Dizia-se que o sol nunca se punha no Império Britânico (1583 – 1997), devido à sua extensão ao redor do mundo, pois o Sol sempre estava brilhando em pelo menos um de seus numerosos territórios. Segundo Stuart Laycock, autor do livro “All the Countries We’ve Ever Invaded: And the Few We Never Got Round To” (Todos os Países Que Já Invadimos: E os Poucos Que Não Tivemos Tempo), dos 193 países que são atualmente estados membros da ONU, o Reino Unido invadiu ou travou conflitos no território de 171 países. Isso representa cerca de 90% de todos os países.
Stuart Laycock considerou uma definição muito ampla de “invasão”, incluindo qualquer incursão militar, conflito ou presença armada documentada das forças britânicas, mesmo que breve, por piratas ou corsários agindo com aprovação do governo britânico, ou durante campanhas defensivas. O Brasil está na lista: em 1591, sob o comando do corsário inglês Thomas Cavendish, os britânicos invadiram, saquearam e ocuparam, por quase três meses, as cidades de São Vicente e Santos.
A lista de 22 países que, segundo a pesquisa, nunca sofreram uma incursão militar britânica inclui destinos distantes, bem como alguns mais próximos na Europa:
- América: Guatemala, Bolívia e Paraguai.
- Europa: Suécia, Bielorrússia, Vaticano, Mónaco, Andorra, Luxemburgo e Liechtenstein.
- Ásia: Uzbequistão, Quirguistão, Tajiquistão e Mongólia.
- Oceânia: Ilhas Marshall (o único país da Oceânia).
- África: Mali, Costa do Marfim, Chade, República Centro-Africana, Burundi e São Tomé e Príncipe.
Aqui está o mapa mostrando onde (rosa) os britânicos invadiram ou tiveram conflitos. O que muitas pessoas não sabem é que o Império Britânico exportou a Maçonaria, o Sistema Jurídico Britânico, a Democracia Liberal, o Tráfico de Drogas, a Eugenia, o Comunismo, o Controle Mental e o Terrorismo Islâmico para o mundo. Esse é o principal motivo por que o mundo vive em constante caos.

Nações (em rosa) que foram colônias do Império Britânico (1583 – 1997).

O Império Britânico travou uma guerra contra a humanidade por séculos
O Império Britânico durou 314 anos, existindo de 1583 a 1997. Seu auge ocorreu entre 1815 e 1914, um período conhecido como “Século Britânico”, quando o império controlava a maior extensão territorial e de população do mundo. O império começou oficialmente em 1583, com a declaração de Terra Nova como colônia inglesa, e terminou em 1997 com a devolução de Hong Kong à China.
Início: O império é considerado iniciado em 1583, com Sir Humphrey Gilbert declarando a ilha de Terra Nova como colônia inglesa.
Auge: O período de 1815 a 1914 foi o “Século Britânico”, durante o qual o império alcançou seu auge, governando aproximadamente um quarto da população mundial e quase um quarto da Terra em 1922.
Fim: O fim do império foi marcado pela transferência de Hong Kong para a China em 1997, um evento que encerrou formalmente o Império Britânico.
O Império Britânico esteve envolvido numa vasta e quase contínua série de conflitos ao longo da sua existência, que durou cerca de 314 anos. Embora não tenha sido uma guerra única e contínua, o Império Britânico esteve envolvido numa sucessão de guerras, expansões coloniais e ações militares em todo o mundo durante séculos. Os historiadores observam que a guerra foi o principal motor da expansão e defesa do Império, com conflitos muitas vezes resultando na aquisição ou perda de territórios.
Desde os seus primeiros dias de estabelecimento de entrepostos comerciais até ao seu auge no final do século XIX e início do século XX, a Grã-Bretanha foi uma potência global dominante que utilizou frequentemente as suas forças armadas, especialmente a Marinha Real, para proteger as rotas comerciais e expandir a sua influência.
Exemplos de grandes conflitos envolvendo o Império Britânico incluem:
- A Guerra dos Cem Anos (que terminou antes do período principal de expansão do Império, mas estabeleceu um precedente para o envolvimento inglês em conflitos estrangeiros).
- A Guerras Anglo-Holandesas no século XVII sobre rotas comerciais e possessões coloniais.
- Uma sucessão de guerras com a França durante o século XVIII, incluindo a guerra global Guerra dos Sete Anos (1756-1763), o que consolidou ainda mais o Império.
- A Guerra Revolucionária Americana (1775-1783), o que levou à perda das Treze Colônias.
- A Revolução Francesa ( 1789-1799) foi orquestrada pela inteligência britânica em Londres, que secretamente financiou os jacobinos em Paris, para derrubar a monarquia francesa pois era uma ameaça ao Império Britânico.
- A Guerras Napoleônicas (1803-1815), que estabeleceu a Grã-Bretanha como a principal potência marítima do mundo.
- A Guerra da Crimeia (1853-1856), quando o Reino Unido, junto com França e o Império Otomano, lutou contra o Império Russo em um conflito que ocorreu em diversas frentes, incluindo a península da Crimeia.
- Numerosas guerras coloniais ao longo do século XIX, como as Guerras Anglo-Afegãs, as Guerras Anglo-Birmanesas, as Guerras do Ópio, o Grande Jogo contra a Rússia e as Guerras dos Bôeres, muitas das quais envolveram o Exército Britânico ou a Companhia das Índias Orientais.
- A Revolução Russa (1917) foi orquestrada pela inteligência britânica em Londres, que secretamente financiou Vladimir Lenin e os bolcheviques, para derrubar a monarquia russa pois era uma ameaça ao Império Britânico.
- Guerra Fria: Após a Revolução Russa de 1917, o Reino Unido e a União Soviética voltaram a rivalizar durante a Guerra Fria.
O âmbito e a frequência destes conflitos levaram à conclusão de que a Grã-Bretanha estava quase constantemente envolvida em alguma forma de ação militar algures no mundo durante o auge do seu poder imperial. A ascensão dos Estados Unidos, o custo das guerras e a crise do Canal de Suez no século XX foram fatores que contribuíram para o fim do Império Britânico.
O Dr. John Coleman, que trabalhou para o serviço secreto britânico MI6, pesquisou durante anos sobre várias organizações secretos das elites aristocratas britânicas, incluindo o Comitê dos 300, o Instituto Real de Assuntos Internacionais, o movimento da Mesa Redonda, a Sociedade Fabiana, a Sociedade dos Peregrinos e o Instituto Tavistock.
A sua investigação revelou que o principal objetivo destes grupos elitistas é um governo satânico comunista mundial, uma grande redução populacional através de epidemias e guerras fabricadas, vacinas tóxicas, crises financeiras e alimentares, desastres naturais causados por modificação climática, e o enfraquecimento e eliminação da classe média.
Os EUA ultrapassaram o Reino Unido como maior potência industrial mundial por volta de 1900, impulsionados por inovações tecnológicas, infraestrutura ferroviária e o crescimento da produção de aço e petróleo, e se tornou uma superpotência militar após a Segunda Guerra Mundial. O império britânico começou como um império colonial tradicional, enquanto o “império” americano se desenvolveu através da expansão territorial, influência econômica e poder militar após a independência.
Após a a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), o Real Instituto de Assuntos Internacionais (RIIA), também conhecido como Chatham House, fundado em Londres (1920), e seu braço americano, o Conselho de Relações Exteriores (CFR), fundado em Nova York (1921), tem como propósito orquestrar a tomada britânica dos EUA usando financiamento dos banqueiros Rothschild, Rockefeller e outros. O CFR promove o programa de um “Império Anglo-Americano” liderado pelos britânicos.
O Império Britânico não morreu, ele passou a controlar de forma encoberta os Estados Unidos através de seus agentes infiltrados como: a Maçonaria, a Ordem dos Advogados, o Federal Reserve (Fed) que é controlado pelo Banco da Inglaterra, o CFR que é um tentáculo do Chatham House e Washington D.C., que não faz parte dos Estados Unidos que ela controla, pois é uma cidade estado corporativa sob controle do Vaticano e Coroa Britânica.

É contra essa nefasta influência da Coroa Britânica e do Vaticano (Deep State) nos Estados Unidos que o presidente Donald Trump tem lutado desde 2017. Trump está desmantelando o Deep State em todo o mundo. O sindicato criminoso foi criado em muitos países para tornar praticamente impossível o seu desmantelamento. Mas isso está sendo feito através da paz através da força.
O sistema Deep State está sendo estrangulado e em breve os fantoches que servem a esse sistema serão removidos. Trump está agora preparando o terreno para levar o Deep State à justiça. Ele já anulou 92% das ordens do falso Biden, o que significa que juízes e outros indicados serão removidos. A justiça está chegando e os jogadores do Deep State estão em pânico.

