O ditado “todos os caminhos levam a Roma” significa que todas as alternativas de que dispomos levam para o mesmo lugar ou têm o mesmo resultado. O Vaticano, e a Ordem dos Jesuítas, são as principais organizações controladoras do planeta Terra, e embora as pessoas geralmente não entendam como exatamente controlam quase tudo, Roma é a cabeça da serpente.
O Império Romano nunca caiu, ainda continua no poder, apenas se transformou na Igreja Católica Romana ou Sacro Império Romano. Os jesuítas são os Illuminati, os jesuítas fazem parte da Cabala e o Papa é o César. Não há diferença. Leia mais: A Hierarquia do Império Romano agora é chamada de Igreja Romana.

“Participar de uma missa negra no Vaticano é a maior das honras para os satanistas”, disse Leo Zagami, um ex-membro de alto escalão dos maçons Illuminati que supostamente desertou e começou a contar a verdade sobre os segredos internos dos satanistas do Vaticano.
Malachi Brendan Martin (1921-1999) foi um padre católico irlandês e escritor da Igreja Católica. Originalmente ordenado padre jesuíta, se tornou professor de Paleontologia no Pontifício Instituto Bíblico do Vaticano. Martin afirmou que uma “cerimônia de entronização satânica” ocorreu em 1963 durante o Concílio Vaticano II (1962-1965), que foi convocado pelo Papa João XXIII e encerrado por Paulo VI, visando a “atualização” da Igreja diante da modernidade. O resultado desse ritual significou que o Vaticano manifestou o que os clérigos chamavam de “Superforça”.
Martin fez a primeira referência a um ritual satânico realizado em Roma em seu best-seller de não ficção de 1990 sobre geopolítica e o Vaticano, The Keys of This Blood. Na página 632 de seu livro, Martin menciona que uma missa negra foi realizada em 1963 na Capela Paulina, que serve como igreja paroquial no Palácio do Vaticano. Durante esse caso hediondo, vários cardeais comunistas maçons “instalaram Lúcifer em seu lugar apropriado” no Vaticano, como “chefe da igreja”. O comunismo, nazismo e fascismo são criações de jesuítas satânicos.
Martin afirma que boa parte do abuso sexual infantil é na verdade, adoração satânica. Parte dos ritos luciferianos de muitos padres, freiras e hierarquia. Ele sugere que muitos que se envolvem nesse tipo de “adoração” são, de fato, maçons secretos. Um exemplo disso é a escandalosa história sobre a Rainha Elizabeth, o Vaticano e o governo canadense terem abusado e assassinado milhares de crianças indígenas no Canadá. Madre Teresa, a “Santa Viva”, vendia crianças para a rede pedófila das elites maçônicas.

O Concílio Vaticano II e a entronização de Lúcifer na Capela Paulina
O Vaticano havia caído completamente sob o controle de maçons satânicos (luciferianos) no início da década de 1960. Isso foi concretizado uma semana após a eleição de Paulo VI como Papa, por um grupo de cardeais de alta patente, mais precisamente, em 29 de junho de 1963. Entretanto, as lojas maçônicas satânicas luciferianas realizaram simultaneamente dois ritos ocultistas-mágicos para transferir o poder do Vaticano para o seu “deus”, Lúcifer.
A primeira cerimônia, entronizando o “anjo caído, Lúcifer”, foi realizada secretamente no Vaticano, na Capela Paulina. Simultaneamente, uma segunda cerimônia semelhante foi realizada em um mosteiro no estado americano da Carolina do Sul, por iniciativa da mesma loja maçônica satânica de Charleston, outrora liderada pelo maçom Albert Pike, um adorar de Lúcifer. Além disso, uma reunião do “Conselho dos Treze” (também conhecido como “Conselho dos Superiores Desconhecidos” ou “Comitê X”) foi realizada na cidade de Nova York. É composto por 12 sacerdotes luciferianos, e o décimo terceiro assento vazio é reservado para o diabo.
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Ou seja, em junho de 1963, após a tomada do poder no Vaticano, os principais centros dos satanistas luciferianos realizaram simultaneamente rituais para transferir o nosso mundo para o poder de Lúcifer-Satanás. Não é coincidência que, após esse ritual satânico, os papas nunca mais tenham usado suas tiaras papais. Em seu livro “Traição no Vaticano, ou a conspiração dos papas contra o cristianismo“, a pesquisadora russa Olga Nikolaevna Chetverikova escreve sobre o assunto:
“À luz desses eventos, o significado do solene acontecimento de 13 de novembro de 1964 torna-se mais claro. Naquele dia, o pontífice, na presença de 2.000 bispos, retirou sua tiara e a colocou sobre o altar da Basílica de São Pedro. Depois disso, nem ele nem seus sucessores jamais usaram a tiara novamente.”
Com base em materiais documentais confiáveis, Olga chegou a conclusões sensacionais: desde 1933, o topo da Igreja Católica Romana começou a se afastar dos princípios fundamentais do cristianismo e, além disso, está tentando ativamente, sob o pretexto de “modernização da igreja”, substituir esses princípios por outros diretamente hostis ao cristianismo. Como a maioria dos católicos comuns nada sabe sobre esses processos, Olga vê no que está acontecendo uma conspiração de papas e cardeais contra a própria Igreja.

