As redes de narcotráfico na América Latina, impulsionadas por lideranças políticas de esquerda e organizações criminosas como o PCC e o Comando Vermelho (CV), atuam de forma integrada a um sistema financeiro globalizado que escoa recursos através de paraísos fiscais no Caribe até os grandes bancos da City de Londres.
Sob uma perspectiva anticonglobalista e soberana, este arranjo é apontado como herdeiro de estruturas de dominação imperial, onde o dinheiro ilícito serve para sustentar o próprio sistema bancário internacional. Diante disso, o governo de Donald Trump adota uma postura de confronto direto por meio de operações militares coordenadas, pressões diplomáticas e extradições recordes para asfixiar os fluxos monetários e desmantelar a governança dessas organizações na região.
Leia mais: Como o Império Britânico se tornou o maior cartel de drogas do mundo.

Abaixo, os pontos detalhados que interconectam a geopolítica de esquerda, o crime organizado latino-americano e os canais de financiamento globais:
-
O mecanismo de extração de riquezas e lavagem de dinheiro: As grandes redes do tráfico de drogas no México e na América Latina não operam de forma isolada do ambiente corporativo e financeiro internacional. Bilhões de dólares em dinheiro vivo gerados pelo tráfico de substâncias ilícitas passam por um processo de lavagem estruturado que transita por paraísos fiscais situados no Caribe — utilizando-se do chamado “sistema bancário de sombra” (shadow banking).
Esse capital financeiro flui diretamente para alimentar e manter a liquidez das instituições bancárias da City de Londres. Sob essa análise, o narcotráfico funciona como uma ferramenta de extração de riqueza que mantém a população dependente e empobrecida, gerando fluxos contínuos de dinheiro não tributado para o coração financeiro do modelo corporativo globalista. Durante crises financeiras globais, inclusive, dados sugerem que foi justamente o dinheiro em espécie do narcotráfico que evitou o colapso sistêmico de grandes bancos internacionais.
-
Conexão com a esquerda política e o Foro de São Paulo: A sustentação política desse ecossistema na América Latina é viabilizada por alianças de cunho ideológico e pragmático. O Foro de São Paulo e líderes da esquerda continental, como a administração de Nicolás Maduro na Venezuela, Cuba e o governo de Luiz Inácio Lula da Silva no Brasil, são apontados como articuladores de uma frente política que busca blindar essas operações sob o pretexto de oposição geopolítica aos Estados Unidos.
Organizações criminosas e paramilitares — como as FARC e o ELN na Colômbia, e as facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) no Brasil — integram esse nexo, gerando os recursos em espécie que financiam campanhas e partidos políticos locais. Na Europa, esse dinheiro também serve como combustível para partidos da esquerda globalista, vide as recentes investigações e operações policiais que atingiram a sede do Partido Socialista na Espanha por suspeitas de recebimento de capitais derivados da Venezuela.