A City de Londres é uma cidade estado corporativa independente no centro da cidade de Londres. A City de Londres é a centro do poder financeiro do mundo e a milha quadrada mais rica terra, onde estão as sedes do Banco da Inglaterra, Lloyd’s of Londres, Bolsa de Valores de Londres, TODOS os bancos britânicos, filiais de 385 bancos estrangeiros e 70 bancos norte-americanos. A City de Londres é a maior lavanderia de dinheiro sujo do mundo e é quem controla a Coroa Britânica e o Império Britânico.
As instituições mais antigas do Reino Unido para formação jurídica são as Inns of Court na City de Londres, que oferecem educação e treinamento jurídico para advogados desde o século XIV. Todas as ordens de advogados do mundo estão diretamente vinculadas à International Bar Association e ao Inns of Court no Templo da Coroa, na City de Londres. Todas as leis, advogados e sistemas judiciais surgiram de um sistema extremamente duvidoso e antidemocrático que favorece os maçons ricos e mantém os plebeus na ignorância.
É na City de Londres, sede da Maçonaria Britânica, supervisionada pela Monarquia Britânica e pelo Duque de Kent, que a Maçonaria Mundial é governada. Isso inclui a Ordem Maçônica do Grande Oriente e o Rito Escocês. A trindade do poder globalista são as três cidades estado corporativas: City de Londres (poder financeiro), Washington D.C. (poder militar) e Cidade do Vaticano (poder religioso).
Tanto o Império Britânico como o Império Americano estão sob o controle do Império Romano, ou seja, a Igreja Católica Romana (Vaticano). Roma ainda governa o mundo. O ditado “todos os caminhos levam a Roma” continua valendo.

Londres é o maior centro mundial de lavagem de dinheiro sujo
Em uma revelação surpreendente, o secretário adjunto de Relações Exteriores do Reino Unido, Andrew Mitchell, afirmou que quase 40% do dinheiro sujo do mundo é lavado em Londres. O dinheiro sujo em questão, segundo Mitchell, é roubado de países em desenvolvimento. Isso geralmente é feito por políticos corruptos, empresários e senhores da guerra, que usam o dinheiro roubado para comprar propriedades em alguns dos bairros mais ricos de Londres. O dinheiro sujo é frequentemente convertido em investimentos “limpos” em Londres.
O Império Britânico usou a “Maçonaria da Grande Loja da Inglaterra” para se infiltrar e controlar os países.
Desde o início do Império Britânico, a Maçonaria sempre esteve presente em sua história. A Maçonaria Organizada foi fundada em 24 de junho de 1717, quando quatro lojas de Londres se uniram na Goose and Gridiron Ale House, no cemitério de St. Paul, formando a primeira Grande Loja do mundo. Em 1721, John, Duque de Montagu, foi eleito Grão-Mestre e a Grande Loja se reuniu em “comunicação trimestral” e começou a se estabelecer como um órgão regulador, atraindo para ela lojas reunidas fora de Londres.
A maçonaria inglesa chegou à França por volta de 1725, trazida por nobres exilados jacobitas fiéis a dinastia Stuart, e posteriormente se organizou em lojas distintamente francesas. Em 1730, a Grande Loja tinha mais de 100 lojas na Inglaterra e no País de Gales sob seu controle e começou a espalhar a Maçonaria no exterior, com lojas reunidas em Madrid e Calcutá. A partir da década de 1730, lojas foram criadas na Europa, Índias Ocidentais, América do Norte e Índia.
No final do século XVIII e no século XIX, a Maçonaria Britânica foi levada para o Oriente Médio e Extremo Oriente, Australásia, África e América do Sul, servindo como Cavalo de Tróia (infiltração) do Império Britânico, que se esforçou para difundir a Maçonaria e o sistema jurídico britânico pelo mundo.
Hoje, a Maçonaria inglesa é uma vasta rede global que abrange cinco continentes e compreende aproximadamente 240 lojas filiadas sob a jurisdição da Grande Loja da Inglaterra. Através de suas lojas filiadas, a Grã-Bretanha obtém a capacidade de influenciar secretamente os países onde elas estão localizadas. O amplo alcance da influência explica a conexão da Grande Loja da Inglaterra com os serviços de inteligência britânicos. A conexão é tão profunda que é difícil saber onde a loja termina e a inteligência começa.
Outro motivo para a cooperação da Maçonaria com os serviços secretos é o voto maçônico de silêncio: “Os agentes são selecionados de acordo com certos critérios, entre os quais a capacidade de guardar segredos é fundamental. É por isso que os maçons têm uma vantagem quando se trata de promoção a cargos de liderança.” Assim, as lojas filiadas da Grande Loja da Inglaterra atuam, na verdade, como condutos da influência britânica e centros de atividade para os serviços de inteligência britânicos.
Segundo a propaganda, a Maçonaria é uma organização fraternal não religiosa e não política que ensina o autoconhecimento, a moralidade e a caridade, exigindo apenas a crença em um Ser Supremo, mas sem ditar um caminho religioso específico. Tudo conversa fiada. A Maçonaria teve um papel fundamental e devastador nas revoluções e guerras da Europa, Oriente Médio, EUA, Rússia, China, Ucrânia e outros países, que causou muitas mortes e destruição. O que um ex-presidente americano achava sobre a Maçonaria:
“Em consciência e sinceramente acredito que a Ordem Maçônica é, se não a maior, um dos maiores males morais e políticos que pesa sobre toda a União”
John Quincy Adams, VI Presidente dos Estados Unidos
“Cartas sobre a Maçonaria”, 1833
O General Albert Pike (1809-1891) foi um jurista democrata, maçom do 33º grau, cofundador do grupo racista Ku Klux Klan e ocultista luciferiano que atuou na Suprema Corte do Arkansas durante o final da Guerra Civil. Albert Pike foi um servo fiel do Império Britânico, o que fazia dele um traidor do povo americano e foi chamado de “Papa da Maçonaria Americana”. Quando questionado sobre o direito de voto aos afro-americanos, Pike (membro da KKK) disse: “A raça branca, e somente essa raça, governará este país. É a única apta a governar, e é a única que governará.”
Albert Pike ingressou na Maçonaria em 1850 e em 1859 se tornou Grão-Mestre do Antigo e Aceito Rito Escocês para a Jurisdição Sul dos EUA, um cargo de grande influência e importância dentro da Maçonaria. Ele reorganizou e refinou os rituais do Rito Escocês, do 4º ao 33º graus, e sua obra “Moral e Dogma” estabeleceu as bases filosóficas desses rituais.
A política britânica em suas colônias frequentemente envolvia a criação de seitas desviantes, com o objetivo de DIVIDIR PARA CONQUISTAR. O plano de causar três grandes guerras mundiais, para instalar o reino satânico da Nova Ordem Mundial maçônica, foi idealizado no século 19. Uma carta que se diz ter sido escrita em 1871 pelo maçom Albert Pike, “previu” a Primeira, a Segunda e a Terceira Guerra Mundial.
O maçom americano Albert Pike, um adorador de Lúcifer, escreveu uma carta ao maçom italiano Giuseppe Mazzini, em 1871, que explica com clareza o delinear o plano dos maçons Illuminati para três guerras mundiais. Essa carta esteve em exposição na biblioteca do Museu Britânico em Londres até 1977, antes de ser retirada da vista do público. O interessante das “previsões” de Albert Pike, é que em 1871 não havia nazistas, sionistas, bolcheviques nem Estado de Israel.
O que ele disse sobre a Terceira Guerra Mundial:
“A Terceira Guerra Mundial deve ser fomentada aproveitando-se das diferenças causadas pelos “agentes” dos “Illuminati” entre os sionistas políticos e os líderes do mundo islâmico. A guerra deve ser conduzida de forma que o Islã (o mundo árabe muçulmano) e o sionismo político (o Estado de Israel) se destruam mutuamente.”
Albert Pike

Em seu livro “Moral e Dogma do Antigo e Aceito Rito Escocês da Maçonaria”, o maçom Albert Pike fez algumas revelações interessantes sobre a natureza religiosa da Maçonaria.
“Todo Templo Maçônico é um Templo de Religião, e seus ensinamentos são instruções em religião” (página 213)
“A Maçonaria, como todas as religiões, todos os Mistérios, o Hermetismo e a Alquimia, OCULTA seus segredos de todos, exceto dos Adeptos e Sábios, ou dos Eleitos, e usa explicações falsas e interpretações errôneas de seus símbolos para enganar aqueles que merecem ser enganados; para ocultar a Verdade, que ela chama de Luz, deles, e para afastá-los dela. A Verdade não é para aqueles que são indignos ou incapazes de recebê-la, ou que a perverteriam.” (páginas 104-105)
“Os Graus Azuis são apenas o pátio externo ou pórtico do Templo. Parte dos símbolos é exibida ali ao Iniciado, mas ele é intencionalmente induzido ao erro por interpretações falsas. Não se pretende que ele os compreenda, mas sim que imagine que os compreende.” (página 819)
“O que devemos dizer à multidão é: adoramos um Deus, mas é o Deus que se adora sem superstição. A vós, Soberanos Grandes Inspetores Gerais, dizemos isto, para que o repitais aos Irmãos dos graus 32, 31 e 30: a Religião Maçônica deve ser, por todos nós iniciados dos altos graus, mantida na pureza da Doutrina Luciferiana.”
“Quando o Maçom aprende que a chave para o guerreiro no bloco é a aplicação correta da força vital, ele aprendeu o Mistério de sua Arte. As energias fervilhantes de Lúcifer estão em suas mãos e, antes que ele possa avançar e ascender, deve provar sua capacidade de aplicar corretamente essa energia.” (Chaves Trancadas da Maçonaria, Manly P. Hall, página 48)
“Se Lúcifer não fosse Deus, será que Adonai (o Deus dos cristãos), cujos atos comprovam sua crueldade, perfídia e ódio ao homem, barbárie e repulsa pela ciência, o caluniaria, juntamente com seus sacerdotes?”
“Sim, Lúcifer é Deus, e infelizmente Adonai também é Deus. Pois a lei eterna é que não há luz sem sombra, beleza sem feiura, branco sem preto, pois o absoluto só pode existir como dois deuses: a escuridão sendo necessária para que a luz sirva como seu contraponto, assim como o pedestal é necessário para a estátua e o freio para a locomotiva.”
“Assim, a doutrina do Satanismo é uma heresia; e a verdadeira e pura religião filosófica é a crença em Lúcifer, o igual de Adonai; mas Lúcifer, Deus da Luz e Deus do Bem, luta pela humanidade contra Adonai, o Deus das Trevas e do Mal” (Instruções aos 23 Supremos Conselhos do Mundo, Albert Pike, Grande Comandante, Soberano Pontífice da Maçonaria Universal, 14 de julho de 1889. Registrado por AC De La Rive, La Femme et l’Enfant dans la Franc-Maconnerie Universelle. (página 588).

