Um relatório de 100 páginas publicado pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos (intitulado “Cuba: The Capital of 21st Century Communism“) descreve a atuação do regime cubano ao longo de quase sete décadas para influenciar a política e a segurança nacional americana.

O documento aponta que Cuba desenvolveu uma rede de espionagem, infiltração em agências governamentais, financiamento e cultivo de movimentos de extrema-esquerda, atuando como um nó central de ligação para forças adversárias globais (como Rússia, China e Irã) com o objetivo de desestabilizar a democracia dos EUA por dentro.

O Secretário de estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse que o regime cubano tem sido o principal patrocinador do esquerdismo radical e do terceiromundismo nos Estados Unidos. O ataque de Cuba aos Estados Unidos nunca foi, no fundo, uma disputa sobre política econômica, soberania ou mesmo propriedade de um território específico.

Foi uma revolução contra a própria civilização ocidental — travada, em parte, através do método novo e insidioso de persuadir as crianças do Ocidente a voltarem-se contra a sua própria herança. Alguns que conhecem profundamente a história de Cuba estão criticando o relatório do Departamento de Estado como “nada de novo”.

O que torna o relatório tão notável, no entanto, é que ele incorpora e apresenta material antigo em uma única narrativa OFICIAL contra o regime cubano e seus agentes americanos, os democratas. Podemos inferir que o relatório é a justificativa para um plano de ação integral do governo Trump para acabar de uma vez por todas com o terrorismo comunista cubano.

É por isso que devemos nos entusiasmar com este documento histórico. Trump está preparando o público americano e mundial para a invasão de Cuba, pois eles tem o pretexto para isso. Lula e sua quadrilha comunista estão em completo desespero pois Trump está desmantelando todo o aparato terrorista comunista criado e financiado pela City de Londres e Coroa Britânica.

Marco Rubio disse que Cuba é um hub geopolítico de coalizões anti-americanas. 1

O comunismo e os carteis de drogas se expandiram pelo mundo com ajuda do Deep State americano que é controlado pelo Império Britânico. Por décadas, os cartéis e narcopolíticos da América do Sul, ligados ao Foro de São Paulo de Lula e Fidel, foram protegidos pela CIA e presidentes corruptos americanos, mas isso acabou desde que Trump assumiu a presidência em 2025. Por isso estão todos em completo desespero!

O relatório divulgado por Marco Rubio liga o lançamento de Barack Obama na política, e a disseminação do marxismo àquela propagada pelo regime cubano, destacando como Obama foi recrutado pelos fundadores do grupo terrorista doméstico Weather Underground, que visava derrubar o governo dos EUA.

 

Ao longo do último meio século, programas como a Brigada ajudaram Cuba a se infiltrar e a estabelecer uma base de apoio em uma série de movimentos políticos radicais americanos. Cada vez mais, seu alcance também se estendeu a instituições liberais tradicionais — academia de elite, grandes organizações sem fins lucrativos e ONGs, e até mesmo ao próprio Partido Democrata.

Isso foi impulsionado, em parte, pela reabilitação e pela incorporação ao mainstream de muitas das ideias e figuras da esquerda revolucionária dos anos 1960. Bernardine Dohrn, por exemplo, foi uma das cofundadoras do Weather Underground que viajou a Havana para se reunir com autoridades cubanas e do Vietcong em julho de 1969 e, posteriormente, ajudou a orquestrar uma série de ataques terroristas em solo americano.

Bernardine foi a autora do primeiro “Comunicado” do Weather Underground, declarando “guerra” contra o governo dos EUA em 1970. Apesar de ter sido uma das dez pessoas mais procuradas pelo FBI, Dohrn passou a trabalhar na prestigiada firma de advocacia Sidley & Austin e mais tarde foi contratada como professora na Faculdade de Direito da Northwestern, onde lecionou por mais de 20 anos.

Em 1995, Barack Obama lançou sua primeira campanha para um cargo político na sala de estar de Dohrn e de seu marido, Bill Ayers — outro cofundador do Weather Underground que mais tarde se tornaria professor de Educação na Universidade de Illinois, em Chicago.