Embora o pontífice tenha emitido uma constituição apostólica em 1975 recomendando seu uso em futuras coroações papais, tais cerimônias nunca mais ocorreram, e a tiara foi doada à Basílica do Santuário Nacional da Imaculada Conceição em Washington, D.C. O último Papa a usar a tiara foi Paulo VI, em 1963, embora ainda seja o símbolo oficial do Papa e do Vaticano nos documentos e nas figuras.
Em 16 de maio de 2016, no Palácio Apostólico Vaticano, o maçom e Presidente do Parlamento da Macedônia, Trajko Veljanovski, presenteou o jesuíta Mario Bergoglio (Papa Francisco) com uma tiara, que ele nunca usou. Em 2011, o Papa Bento XVI também ganhou uma tiara, mas nunca a usou.

A tiara, usada pelos papas desde o século XIV e composta por três coroas, era um símbolo da autoridade do pontífice e dos três níveis de seu poder: autoridade espiritual no mundo, autoridade temporal em Roma e supremacia sobre todos os governantes cristãos (o papa é o Pai da Igreja, o governante terreno e o Vigário de Cristo). Portanto, sua rejeição foi um gesto profundamente simbólico, que os conservadores interpretaram como um sinal de que Paulo VI não era um verdadeiro pontífice.
Em outras palavras, esses rituais transferiram simultaneamente todas as outras igrejas cristãs, mesmo aquelas que não reconhecem a primazia do Papa, para o poder de Lúcifer-Satanás, juntamente com o Vaticano. As elites satânicas Illuminanti confiaram ao Vaticano a criação de uma religião ecumênica que uniria todas as religiões do “projeto bíblico” e que é, em sua essência, a Igreja de Lúcifer.
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Aliás, é precisamente por isso que, há décadas, desde a “entronização do anjo caído Lúcifer” em junho de 1963, um templo dedicado a Lúcifer, disfarçado de seu suposto “museu”, foi estabelecido no Vaticano. Essa “entronização” em si foi o primeiro rito satânico oficial do Vaticano. Um rito semelhante foi o reconhecimento oficial do Vaticano de Lúcifer como seu mestre em novembro de 1964. Não é de surpreender que os ritos de transferência de poder para Lúcifer tenham ocorrido no Ocidente, onde se localizam os principais centros do satanismo global.
E as três principais “cabeças do dragão” são o Vaticano, a City de Londres e o Distrito de Columbia (Washington, D.C.) — três territórios que são efetivamente “estados dentro de um estado” e são controlados não pelos governos nacionais dos EUA, Grã-Bretanha e Itália, mas por clãs globalistas e sociedades secretas de satanistas luciferianos com conotações religiosas ocultas.
Os maçons Albert Pike, Giuseppe Mazzini e Lord Palmerston (primeiro-ministro britânico de 1855 a 1865) orquestraram três guerras mundiais para inaugurar a Nova Ordem Mundial de Lúcifer. Ambos eram agentes dos jesuítas e do Vaticano. As Nações Unidas são um culto luciferiano criado pelo Vaticano, Rothschilds e Rockefellers. O Vaticano, através do governo italiano, ajudou a China e o Partido Democrata a roubarem a eleição de Donald Trump em 2020.