Os jesuítas conseguiram se infiltrar secretamente na Maçonaria no século XVIII, e vem usando a maioria dos maçons como idiotas úteis para seus propósitos malignos contra a sociedade. Quem está no topo da hierarquia oculta maçônica é o Papa Negro, o Superior Geral dos Jesuítas. Maçons e Jesuítas: A conexão explorada.
Os Illuminati são os jesuítas, não há diferença alguma, apenas semântica. Eles trabalham através dos maçons e sua influência está em todo o mundo usando suas lojas alternativas e sociedades secretas que se configuram de forma compartimentada para que ninguém em nenhum estágio saiba o que está acontecendo não apenas nos outros estágios ou níveis, mas não possa acessar a visão maior nos níveis superiores.

Citação de Eric Jon Phelps: “Assassinos do Vaticano”, 2ª ed., p. 582:
“O General Jesuíta tem sido o homem mais poderoso do mundo desde que Pio VII restaurou a Ordem ou “Companhia” em 1814. Devido à supressão da Ordem pelo Papa em 1773, os Jesuítas deram início aos Illuminati da Baviera com um de seus soldados, Adam Weishaupt. Os Illuminati absorveram a Casa Judaica de Rothschild, criando um colosso de riqueza em todo o mundo, sujeito ao General Jesuíta. Com esse braço financeiro em funcionamento, os Jesuítas então declararam guerra ao Vaticano, incluindo o Papa, os Reis Católicos Romanos da Europa e a Ordem dos Dominicanos. Essa Inquisição e Cruzada foram chamadas de “Revolução Francesa e Guerras Napoleônicas”. Por vinte e cinco anos, os agentes maçônicos do General Jesuíta, particularmente na pessoa de Napoleão Bonaparte, travaram guerras. Bonaparte também puniu os Cavaleiros de Malta, expulsando-os de sua ilha natal para a Rússia.”
Por pressão dos monarcas católicos da Espanha, França e Portugal, o Papa Clemente XIV dissolveu a Ordem dos Jesuítas em 21 de julho de 1773 com a bula Dominus ac Redemptor. Em 1º de maio de 1776, alguns jesuítas e Adam Weishaupt fundaram os Illuminati da Baviera e se infiltraram na Maçonaria para controlá-la. Eles tiveram ajuda do jovem banqueiro judeu Mayer Amschel Rothschild (1743 – 1812). Mas os jesuítas começaram a se infiltrar da Maçonaria alguns anos antes, em 1754.
Weishaupt estabeleceu os Illuminati especificamente para ser uma organização de fachada atrás da qual os jesuítas pudessem se esconder. Depois de serem (formalmente) abolidos pelo Papa Clemente XIV em 1773, os jesuítas usaram os Illuminati e outras organizações para realizar suas operações. Assim, as organizações de fachada seriam responsabilizadas pelos problemas causados pelos jesuítas.
Os jesuítas que foram expulsos de países católicos como França, Espanha e Portugal se refugiram em países não católicos como a Prússia e Inglaterra Protestantes e a Rússia Ortodoxa, onde a ordem papal foi ignorada ou formalmente rejeitada. Quando foram forçados a ficar nas sombras, vários jesuítas se tornaram maçons Illuminati e alguns deles voltaram para a França, Espanha e Portugal.
Com a Revolução Francesa (1789-1799), a Revolução Americana (1775-1783) e as Guerras Napoleónicas (1803-1815), o mundo mergulhou no caos. Na Europa a Igreja Católica sofreu perseguições, mosteiros foram fechados e o próprio Papa foi feito prisioneiro por Napoleão Bonaparte, um fantoche dos jesuítas que queriam vingança.
As pessoas só ouvem falar do Papa Branco, que é menos poderoso do que o Papa Negro e o Papa Cinza. O mais poderoso é o Papa Cinza que é um maçom representante de uma das famílias da Nobreza Negra que controlam o Vaticano. O Superior Geral dos Jesuítas (Papa Negro) também é maçom. O Vaticano controla a Coroa Britânica, a City de Londres e os países supostamente “soberanos” através da democracia liberal maçônica.

Para que você tenha uma ideia da ganância dos jesuítas, o Papa Inocêncio X disse em 1647: “Toda a riqueza da América do Sul está nas mãos dos jesuítas”. Era impossível para os jesuítas armazenar sua grande riqueza em qualquer banco católico. Todos os bancos católicos roubariam da Companhia de Jesus, pois ela deixou de existir por decreto papal.
Assim, os jesuítas dependiam principalmente de protestantes e judeus para suas operações bancárias, desde que não fossem católicos. Para garantir a segurança da riqueza da Companhia de Jesus e, especialmente, de seus empreendimentos altamente lucrativos na América do Sul, os jesuítas firmaram uma aliança com os banqueiros Rothschild. Como os Rothschild são de ascendência judaica asquenaze, a Igreja Católica não se apoderou de seus bens.
Este foi o início de uma aliança entre a Companhia de Jesus e o sionismo (Frankismo Sabbateano), que permanece ativa até hoje. Em todos os momentos, a Companhia de Jesus esteve verdadeiramente no controle (e não a família Rothschild). Foi a riqueza dos jesuítas que apoiou os empreendimentos dos Rothschild e também é a verdadeira fonte da aparente riqueza dos Rothschilds.
Mayer Amschel Rothschild (pai de Nathan Mayer Rothschild) Fundador da dinastia bancária internacional da família Rothschild (1744 – 1812). Observe a Cruz de Malta em volta do pescoço dele. Título: Cavaleiro da Ordem Soberana e Militar de Malta (Descrito como um agente da Coroa do Sacro Império Romano Imperial). Mayer Carl von Rothschild (1820-1886) também está usando uma Cruz de Malta em seu terno.

Carl Mayer von Rothschild (pai de Adolf e Wilhelm Carl von Rothschild) fundador da família de banqueiros Rothschild de Nápoles (1788 – 1855) foi nomeado Cavaleiro pela Casa de Bourbon-Duas Sicílias (Farnese) na Sagrada Ordem Militar Constantiniana de São Jorge, reservada aos católicos. James Rothschild, do banco francês, tornou-se o banqueiro papal, enquanto Carl era o intermediário.
Os jesuítas queriam vingança contra o Vaticano, as monarquias católicas e os Cavaleiros de Malta. O banqueiro judeu-alemão e fundador da Dinastia bancária Rothschild, Mayer Amschel Rothschild (1743 – 1812) foi a fachada financeira dos jesuítas na criação dos Illuminati da Baviera. Mayer tinha apenas 30 anos quando a Ordem dos jesuítas foi dissolvida pelo Papa Clemente XIV e 33 anos quando os Illuminati da Baviera foram criados em 1776. Parece plausível que esse jovem tivesse um vasto império financeiro à sua disposição naquela época?
Além disso, a família Rothschild estava séculos atrás de outras casas bancárias judaicas em riqueza e conexões. Jamais teria construído tal conglomerado se não fosse por outros que lhes forneceram riqueza e conexões. A Companhia de Jesus lhes forneceu ambas. A parceria com os Rothschild permitiu aos jesuítas uma privacidade absoluta e sigilo financeiro durante os 41 anos em que a Ordem esteve fechada. Durante esse tempo, os jesuítas orquestraram a Revolução Francesa, a Revolução Americana e as Guerras Napoleônicas na Europa com a ajuda dos Rothschild e Maçonaria Britânica.