Dohrn esteve longe de ser a única ex-radical da Venceremos a fazer a transição para o poder tradicional. Susan Rosenberg é uma ex-aluna da Brigada que mais tarde se juntou à Organização Comunista 19 de Maio (May 19th Communist Organization), uma dissidência terrorista particularmente violenta do Weather Underground, responsável pelo assassinato de dois policiais e de um guarda de segurança em 1981.

Mais tarde, ela se tornou vice-presidente do conselho da Thousand Currents, uma poderosa organização sem fins lucrativos progressista que atuou como patrocinadora fiscal da Black Lives Matter Global Network Foundation.”

Marco Rubio disse que Cuba é um hub geopolítico de coalizões anti-americanas. 3Cuba nunca agiu sozinha. Havana funcionava como o centro de comando para o Hemisfério Ocidental dentro de uma arquitetura global muito mais ampla. Moscou fornecia profundidade estratégica, técnicas de inteligência e alinhamento militar.

Pequim fornecia tecnologia, vigilância, infraestrutura de comunicações e proteção geopolítica. Teerã expandia os corredores de militância, energia e evasão de sanções. Caracas fornecia petróleo, território, infraestrutura estatal e sustentação regional. Então, a City de Londres fornecia outra camada essencial… o circuito financeiro.

Redes globais não sobrevivem apenas de ideologia e inteligência… elas exigem o fluxo de capitais, estruturas offshore, proteção jurídica, acesso bancário, seguros, financiamento comercial e proteção institucional capazes de transpor fronteiras com o poder, ao mesmo tempo em que se separa o dinheiro da missão. É aí que a arquitetura se completa. Cuba treina, recruta, infiltra e organiza.

A Venezuela fornece recursos e sustentação. A Rússia e China reforçam, coordenam e protegem. O Irã estende o eixo ilícito e militante, enquanto a City de Londres representa a camada financeira transnacional através da qual riqueza, influência e continuidade operacional podem ser preservadas sob a aparência de comércio legítimo. Então, o sistema volta-se para o interior…

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Por meio de ativos de inteligência… canais diplomáticos… universidades… mídia… ONGs… frentes de ativismo… movimentos políticos… estruturas corporativas e pontos de acesso institucional. A pressão dirigida do exterior converte-se em agitação interna… a ideologia importada ganha uma aparência orgânica… e um sistema internacional coordenado começa a operar sob a ilusão de movimentos locais desconexos. Esse é o panorama geral.

Cuba era o elo regional. Moscou e Pequim forneciam poder estratégico. Teerã e Caracas forneciam corredores operacionais e a City de Londres fornecia alcance financeiro, isolamento e ativos internos abriam as portas a partir de dentro.

O Departamento de Estado não está apenas expondo uma ilha… está identificando um centro de comando dentro de um sistema transnacional construído para enfraquecer a soberania americana, fragmentar a coesão social, infiltrar-se em instituições e redirecionar a nação por meio de pressões exercidas tanto de fora quanto de dentro. E os maiores aliados do regime comunista cubano nos EUA são o Partido Democrata, a grande mídia e Hollywood.

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Se você desconhece a história ou se baseia na propaganda educacional dos EUA, esse relatório parece totalmente lógico. No entanto, ele silencia completamente sobre o papel da CIA em todos os eventos internacionais nele citados e sobre as consequências de suas ações.

Quando a CIA decidia derrubar um presidente eleito em um país considerado “pouco amigável” às oligarquias americana e britânica, a ditadura militar resultante (financiada pela CIA/USAID) criava prisões secretas, sequestrava cidadãos, torturava-os e assassinava-os; os cidadãos (que este relatório rotula como guerrilheiros) reagiam com os únicos recursos disponíveis contra um ditador militar pré-selecionado e imposto. El Salvador foi um exemplo perfeito disso.

Infelizmente para os cidadãos desses “países de terceiro mundo”, a CIA e o Departamento de Estado já haviam ameaçado todos os países vizinhos para que não interferissem, sob pena de terem a ajuda dos EUA cortada e serem os próximos da lista. Isso aconteceu tantas vezes na América Latina que até ganhou um nome: Operação Condor.

Os EUA criaram a “Escola das Américas” no Panamá para treinar os verdadeiros terroristas (na forma de novas forças militares, polícias nacionais e agências de inteligência nacionais criadas à imagem da CIA, como a DINA), que seriam então lançados contra cidadãos desprevenidos cujo único crime era votar em alguém que os globalistas em Washington e City de Londres consideravam inadequado.