O Concílio Vaticano II (CVII), XXI Concílio Ecumênico da Igreja Católica, foi convocado no dia 25 de dezembro de 1961, através da Constituição Apostólica “Humanae salutis”, pelo Papa João XXIII. Este mesmo Papa inaugurou-o, a ritmo extraordinário, no dia 11 de outubro de 1962. O Concílio, realizado em 4 sessões, só terminou no dia 8 de dezembro de 1965, já sob o papado de Paulo VI.
O arcebispo de Olinda e Recife, Dom Hélder Pessoa Câmara (1909–1999), um comunista e fundador da CNBB, foi um dos principais articuladores e signatários do Pacto das Catacumbas (1965), durante o Concílio Vaticano II. Dom Hélder teve papel decisivo na formulação do pacto, que foi influenciado pela Teologia da Libertação que se espalhou pelas Igrejas na América Latina. A teologia da libertação, defendida por padres e bispos comunistas, é uma ideologia política disfarçada de caridade que visa escravizar os pobres. Afinal, a miséria alimenta narrativas, e sem ela, o que sobraria para os políticos comunistas que fingem “defender dos pobres”? O comunismo é um culto satânico contra a humanidade.
Na página 632 do livro The Keys of This Blood, Malachi Martin escreveu:
“O mais assustador para (o Papa) João Paulo (II), foi que ele se deparou com a presença irremovível de uma força maligna em seu próprio Vaticano e nas chancelarias de certos bispos. Era o que os eclesiásticos experientes chamavam de “superforça”. Rumores, sempre difíceis de verificar, ligavam sua instalação ao início do reinado do Papa Paulo VI em 1963. De fato, Paulo havia aludido sombriamente à “fumaça de Satanás, que entrou no Santuário”… uma referência oblíqua a uma cerimônia de entronização por satanistas no Vaticano”.
“Além disso, a incidência de pedofilia satânica, ritos e práticas, já foi documentada entre certos bispos e padres tão amplamente dispersos quanto Turim, na Itália, e Carolina do Sul, nos Estados Unidos. Os atos de culto de pedofilia satânica são considerados por profissionais como a culminância dos ritos do Arcanjo Caído.”.
O Arcebispo Dom Hélder Câmara é o “pai espiritual” de Klaus Schwab
O Arcebispo Dom Hélder Pessoa Câmara, que foi o signatário do Pacto das Catacumbas durante o Concílio Vaticano II, tornou-se uma das principais lideranças católicas na suposta “defesa dos direitos humanos” e nas denúncias de torturas e atrocidades cometidas pelo regime militar no Brasil. Todos sabiam que o Papa Francisco era um comunista de coração. Ele foi influenciado por Dom Hélder Câmara, que era um auto-proclamado marxista. Ele foi arcebispo de Olinda e Recife entre 1964 e 1985.
Dom Hélder Câmara discordava da igreja tradicionalista. Ele compareceu a todas as quatro sessões do Concílio Vaticano II e até desempenhou um papel muito importante na elaboração da Gaudium et Spes (Constituição Pastoral sobre a Igreja no Mundo Moderno). Em 16 de novembro de 1965, o Arcebispo Câmara liderou 40 bispos marxistas que se encontraram secretamente à noite nas Catacumbas de Domitila, fora de Roma, na Via Appia Antica, que se espalham por 17 quilômetros no subsolo.
Eles assinaram um documento secreto sob o título de Pacto das Catacumbas com 13 pontos que foram inspirados por Karl Marx. Este pequeno grupo de bispos marxistas reunidos em segredo foi o início de uma ameaça existencial ao nosso futuro pois esse evento foi de grande importância para o estabelecimento da Agenda do Fórum Econômico Mundial.