Os jesuítas instalaram Napoleão Bonaparte no poder da França para que ele travasse guerras contra o Vaticano e as monarquias católicas da Espanha e Portugal como vingança por terem fechado a Ordem dos Jesuítas. As tropas de Napoleão invadiram Espanha e Portugal durante a Guerra Peninsular. A invasão de Portugal começou em novembro de 1807, após um acordo com a Espanha (o Tratado de Fontainebleau), enquanto a Espanha foi invadida em 1808, após a qual Napoleão colocou seu irmão no trono espanhol.
A corte portuguesa fugiu para o Brasil. A transferência da família real, sob o comando do príncipe regente Dom João, ocorreu em novembro de 1807 e a comitiva desembarcou no Brasil em 22 de janeiro de 1808. Em 15 de novembro de 1889, os maçons republicanos usaram o idiota do Marechal Deodoro da Fonseca para derrubar o imperador D. Pedro II e instalaram a democracia liberal sob controle da Maçonaria.
Os maçons republicanos foram financiados pelos banqueiros Rothschild de Londres, que são agentes dos jesuítas e Coroa Britânica. O Brasil nunca foi um país “soberano”, continua sendo uma colônia de exploração de podres estrangeiros e os corruptos políticos, juízes e burocratas maçons no governo brasileiro garantem que o Brasil continue a ser um país subdesenvolvido. Os maçons controlam o circo político da direita x esquerda. As pragas do comunismo e islamismo radical servem aos interesses da Coroa Britânica e foram disseminados pelo mundo através da Maçonaria.
“O verdadeiro objetivo da Maçonaria é criar todos os pré-requisitos necessários para o triunfo da revolução comunista.”
Christian Rakowsky, membro dos Illuminati
Os jesuítas queriam vingança contra o Vaticano então mandaram Napoleão Bonaparte prender o papa Pio VII em 1809, após a ocupação de Roma por tropas francesas. O Papa, que era um monge beneditino e conhecido por sua modéstia e espiritualidade, foi levado para Savona e, posteriormente, para Fontainebleau. Os jesuítas deixaram Pio VII preso por 5 anos então exigiram que ele restaurasse a Ordem dos Jesuítas para ser libertado.
Em 31 de julho de 1814 o Papa Pio VII assinou e promulgou a bula Sollicitudo omnium Ecclesiarum, restabelecendo plenamente a Companhia de Jesus em todo o mundo. Depois que perdeu sua serventia, os jesuítas abandonaram Napoleão e ele foi derrotado na Batalha de Waterloo em 18 de junho de 1815. Ele foi destituído do poder, condenado pelo Senado e levado a abdicar do título de imperador, dando fim a Era Napoleônica (1799-1815).
O restabelecimento da Ordem dos Jesuítas/Companhia de Jesus em 1814 marcou o início da tomada do poder pela Igreja Católica. A Companhia de Jesus deixou de estar sob o controle do Papado. Essa tomada foi concluída em 1870, quando o Papa foi declarado Infalível. A família Rothschild também recebeu da Companhia de Jesus um controle significativo sobre o Tesouro do Vaticano como recompensa por seus serviços fiéis.
Isso também explica por que a família Rothschild, originalmente judia, conseguiu adquirir vários títulos claramente cristãos. Na Enciclopédia Judaica está escrito que os Rothschild possuem o título “Guardiões do Tesouro do Vaticano”. E quem imaginaria que uma família judia administraria a imensa riqueza da Igreja Católica? A Companhia de Jesus usou sua influência para consolidar seu poder. Seu controle sobre Napoleão Bonaparte permitiu que os jesuítas dessem aos Rothschild o controle do Banco da Inglaterra. Napoleão foi treinado pelos jesuítas.
Os cinco irmãos Rothschild eram Amschel, Salomon, Nathan, Carl e James, filhos de Mayer Amschel Rothschild. Eles estabeleceram um negócio bancário multinacional por toda a Europa, com cada irmão chefiando um importante centro financeiro: Amschel em Frankfurt, Salomon em Viena, Nathan em Londres, Carl em Nápoles e James em Paris.

Os jesuítas são conhecidos por seu engano, espionagem, infiltração, assassinato e revolução. Eles trabalharam profundamente no campo político e traçaram através da política em todos os países do mundo. Os jesuítas foram expulsos de dezenas de países (mesmo nações católicas) por se envolver e realizar conspirações políticas subversivas, infiltração e incitamento à insurreição política.
Quando os jesuítas são expulsos de um país, eles simplesmente mudam de estratégia e retornam ao país do qual foram expulsos sob um novo disfarce. Francesco Borgia, Terceiro Superior Geral dos Jesuítas explicou:
“Entramos como cordeiros e vamos governar como lobos. Seremos expulsos como cães e voltaremos como águias.”
O que Francesco Borgia quis dizer com “seremos expulsos como cães e voltaremos como águias”? Ele se referia aos “Príncipes da Maçonaria”, os maçons de grau 32 e 33, que causam todo tipo de terrorismo e revoluções comunistas no mundo. Os jesuítas usaram o Império Britânico para estender sua influência pelo mundo todo, de forma disfarçada.
Seu símbolo é a águia bicéfala. O lema do grau 33 é Ordo ab Chao – Ordem a partir do Caos. Ao criar o caos, eles mantêm as coisas em ordem, em sua ordem.
“Ordo ab Chao” acima da águia bicéfala de grau 33 pousada sobre uma espada.

Um exemplo marcante da natureza subversiva da Maçonaria inglesa foi o apoio dos jacobinos da London Revolution Society de Londres na fundação da rede Jacobin Club em Paris. Os jacobinos britânicos, que eram maçons, treinaram os jacobinos franceses para iniciar a Revolução Francesa em 5 de maio de 1789, que derrubaram e mataram o Rei Luiz XVI e da Rainha Maria Antonieta. Os jacobinos, liderados por figuras como Maximilien Robespierre, um maçom, foram influenciados por movimentos sociais britânicos e americanos. A Monarquia Britânica financiou os revolucionários jacobinos para derrubar a Monarquia Francesa, que era seu concorrente.
A Revolução Francesa foi o protótipo da Revolução Russa. Outro exemplo marcante da natureza subversiva da Maçonaria inglesa foi a Revolução de Fevereiro de 1917 na Rússia, onde Lenin e seus soldados bolcheviques derrubaram e mataram o czar Nicolau II e sua família. Lenin era uma agente a serviço da inteligência britânica. O embaixador britânico em Petrogrado, George Buchanan, que dirigiu os eventos revolucionários, contou com maçons russos, que mais tarde formaram o Governo Provisório. A Monarquia Britânica financiou os revolucionários bolcheviques para derrubar a Monarquia Russa, que era seu concorrente.
Atualmente, uma rede de afiliados da Maçonaria inglesa nos Estados Unidos, em aliança com a mídia pró-britânica, o Partido Democrata, a Ordem dos Advogados dos EUA (ABA) e seus juízes radicais de esquerda, resiste aos esforços do governo Donald Trump para eliminar a influência britânica e restaurar a soberania do país.
A MAÇONARIA CONTROLA O SISTEMA JURÍDICO
Na Inglaterra, o posto de advogado é conferido exclusivamente por quatro órgãos não constituídos na City de Londres, conhecidos coletivamente como Sociedades Honoráveis das Inns of Court. Os quatro Inns, estabelecidos entre 1310 e 1357, são Lincoln’s Inn, Gray’s Inn, Middle Temple e Inner Temple. Antes do estabelecimento das duas últimas pousadas, o Templo, que fica entre Fleet Street e o rio Tâmisa, era a sede dos Cavaleiros Templários, declarados hereges pelo Papa Clemente V e pelo rei Filipe IV da França e exterminados no início do século XIV.
Existe uma Ordem moderna dos Cavaleiros Templários dentro da Maçonaria Britânica que afirma ser descendente direta da ordem medieval. Desde o início os homens do direito estiveram ligados à Maçonaria. Não é inconcebível que os Templários, que jamais perderam seu poderio financeiro, tenham sido forçados a mudar de forma durante a Inquisição. Naquela época, eles se tornaram muitas coisas, incluindo maçons, Priorado de Sião, Cavaleiros de Malta, Cavaleiros de Colombo, Rosacruzes… e… advogados?
O poder daqueles que eram instruídos em direito, sabiam como redigir as leis, como interpretá-las e como distorcê-las, era obviamente muito valorizado quando os Templários foram forçados a se esconder, já que os advogados receberam as chaves do Templo quando os Templários supostamente o abandonaram. Um mecanismo fundamental para favorecer os interesses britânicos na advocacia e judiciário é através das Inns of Court na City de Londres, descritas como um centro histórico do poder jurídico britânico.

A City de Londres está sob controle da Ordem Soberana e Militar de Malta (Cavaleiros de Malta) ligada ao Vaticano, que remonta ao reconhecimento papal de sua fundação em 1113. A profissão jurídica nos EUA, que é monopolizada pela American Bar Association (ABA) e suas associações estaduais subordinadas, da mesma forma que outros países, tem suas raízes nas antigas “Inns of Court” britânicas que historicamente foram responsáveis pela educação jurídica.
Seus respectivos órgãos administrativos, advogados e juízes conhecidos como Benchers, exercem o direito exclusivo de admitir pessoas à prática da advocacia por meio de uma convocação formal à Ordem dos Advogados. Os Benchers decidem quais alunos serão chamados para a Ordem dos Advogados (ou seja, nomeados advogados) e quais não. A decisão deles é final.

