Elohim é o plural de EL ou Eloah (Deus) e denota “Deuses”. O nome é encontrado em todo o Gênesis, incluindo as passagens relacionadas à criação dos humanos, revelando assim que fomos criados por mais de um Deus. Mas quem são esses Elohim e de onde vieram? Os Elohim (os “muitos ELs”) são identificados como os 7 Arcanjos, cada um com um nome que termina em EL. São eles: Migu-el, Gabri-el, Uri-el, Cama-el, Rafa-el, Jofi-el e Zadki-el.
Amós 5:8
“Elohim fez as constelações de Plêiades e Órion. Ele transforma a escuridão em aurora e o dia em noite. Ele chama as águas do mar para derramá-las sobre a face da terra. Seu nome é Yahweh.”
Jeová ou Javé são palavras que transliteram o termo hebraico Yahweh, que por sua vez refere-se ao tetragrama YHWH, o nome pessoal de Deus. Nas Escrituras, e esse nome é encontrado pelo menos 6.823 vezes.
De acordo com a cosmologia esotérica, os Elohim fizeram do nosso Sol uma das estrelas das Plêiades, e a cada 26.000 anos ele orbita Alcíone, a estrela central das Plêiades. Para completar sua manifestação da Terra, os Elohim das Plêiades assumiram forma humana e viajaram para o nosso planeta para criar humanos à sua imagem. Isso é mencionado em Gênesis 1:26-28:
26 Então os Elohim disseram: “Façamos o ser humano à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos em toda a terra e sobre todos os animais que rastejam sobre a terra”.
27 Assim, os Elohim criaram o ser humano à sua imagem. Eles os criou homem e mulher.
28 Os Elohim os abençoou e disse: “Sejam férteis, multipliquem-se, encham a terra e dominem sobre ela. Dominem sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que rastejam sobre a terra”.

A constelação de Triangulum está representada no topo do obelisco. Significa “olhe para o triângulo acima”. É um antigo culto egípcio. E o quê está logo abaixo da constelação de Triangulum? Um portal dimensional que está dentro de um grupo de 19 estrelas na direção da M33 Andromeda. Eles fornecem a localização de outro portal.
Essa é a constelação mais importante para as sociedades secretas e é por isso que tudo é um triângulo para eles, é por isso que eles colocaram obeliscos em todos os lugares. Desse portal vieram os Elohim que fundaram principalmente a primeira civilização humana no Egito. Aqueles deuses barbudos e com asas que os sumérios representaram, e que os estudiosos chamam de Annunakis, são Elohim, mas esses Elohim são de várias raça estelares, incluindo os Solatianos da estrela Pleione, os Engan da estrela Electra e Taygeteanos da estrela Taygeta nas Plêiades.
Os Elohim são raças de pessoas avançadas que vivem no sistema Estelar das Plêiades, mas também em outros sistemas estelares.

Em si, o que o portal Triangulum representa para eles é o lugar da criação, morada dos três deuses, da trindade, o lugar sagrado máximo do Cosmos, Terra Santa cósmica. As 3 divindades da constelação de Triangulum, Enlil, Anu e EA. O obelisco é uma oferenda a essas três divindades. É um olhar para cima. Onde existe um obelisco significa que os Illuminati têm controle sobre aquele local e/ou é uma de suas principais bases/cidades. É uma antena de energia também.
Anu = Deus todo-poderoso criador, / EA = Yahweh ou Allah / Enlill = deuses Elohim (plural). Yahweh não é uma pessoa, é um evento, é um orgasmo criativo, é o “Big Bang como Yahweh”. Explosão criativa. É um símbolo sequestrado pela Cabala como tantos outros. ISRAEL é uma combinação dos termos ÍSIS, RÁ e EL. “ÍSIS” era a deusa da lua e a “Mãe arquetípica adorada sob vários títulos em todo o mundo”. “RÁ” era Amon Rá dos Cultos do Sol.
“EL” é uma palavra semítica para “deus” e “Elohi” é uma variação hebraica de “Elohim” (Deuses), ambas frequentemente usadas em nomes compostos para se referir ao Deus de Israel. A combinação “El Elohi” é uma redundância que se refere ao “Deus de Israel” ou “o poderoso Deus de Israel”.

O chamado “povo de Israel”, que por si só leva o nome da trindade do Triângulo, a base das ideologias Illuminati. E mais tarde por associação com Ahkenaton/Nefertiti e o êxodo do Egito. O povo hebreu não é outro senão o grupo de egípcios atonistas que seguiram Ahkenaton (Moisés) e Nefertiti no exílio quando foram expulsos do Egito por tentarem impor o seu deus Aton aos egípcios. Ahkenaton e Nefertiti eram Elohim, eles eram da raça Elohi ou Homo Capensis da estrela Asterope nas Plêiades. Os Elohi são diferentes dos humanos, eles tem crânios maiores e alongados.