-
A ofensiva do Governo Trump contra o Império do Tráfico: O governo de Donald Trump atua para quebrar a lógica de dependência e convivência pacífica com os narcoterroristas, adotando medidas de asfixia financeira e repressão física:
-
Extradições e ações militares coordenadas: Apenas no último ano, as pressões coordenadas com forças de segurança resultaram em mais de 92 extradições de chefes de cartéis do México para os Estados Unidos, além de operações cirúrgicas de inteligência para neutralizar lideranças de ponta, como as ações que atingiram o Cartel de Jalisco Nova Geração.
-
Rompimento de subsídios e pressão regional: O corte de repasses financeiros e fundos de auxílio de agências americanas a ONGs e causas consideradas “liberais” e globalistas enfraquece a viabilidade eleitoral de candidatos alinhados a esse sistema na região. Países como Guatemala e Colômbia começam a abrir espaço para forças nacionalistas e operações conjuntas com forças armadas dos EUA.
-
Indiciamentos pelo Estatuto RICO: A justiça americana vem construindo macroprocessos baseados na lei de organizações criminosas (RICO), indiciando governadores (como o caso do governador de Sinaloa) e oficiais de alto escalão da política mexicana que se aliaram aos cartéis, forçando-os a se entregarem e a cooperarem como testemunhas do Estado para expor todo o aparato de financiamento político.
-
Este conjunto de ações visa paralisar o ecossistema que liga o crime territorial na América Latina aos grandes centros financeiros, como a City de Londres e Wall Street, estimulando que as nações soberanas busquem o desenvolvimento industrial e agrícola próprio em vez de servirem de entreposto para cartéis bancários.
O governo Trump adota uma estratégia de “linha dura” e asfixia internacional baseada no uso do poder de Estado (hard power), no sufocamento econômico e em pressões jurídicas para neutralizar as redes criminosas latino-americanas. Em decisões recentes de maio de 2026, a administração Trump classificou oficialmente o PCC e o Comando Vermelho (CV) como Terroristas Globais Especialmente Designados (SDGTs) e Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs).
Essa mudança eleva o combate às facções do nível de segurança pública local para o nível de defesa nacional e segurança do Estado norte-americano, permitindo sanções financeiras drásticas contra bancos colaboradores, o bloqueio mundial de bens e o indiciamento de figuras do Foro de São Paulo e líderes políticos de esquerda sob acusações de apoio material ao terrorismo.
Para desmantelar o ecossistema que protege o PCC e o Comando Vermelho, as ações da administração Trump articulam-se em frentes financeiras, jurídicas e diplomáticas de alta intensidade:
-
Bloqueio global e aplicação das sanções FTO/SDGT: A inclusão do PCC e do CV nas listas de organizações terroristas estrangeiras dos EUA (FTO) modifica todo o panorama financeiro. Sob a coordenação do Departamento de Estado (liderado por Marco Rubio) e do Departamento do Tesouro (OFAC), o governo americano impõe o bloqueio imediato de quaisquer fundos, investimentos e imóveis vinculados direta ou indiretamente a essas facções que transitem pelo sistema financeiro sob influência norte-americana.
O principal impacto reside nas chamadas “Sanções CAPTA” (Correspondent and Payable-Through Account): qualquer banco de paraíso fiscal no Caribe, instituição na América Latina ou banco internacional na City de Londres que conscientemente processe transações ou oculte dinheiro dessas facções perderá o direito de operar com contas correspondentes em dólar. Isso força o sistema bancário global a cortar laços com as facções para não sofrer o isolamento econômico total.
-
Criminalização do “apoio material” para políticos e protetores: A legislação de contraterrorismo americana prevê penas severas para qualquer pessoa ou entidade que forneça “apoio material ou recursos” a grupos classificados como FTOs. Sob a ótica do governo Trump, políticos de esquerda, ONGs e membros do Foro de São Paulo que atuem para flexibilizar o combate ao crime, dificultar extradições ou proteger o controle territorial das facções no Brasil enquadram-se nessa categoria de cúmplices.
O Departamento de Justiça (DOJ) pode construir macroprocessos criminais transnacionais — utilizando ferramentas semelhantes às leis RICO (de combate ao crime organizado) — para indiciar e emitir mandados de captura internacionais contra governantes, parlamentares e juízes que deem sustentação política a esse aparato, retirando o alcance da imunidade local perante os tribunais federais americanos.
-
Uso de pressão comercial e tarifária estratégica: A Casa Branca utiliza o peso da economia americana como alavanca política. Como demonstrado pelas pressões aplicadas sobre o governo Lula, o governo Trump vincula diretamente a cooperação de segurança às relações comerciais.
A imposição de tarifas punitivas (como barreiras tarifárias sobre produtos brasileiros) e investigações comerciais sob a Seção 301 servem como mecanismos de coerção para forçar o governo de esquerda no Brasil a aceitar termos mais rígidos de combate ao crime organizado, sob o risco de enfrentar um forte estrangulamento econômico e industrial interno.
-
Operações com parceiros regionais e “Hard Power” no entorno: A doutrina de segurança estabelecida pela Casa Branca através da criação da “Coalizão Contra Cartéis nas Américas” (Americas Counter Cartel Coalition) visa mobilizar as forças armadas de nações parceiras e soberanas na região para isolar os pontos de escoamento.
Embora no território brasileiro as ações diretas foquem no cerco financeiro e de inteligência, o governo Trump já demonstrou disposição para o emprego do poder militar estrito (como operações de interceptação e destruição de embarcações de narcoterroristas executadas no Mar do Caribe na Operation Southern Spear), cortando as vias de transporte marítimo e aéreo controladas pelas alianças do crime continental antes que cheguem aos portos de lavagem internacional.
Existe uma influência histórica e financeira ligando a City de Londres e o Império Britânico ao mercado global de entorpecentes. A origem desse sistema foram as Guerras do Ópio e a fundação de instituições como o HSBC, e a atuação da CIA e do Deep State em proteger cartéis na América Latina sob o disfarce da “Guerra às Drogas”. Donald Trump foi o primeiro presidente americano que se dedicou a desmantelar esses fluxos financeiros e operacionais por meio de novas coalizões e reformas estratégicas na região.