A Grã-Bretanha se considera “a principal potência branda do mundo”. Para expandir o seu domínio pelo mundo, os britânicos aceitaram estudantes estrangeiros nas escolas de direito do Reino Unido, um esforço que é considerado uma prioridade de segurança nacional. Os estrangeiros que foram estudar nas Inns of Court retornaram aos seus países e fundaram associações de advogados. Ao longo do tempo, muitos estrangeiros recebem educação britânica e vários líderes mundiais estudaram no Reino Unido.
Após a formatura, esses ex-alunos são observados de perto pelo governo britânico com o propósito de formar uma rede de pessoas em posições de influência em todo o mundo que possam promover os objetivos da política externa britânica, e a advocacia foi o meio perfeito para os britânicos se infiltrarem no sistema de justiça de outros países, e corrompê-los por dentro. Tanto o Império Britânico como o Império Americano estão sob o controle do Império Romano, ou seja, o Vaticano.
A American Bar Association (ABA) foi organizada pela primeira vez em 1878, e desde o início foi um agente da Coroa Britânica, e sua função é devolver a soberania e a riqueza dos EUA à Coroa. E eles quase conseguiram. A ABA (e seus alter egos estaduais) assumiu, para todos os efeitos, o controle de todos os governos federal, estadual e local nos EUA. O poder legislativo segue os conselhos de seus conselheiros membros da Ordem dos Advogados na elaboração de estatutos.
O poder executivo faz o mesmo na aplicação desses estatutos. O poder judiciário é literalmente um sindicato fechado nesse aspecto. Ninguém pode ser juiz a menos que seja membro da Ordem dos Advogados e não pode atuar nos tribunais civis a menos que seja membro da ABA. O Governo Trump cortou relações com a ABA e encerrou o tratamento especial que ela recebia do Departamento de Justiça pois funciona como uma organização ativista de esquerda a serviço dos democratas e dos britânicos.
Trump sabe que a ABA é uma infiltração do Império Britânico em solo americano. A Ordem dos Advogados é a raiz do judiciário corrupto e sem lei. Todas as Ordens de Advogados do mundo são signatárias e franquias da International Bar Association/IBA (Associação Internacional de Advogados) que está sediada na City de Londres. A ABA é subserviente a IBA.


A Grande Loja Unida da Inglaterra (UGLE), as Inns of Court e a Associação Internacional de Advogados (IBA) são o Cavalo de Tróia do Império Britânico que se infiltra nos países para corrompê-los por dentro e dominá-los.

Juízes radicais de esquerda, todos ligados a ABA, declaram guerra total contra o Presidente Trump e a nação. Cerca de 129 ações judiciais impetradas em dois meses e 64 mandados de segurança em seu primeiro mandato! MAIS DO QUE TODOS OS PRESIDENTES DOS EUA JUNTOS. Desde que retornou à Casa Branca em 20 de janeiro de 2025, o presidente Donald J. Trump tem enfrentado uma onda sem precedentes de contestações judiciais por parte de juízes e grupos ativistas de extrema esquerda, determinados a sabotar seu segundo mandato como fizeram no primeiro.
Como foram desprezados pelo povo americano nas eleições, a esquerda comunista dos democratas e britânicos vem atacando o presidente Trump usando um grupo de juízes ativistas radicais da ABA desde seu primeiro mandato. Trata-se de uma verdadeira insurreição judicial de um grupo de juízes golpistas que não foram eleitos e que querem impedir que um presidente eleito por mais de 80 milhões de americanos cumpra as promessas de campanha que fez ao povo.
Essa é uma traição chocante à soberania americana, uma conspiração de juízes federais não eleitos desencadeando ataques coordenados contra a vontade do povo, obstruindo descaradamente o mandato esmagador do presidente Donald J. Trump para desmantelar os programas de imigração ilegais dos democratas derrotados. Reeleito em 5 de novembro de 2024, com uma vitória histórica e esmagadora como uma rejeição retumbante ao caos das fronteiras abertas dos governos democratas, Trump foi incumbido de proteger as fronteiras da nação e restaurar a lei e a ordem.
No entanto, um grupo de juízes ativistas conspirou para frustrar cada uma de suas ações. Isso não é uma mera supervisão judicial, é uma violação deliberada, antiética e provavelmente passível de impeachment do Código de Conduta para Juízes dos Estados Unidos, orquestrada para sustentar o fracassado programa de imigração. Esse padrão expõe uma conspiração judicial que atua como um governo paralelo, desafiando o mandato do povo americano.
A vitória esmagadora de Trump foi um chamado urgente para acabar com o caos imigratório provocado pelos democratas, com suas “cidades santuário” que são refúgio para imigrantes ilegais, fronteiras sem controle e proteções para imigrantes ilegais e para deportados. No entanto, esses juízes, ativistas golpistas que não prestam contas aos eleitores, estão tentando anular a escolha do eleitorado, servindo não à Constituição, mas à máquina política que sofreu uma derrota histórica nas urnas.

TODOS esses juízes ativistas golpistas são maçons, e da mesma forma que o Partido Democrata, são servos dos interesses do Império Britânico. No centro deste escândalo está o Chefe de Justiça John G. Roberts Jr., cuja negligência no cumprimento do dever foi manchada por alianças estrangeiras, pelos laços de sua esposa com a elite globalista e por uma trama sinistra envolvendo as Inns of Court de Londres, permitiu que essa conspiração florescesse, ameaçando os próprios alicerces da república americana.


John G. Roberts Jr., presidente do Supremo Tribunal de Justiça dos EUA, é um maçom e Cavaleiro de Malta a serviço do Vaticano e Coroa Britânica. Em 3 de julho de 2012, após fugir para Malta para escapar das críticas ao seu voto decisivo em favor do Obamacare, John Roberts foi à ilha mediterrânea de Malta, sede história dos Cavaleiros de Malta, onde ficou duas semanas.
Se o poder judiciário dos EUA é controlado pela Coroa Britânica e Vaticano, o poder judiciário no Brasil e outros países também são pois todos adotaram o sistema de justiça britânico que é controlado pela Maçonaria.

O judiciário brasileiro, da mesma forma que o judiciário americano, é controlado pelos poderes financeiros maçônicos. Foram esses poderes que mandaram os corruptos togas pretas no STF soltarem o criminosa Lula e o colocarem na presidência via fraude eleitoral com a ajuda da USAID, CIA, governo Biden e da mídia brasileira. As pro$tituta$ da mídia participaram do GOLPE GLOBALISTA para colocar um ex-presidiário na presidência do Brasil e depois chamaram Jair Bolsonaro de golpista criminoso. Essa é a mesma mídia que participou ativamente da farsa pandêmica do Covid contra a população.
https://www.youtube.com/watch?v=tHmTPRUbDfo
https://www.youtube.com/watch?v=l0TwimEOt1E
O presidente Trump cancelou todas as Ordens Executivas assinadas pelo falso e ilegítimo Joe Biden usando um sistema de assinatura automatizado (Autopen), que ele acredita serem cerca de 92% delas. Se Trump conseguir reverter as nomeações judiciais de Biden por causa da fraude do Autopen, o Partido Democrata entrará em colapso da noite para o dia, pois não poderá mais usar seu golpe judicial contra Trump.

Trump em maio de 2025: “A caneta automática está se tornando um grande escândalo pois parece que o verdadeiro presidente durante 4 anos foi quem estava operando a caneta automática.” Muito provavelmente algum membro da equipe a mando de Barack Obama, um dos servos do Império Britânico. Obama foi o primeiro presidente dos EUA a usar o Autopen. Biden, Obama, Clinton, Bush e vários outros ex-presidentes americanos eram fantoches a serviço da Coroa Britânica e Vaticano.
— Stylo Urbano (@stylourbano9) December 24, 2025
JOVEM MAÇONARIA
No século XIX, a Maçonaria era uma importante força supranacional, e a classe dominante britânica a utilizava ativamente para implementar seus planos de política externa. Assim, na década de 1830, Lord Palmerston e seu agente italiano Giuseppe Mazzini criaram uma rede de lojas subversivas por toda a Europa continental, conhecida como Jovem Maçonaria. O maçom da Grande Loja da Inglaterra, Henry Palmerston, que serviu como Ministro das Relações Exteriores e depois como Primeiro-Ministro, procurou transformar a Grã-Bretanha em um império mundial.
Lord Palmerston estava empenhado em uma campanha para tornar Londres o centro indiscutível de um novo Império Romano mundial, e conquistar o mundo da mesma forma que os britânicos conquistaram a Índia, reduzindo todas as outras nações ao papel de fantoches, clientes e bodes expiatórios da política imperial britânica. Lord Palmerston afirmou que, onde quer que um súdito britânico vá no mundo, ele pode desrespeitar as leis, com a certeza de que a frota britânica o apoiará. “Civis Romanus sum, todo britânico é cidadão desta nova Roma”, bradou Lord Palmerston, e com isso, o império universal foi proclamado.
No entanto, Lord Palmerston foi impedido pelas monarquias europeias, que ele planejava esmagar, apoiando-se em movimentos revolucionários nacionais. De acordo com seu plano, o lugar das monarquias derrubadas pelos maçons seria ocupado por democracias liberais maçônicas como instrumentos maleáveis de Londres. A democracia liberal é a forma de governo mais conveniente para a Maçonaria com seus falsos “representantes do povo” para enganar as massas ingênuas.
Leia mais: Quem é o verdadeiro “poder oculto” por trás da democracia liberal?


