Em 31 de julho de 2019, o jornal The New York Times noticiou que o financista e traficante sexual Jeffrey Epstein, acreditava em uma corrente filosófica chamada transumanismo, “a ciência de aprimorar a população humana por meio de tecnologias como engenharia genética, clonagem humana e inteligência artificial”. Isso não tem relação com a inovação médica e a tecnologia que ajudam pessoas com deficiência a ter um melhor desempenho. O transumanismo pretende usar tecnologia sofisticada para projetar e aprimorar o intelecto e a fisiologia de pessoas a níveis sobre-humano.

A questão é: quem supervisionaria e participaria desse “aprimoramento”? Alguns dos defensores mais vocais do transumanismo deixam claro que se trata de um grupo seleto. Ao fazer isso, aproximam cada vez mais a filosofia dos efeitos da eugenia. O eugenismo surgiu no final do século XIX, com o termo sendo oficialmente cunhado pelo cientista britânico Francis Galton em 1883. Baseado em ideias de melhoria genética, ele foi concebido como um estudo para controlar as qualidades raciais físicas e mentais das gerações futuras, influenciado pela teoria evolucionista de seu primo Charles Darwin.

Foi a farsa da teoria darwiniana da evolução e sua “sobrevivência do mais apto” que levou ao eugenismo e transumanismo. O eugenismo nos Estados Unidos consolidou-se no início do século XX (primeiras décadas de 1900), atingindo seu auge entre as décadas de 1910 e 1930. Embora o termo tenha sido cunhado pelo britânico Francis Galton, foi nos EUA que ele se transformou em um movimento político e social prático, focado na “eugenia negativa”, a ciência de aprimorar a espécie humana através do acasalamento seletivo de pessoas com características hereditárias específicas e “desejáveis”, visando eliminar doenças, deficiências e outras características humanas “indesejáveis”.

Os alemães nazistas não apenas conheceram, mas estudaram profundamente e se inspiraram nas leis e práticas de eugenismo dos Estados Unidos para desenvolver suas próprias políticas raciais e de “higiene racial” na Alemanha. Os nazistas adotaram o eugenismo imediatamente após a ascensão de Adolf Hitler ao poder, em 1933, transformando ideais eugênicos teóricos em política de Estado. A eugenia tem tido apoio consistente do Estado Judeu desde sua fundação em 1948, até o presente. A eugenia sempre foi praticada em Israel, que foi denunciado por segregação racial institucionalizada. Os judeus praticam a eugenia desde os tempos antigos. Além disso, a eugenia é parte integrante do judaísmo e da evolução do próprio povo judeu.

O judeu sionista Epstein era um agente de inteligência do Mossad. Ele apoiava a eugenia e queria “semear a raça humana com seu DNA”, apesar de sua natureza e mentalidade degenerada e psicopata, amplamente documentada. O supremacismo judaico talmúdico é uma ideologia de dominação e superioridade. Afirma que os judeus são superiores aos povos gentios, devendo dominar, controlar e subjugar os demais, ou tendo o direito de fazê-lo. “Como os judeus são o povo mais elevado e culto da Terra, eles têm o direito de subordinar a si o resto da humanidade e de serem os senhores de toda a Terra.” – Rabino Harry Waton. As pessoas ignoram que o sionismo judaico e o nazismo são ideologias supremacistas, racistas e eugenistas.

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Embora nem mesmo o transumanismo incentive explicitamente a reprodução visando a superioridade de um grupo específico, os métodos defendidos por alguns transumanistas proeminentes têm o mesmo objetivo. Tomemos como exemplo o próprio Epstein, que idealizou um rancho no Novo México, onde planejava atrair e engravidar várias mulheres simultaneamente para semear a raça humana com seu DNA (presumivelmente “superior”). A ideia para essa fazenda foi baseada em um antigo banco de esperma, chamado Repositório para Escolha Germinal , que seria abastecido com o sêmen de laureados com o Prêmio Nobel.

