A Comissão Europeia, o braço executivo da União Europeia, afirma que o seu “Escudo da Democracia” protegerá a União (Socialista) Europeia de atores estrangeiros hostis. Eles estão mentindo descaradamente. Isto não é uma defesa da democracia, mas a sua curadoria e contenção. O escritor, palestrante e consultor em inovação e tecnologia Norman Lewis apresentou o relatório “Um escudo contra a democracia” denunciando o novo projeto emblemático da Comissão Europeia. Revela que o Escudo da Democracia é uma fortaleza que protege a Comissão Europeia e as elites não eleitas da dissidência interna e da responsabilização política.
O núcleo do Escudo da Democracia é um novo “sistema operacional de censura”, um regime verticalmente integrado projetado para filtrar o que os europeus podem ver, dizer e ouvir. Mas isso não é tudo. O Escudo reúne ONGs financiadas pela UE, “verificadores de fatos” e “sinalizadores confiáveis” para atuar como braços terceirizados do controle narrativo dos burocratas sem rosto e não eleitos na sede da UE em Bruxelas.
Ele emprega “pré-agrupamento”: o uso de IA preditiva e intervenções educacionais para “vacinar” os cidadãos contra narrativas antes mesmo que elas venham à tona. E é todo um manual para intervir nas eleições em todo o continente para garantir o resultado que as elites não eleitas desejam. A UE intensificou controles contra “desinformação” antes das eleições na Hungria. Os burocratas sem rosto e sem voto em Bruxelas e grandes plataformas como a Meta de Mark Zuckerberg ativaram as ferramentas do Sistema de Ação Democrática (DSA) poucas semanas antes das eleições húngaras.

O sistema coordena ações com pro$tituta$ pagas como os “verificadores de fatos” e ONGs esquerdistas para limitar o que classifica como conteúdo “controverso”. Isso vai além da desinformação, permitindo que Bruxelas marginalize a dissidência e molde narrativas políticas. Órgãos da UE não eleitos podem acabar influenciando o resultado de uma eleição nacional. O Facebook começou a restringir publicações de Viktor Orbán semanas antes das eleições na Hungria.
À medida que a Hungria se aproxima de uma eleição crucial em abril, o Facebook estaria restringindo as publicações do primeiro-ministro do país. A medida foi tomada após um apelo de um membro do partido de oposição (Partido Tisza), ex-funcionário da Meta, que instou seus apoiadores a denunciarem em massa o conteúdo publicado por ele. Enquanto isso, o líder do Tisza, Péter Magyar, apresenta índices de engajamento desproporcionalmente altos, superando as médias globais, apesar de atuar em um país muito menor e com recursos linguísticos limitados.

Burocratas não eleitos pelo povo, como a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e líderes fantoches globalistas como Emmanuel Macron (França), Keir Starmer (Grã-Bretanha) e Friedrich Merz (Alemanha) querem derrubar Viktor Orbán e outros líderes europeus que não recebem ordens dos banqueiros da City de Londres. A UE quer derrubar Orbán pelos seguintes motivos:
- Estando no poder desde 2010, Orbán posiciona-se como um defensor dos valores cristãos tradicionais, da família “natural” e da soberania nacional, adotando uma postura anticomunista,
- Ele adota uma postura contrária ao envolvimento direto da OTAN na guerra contra a Rússia,
- Ele é firmemente contra a aceitação da Ucrânia como membro da OTAN,
- Ele se recusa a aprovar medidas de financiamento e apoio militar da União Europeia à Ucrânia,
- Ele é considerado um dos aliados mais próximos e consistentes de Donald Trump na Europa.
- Ele é um crítico das sanções da UE contra a Rússia e defende ativamente o fim das restrições, particularmente aquelas que afetam o setor energético (petróleo e gás),
- Ele mantém uma política estrita de recusa à imigração, posicionando-se como um defensor das fronteiras europeias contra o que considera uma “ameaça existencial” à cultura europeia,
- Ele é conhecido por sua postura conservadora e por se posicionar contra o “lobby LGBTQIA+”,
- Ele é abertamente um opositor ao “globalismo”. Ele considera os globalistas como um dos principais inimigos da Hungria e demais países soberanos,
- Ele é um ferrenho opositor ao bilionário judeu George Soros. Orbán acusa Soros de financiar a imigração ilegal para destruir a soberania da Hungria e promover uma agenda esquerdista. Essa disputa resultou no fechamento de instituições ligadas a Soros na Hungria.