A cultura suméria e a sua língua não são as mais antigas, primeiro porque o Egito as antecede em cerca de 5.000 anos, mas isto nunca seria aceito pelos historiadores que colocam o Egito como uma civilização 7.000 anos mais jovem do que é. A primeira civilização humana criada após o dilúvio que destruiu a Atlântida e Lemúria surgiu no Egito. Foram as raças estelares (Elohim) da Federação Galáctica que construíram as pirâmides no Planalto de Gizé.
Enki e Enlil estão erroneamente relacionados à cultura suméria, apenas porque foram eles que mais os documentaram, mas suas origens são egípcias. Sua origem exata dos conceitos está no momento em que Akhenaton e Nefertiti são expulsos do Egito, bem ali esses conceitos nascem. Enki e Enlil são corporações opostas, ambas nascidas no Egito. Egito como povo, igual a Anu. Cada uma dessas corporações, o Egito, como Anu, Enki, aliados de Akhenaton-Nefertiti, Enlil, oponentes estelares do grupo Enki, aliados do Egito, eram e ainda são compostos de múltiplas raças, não apenas uma, embora Enlil também possa ser interpretado como Elohim.
Os filhos de Anu, Enki e Enlil e suas diferenças nada mais são do que uma briga entre o lado conservador no Egito, que adoravam do deus solar Amon, e o lado de Akhenaton-Nefertiti, adoradores do sol negro, Saturno (Aton). O Moisés bíblico era na verdade Akhenaton.

Os Hashmallim (ou Hashmalim) são uma casta angélica superior no Judaísmo, frequentemente associada à quarta posição na hierarquia (segundo Maimônides) e descrita como “seres de fogo” ou “brilho”. Tradicionalmente, são associados ao amor, graça e justiça divina, sendo o Arcanjo Zadkiel o líder desta casta, correspondendo à Sephirah de Chesed. Seriam os Arcanjos Hashmallim extraterrestres? Sim, na verdade os Hashmallim são as unidades militares especiais de Taygeta.
Os Hashmallim (homens) e Shinonim (mulheres) são os equivalentes Taygeteanos das unidades de forças especiais na Terra, como Spetsnaz, Delta Force ou Navy Seals. Os Hashmallim são soldados altamente treinados que se movem militarmente em pequenos grupos de 4 a 8 homens e tem grande experiência em lidar com os humanos da Terra. Os Taygeteanos fazem parte da família Lyriana da mesma forma que os humanos da Terra e estão envolvidos com a humanidade há milhares de anos, e tiveram bases na antiga Lemúria antes do cataclismo que causou o dilúvio.


Embora os “deuses” extraterrestres (Elohim) tenha tecnologia super avançada, isso não quer dizer que eles sejam seres perfeitos e ilibados. Eles são apenas mais pessoas e também fazem muitas coisas erradas, um exemplo disso é a Matrix 3D da Terra que foi criada pelas raças estelares da Federação Galáctica. A Raça Adâmica ou Homo Sapiens foi criada através de experimentos de controle mental pelos Reptilianos (Elohim) da antiga Atlântida, antes do dilúvio.
Os humanos atuais são uma raça secundária que se originou de uma raça primária extraterrestre, os Lyrianos (Elohim) da Constelação de Lyra. Akhenaton e Nefertiti são dois exemplos perfeitos da quantidade de idiotices que os Elohim podem fazer. Foram eles que deram início a Cabala e as religiões dogmáticas na Terra.
Elohim – Quem são esses “deuses” do Antigo Testamento?
Texto do pesquisador russo Mikhail Kuznetsov
Provavelmente poucos cristãos modernos percebem que o Antigo Testamento é a Torá, uma verdadeira coleção de mitos religiosos do povo judeu. Menos ainda sabem que, em nossa versão do cristianismo, a Igreja reconheceu esse livro como “escritura sagrada” somente na segunda metade do século XIX, ou seja, quando a redistribuição do mundo pós-catastrófico pelas novas “elites” globais já havia começado. Foi então que novas versões da história e da ciência estavam sendo criadas novamente. Como podemos ver, as religiões não escaparam dessas mudanças.
Quando Stalin fundou a Igreja Ortodoxa Russa em 1943, a principal condição para sua criação foi nunca reconhecer como “sagrados” os mitos religiosos do povo judeu, que têm certa relação com sua história, mas não com a história da humanidade em si. E os “deuses” ali descritos são “deuses” tribais especificamente do povo judeu. É claro que alguns cristãos fanáticos se ofenderão com o meu uso do plural para esses “deuses”. Afinal, o judaísmo é considerado uma religião monoteísta.