O repositório acabou sendo desativado em 1999, após ter recebido uma doação de esperma de apenas um físico laureado com o Prêmio Nobel, William Shockley. O renomado transumanista Zoltan Istvan também acredita na ideia de que algumas pessoas são mais dignas de moldar o futuro da humanidade do que outras, ele escreveu para a Wired em 2014 dizendo:

“Nna tentativa de resolver esse problema e dar a centenas de milhões de crianças futuras uma vida melhor, eu apoio cautelosamente a ideia de licenciar os pais, um processo que seria pouco diferente de tirar uma carteira de motorista. Os pais que passarem por uma série de testes básicos se qualificam e recebem o sinal verde para engravidar e criar filhos… Os candidatos considerados indignos — talvez por serem moradores de rua, terem problemas com drogas, serem criminosos violentos ou não terem recursos para criar uma criança adequadamente e evitar que ela passe fome — não seriam admitidos até que pudessem demonstrar que são pais adequados.”

Tanto a “fazenda de bebês” de Epstein quanto as licenças parentais de Istvan visam provocar mudanças significativas na população humana, partindo da crença de que eles tinham algo “melhor” a oferecer. Coincidentemente, ambas as situações também envolveriam ações contra outras pessoas sem o seu consentimento. As crenças transumanistas se baseiam na premissa de que certas pessoas são superiores o suficiente para influenciar o futuro da humanidade, o que, por definição, implica que outras são inferiores e menos merecedoras, reduzindo consideravelmente a já tênue linha divisória entre transumanismo e eugenia.

Isso levanta a possibilidade de que aqueles com dinheiro, poder e uma obsessão por descendência de elite (de alguma forma, sempre homens ricos, brancos e de reputação duvidosa) possam um dia cometer atos terríveis como esterilização e genocídio em nome da contribuição para o futuro da humanidade. Embora as primeiras vítimas sejam sempre os desfavorecidos e marginalizados, ninguém está verdadeiramente “a salvo” de ser declarado “inadequado” para uma raça humana de “elite”.

Uma vez que algumas pessoas sejam declaradas superiores, elas poderiam mudar a definição de inferioridade para incluir quem quiserem. Se isso soa como alarmismo, aqui vai um lembrete de que os nazistas estavam tão fascinados em criar uma raça superior que esterilizaram de 300.000 a 400.000 pessoas entre 1934 e 1945, e estima-se que mais 70.000 pessoas foram esterilizadas involuntariamente nos Estados Unidos durante o século XX, sob leis eugênicas estaduais que duraram até a década de 1970.

Apenas na Califórnia, cerca de 20.000 mulheres foram esterilizadas entre 1909 e 1979. A ideia dos humanos se fundirem com a tecnologia para se tornarem uma espécie de ciborgue, faz parte do lado sombrio do transhumanismo que se apresenta através de pessoas como Epstein, que genuinamente se considerava superior o suficiente para “espalhar sua semente”, ou como Istvan, que genuinamente acredita que os outros são tão inferiores que não deveriam ter permissão para se reproduzir.

Quem são essas pessoas inferiores? Os pobres é claro. Quem são os merecedores? Os satanistas pedófilos ricos! Sim, é assim que a sociedade maçônica funciona. Parece que Epstein construiu laboratórios subterrâneos para pesquisas genéticas e clonagem humana em sua ilha Little St. James, nas Ilhas Virgens Americanas, e em seu Rancho Zorro no Novo México. Essa operação teria sido supervisionada pelo bilionário eugenista Bill Gates, que forneceu o financiamento necessário para a construção desses laboratórios.

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A recente divulgação de arquivos confidenciais do Departamento de Justiça dos EUA relacionados a Jeffrey Epstein (iniciada no final de 2025 e continuando em 2026) revelou uma vasta gama de contatos sociais e de negócios do falecido agressor sexual. Entre os nomes mencionados em documentos e relatos de sobreviventes está o do diretor de Hollywood, Michael Bay.

Juliette Bryant, uma das sobreviventes da Ilha Epstein, acredita que o judeu pedófilo Epstein estava envolvido em clonagem humana. Ela afirma ter conhecido o diretor Michael Bay no Rancho Zorro no Novo México, um ano antes dele dirigir “A Ilha” (2005), um filme de grande orçamento que retrata uma ilha habitada por pessoas clonadas usadas para a extração de órgãos para as elites.

O Presidente Trump foi chamado de “teórico da conspiração” pela mídia fake news depois de compartilhar uma publicação de outra conta do Truth Social sobre a alegação, “Não há Joe Biden—ele foi executado em 2020 e foi substituído por duplos, clones e robôs.” O post alegou que o que o público vê não é uma pessoa real, mas clones, dublês corporais e entidades robóticas e sem alma feitas para personificar Biden.