Viktor Orbán é um inimigo das elites maçônicas satânicas pedófilas da UE. Os burocratas não eleitos da UE querem inundar a Hungria com milhões de imigrantes ilegais da África e Oriente Médio, sendo a maioria de islâmicos, para eliminar a população de brancos e destruir sua cultura e sociedade como fizeram como os demais países da Europa. O ditador Zelensky, protegido pelos globalistas da UE, ameaçou matar Viktor Orbán por bloquear empréstimo de € 90 bilhões da UE à Ucrânia: “Talvez devêssemos fornecer o endereço dessa pessoa às nossas Forças Armadas.”
Zelensky threatens to kill Viktor Orbán for blocking €90 billion EU loan to Ukraine:
“Maybe we should give this person’s address to our armed forces.” pic.twitter.com/Wa6SZnI1wV
— Daily Romania (@daily_romania) March 5, 2026
O vice-presidente dos EUA, Pence, planeja uma visita à Hungria nos próximos dias para assinalar o seu apoio ao primeiro-ministro Viktor Orbán antes das eleições muito disputadas, e ver de perto as tentativas de golpe da UE contra a Hungria.
A Comissão Europeia pressionou plataformas de mídia social americanas a censurar informações verídicas nos Estados Unidos, usando a Lei de Serviços Digitais da Europa, visando conteúdo político norte-americano e interferiu em eleições por toda a Europa. Essa campanha global de censura, que já dura uma década, ameaça a liberdade de expressão em todo o mundo, afirmou o deputado republicano Jim Jordan.
Graças aos republicanos do Comitê Judiciário da Câmara, agora temos provas de que a UE tem censurado ativamente conteúdos lícitos que contrariam a sua agenda — e de que interferiu em pelo menos 8 eleições europeias, incluindo as eleições holandesas de 2023 e 2025, ao reunir-se com plataformas de redes sociais para pressioná-las a censurar o discurso político nos dias que antecederam a votação.
Arquivos provam que Bruxelas FRAUDOU 8 eleições, incluindo a Romênia em 2024. Eles ROUBARAM o voto de Calin Georgescu para manter o poder. Esta é uma GUERRA GLOBAL contra a LIBERDADE DE EXPRESSÃO. Bruxelas é uma TIRANIA e agora eles querem fraudar “democraticamente” a eleição na Hungria para colocar um fantoche obediente que aceite enviar bilhões do dinheiro dos impostos dos europeus para a lavanderia de Zelensky.
Às vésperas das eleições holandesas de 2023, a Comissão Europeia chegou a designar o então Ministro do Interior da Holanda, Hugo de Jonge, como um “sinalizador confiável” (trusted flagger), conferindo-lhe o direito de fazer solicitações prioritárias de censura nos termos do DSA.
Que tipo de discurso político eles queriam censurar, você pergunta?
– “Retórica populista”
– “Conteúdo antigoverno/anti-UE”
– Conteúdo “anti-elite”
– “Sátira política”
– “Conteúdo antimigrante e islamofóbico”
– “Conteúdo antirrefugiados/sentimento anti-imigrante”
– “Conteúdo anti-LGBTQI”
– “Subcultura de memes”
Em outras palavras: qualquer coisa que contrarie a agenda das elites maçônicas globalistas, qualquer coisa remotamente de direita ou conservadora e qualquer coisa relacionada à desastrosa situação migratória que os países europeus enfrentam. E adivinhe qual foi a única plataforma que não cooperou? O X, é claro. A mesma plataforma que a UE multou em 120 milhões de euros com base no DSA — e a mesma plataforma que teve seus escritórios alvo de buscas na França.
It turns out interfering with elections is standard fare for the European Commission.
Ahead of at least EIGHT elections across six European countries since 2023, the Commission met with platforms to pressure them to censor political speech in the days before the vote. pic.twitter.com/e4Aqxc0hGA
— House Judiciary GOP 🇺🇸🇺🇸🇺🇸 (@JudiciaryGOP) February 3, 2026
🚨The EU Censorship Files, Part II
For more than a year, the Committee has been warning that European censorship laws threaten U.S. free speech online.
Now, we have proof: Big Tech is censoring Americans’ speech in the U.S., including true information, to comply with Europe’s… pic.twitter.com/Fg0gxzoTxD
— House Judiciary GOP 🇺🇸🇺🇸🇺🇸 (@JudiciaryGOP) February 3, 2026

































