Houve trabalho forçado no programa Mais Médicos criado em 2013 pelo governo de Dilma Rousseff? Para o governo dos Estados Unidos, sim. Imagine um programa de saúde pública para levar médicos a regiões remotas do Brasil. Atendendo milhões de pessoas onde o Estado não chega. Na propaganda petista tudo parecia maravilhoso  mas… e se, por trás do discurso humanitário, os médicos cubanos recebiam apenas entre 15% e 25% do valor total, enquanto o restante era transferido diretamente para os cofres do regime comunista cubano.

Foi isso o que os Estados Unidos afirmaram ter acontecido com o programa Mais Médicos. O Departamento de Estado dos EUA revogou vistos de ex-membros do ministério da Saúde do governo Dilma responsáveis pela criação do programa Mais Médicos, acusado de ser um esquema de “exploração de mão de obra” do regime cubano. O “Partido dos Trabalhadores” criou um programa para explorar “escravos cubanos”, usando o dinheiro dos impostos dos brasileiros para enriquecer o ditador Fidel Castro, amigão de Lula.

O presidente Bolsonaro denunciou esse crime do governo petista na ONU.

O programa "Mais Médicos” do PT virou alvo dos EUA por trabalho escravo. 1 O programa "Mais Médicos” do PT virou alvo dos EUA por trabalho escravo. 3

A decisão foi divulgada através de um documento do oficial emitido pelo Departamento, no qual o governo americano afirma que:

“Esses funcionários foram responsáveis pela cumplicidade com o esquema coercitivo de exportação de mão de obra do regime cubano ou se envolveram nisso, o que explora profissionais médicos cubanos por meio de trabalho forçado. Esse esquema enriquece o corrupto regime cubano e priva o povo cubano de cuidados médicos essenciais.”

A nota segue afirmando que o governo brasileiro violou suas próprias leis e as sanções contra Cuba com o programa:

“Essas autoridades usaram a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) como intermediária com a ditadura cubana a fim de implementar o programa sem seguir os requisitos constitucionais brasileiros, driblando as sanções americanas a Cuba e, deliberadamente, pagando ao regime cubano o que era devido aos profissionais de saúde cubanos.”

O secretário de Estado, Marco Rubio, reforçou a acusação em uma postagem no X:

O programa Mais Médicos foi uma fraude diplomática inconcebível de ‘missões médicas’ estrangeiras.”

TRUMP, LULA E A VERDADE SOBRE O PROGRAMA MAIS MÉDICOS

Os Partido Políticos são controlados pela Maçonaria da mesma forma que a Máfia, um acrônimo para Mazzini, Autorizza, Furti, Incendi e Avvelengmenti. Conhecidos como Mafiosi (Mafiosos), eles eram autorizados pelo maçom italiano Giuseppe Mazzini (1805-1872) a cometer roubos, incêndios, assassinatos entre outros crimes.

Foi essa organização, a Máfia, que chegou às Américas a partir de 1874, com o início da imigração italiana. Os mafiosos maçons fundaram partidos políticos e usaram a farsa maçônica da “democracia liberal” para enganar as massas ingênuas e estúpidas com a farsa do voto e do “representante do povo” e passaram a controlar os países e criar leis que os beneficiava e para roubar o dinheiro da população.

“O verdadeiro objetivo da Maçonaria é criar todos os pré-requisitos necessários para o triunfo da revolução comunista.”

Christian Rakowsky, membro dos Illuminati

O governo Trump avalia classificar grupos criminosos como o PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas, mas porque não classificar também os partidos políticos brasileiros como organizações terroristas? Pois é exatamente o que eles são. Vários políticos e seus partidos são financiados pelos cartéis de drogas, principalmente os de esquerda como o PT e seus satélites. O próprio Estado brasileiro é uma organização terrorista pois é controlado por maçons. A democracia liberal é uma fraude criada pela Maçonaria Britânica.