Webster G. Tarpley, em seu artigo “O Zoológico Humano Multicultural de Lord Palmerston“, Detalha o plano:
“Após 1815, os franceses, em geral, tornaram-se ferramentas dóceis de Londres. Mas na Europa Central e Oriental, havia o Império Austríaco do Príncipe Metternich, uma potência territorial muito forte. Havia a vasta Rússia Imperial, sob o autocrata Nicolau I ou o reformador Alexandre II. Havia o Reino da Prússia. Para que a Grã-Bretanha governasse o mundo, a Santa Aliança da Áustria, Rússia e Prússia precisava ser desmantelada. Há também a questão do desmembramento do Império Otomano. A partir da Revolução Grega de Lord Byron, na década de 1820, a política britânica tem sido jogar a carta da libertação nacional contra cada um desses impérios rivais.”
A revolução iminente foi planejada e financiada pelo maçom da Grande Loja da Inglaterra, Lord Palmerston, e implementada pelo agente britânico, o maçom do Grande Oriente Giuseppe Mazzini. O motor da revolução foi a rede de lojas subversivas criada por Mazzini, que incluía a Jovem Itália. Jovem Alemanha, Jovem Polônia e a Jovem Europa. Os recrutas “jovens” eram treinados em métodos subversivos, incluindo táticas de terror e o uso de dinamite. Eles eram conhecidos como anarquistas e niilistas. Sua missão era espalhar a revolução na Europa sob a liderança de Mazzini.
O centro dessa atividade subversiva era Londres. Webster Tarpley descreve a reação dos monarcas europeus à transformação da capital britânica em um refúgio para revolucionários e escória criminosa provenientes de todos os cantos da Europa: “Leopoldo de Saxe-Coburgo-Gota, agora rei da Bélgica, tem reclamado à sua sobrinha, a rainha Vitória, que em Londres se mantém uma espécie de coleção de Kossuths, Mazzinis, Legranges, Ledru-Rollins, etc. … para serem soltos ocasionalmente no continente, tornando impossível a sua paz e prosperidade.”
LIGA COMUNISTA
O auge das atividades da Jovem Maçonaria ocorreu com a Revolução de 1848, que abalou a Europa. Embora esse fogo revolucionário tenha sido temporariamente suprimido, a classe dominante britânica, sem abandonar seu objetivo de subjugar a Europa continental, apostou em uma nova força: o movimento comunista global. Para esse fim, uma organização revolucionária, a Liga Comunista, foi fundada em Londres em 1847, unindo revolucionários que haviam fugido da Alemanha.
Os maçons Karl Marx e Friedrich Engels lideraram a direção do Sindicato. Eles elaboraram um documento programático para o Sindicato, o Manifesto Comunista . As sete principais disposições do Manifesto visavam utilizar o movimento operário aos interesses da classe dominante britânica. Essas disposições incluíam:
1. Abolição da pátria e da nacionalidade;
2. Abolição da propriedade e do direito de herança;
3. Abolição da religião e da moralidade;
4. Destruição da família;
5. Introdução de impostos elevados;
6. Somente o Estado tem o direito de propriedade;
7. A gestão deve ser “concentrada nas mãos de uma associação de indivíduos”. (Marx não especificou quem eram esses “indivíduos”.)
Os seis primeiros pontos do Manifesto visam destruir todos os laços que unem as pessoas, transformando a sociedade civil em uma massa atomizada. Os pontos um e sete propõem a abolição dos Estados-nação e o estabelecimento de uma governança supranacional, capacitando efetivamente a classe dominante britânica a agir como um governo mundial. Essa ideologia ficou conhecida como “Comunismo”.
O comunismo tornou-se uma das ideologias mais sangrentas e impiedosas da história, trazendo sofrimento e morte a diversas nações. Este é o “presente” das elites maçônicas britânicas para a humanidade. O comunismo em todas as formas é uma arma britânica para realizar o seu sonho macabro de dominação mundial.
O comunismo na Rússia, China, Coreia, Vietnã, Camboja etc foram orientados pelos britânicos para criar oportunidades infinitas de guerra e conflito para alimentar os lucros dos seus bancos e empresas. Os movimentos comunistas “Made in Britain” são hábeis em destruição, mas nunca construíram nada que beneficiasse a humanidade.

INTERNACIONAL SOCIALISTA
Após a Segunda Guerra Mundial, as elites maçônicas britânicas procuraram utilizar as forças políticas de esquerda para aumentar sua influência internacional. Como parte dessa estratégia, a Internacional Socialista, uma coalizão internacional de partidos socialistas e social-democratas com sede em Londres, foi fundada em 1951. Hoje, a Internacional Socialista, que inclui 156 partidos de 126 países, é um importante instrumento de influência política, permitindo à Grã-Bretanha promover os seus próprios interesses no cenário mundial.
O político, diplomata e maçom português António Guterres, que foi Primeiro-Ministro de Portugal de 1995 a 2002 e Presidente da Internacional Socialista entre 1999 e 2005, foi eleito Secretário-Geral das Nações Unidas em 2017. Ao assumir o comando da organização, ele delineou as prioridades da política externa britânica, incluindo:
• Enfraquecimento da soberania nacional;
• Usar a agenda climática como ferramenta para limitar o crescimento econômico;
• Estimular a migração da Ásia e da África com o objetivo de degradar a civilização europeia;
• Apoiar organizações e estados islâmicos radicais;
• Um rumo para a redução da população global.
O ponto culminante do mandato de Guterres como Secretário-Geral da ONU foi a pandemia de COVID-19, que ele, juntamente com o Príncipe Charles, descreveu como a “Grande Reinicialização da Economia Global”. Segundo Guterres, a próxima etapa após o Reinicialização deveria ser o “Desenvolvimento Sustentável”, que essencialmente implicava a interrupção do progresso humano social, económico e cultural.
O ISLMAMISMO RADICAL
Nas últimas décadas, a Grã-Bretanha tem usado ativamente tanto o comunismo como o islamismo radical para destruir a civilização ocidental. Durante séculos, as elites maçônicas britânicas usaram Londres como base para movimentos subversivos que semeiam o caos e a destruição em outros países. Primeiro usaram a Maçonaria, depois as organizações revolucionárias, a Internacional Comunista, a Internacional Socialista, o islamismo radical, o ambientalismo fanático das mudanças climáticas, a agenda LGBTQ………..

Uma força subversiva que as elites maçônicas britânicas utilizam ativamente para atingir seus objetivos é o islamismo radical. A ligação da Grã-Bretanha com esse movimento remonta ao início do século XX, quando as agências de inteligência britânicas, em conjunto com a Companhia do Canal de Suez, facilitaram a criação da organização islâmica radical Irmandade Muçulmana. O objetivo dessa iniciativa era manter o controle do Canal de Suez.
Pense na Irmandade Muçulmana como os comunistas do mundo muçulmano. Desde então, a Irmandade Muçulmana tem servido como instrumento da política britânica no Oriente Médio, atuando como uma força de choque destinada a derrubar regimes e eliminar líderes que buscam políticas soberanas e orientadas para o nacionalismo. A Irmandade Muçulmana foi criada, treinada e influenciada pela Inteligência Britânica ou Maçonaria Britânica.
A Irmandade Muçulmana é uma ferramenta dos globalistas sediados em Londres, cujo principal objetivo é derrubar a ordem mundial estabelecida e criar um novo sistema mundial único de governança global. Sem os britânicos, “o islamismo radical teria permanecido o movimento minoritário ilegítimo e repressivo que sempre foi, e o Oriente Médio teria permanecido estável e próspero.”