Como a América do Sul estava atolada no lixo marxista e na Teologia da Libertação dos jesuítas, a Igreja Católica na região adotou a doutrina do Pacto das Catacumbas, apesar do fato de nunca ter sido sancionada pelo Vaticano até a chegada do Papa Francisco, que praticou essa doutrina distorcida durante toda a sua vida, pois ela se concentra na riqueza material em vez das preocupações espirituais com a alma. A Seção 10 do Pacto da Catacumba diz:
“Faremos todo o possível para garantir que os líderes de nossos governos e serviços públicos adotem e coloquem em prática as leis, estruturas e instituições sociais que são necessárias para a justiça, a igualdade e o desenvolvimento harmonioso e completo de todos os seres humanos e, portanto pela vinda de uma nova ordem social, digna dos filhos e filhas da humanidade e de Deus.”
Parágrafo 10 do Pacto das Catacumbas
A razão pela qual esse encontro obscuro foi tão importante, de acordo com o nazista Klaus Schwab, é que essa doutrina mudou sua vida, como ele diz neste vídeo.
De fato, o Dom Hélder Câmara discursou em Davos em 1974. Daquele momento em diante, Klaus Schwab tentou influenciar os líderes mundiais e convencê-los de que é hora de adotar o comunismo. Quando o Dom Hélder Câmara discursou na reunião de capitalistas de Davos, houve um momento de crise econômica também.
E o arcebispo brasileiro, que aparentemente foi a pessoa mais influente na vida de Klaus Schwab, era um defensor da teologia da libertação, que é uma teoria que enfatiza a “libertação dos oprimidos” deve ser o objetivo. A fundação é o marxismo envolvendo análises socioeconômicas, em vez de teologia, promovendo o materialismo econômico em vez de objetivos espirituais.
Klaus Schwab afirmou que o arcebispo brasileiro era seu “pai espiritual”, e descreveu seu primeiro encontro com o padre no início dos anos 1970 como um “momento crucial em sua vida”. Schwab tinha viajado para o Brasil, e foi apresentado a quem ele tinha sido dito ser o suposto “sacerdote dos pobres”.
DAVOS nas CATACUMBAS: A conexão secreta de Klaus Schwab com o Vaticano
Dom Hélder Câmara mostrou-lhe as favelas e áreas de classe baixa da região, que impactaram muito Schwab. Depois disso, Schwab convidou o arcebispo brasileiro para falar em Davos em 1974 sobre a realidade da pobreza nas nações do terceiro mundo, apesar de Dom Hélder Câmara ser desaprovada na Suíça por sua reputação comunista.
O discurso de Davos do padre incluiu uma crítica à “sociedade de resíduos” e à distribuição de riqueza, o que Schwab disse foi bem recebido pelo público. Este evento obrigou Schwab a convidar mais padres católicos para falar, muitos dos quais repetiram os mesmos pontos de discussão que Dom Hélder Câmara tinha em 1974, e provavelmente foi um fator-chave na amizade que vemos agora entre o Papa Francisco e Schwab.
A amizade de Dom Hélder Câmara e a “orientação espiritual” de Schwab continuariam, e o Papa Francisco declararia postumamente o sacerdote um “Servo de Deus” em 2015. Em termos da intenção revolucionária do Fórum Econômico Mundial, a contribuição pessoal de Dom Hélder Câmara nos bastidores levou ao Klaus Schwab que vemos hoje?
Os motivos declarados do FEM diferem ligeiramente do marxismo clássico, mas com as crenças de Dom Hélder Câmara na mistura, tudo começa a fazer sentido. Semelhante ao apelo do Papa para a abolição da propriedade privada por motivos religiosos e morais, Schwab pede a abolição da propriedade privada por motivos de ambientalismo, e mais amplamente como uma forma de alcançar algum tipo de “justiça cósmica” para os marginalizados.
Novamente, isso é apresentado da mesma maneira moralista de Dom Hélder Câmara e a teologia da libertação. Agora você sabe de onde veio a inspiração da frase “você não terá nada, mas será feliz” promovida pelas elites satânicas do FEM. Quando era um padre jesuíta na Argentina, Jorge Mario Bergoglio demonstrou sua admiração por Dom Hélder Câmara e sua Teologia da Libertação. No entanto, o mais interessante é que o arcebispo brasileiro não foi apenas uma influência, mas um mentor para Bergoglio.
Tanto o Capitalismo das Partes Interessadas quanto a Grande Reinicialização do Fórum Econômico Mundial, onde você não possuirá nada mas será feliz, vêm do Pacto das Catacumbas. De fato, Schwab convidou o Papa Francisco para falar em Davos em janeiro de 2014, logo após ele ter sido eleito papa em 2013, mostrando que sabia que eles compartilhavam o mesmo “pai espiritual” e a mesma filosofia econômica. O Vaticano é a sede da Cabala Illuminati e do satanismo mundial.
Como o padre jesuíta Jorge Mario Bergoglio se tornou oficialmente o Pontífice da Igreja Católica Romana em 13 de março de 2013? Os satanistas pedófilos George Soros, John Podesta, Barack Obama, Hillary Clinton (e outros) orquestraram um golpe chamado “Primavera Católica” que resultou em seu objetivo de “mudança de regime” no Vaticano, a fim de derrubar o Papa Bento XVI e substituí-lo pelo jesuíta Bergoglio, que desde então se tornou um porta-voz da esquerda e do globalismo maçônico. Sob o governo Obama, o Papa Francisco foi recebido com uma ovação de pé no Congresso dos EUA quando visitou Washington em 2015.