Mas leiam atentamente a tradução russa do Antigo Testamento. Lá vocês verão três personagens diferentes, traduzidos para o russo como “Senhor”, “Deus” e “Senhor Deus”. É claro que os falastrões contratados pelo “Projeto Bíblico” tentarão nos convencer de que esses são supostamente nomes diferentes para o mesmo “único deus”. Mas eu estava certo em aconselhar uma leitura cuidadosa deste livro judaico.
O que podemos ler no livro de Gênesis 3:22-23?
22. “Então disse o Senhor Deus: ‘Eis que o homem se tornou como um de nós, conhecendo o bem e o mal; agora, pois, para que não estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma, e viva para sempre”
23. “E o Senhor Deus os lançou fora do jardim do Éden, para lavrar a terra de que fora tomado.”
Espero que todos com visão normal consigam ver a expressão “como um de nós”. E não importa o que digam os tagarelas, trata-se especificamente do plural, não do singular. Portanto, estes são “deuses” judaicos, e não um “Deus único”. Então, quem são eles? Já ouviram falar do termo “Elohim”? É exatamente isso, os próprios “deuses” de Israel e do povo judeu.
Claro, você não precisa acreditar em mim. Mas ofereço-lhe uma tradução russa de uma interessante declaração de 2016 do estudioso bíblico italiano Mauro Biglino, feita por A. Lorenz, um pesquisador dos mistérios do passado. Eis o que ele revelou sobre esses “Elohim”, após traduzir a versão original hebraica do Antigo Testamento:
“Muitos dizem que afirmo que a Bíblia não diz nada sobre Deus simplesmente porque o termo ‘Elohim’ não é traduzido como ‘Deus’.” Como se minhas afirmações se baseassem em um termo que ninguém conhece com certeza, e, portanto, eu pudesse distorcer o que quisesse. Traduzo do hebraico há anos demais para cometer tais erros.”
“Na realidade, estou dizendo que a Bíblia não fala de Deus, mas de indivíduos de carne e osso chamados Elohim, e de um em particular, a saber, Javé, que anda, come, bebe, se suja, se lava, precisa descansar, mata com as próprias mãos, ordena a seus subordinados que destruam seus parentes próximos, ordena a morte de mães e seus filhos homens, dita leis e mata apóstatas, exige sacrifícios, inclusive humanos, inala fumaça para acalmar os nervos, bebe líquidos intoxicantes e explica as regras de higiene no acampamento. Ele não quer pisar em excrementos e divide os despojos de guerra entre si e seus súditos (virgens e gado, listados em listas de “contabilidade” precisas).”
“Aqui devo apontar um detalhe bastante desagradável: as virgens que ele queria não eram apenas meninas, mas também crianças. Ele explica como emprestar dinheiro a juros e, assim, escravizar o devedor. Ele também é temperamental e contraditório, apresenta sinais de paranoia maníaca e, às vezes, esquizofrenia, e assim por diante.”

Debater o significado direto do termo “Elohim” (que NINGUÉM entende completamente) é um exercício totalmente inútil, e deixaremos isso para filólogos/teólogos que precisam desesperadamente de provas de seu significado, “Deus”. Não estou nem um pouco preocupado com isso, pois a Bíblia é um livro extremamente claro e eu a entendo perfeitamente, apesar de vários mal-entendidos. Interpretações.
Vou dar dois exemplos:
a) Livro dos Juízes, Capítulo 11.
12 Então Jefté enviou mensageiros ao rei dos amonitas, dizendo:
24 “Acaso não tomas posse daquilo que o teu deus Camos te dá? Da mesma forma, tomaremos posse do que o SENHOR, o nosso Deus, nos deu como herança” (Assim está escrito na tradução russa. Nota do tradutor). Em hebraico, está escrito literalmente: “Seu Elohim Quemos deu a vocês estas terras, e vocês podem possuí-las; meu Elohim Javé nos deu estas terras, e nós as possuímos.”
Portanto, não há diferença entre os dois Elohim; eles têm os mesmos direitos, prerrogativas e autoridade: Não há Deus superior ou inferior para o rei amonita.
b) Gênesis 35.1
Deus (Elohim – escrito em hebraico) disse a Jacó: “Levanta-te, sobe a Betel e habita ali. Edifica ali um altar a Deus (El – escrito em hebraico. É um termo diferente, embora seja traduzido da mesma forma em todos os lugares – Deus), que te apareceu quando fugias da presença de Esaú, teu irmão.”
Por que ele diz para construir um altar a algum tipo de El que apareceu? Por que não a ele pessoalmente? O que poderia ser mais claro do que a Bíblia. Estes são apenas dois dos muitos exemplos (e há, de fato, inúmeros) que destacam a absoluta futilidade de se discutir o significado do termo “Elohim”. Mas deixarei os teólogos e comentaristas com seus caprichos; que se divirtam.
Agora, vamos ler alguns salmos de gratidão a Elohim Yahweh.