A Companhia Britânica das Índias Orientais foi fundada pela família real britânica em 1600. Ela fez fortuna com o comércio de ópio com a China e se tornou a maior empresa do mundo em sua época. O Conselho dos 300 da Companhia Britânica das Índias Orientais, com o tempo, tornou-se o Comitê dos 300. Hoje, por meio de diversas alianças poderosas, o Comitê dos 300 governa o mundo e é a força motriz por trás da agenda criminosa de criar uma “Nova Ordem Mundial”, sob um “Governo Global Totalitário”.
O círculo interno do Comitê dos 300 é a Ordem da Jarreteira, que era presidido pela Rainha Elizabeth II. Esses aristocratas decidiram, após a morte da Rainha Vitória, matriarca dos Guelfos Negros Venezianos, que, para obter o controle mundial, seria necessário que seus membros aristocráticos “entrassem em negócios” com os líderes não aristocráticos, porém extremamente poderosos, do mundo corporativo global. Assim, as portas para o poder absoluto foram abertas para o que a Rainha da Inglaterra gosta de chamar de “os plebeus”, hoje conhecidos como a elite corporativa global.
Por meio de seu cartel bancário ilícito, eles detêm as ações do Federal Reserve, uma corporação privada com fins lucrativos que viola a Constituição dos EUA. Através de seus inúmeros grupos de reflexão e organizações sociais e políticas, eles controlam e manipulam ideologias, políticas, a psicologia da sociedade e a própria percepção da realidade.
Todas as famílias listadas no comitê estão ligadas à Casa de Guelfo, uma das famílias originais da Nobreza Negra de Veneza, da qual descendem a Casa de Windsor e, portanto, a Rainha Elizabeth II e agora Carlos III.
Em resumo: o Comitê dos 300, liderado pela Rainha/Rei da Inglaterra (mas não como soberano, pois a City de Londres não faz parte do Reino Unido), controla a economia mundial por meio da Corporação da City de Londres.
• A Corporação da City de Londres é composta por 108 Guildas, sendo a Worshipful Company of Fuellers e a Worshipful Company of Mercers duas das mais proeminentes.
• O Banco de Compensações Internacionais (BIS) controla o sistema bancário mundial, incluindo o Sistema da Reserva Federal e o Banco Central Europeu.
• O Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial trabalham para endividar as nações em desenvolvimento, tornando-as subservientes às nações desenvolvidas do mundo.
Os Grupos dos 7, 20 e 30 atuam como reguladores financeiros e intermediários a serviço dos Bancos Centrais e Bancos de Investimento. Esses reguladores não são eleitos e fortalecem os terroristas financeiros às custas da população. Por fim, os bancos de investimento e as empresas de serviços financeiros apostam o dinheiro de seus clientes com a garantia de que quaisquer perdas serão pagas pelos contribuintes. Um esquema perfeito, não é?
O BRASIL É UMA COLÔNIA DE EXPLORAÇÃO DA COROA BRITÂNICA?
O Grande Oriente do Brasil (GOB) é a mais antiga Potência Maçônica do Brasil, fundada em 17 de junho de 1822, e desempenhou um papel crucial na história do país, incluindo a abolição da escravatura, a luta pela independência e a Proclamação da República. Pouco tempo depois, em 7 de setembro de 1822, o Brasil declarou sua independência de Portugal. O GOB foi criado a partir da união de três Lojas Maçônicas no Rio de Janeiro: Comércio e Artes, União e Tranquilidade, e Esperança de Niterói.
O GOB conta com aproximadamente 3.200 Lojas e cerca de 97.000 filiados, sendo a maior Obediência Maçônica do mundo latino e obtém o reconhecimento de toda a Maçonaria Regular. Destacam-se suas fraternais relações com a Grande Loja Unida da Inglaterra/UGLE (com o Primeiro Tratado realizado em 1919, e depois ratificado em 1935), e com todas as Obediências Maçônicas regulares da Europa e América do Norte.
Uma Grande Loja é o órgão governante da Maçonaria em um determinado território, onde território geralmente significa um país ou estado. A Grande Loja Unida da Inglaterra (UGLE), que remonta a junho de 1717, é a Grande Loja mais antiga e universalmente considerada a Grande Loja Mãe da Maçonaria organizada. A ela se sucederam a Grande Loja da Irlanda em 1725, a Grande Loja da Escócia em 1736, a Ordem Dinamarquesa dos Maçons – Grande Loja da Dinamarca em 1745 e a Grande Loja Oriental dos Países Baixos em 1756.

A falecida Rainha Elizabeth II era a Patrona Real das principais instituições de caridade maçônicas. O Príncipe Eduardo, Duque de Kent, é o Grão-Mestre da Grande Loja Unida da Inglaterra (UGLE), cargo que ocupa desde 1967. Ele é o Grão-Mestre mais antigo da história da UGLE, tendo sido iniciado na Maçonaria em 1963.
Como Grão-Mestre, o Duque de Kent atua como figura de proa proeminente da organização. Seu pai, o príncipe George, duque de Kent, também foi Grão-Mestre de 1939 a 1942. O Príncipe Michael de Kent é o Grão-Mestre da Grande Loja de Mestres Maçons da Marca da Inglaterra.

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Confissões de um ex-Grão-Mestre do 33º Grau da Maçonaria: O Satanismo das Lojas
O verdadeiro poder que governa a Máfia chama-se Maçonaria
Algumas das Grandes Lojas listadas nesta página, especialmente as dos países da Commonwealth, são compostas por Lojas que originalmente pertenciam à UGLE, à Grande Loja da Irlanda ou à Grande Loja da Escócia. As Grandes Lojas listadas no site da UGLE são aquelas reconhecidas pela Grande Loja Unida da Inglaterra. “Reconhecimento”, neste sentido maçônico específico, significa que a Grande Loja Unida da Inglaterra as considera regulares em sua prática da Maçonaria, na forma como foram constituídas, e que teria prazer em receber os respectivos membros em visitas conjuntas com seus próprios membros.
Os piratas do Império Britânico com seus aventais e luvas brancas.

Alguns países possuem muitas Grandes Lojas dentro de suas fronteiras, mas, de modo geral, a Grande Loja Unida da Inglaterra (UGLE) reconhece apenas uma Grande Loja por país/território. Contudo, existem exceções, e a UGLE reconhece duas Grandes Lojas em certos territórios, como os estados dos EUA, por razões específicas e históricas. Deve-se notar, porém, que, nos casos em que a UGLE reconhece duas Grandes Lojas em um determinado território, ambas concordaram amigavelmente em compartilhar o território, embora permaneçam como entidades separadas e soberanas por direito próprio.

GRANDES LOJAS RECONHECIDAS PELA UGLE NA AMÉRICA DO SUL
Grande Loja da Argentina
Grande Loja da Bolívia
Grande Oriente do Brasil
Grande Oriente do Rio Grande do Sul
Grande Oriente do Rio de Janeiro
Grande Oriente do Rio Grande do Norte
Grande Oriente do Mato Grosso do Sul
Grande Oriente de Minas Gerais
Grande Oriente do Paraná
Grande Loja do Estado do Amapá
Grande Loja do Amazonas
Grande Loja de Santa Catarina
Grande Oriente de Santa Catarina
Grande Loja do Estado do Acre
Grande Loja do Estado de Alagoas
Grande Loja do Estado da Bahia
Grande Loja do Estado do Ceará
Grande Loja do Estado do Espírito Santo
Grande Loja do Distrito Federal
Grande Loja do Estado de Goiás
Grande Loja do Estado do Maranhão
Grande Loja do Estado do Mato Grosso do Sul
Grande Oriente do Estado do Mato Grosso
Grande Loja do Estado de Minas Gerais
Grande Loja do Estado do Mato Grosso
Grande Loja Grande Loja do Estado do Tocantins
Grande Loja do Paraná
Grande Loja do Estado do Pará
Grande Loja do Estado da Paraíba
Grande Loja do Estado de Pernambuco
Grande Loja do Piauí
Grande Loja do Estado do Rio de Janeiro
Grande Loja do Estado do Rio Grande do Norte
Grande Loja do Estado do Rio Grande do Sul
Grande Loja do Estado de Roraima
Grande Loja do Estado de Rondônia
Grande Oriente Paulista
Grande Loja do Estado de São Paulo
Grande Loja do Estado de Sergipe
Grande Loja do Chile
Grande Loja da Colômbia em Barranquilla
Grande Loja da Colômbia em Bogotá
Grande Loja da Colômbia em Cali
Grande Loja da Colômbia em Cartagena
Grande Loja Benjamin Herrera
Grande Loja Oriental da Colômbia ‘Francisco de Paula Santander’
Grande Loja dos Andes
Grande Loja do Equador
Grande Loja Simbólica do Paraguai
Grande Loja do Peru
Grande Loja do Uruguai
Grande Loja da República do Venezuela
O ex-presidente do Brasil, Fernando Henrique Cardoso é membro do elitista Comitê dos 300, cuja líder foi a Rainha Elisabeth II. FHC se tornou membro a convite do globalista David Rockefeller, maçom grau 33. Foi a USAID/CIA e George Soros que ajudaram as carreiras políticas dos criminosos Fernando Henrique Cardoso e Lula da Silva, para que o Brasil continuasse a ser uma colônia de exploração. FHC foi o mentor da carreira política de Lula.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que é uma organização católica de bispos e padres comunistas, foi fundamental na fundação da organização criminosa do “Partido dos Trabalhadores”. Sem a CNBB, o PT seria um partido de sindicalistas de São Bernardo do Campo e terroristas comunistas da luta armada derrotada. Mas graças à ação firme e sem qualquer pudor da CNBB, o PT logrou se tornar um partido nacional, com inserção nos mais remotos grotões do país.
Depois de ser solto da prisão por seus advogados comunistas do STF, o ex-presidiário Lula fez sua primeira viagem internacional ao Vaticano em 13/02/20 para ter uma reunião privada de uma hora com o Papa Francisco. Lula foi pedir ao papa jesuíta que mandasse a CIA, USAID e o governo Biden ajudarem no golpe para roubar a eleição de Jair Bolsonaro. Afinal, foram os bispos comunistas da CNBB que ajudaram a fundar seu partido, o PT.

A praga comunista criada pelos jesuítas foi espalhada pelo mundo pela Coroa Britânica através de seus agentes maçons como os Rockefeller, Rothschild, George Soros e outros bilionários globalistas e suas Fundações e ONGs. O bilionário esquerdista George Soros é um fiel servo da Coroa Britânica e através de sua Fundação Open Society financia políticos, juízes e procuradores ativistas, ONGs e grupos terroristas de esquerda nos EUA e restante do mundo.
O filantropo bilionário tão amado pela esquerda canaliza dinheiro através de uma complicada rede de comitês de ação política federais e estaduais, bem como organizações sem fins lucrativos, para financiar sua agenda de destruição da sociedade. George Soros era um traficante de drogas da Rainha Elizabeth II segundo Lyndon LaRouche. Soros é uma fachada para as operações de guerra econômica da Coroa Britânica e Vaticano.
O homem que criou a lenda de George Soros foi Lord William Rees-Mogg: proeminente jornalista britânico, amigo e confidente da Família Real Britânica, amigo próximo e sócio comercial de Lord Jacob Rothschild e pai do político britânico Jacob Rees-Mogg. O presidente Trump exigiu ação legal contra George e Alex Soros por financiarem movimentos terroristas de esquerda nos Estados Unidos e no mundo todo.

