As roupas não servem apenas para nos cobrir ou nos expressar. Servem também para impactar as pessoas ao nosso redor fazendo-as sentir algo quando nos vêem vestidos: prazer, inveja, confusão, luxúria ou até mesmo repugnância.

A designer interativa Ying Gao cria incríveis roupas interativas que reagem ao olhar dos espectadores. Ela previamente elabora o vestido fotoluminescente que se transforma quando as pessoas olham para ele. As peças de Gao estão mais para esculturas cinéticas do que roupas usáveis do dia a dia.

Os dois vestidos interativos “Can’t” e “Won’t” exibem uma estética e movimento inspirados na vida microbiana, reagindo de acordo com um sistema de reconhecimento de expressão facial e param de se mover assim que espectador começa a fotografar.

Ying Gao cria roupas interativas com tecnologia de rastreamento ocular stylo urbano

Os vestidos foram construídos com super organza, malha de algodão, PVDF, dispositivos eletrônicos e fibra óptica. Gao descreve seus vestidos tanto como uma declaração de moda como um paradoxo.

Os meus vestidos exigem um nível de humildade claramente fora de sincronia com o excesso de expressividade de hoje, e eles só se movem quando observados e param de se expressar quando o espectador desvia o olhar.” 

Veja abaixo como funcionam os incríveis vestidos e os outros projetos do artista que seguem a mesma linha de criar esculturas cinéticas vestíveis.

O projeto incertitudes brinca com a ideia da incerteza. Ambas as peças de vestuário são ativadas pela voz do espectador. Através do movimento dos pinos presos ao tecido, as roupas envolvem o espectador em um nível de conversação, o qual é preenchido com equívocos e incertezas.

A série (no)where(now)here compreende dois vestidos, confeccionados com fios fotoluminescente e tecnologia de rastreamento ocular que são ativados pelo olhar dos espectadores.

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