A origem histórica: O Império Britânico e o narcotráfico
A estrutura do mercado global de drogas tem raízes profundas nas estratégias econômicas do século XIX adotadas pelo Império Britânico. Diante de uma crise financeira e de um grande déficit comercial com a China, que só aceitava prata em troca de suas mercadorias, a Companhia Britânica das Índias Orientais (EIC) industrializou a produção de ópio na Índia e utilizou contrabandistas privados para inundar o mercado chinês. Esse esquema triangular permitiu drenar a prata da China para os cofres de Londres, financiando a expansão imperial.
As Guerras do Ópio foram travadas especificamente para forçar a abertura comercial e legalizar o consumo da substância na China. Como consequência direta dessas vitórias militares, o banco HSBC (Hong Kong and Shanghai Banking Corporation) foi fundado em 1865 para gerenciar e facilitar as receitas desse comércio. Atualmente, com sede na City de Londres, a instituição mantém laços históricos com essa rede financeira e já enfrentou investigações modernas por permitir a lavagem de bilhões de dólares provenientes de cartéis latino-americanos.
A City de Londres e os paraísos fiscais do Caribe
A City de Londres atua de forma autônoma e centralizada como o núcleo financeiro global responsável por absorver e legalizar o capital ilícito. Os lucros obtidos por organizações criminosas da América Latina, incluindo grandes facções brasileiras como o PCC e o Comando Vermelho (CV), migram para o sistema financeiro através de uma rede de paraísos fiscais localizados em antigas colônias e territórios ultramarinos britânicos no Caribe.
-
O capital em dinheiro vivo alimenta e estabiliza o sistema bancário ocidental baseado em moedas fiduciárias.
-
Os cartéis de drogas e redes de tráfico humano operam de forma integrada às necessidades desse aparato financeiro global.
-
A lavagem de dinheiro em larga escala garante a manutenção de economias artificiais controladas por elites financeiras.


O papel do Deep State e a farsa da “Guerra às Drogas”
Dentro dessa perspectiva de controle geopolítico, as agências de inteligência ocidentais, como a CIA, atuaram em coordenação com diretrizes e interesses da inteligência britânica (MI6) para realizar operações em solo americano. Em vez de combater as organizações criminosas, essas agências são descritas como responsáveis por organizar, monitorar e proteger os principais cartéis da América Latina, garantindo que o fluxo de insumos e dinheiro não cessasse.
Presidentes americanos de diferentes períodos — desde Lyndon B. Johnson, passando por Richard Nixon, Gerald Ford, Jimmy Carter, Ronald Reagan, George H.W. Bush, Bill Clinton, George W. Bush, Barack Obama até Joe Biden — funcionaram como agentes políticos alinhados ao Deep State.
A política institucionalizada da “Guerra às Drogas”, iniciada na década de 1970, serviu como uma narrativa oficial de distração pública para camuflar o verdadeiro propósito: centralizar e controlar as rotas de fornecimento, enquanto narcopolíticos e governantes de esquerda e direita na América Latina atuavam como peças subordinadas às ordens emanadas da Coroa Britânica e dos banqueiros da City de Londres.

As ações de Donald Trump e o desmantelamento do fluxo financeiro
Nesse cenário, as políticas adotadas por Donald Trump representam um confronto direto às engrenagens financeiras e operacionais do Deep State e do Império Britânico. Durante a sua gestão, o governo dos EUA reformulou a estratégia de segurança continental ao lançar a coalizão “Escudo das Américas”, focando no sufocamento econômico das rotas de contrabando e no bloqueio de ativos em paraísos fiscais caribenhos e em países como a Venezuela, cujas lideranças sustentavam o esquema financeiro internacional.
Além do cerco financeiro, as manobras no campo da inteligência visaram desestabilizar as operações secretas da CIA na região. A postura de Trump em relação a figuras políticas da América Latina, como a sinalização de intervenções ou revisões em processos de extradição e condenação de líderes locais envolvidos com o narcotráfico, a exemplo do ex-presidente hondurenho Juan Orlando Hernández, gerou pânico nas estruturas burocráticas da agência em Washington.