A Rainha Elizabeth II, alta sacerdotisa do Culto do Sol Negro e liderava um culto à morte luciferiano chamado Comitê dos 300. Ela supervisionou a fusão da monarquia, das finanças, da mídia e da ditadura farmacêutica, mascarada por trás de símbolos nacionais e cerimônias televisionadas.
Elizabeth II governou como a soberana global da Maçonaria, executando controle sobre cada primeiro-ministro, banqueiro e agência de inteligência sob autoridade da Coroa. Esqueça a democracia e os parlamentos. O verdadeiro poder pertence a 300 demônios incrustados em todas as instituições globais. Fundado em 1727, o Comitê dos 300 existe para governar o planeta das sombras, por meio de chantagem, linhagens e terrorismo.
- Seus membros incluem os Windsors, Rothschilds, Rockefellers, executivos da BlackRock, Vanguard, CEOs da indústria farmacêutica, banqueiros, políticos, linhagens reais, chefes de inteligência entre outros.
- Ele orquestra guerras, pandemias, colapsos monetários e reengenharia social, sempre para centralizar o controle e retirar a soberania das nações.
- Cada “crise” é uma ferramenta: do 11 de setembro à COVID-19, do ESG e Net Zero à IA, tudo parte da guerra permanente do Comitê contra a humanidade.
A Rainha Elizabeth II era uma serva fiel do Vaticano, o centro do satanismo global. O ex-presidente do Brasil, Fernando Henrique Cardoso, o criador do “pai dos pobres” Lula, faz parte do Comitê dos 300.

Nossa percepção do que é a realidade foi moldada desde a infância pelos feiticeiros das sociedades secretas, como os maçons e jesuítas, para que só acreditemos naquilo que eles querem. São eles que controlam e manipulam as religiões, a mídia, o sistema educacional, a ciência, a política, a indústria do entretenimento e os governos. Tudo nessa Matrix é falso e manipulado.
Mas até entre as “elites” existem capas de mentiras. Tudo é fragmentado e compartimentado, de modo que cada pessoa que supostamente “sabe” tem apenas um pequeno vislumbre de tudo o que está acontecendo, e somente quando necessário. Mesmo os membros de sociedades secretas da elite só saberão o que aqueles bem acima deles na hierarquia desejam que saibam, e para desempenhar uma tarefa ou função específica.
Além disso, as sociedades secretas profundas disseminam mentiras e narrativas falsas entre membros de outras sociedades secretas menos profundas, que por sua vez fazem o mesmo com as mais superficiais, especialmente aquelas que precisam lidar com a população, como a Maçonaria. Esta é uma das razões pelas quais muitos maçons “não são dignos de conhecer” toda a agenda daqueles que estão bem acima deles.
A compartimentação da Cabala Illuminati funciona como as camadas de uma cebola. Cada camada representa aqueles que recebem informações e ordens para desempenhar uma tarefa ou função específica. É um ambiente altamente compartimentado, já que muitos membros da elite que acreditam estar por dentro de tudo, podem presumir que não existem níveis hierárquicos superiores a eles, pois também trabalham apenas com base no que precisam saber.
Todos os governos nada mais são do que um enorme conjunto de conspirações, umas em cima das outras, como uma cebola, todas compartimentadas a tal ponto que um nível não sabe o que está realmente acontecendo nos outros. Somente aqueles que estão no topo da hierarquia da Cabala Illuminati, no centro da cebola, sabem tudo o que está acontecendo e a maioria deles não são humanos.

A Rainha Elizabeth II visitou o Vaticano um total de quatro vezes durante seu reinado como rainha: em 1961, 1980, 2000 e 2014. Antes de se tornar rainha, ela também visitou o Vaticano em 1951 como Princesa Elizabeth.
1951; Uma visita como Princesa Elizabeth para ver o Papa Pio 12.
1961: Sua primeira visita como Rainha, para se encontrar com o Papa João XXIII.
1980: Uma visita de Estado para se encontrar com o Papa João Paulo II.
2000: Uma visita de retorno para ver o Papa João Paulo II.
2014: Sua última visita ao Vaticano, onde se encontrou com o Papa Francisco.
Em todas essas visitas ao longo de décadas, Elizabeth foi mostrar sua vassalagem ao Vaticano, o verdadeiro controlador da Coroa Britânica através dos bancos da City de Londres. O Vaticano é a sede do satanismo mundial e da Cabala Illuminati.
Como diz um ditador: O melhor lugar para o diabo se esconder é na Igreja.

A Soberana Ordem Militar de Malta, oficialmente conhecida como Ordem Soberana e Militar Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta, é uma antiga organização internacional católica e vários de seus membros fazem parte das linhagens aristocráticas satânicas da Nobreza Negra, muitas vezes servindo nas forças armadas. Os membros dos Cavaleiros de Malta administram os bancos da City de Londres e o BIS na Suíça, que controla os bancos centrais do mundo.
O equivalente protestante dessa ordem católica é conhecida como Ordem Hospitalária de São João de Jerusalém, e ganhou maior credibilidade quando a chefe do Império Britânico, a Rainha Vitória tornou-se sua Chefe Soberana em 1888. A ex-Chefe Soberana da Ordem de São João foi a Rainha Elizabeth II, e usava a Insígnia da Cruz de Malta como sua capa.
Em 2009 o presidente brasileiro Lula recebeu o prêmio Chatham House (pertencente ao instituto Real de políticas internacionais de Londres) diretamente das mãos do Grão mestre maçom Duque de Kent, um dos primos da Rainha Elizabeth e o maçom que serviu por mais tempo como mestre venerável da loja maçônica da Inglaterra. Lula recebeu esse prêmio por vender o Brasil para a maçonaria? Bom, na verdade o Brasil já pertence a maçonaria desde o século XVIII. Lula foi vender o Brasil para a Monarquia Britânica, para ser sua colônia de exploração.

E quem são os controladores ocultos por trás das elites humanas Illuminati (Maçonaria, Jesuítas e Vaticano) e de todas as demais organizações criminosas globalistas que oprimem e escravizam a humanidade? Quem vem manipulando nossa percepção da realidade através do controle da mente há milhares de anos? Quem são os INIMIGOS INVISÍVEIS da humanidade? Um deles são os Reptilianos Kingu, que vivem em cavernas subterrâneas profundas desde a destruição da Atlântida pelo dilúvio. Os Kingu são seres regressivos de 3D e 4D.
Leia mais: O Pacto Secreto Reptiliano e a Nova Ordem Mundial

Os Reptilianos Kingu vivem em suas bases subterrâneas e conseguem projetar suas mentes astralmente para assumir o controle dos corpos de seus fantoches humanos da Cabala Illuminati. A Terra é sua fazenda humana e eles se alimentam das baixas energias do medo e sofrimento das pessoas, causados pelas sociedades secretas da Cabala. A sociedade humana é controlada por seres não humanos que se mantem ocultos da vista pública. Os Kingu controlam as elites humanas mas eles são controlados pelos regressivos Etorthans que são membros do Conselho de Orion.
Leia mais: Quem são os controladores ocultos que manipulam nossa percepção da realidade?

A Maçonaria e a Corporação Estado República Federativa do Brasil
Em 7 de setembro de 1822, o Brasil declarou sua independência de Portugal por influência da Maçonaria, e em 15 de novembro de 1889, os maçons republicanos usaram o idiota Marechal Deodoro da Fonseca para derrubar o imperador D. Pedro II e proclamaram a República do Brasil, para instaurar um novo regime político, com o presidencialismo sob controle oculto dos maçons. Os maçons republicanos foram financiados pelos banqueiros Rothschild de Londres, que são agentes da Coroa Britânica e Vaticano.
Em 2002, a República Federativa do Brasil é registrada como Corporação-Estado na Comissão de Títulos e Câmbios (SEC) dos EUA. Segundo o pesquisador português Daniel Simões, a República Federativa do Brasil registrou-se no S.E.C. em Março de 2002, durante o governo do socialista Fernando Henrique Cardoso, que é membro do exclusivo e elitista Comitê dos 300, que era liderado pela falecida Rainha Elizabeth II. O Comitê dos 300 existe para os aristocratas britânicos governarem o planeta das sombras, por meio de chantagem, exploração e terrorismo.
Embora tenha sido registrado no S.E.C. em 2002, a República Federativa do Brasil vem funcionando como corporação desde o início do século XX. Após o Golpe da República que derrubou o imperador D. Pedro II, a Maçonaria instalou a farsa da democracia liberal no Brasil para enganar o povo brasileiro, como fez em várias outras Corporações-Estado. O verdadeiro poder por trás da democracia liberal são as elites maçônicas financeiras.
O OURO DO BRASIL | Roubado pelo Banco de Inglaterra e pelos Rothschild.
O Brasil é, surpreendentemente, o pivot de todo o processo de conquista do poder financeiro mundial praticado pela Família Rothschild e pelo Banco de Inglaterra.






































