Caros teóricos da conspiração, infelizmente vocês estavam certos novamente. Segundo o Dr. Robert Malone, documentos desclassificados revelaram que o programa de armas biológicas do exército dos EUA liberou 282.800 carrapatos radioativos, desencadeando uma epidemia de doença de Lyme nos EUA e um acobertamento de 40 anos. A primeira vez que ouvi falar dessa doença foi quando lí a notícia de que a cantora americana Avril Lavigne foi diagnosticada com a doença de Lyme em 2014, após uma picada de carrapato, enfrentando uma batalha de cinco anos que a deixou acamada.
A infecção bacteriana causou sintomas graves, incluindo fadiga crônica, dores articulares e sensação de “afogamento”, inspirando a música “Head Above Water”. A cantora hoje atua na conscientização sobre a doença e apoia pesquisas para tratamento. Em 2014, Lavigne ficou de cama por meses, relatando que sentia seu corpo “desligando” e dificuldade para respirar. A doença a forçou a uma pausa prolongada na música, afetando sua carreira. Avril Lavigne deve ter ficado em choque ao saber que o responsável por sua doença debilitante foi o governo americano.
Uma investigação abrangente, baseada em documentos governamentais desclassificados e em pesquisas científicas anteriormente suprimidas, revelou evidências convincentes de que os programas de armas biológicas dos EUA contribuíram para o surgimento da doença de Lyme, que agora afeta centenas de milhares de americanos anualmente.
A investigação revela um padrão de ocultação que se estende por seis décadas, incluindo a supressão sistemática de pesquisas médicas cruciais e a liberação de quase 300.000 carrapatos radioativos na Virgínia para estudar como os insetos transmissores de doenças se espalhariam.
– O exército dos EUA liberou 282.800 carrapatos-estrela-solitária radioativos (marcados com Carbono-14) em locais da Virgínia ao longo de rotas migratórias de aves entre 1966 e 1969; antes dos experimentos, esses carrapatos não eram encontrados ao norte da Linha Mason-Dixon, mas logo estabeleceram populações em Long Island pela primeira vez.
– Agentes da CIA na Operação Mongoose (1962), um esforço do governo Kennedy para desestabilizar o regime de Fidel Castro, lançaram carrapatos infectados sobre trabalhadores de cana-de-açúcar cubanos por meio de voos noturnos de C-123; o filho pequeno de um dos agentes sofreu uma febre de 40,5°C com risco de vida, necessitando de uma traqueostomia de emergência após contaminação familiar.
– O Centro de Doenças Animais de Plum Island (sob o comando do Corpo Químico do Exército) conduziu experimentos com carrapatos a céu aberto, com falhas de contenção: os animais de teste se misturaram com veados e pássaros selvagens, e veados da cidade vizinha de Lyme, Connecticut, nadaram até a ilha enquanto pássaros se alimentavam de insetos — Lyme, CT, fica a apenas 21 quilômetros de distância e se tornou o epicentro homônimo em 1975.

– Willy Burgdorfer (que identificou a bactéria da doença de Lyme em 1982) descobriu um segundo patógeno chamado “Agente Suíço” (Rickettsia helvetica) em amostras de pacientes, mas o omitiu deliberadamente de sua pesquisa publicada; materiais encontrados em sua garagem após sua morte em 2014 comprovaram mais de 40 anos de supressão de dados de coinfecção que poderiam explicar as falhas no tratamento da doença de Lyme crônica.
– No âmbito do Projeto 112 (1962–1974), o Pentágono realizou 134 testes de armas biológicas (além de centenas de outros testes classificados), investindo entre US$ 3 e 4 bilhões e construindo capacidade para produzir 100 milhões de mosquitos infectados e 50 milhões de pulgas por mês; o programa foi “categoricamente negado” pelos militares por quase 50 anos, até 2000.
– A Operação Big Itch (1954) lançou com sucesso 670.000 pulgas tropicais de ratos a partir de bombas de fragmentação para provar que as armas poderiam incapacitar uma área-alvo inteira do tamanho de um batalhão por até um dia inteiro.
– Diversas doenças transmitidas por carrapatos (artrite de Lyme, babesiose, febre maculosa das Montanhas Rochosas) surgiram simultaneamente ao redor de Long Island Sound logo após a soltura dos carrapatos (1968–1972), concentrando-se estatisticamente em torno de Plum Island — uma anomalia que o artigo atribui a possível manipulação em laboratório ou liberação acidental (45% de probabilidade, segundo a análise).
– Burgdorfer, recrutado em 1951 para o desenvolvimento de armas biológicas a partir de carrapatos e ligado a cientistas nazistas trazidos pela Operação Paperclip, deixou um bilhete enigmático antes de morrer: “Eu me perguntava por que ninguém fez nada”, e em um depoimento em vídeo de 2013 insinuou uma divulgação acidental, embora tenha admitido que “não contou tudo”.
Essas afirmações são baseadas em uma análise de 41 fontes primárias desclassificadas, depoimentos e pesquisas suprimidas apresentadas no artigo.
Leia a matéria completa em: Documentos desclassificados ligam programa de armas biológicas dos EUA a surto de doença de Lyme
Barack “Nobel da Paz” Obama estava planejando pandemias com Bill Gates e Jeffrey Epstein.
Documento censurado pela CIA mostra que parasitas e câncer têm estruturas biológicas semelhantes.

