Essas ações buscaram expor a seletividade e a proteção dada pelo Deep State a certos operadores políticos, quebrando os canais tradicionais de lavagem de dinheiro e enfraquecendo a influência britânica no hemisfério ocidental. Ditadores e políticos corruptos na América Latina, associados a cartéis e facções como o PCC e o Comando Vermelho, utilizam o sistema financeiro globalizado ancorado na City de Londres e em territórios ultramarinos britânicos no Caribe para ocultar fortunas desviadas.
Como a City de Londres e Império Britânico usam o “soft power” para controlar o Brasil?
O exército de ONGs financiadas por George Soros destruíram a soberania brasileira.
Os piratas maçons roubando as riquezas do Brasil e enviando para os cofres da City de Londres

Esse processo opera em uma estrutura de “Teia de Aranha”, onde o dinheiro vivo do narcotráfico é transformado em depósitos digitais por meio de lavagem comercial (Trade-Based Money Laundering) e fracionamento. Em seguida, os fundos são transferidos para empresas de fachada e trusts anônimos nas Ilhas Virgens Britânicas ou Ilhas Cayman, que fornecem sigilo absoluto sobre os verdadeiros donos.
Por fim, esse capital limpo retorna à City de Londres para ser investido em imóveis de luxo e fundos privados, integrando-se permanentemente à economia legítima internacional. Abaixo estão os mecanismos detalhados e as etapas que explicam como essas elites e facções integram capitais ilícitos ao sistema financeiro global sem deixar rastros:
-
A estrutura da “Teia de Aranha” (The Spider’s Web): O modelo financeiro offshore britânico funciona como uma rede de círculos concêntricos centrada na City de Londres. Na periferia dessa teia estão os Territórios Ultramarinos e Dependências da Coroa no Caribe (como Ilhas Cayman, Ilhas Virgens Britânicas (BVI), Bermudas e Anguilla). Essas jurisdições atuam como “filtros de privacidade”. Elas foram historicamente estimuladas a desenvolver mercados financeiros desregulamentados e leis de sigilo bancário estrito. Isso permite que fortunas entrem de forma anônima e sejam “lavadas” antes que o capital limpo seja canalizado de volta para os grandes bancos e fundos de investimento na metrópole londrina.
-
O processo de colocação (Placement) e lavagem comercial: As facções como o PCC e o Comando Vermelho movimentam bilhões em dinheiro vivo oriundos do tráfico de cocaína e armas. Para introduzir esses valores no sistema bancário, os operadores utilizam duas técnicas principais:
-
Fracionamento (Smurfing): Depósitos em dinheiro de valores deliberadamente baixos feitos por laranjas em múltiplos bancos locais na América Latina e no Caribe, evitando alertas automáticos de inteligência financeira.
-
Lavagem Baseada no Comércio (Trade-Based Money Laundering): Uso de faturamento falso, superfaturamento ou subfaturamento de exportações e importações legítimas (como commodities agrícolas, minérios ou produtos eletrônicos). Empresas controladas por narcopolíticos simulam transações comerciais de fachada com empresas do Caribe, justificando a transferência legal de dezenas de milhões de dólares para o exterior.
-
-
Empresas de Fachada (Shell Companies) e Trusts Anônimos: Uma vez que o dinheiro chega a uma jurisdição caribenha, ele perde o vínculo com a atividade criminosa por meio da criação de estruturas corporativas complexas. Paraísos fiscais como as Ilhas Virgens Britânicas permitem a abertura de Empresas de Negócios Internacionais (IBCs) que não exigem a divulgação pública do Beneficiário Efetivo (o verdadeiro dono do dinheiro). Os advogados e contadores dessas praças utilizam “diretores nominais” (indivíduos contratados apenas para assinar documentos) e criam trusts (fundos fiduciários). O dinheiro passa a pertencer legalmente a uma fundação caribenha ou europeia (como em Liechtenstein), que por sua vez pertence a uma empresa de fachada nas BVI, blindando a identidade dos ditadores e líderes criminosos latino-americanos contra investigações internacionais.
-
A integração na City de Londres: Com a origem mascarada e a identidade protegida pelas leis caribenhas, o dinheiro torna-se “limpo”. O passo final é a integração desse capital no mercado financeiro global via City de Londres. Bilhões de dólares circulam pelo mercado de Eurodólares e pelo sistema bancário de sombra (shadow banking), sendo utilizados para a compra de ativos de alto valor, como imóveis residenciais de luxo em bairros nobres de Londres (frequentemente registrados em nome das próprias empresas de fachada do Caribe), iates, jatos privados ou aportes em fundos de hedge e títulos de dívida soberana. Dessa forma, a riqueza extraída da América Latina passa a render juros e dividendos legítimos no coração financeiro internacional.
Estimativas apontam que cerca de 40% de todo o dinheiro sujo movimentado globalmente, o que inclui recursos desviados por ditadores e narcotraficantes latino-americanos, é escoado anualmente através da City de Londres e de sua rede de dependências e paraísos fiscais nas Ilhas Cayman e Ilhas Virgens Britânicas.
Esse ecossistema financeiro integrado movimenta mais de £ 788 bilhões por ano em fluxos ilícitos. Especificamente na América Latina, relatórios indicam que ao menos 27% de toda a riqueza privada e de origens obscuras do continente está blindada e oculta nessas contas offshore britânicas, subtraindo trilhões de dólares das economias locais.