Salmo 135 (na numeração massorética, 136, à qual Mauro Biyino se refere – nota do tradutor)
10 Ele feriu o Egito em seus primogênitos, porque a sua misericórdia dura para sempre;
11 E tirou Israel do meio dela, porque a sua misericórdia dura para sempre.
12 Com mão poderosa e braço estendido, porque a sua misericórdia dura para sempre.
15 E lançou Faraó e o seu exército no Mar Vermelho, porque a sua misericórdia dura para sempre.
17 Ele feriu grandes reis, porque a sua misericórdia dura para sempre.
18 E matou reis poderosos, porque a sua misericórdia dura para sempre.
19 Seom, rei dos amorreus, porque a sua misericórdia dura para sempre.
20 E Ogue, rei de Basã, porque a sua misericórdia dura para sempre.
21 E deu-lhes a terra por herança, porque a sua misericórdia dura para sempre.
22 Como herança a Israel, seu servo, porque a sua misericórdia dura para sempre.
Assim, o Deus bíblico é Elohim, misericordioso, porque Ele matou crianças inocentes e reis como recompensa para o Seu servo Israel. Felizmente, Ele não pode ser o Deus universal: uma tragédia terrível se desenrolaria e a Bíblia se tornaria uma confusão incompreensível. Contudo, mesmo com suas inúmeras contradições, ela é perfeitamente clara, como resultado de reescritas por incontáveis indivíduos desconhecidos. É por isso que “Elohim” não pode significar “Deus” na compreensão ocidental, um produto do ensinamento grego…
Para nós, a conclusão de que esses mesmos Elohim (El, Javé e os demais) não têm nenhuma conexão com o Criador do Universo e o Pai Celestial é muito interessante. Isso levanta, de forma bastante razoável, uma questão lógica: então, a qual deus oram todos aqueles que consideram o Antigo Testamento ou a Torá como “escritura sagrada”?
Para mim, pessoalmente, a resposta a essa pergunta já era clara há muito tempo. E, após a declaração do cientista italiano, tudo isso se tornou não apenas óbvio, mas também um fato cientificamente comprovado. Agora, reflita cuidadosamente sobre isto: por que os tradutores do Antigo Testamento ocultaram tudo isso de nós? E a quem servem, de fato, todas as igrejas do “projeto bíblico” de escravizar a humanidade? Para mim, é perfeitamente claro: quais forças criaram esse “projeto” e por que, com sua implementação, começou o extermínio em massa de todos os dissidentes, bem como de todas as fontes e portadores do conhecimento antigo?
ELOHIM não são DEUS | Paul Wallis e Mauro Biglino. Episódio 1
Durante centenas de anos, pessoas em todo o mundo recorreram à Bíblia em busca de informações sobre Deus. Dois estudiosos Mauro Biglino e Paul Wallis defendem uma interpretação radicalmente diferente. Com base em sua análise do texto massorético hebraico original, o autor e tradutor italiano Mauro Biglino argumenta que os Elohim mencionados no Antigo Testamento não eram divindades espirituais e onipotentes, mas sim um grupo de indivíduos avançados de carne e osso. Sua “teoria da intervenção” sugere que esses seres modificaram geneticamente os humanos por meio da manipulação do DNA.
As principais revelações do trabalho de tradução de Biglino incluem:
Pluralidade de Elohim: O termo Elohim é gramaticalmente plural e é traduzido por Biglino como “Os Iluminados”, “Os Poderosos” ou “Os Elohim”, em vez do singular “Deus”.
Engenharia Genética: Biglino afirma que a Bíblia descreve os Elohim misturando seu próprio DNA (referido como tselem – uma coisa material que contém sua imagem) com o dos hominídeos existentes para criar o Homo Sapiens como uma espécie serva.
Yahweh como um membro júnior: Yahweh é retratado não como o Criador Supremo, mas como um membro subordinado da assembleia Elohim a quem foi atribuído um território e um povo específicos (Jacó-Israel), em vez de deter o poder universal.
Tecnologia mal traduzida como milagres: Descrições dos Elohim e suas ações, muitas vezes interpretadas como divinas, são consideradas por Biglino como representações de tecnologia avançada, como aparelhos aéreos (kavod – que significa “peso” ou “dispositivo pesado”).
Não há “Criação” na Bíblia: Biglino afirma que o verbo hebraico “bara” não significa criar do nada, mas sim intervir numa situação pré-existente para modificá-la, sugerindo que a Bíblia descreve uma “reorganização” ou terraformação da Terra em vez de uma criação mágica.
O trabalho de Biglino é frequentemente categorizado dentro da hipótese dos “antigos astronautas”, concentrando-se em uma leitura literal do texto que remove as interpretações teológicas, espirituais e morais normalmente aplicadas por instituições religiosas.

