É importante notar que o presidente não adicionou seu próprio comentário ao post. Trump sabia que o verdadeiro Joe Biden morreu há alguns anos e que o Partido Democrata, o Deep State e a mídia fake news criaram o “Show de Biden”, usando até uma réplica da Casa Branca construída num estúdio de cinema.

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Quando Jeffrey Epstein disse a cientistas que queria “semear a raça humana com seu DNA”, a afirmação foi amplamente descartada pela mídia controlada por judeus sionistas ricos como mera especulação excêntrica. Documentos federais recentemente divulgados sugerem que pode ter sido algo mais organizado, e muito mais operacional. Em julho de 2019, semanas antes de sua suposta morte, o New York Times publicou uma reportagem que chocou a comunidade científica.

Jeffrey Epstein, segundo o jornal, havia confidenciado por anos a cientistas e associados seu desejo de disseminar seu próprio DNA pela raça humana. O Times documentou suas aspirações como conversas de jantar e não encontrou nenhuma evidência de que elas jamais tivessem se concretizado. Vinte e quatro documentos federais divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA em janeiro de 2026, referentes ao Acordo de Livre Comércio Europeu (EFTA), contam uma história mais completa. Eles documentam não uma obsessão repentina, mas uma busca privada e sustentada que durou oito anos:

Correspondência ativa com George Church — um dos geneticistas mais proeminentes do mundo — já em novembro de 2011; uma troca de mensagens em 2014 com um importante executivo da área da saúde que pediu casualmente “atualizações sobre clonagem”; a circulação dos escritos transhumanistas de Church sob o assunto “meu amigo George” em 2015; e então, a partir de julho de 2018, uma relação de investimento totalmente operacional com um biohacker que dirige um laboratório cirúrgico no exterior, em direção a uma empresa cujos objetivos declarados incluíam o primeiro nascimento de um bebê humano geneticamente modificado ou clone humano em cinco anos.

O jornal The Times documentou a aspiração de Epstein. Esses documentos registram oito anos de investigação. Entre essas operações: a formação legal de uma entidade de investimento, conduzida por Darren Indyke, advogado de longa data de Epstein, para um portfólio de engenharia genômica humana de US$ 10 milhões apresentado por um dos geneticistas mais proeminentes de Harvard — e o armazenamento simultâneo de amostras de tecido biológico do próprio Epstein dentro da infraestrutura institucional desse geneticista na Faculdade de Medicina de Harvard. Esses fatos não foram divulgados quando os laços de Epstein com Harvard e o MIT se tornaram um escândalo público em 2019.

Sayer Ji, um  proeminente defensor da medicina alternativa e fundador do GreenMedInfo.com, um site que compila pesquisas sobre saúde natural, publicou uma matéria em seu site sobre o grande interesse do criminoso sexual Jeffrey Epstein com engenharia genética, transumanismo e clonagem humana. Você pode ler toda a matéria no link:

Oito anos do programa de clonagem humana de Jeffrey Epstein, documentados. Bebês geneticamente modificados, clonagem e eugenia

Segundo informações dos Taygeteanos, cientistas nazistas (Cabala) começaram a pesquisar a clonagem humana já nos anos 1930, pois tiveram contato com uma raça extraterreste. Os clones são usados para cumprir posições que exigem fantoches completos. Após a Segunda Guerra, entre 1945 e meados da década de 1950, o governo americano importou milhares de cientistas e engenheiros alemães para os EUA através da Operação Paperclip.

Dessa forma os militares americanos tiveram acesso as pesquisas de clonagem dos nazistas. Os segredos do Deep State são compartimentados a tal ponto que um nível não sabe o que está realmente acontecendo nos outros. Somente aqueles que estão no topo da hierarquia Illuminati sabem tudo o que estava acontecendo, e esses poucos não são humanos.

O filme Clonaram Tyrone da Netflix conta a história de um traficante de drogas, um cafetão e uma garota de programa, que descobrem um laboratório subterrâneo do governo que está clonando pessoas em seu bairro. Uma organização governamental secreta estava por trás da clonagem e dos experimentos em várias cidades dos Estados Unidos. A clonagem humana é vendida como “ficção científica” pelos filmes e mídia mas vem sendo realizada secretamente há muitos anos.

Bases subterrâneas e centros de clonagem humana

A clonagem e a manipulação na indústria musical.

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Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

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