Papa Francisco: O governo mundial deve governar os EUA para o seu próprio bem. Francisco disse ao jornal italiano La Repubblica que os Estados Unidos da América têm “uma visão distorcida do mundo” e que os americanos devem ser governados por um governo mundial, o mais rápido possível, “para o seu próprio bem”.

Papa Francisco: O governo mundial deve governar os EUA “para o seu próprio bem”

OPS! Vaticano deixa escapar planos para um governo mundial único. Em uma nota amplamente esperada sobre a crise financeira e a justiça econômica, autoridades do Vaticano acidentalmente pedem o estabelecimento de uma “Autoridade” Global Mundial para regular os mercados financeiros e os governos nacionais.

A CNBB, Teologia da Libertação e a fundação do PT
No dia 7 de abril de 2015, o ex-arcebispo da Arquidiocese de Olinda e Recife e um dos fundadores da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Helder Pessoa Câmara, era declarado “Servo de Deus” pela Santa Sé. Bem, o “Deus” a que ele servia se chama Lúcifer.
A CNBB, que é uma organização de bispos comunistas, foi fundamental na fundação da organização criminosa chamado “Partido dos Trabalhadores”. Sem a CNBB, o PT seria um partido de sindicalistas de São Bernardo do Campo e radicais oriundos da luta armada derrotada. Mas graças à ação firme, decidida e sem qualquer escrúpulo da CNBB, o PT logrou se tornar um partido nacional, com inserção nos mais remotos grotões do país.
A CNBB, que não é uma congregação oficial da cúria romana e não fala em nome da Igreja Católica nem em nome dos católicos, nunca lamentou o uso político da religião pelo PT, pelo contrário. A própria CNBB é um braço dos petistas. Para entender essa história é preciso voltar a 1954, quando, dois anos depois de ser criada, a CNBB foi dominada por alas “progressistas, que passaram a usá-la para fazer “justiça social” em vez de trabalho religioso.
No início da década de 1960, a atuação político-ideológica foi intensificada e a ala mais radical deu origem à Teologia da Libertação. Já em 1980, os socialistas infiltrados na Igreja Católica e vinculados à Teologia da Libertação e às Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) participaram da fundação do PT.
De forma organizada, eficaz e desde dentro, eles ampliaram o trabalho de doutrinação socialista, dominaram, inclusive, os seminários que formam os padres, e conquistaram enorme influência na hierarquia da Igreja. Além do PT, membros das CEBs tinham vínculos direitos ou indiretos com Central Única dos Trabalhadores (CUT), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e Central de Movimentos Populares. A CNBB apoia a agenda comunista de partidos como o PT e de políticos criminosos como Lula.
Com o aumento da popularidade da Teologia da Libertação, o governo de direita brasileiro e qualquer outro órgão governamental anticomunista foi condenado pela Igreja Católica Romana como “opressores”. A Igreja se concentrou na suposta “libertação dos pobres do terceiro mundo” por meio da revolução comunista. Dom Helder Câmara elogiou a Revolução Cultural de Mao na China, que resultou na morte de quase 100 milhões de chineses de fome. O Partido Comunista Chinês foi financiado pelos banqueiros de Wall Street a mando dos Rothschild.

