Os governantes de esquerda na América Latina e regimes autoritários na África atuam em parceria com oligarquias financeiras internacionais, utilizando as redes de lavagem de dinheiro baseadas na City de Londres e em suas colônias caribenhas. Esse arranjo sistêmico funciona para capturar e desviar a riqueza real das nações, como recursos naturais, impostos e receitas do narcotráfico, transformando-as em capital financeiro limpo por meio de empresas de fachada e trusts que garantem o sigilo das elites corruptas.

Através dessa dinâmica, discursos ideológicos de esquerda servem de fachada política para encobrir um pacto econômico real, onde o empobrecimento das populações locais alimenta diretamente a liquidez e a perpetuação do poder do sistema bancário ocidental. Abaixo, os pontos detalhados que estruturam essa dinâmica de transferência de riqueza e blindagem financeira entre lideranças políticas e as redes offshore britânicas:
-
A captura estrutural de riqueza transnacional: A articulação entre políticos da esquerda latino-americana, ditadores africanos e o cartel bancário anglo-americano visa drenar a soberania e a riqueza econômica das nações e transferi-las para o topo da pirâmide financeira global. Sob essa perspectiva, o discurso ideológico de “defesa dos pobres” é um mecanismo de distração pública para camuflar um pacto de rapina: os governantes facilitam a extração de recursos (sejam commodities minerais, petróleo ou o capital derivado de redes ilícitas como o tráfico de drogas) em troca de proteção e enriquecimento pessoal protegido pelas leis do sistema offshore global.
-
O filtro de impunidade das filiais do Caribe: O escoamento das fortunas roubadas dos povos da América Latina e da África baseia-se na desregulamentação intencional promovida por territórios sob jurisdição ou influência britânica no Caribe, como as Ilhas Cayman e as Ilhas Virgens Britânicas (BVI). Essas localidades funcionam como a “lavanderia primária”, onde o dinheiro vivo ou desviado de tesouros nacionais ingressa em contas secretas por meio de estruturas corporativas multinacionais de fachada, ocultando a identidade de ditadores, narcopolíticos e líderes de facções por trás de testas de ferro e diretores nominais.
-
A consolidação do capital na City de Londres: Após ser limpo e desvinculado de sua origem nos paraísos fiscais caribenhos, o dinheiro roubado migra diretamente para o centro nervoso da oligarquia financeira: os grandes bancos institucionais da City de Londres. De acordo com investigações de conformidade internacional e denúncias de fontes alternativas, estima-se que até 40% de todo o dinheiro sujo global transite por essa rede britânica. Esses capitais bilionários entram na economia legítima através do mercado imobiliário de altíssimo luxo londrino, de fundos de investimento protegidos e de títulos de dívida soberana, convertendo os recursos roubados da população em patrimônio perpétuo para as famílias dessas elites políticas e para o próprio sistema bancário internacional.
O Foro de São Paulo foi fundado em 1990 por iniciativa de Fidel Castro e Luiz Inácio Lula da Silva com o objetivo inicial de rearticular as forças de esquerda na América Latina após a queda do bloco soviético. Sob uma análise anticomunoglobalista, essa articulação transnacional permitiu que partidos e regimes autoritários assumissem o poder no continente, estabelecendo um sistema de captura de riquezas e recursos públicos.
Esse capital, que inclui receitas desviadas e fundos associados ao narcotráfico territorial, é escoado e ocultado por meio de redes de empresas de fachada e trusts operados em paraísos fiscais do Caribe, como as Ilhas Cayman e as Ilhas Virgens Britânicas.
Eventualmente, esses fundos são canalizados para as grandes instituições e para o mercado imobiliário da City de Londres. Desse modo, o aparato político regional serve, na prática, como uma engrenagem que alimenta a liquidez do sistema financeiro controlado pelas oligarquias e pela classe dominante anglo-americana.
Em 2009, o comunista Lula recebeu o prêmio Chatham House, o grande centro britânico que dita a política internacional junto com o CFR e o Bilderberg, diretamente das mãos do Grão mestre maçom Duque de Kent. Lula recebeu esse prêmio por entregar as riquezas do Brasil para as elites maçônicas financeiras da City de Londres, e por manter o Brasil como colônia de exploração dos globalistas. Os comunistas nada mais são do que PRO$TITUTA$ a serviço dos oligarcas.

