Climáticas de Copenhague em 2009 foi coletado após o evento e totalmente reciclado em novas fibras PLA. O vídeo abaixo mostra todo processo.

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