No século XIX, a Maçonaria Britânica havia se tornado uma importante força supranacional, e a classe dominante britânica a utilizava ativamente para implementar seus planos de política externa. Assim, na década de 1830, o maçom Lord Palmerston e seu agente italiano, o maçom Giuseppe Mazzini, criaram uma rede de lojas subversivas por toda a Europa continental, conhecida como Jovem Maçonaria. O maçom da Grande Loja da Inglaterra, Henry Palmerston, que serviu como Primeiro-Ministro Britânico de 1855 a 1865, procurou transformar a Grã-Bretanha em um império mundial.

Lord Palmerston estava empenhado em uma campanha para tornar Londres o centro indiscutível de um novo Império Romano mundial, e conquistar o mundo da mesma forma que os britânicos conquistaram a Índia, reduzindo todas as outras nações ao papel de fantoches, clientes e bodes expiatórios da política imperial britânica. Lord Palmerston afirmou que, onde quer que um súdito britânico vá no mundo, ele pode desrespeitar as leis, com a certeza de que a frota britânica o apoiará. “Civis Romanus sum, todo britânico é cidadão desta nova Roma”, bradou Lord Palmerston, e com isso, o império universal foi proclamado.

No entanto, Lord Palmerston foi impedido pelas monarquias absolutistas da Áustria (Habsburgos), Rússia (Romanov) e Prússia (Hohenzollern) que dominaram o cenário político europeu no século XVIII e início do XIX, e que Palmerston planejava esmagar, apoiando-se em movimentos revolucionários nacionais. De acordo com seu plano, o lugar das monarquias derrubadas pelos maçons seria ocupado por democracias liberais maçônicas como instrumentos maleáveis de Londres. A democracia liberal é a forma de governo mais conveniente para a Maçonaria com seus falsos “representantes do povo” para enganar as massas ingênuas.

O auge das atividades da Jovem Maçonaria ocorreu com a Revolução de 1848, que abalou a Europa. Embora esse fogo revolucionário tenha sido temporariamente suprimido, a classe dominante britânica, sem abandonar seu objetivo de subjugar a Europa continental, apostou em uma nova força: o movimento comunista global. Para esse fim, uma organização revolucionária, a Liga Comunista, foi fundada em Londres em 1847, unindo revolucionários que haviam fugido da Alemanha.

Os maçons Karl Marx e Friedrich Engels lideraram a direção do Sindicato. Eles elaboraram um documento programático para o Sindicato, o Manifesto Comunista . As sete principais disposições do Manifesto visavam utilizar o movimento operário aos interesses da classe dominante britânica. Essas disposições incluíam:

1. Abolição da pátria e da nacionalidade;

2. Abolição da propriedade e do direito de herança;

3. Abolição da religião e da moralidade;

4. Destruição da família;

5. Introdução de impostos elevados;

6. Somente o Estado tem o direito de propriedade;

7. A gestão deve ser “concentrada nas mãos de uma associação de indivíduos”. (Marx não especificou quem eram esses “indivíduos”.)

Os seis primeiros pontos do Manifesto visam destruir todos os laços que unem as pessoas, transformando a sociedade civil em uma massa atomizada.  Os pontos um e sete propõem a abolição dos Estados-nação e o estabelecimento de uma governança supranacional, capacitando efetivamente a classe dominante britânica a agir como um governo mundial.  Essa ideologia ficou conhecida como “Comunismo”.

O comunismo tornou-se uma das ideologias mais sangrentas e impiedosas da história, trazendo sofrimento e morte a diversas nações. Este é o “presente” das elites maçônicas britânicas para a humanidade. O comunismo em todas as formas é uma arma britânica para realizar o seu sonho macabro de dominação mundial.

O comunismo na Rússia, China, Coreia, Vietnã, Camboja etc foram orientados pelos britânicos para criar oportunidades infinitas de guerra e conflito para alimentar os lucros dos seus bancos e empresas. Os movimentos comunistas “Made in Britain” são hábeis em destruição, mas nunca construíram nada que beneficiasse a humanidade.

O Império Britânico usou a Maçonaria para se infiltrar e controlar o Brasil e outros países?

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Renato Cunha
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