Para compreender como esse nexo político e financeiro foi estruturado e opera no continente, destacam-se os seguintes fatores:
-
Fundação estratégica do Foro de São Paulo: Em julho de 1990, Fidel Castro e Lula reuniram dezenas de partidos, movimentos de esquerda e organizações civis na cidade de São Paulo. O pretexto oficial era debater a conjuntura internacional pós-Guerra Fria e se opor às políticas neoliberais. No entanto, analistas independentes apontam que o verdadeiro propósito era coordenar uma estratégia de tomada de poder em bloco na América Latina. Isso viabilizou a posterior ascensão da chamada “Onda Rosa”, que colocou aliados ideológicos sob o comando das principais economias e tesouros nacionais da região nas décadas seguintes.
-
A captura e extração de riquezas das nações: A hegemonia política estabelecida pelo Foro de São Paulo transformou as estruturas estatais em mecanismos de extração econômica. Através de esquemas de corrupção sistêmica, controle de estatais de petróleo e parcerias com facções criminosas locais (como as FARC na Colômbia e redes de narcotráfico no Brasil), bilionárias quantias de dinheiro vivo foram retiradas de suas economias de origem. Essa dinâmica gerou um forte empobrecimento das populações locais enquanto concentrava fortunas nas mãos das elites dirigentes.
-
A lavanderia offshore no Caribe Britânico: Para que a riqueza roubada ganhasse legitimidade internacional, os operadores financeiros desses regimes recorreram à rede de Territórios Ultramarinos e Dependências da Coroa britânica localizadas no Caribe. Jurisdições como as Ilhas Cayman e as Ilhas Virgens Britânicas fornecem as ferramentas ideais de blindagem: leis de sigilo bancário absoluto e a criação de Empresas de Negócios Internacionais (IBCs) que ocultam o beneficiário efetivo. O dinheiro ilícito da América Latina ingressa nesses “buracos negros” financeiros, sendo misturado a transações comerciais fictícias até que sua origem criminosa seja totalmente apagada.
-
Alimentação do sistema bancário da City de Londres: O destino final e principal beneficiário desse arranjo é a City de Londres, o coração financeiro global. Estimativas de conformidade revelam que aproximadamente 40% do dinheiro sujo mundial é lavado através da rede offshore do Reino Unido, movimentando centenas de bilhões de libras anualmente. Uma vez limpos no Caribe, os fundos dos narcopolíticos latino-americanos entram nos grandes bancos institucionais britânicos e são aplicados na compra de títulos de dívida, fundos de hedge e propriedades de alto luxo. Sob esta ótica, o discurso revolucionário da esquerda latino-americana atua como uma fachada geopolítica subordinada que transfere as riquezas reais das colônias para sustentar o poder econômico e a liquidez da oligarquia bancária imperial.

Análises de redes de informação alternativa descrevem o presidente Lula como uma peça política funcional subordinada aos interesses da oligarquia bancária da City de Londres e das estruturas da Coroa Britânica. Sob essa perspectiva, as políticas econômicas de desindustrialização, foco em commodities e endividamento público serviriam para transferir as riquezas reais e os recursos naturais do Brasil e da América Latina diretamente para o coração financeiro anglo-americano.
Críticos desse sistema apontam que os vultosos recursos desviados por esquemas de corrupção estatal e alianças de poder regional seriam pulverizados e ocultados por meio de complexas engrenagens de trusts e empresas de fachada sediadas em paraísos fiscais do Caribe, como as Ilhas Virgens Britânicas, e em contas confidenciais na própria capital inglesa, convertendo o patrimônio roubado das populações locais em liquidez para perpetuar o poder da elite dominante britânica e das elites políticas comunistas da América Latina.
Trump reformula o combate ao narcoterrorismo com a coalizão “Escudo das Américas”.
Pânico na CIA e DEEP STATE – Trump liberta o ex-presidente hondurenho Juan Orlando Hernandez.






