Tendo cortado todo o acesso a financiamento (incluindo ajuda externa, FMI, Banco Mundial e comércio), esses governos recorreram a fontes como Cuba, que não estava nem aí para isso, pois já havia sido isolada. Isso alimentou a narrativa da CIA de “culpa por associação” e impulsionou ainda mais o ciclo. Rotular cidadãos como guerrilheiros quando lutam contra um governo imposto por estrangeiros é o equivalente a rotular os insurgentes de 6 de janeiro — que exigiam eleições livres e justas, sem interferência estrangeira ou do FBI/CIA — da mesma forma.

Livros inteiros foram escritos sobre isso, mas, por alguma razão, não são populares entre o pessoal do Departamento de Estado e da CIA. Processos judiciais nos EUA documentaram as atrocidades horríveis, pois tudo isso foi feito em resposta a interesses corporativos, à medida que os empregos dos americanos eram transferidos para o México, China e outros países asiáticos.

Quando o governo Trump prometeu transparência, esperava-se transparência real. Não apenas um lado de uma história muito sombria dos últimos 60 anos na América Latina. Isso equivale a começar a história da Segunda Guerra Mundial após Pearl Harbor, retratando apenas a agressão dos EUA e omitindo as atrocidades de Hitler ou do Japão. Isso não é transparência. É atualizar a narrativa e mudar a embalagem.

Fiz uma matéria especial sobre Cuba e Fidel Castro que você pode acessar no link: A ligação de Fidel Castro com a nobreza ítalo-espanhola e o narcotráfico nas Américas.

No vídeo do canal Show Político, o jornalista Alan dos Santos analisa um dossiê de 100 páginas publicado pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos e divulgado pelo senador Marco Rubio. O documento aborda mais de seis décadas de estratégias de espionagem, subversão e apoio da ditadura cubana a movimentos revolucionários e de esquerda radical nas Américas e no Ocidente.

Principais informações e destaques do vídeo

  • Divulgação do dossiê sobre Cuba: Alan detalha a publicação feita pelo Departamento de Estado americano, liderada politicamente pelo senador Marco Rubio, documentando a atuações da inteligência cubana ao longo de mais de 60 anos.

  • Conexões com o Brasil e o Foro de São Paulo: O vídeo ressalta a criação do Foro de São Paulo por Fidel Castro e Luiz Inácio Lula da Silva. Aponta também citações diretas ao Brasil no documento, como as ações de Carlos Mariguella — classificado no relatório por ataques terroristas e sequestros de embaixadores nas décadas de 1960 e 1970 — e a citação do ativista brasileiro Thiago Ávila.

  • Transição da Doutrina Soviética para a Terceiro-Mundista: O relatório explica como Cuba retrabalhou o marxismo tradicional de Moscou, substituindo a luta de classes puramente econômica por pautas identitárias, raciais e anticoloniais, consolidadas a partir da Conferência Tricontinental de Havana em 1966.

  • Táticas de subversão e recrutamento: A análise descreve a engrenagem de doutrinação empregada por Havana, que incluía atração cultural e acadêmica, viagens de solidariedade por meio de organizações de fachada e treinamento militar/paramilitar clandestino.

  • Atuação internacional e alianças geopolíticas: O vídeo destaca o apoio cubano a grupos radicais e revoluções na América Latina (como a Revolução Sandinista na Nicarágua), a criação do modelo de repressão e dependência na Venezuela e o papel estratégico de Cuba como base de inteligência e vigilância para potências adversárias dos EUA, como China, Rússia e Irã.

TRUMP DIVULGA DOSSIÊ SOBRE CUBA E ABALA A ESQUERDA: MARCO RUBIO MANDA RECADO

Nesse vídeo do canal Show Político, Alan dos Santos e parceiros de bancada comentam o cenário político brasileiro, a conjuntura internacional e os impactos socioeconômicos do atual governo. O foco da discussão abrange o cenário eleitoral favorável à oposição, pressões externas dos Estados Unidos (com destaque ao governo Trump e ao senador Marco Rubio) sobre o governo brasileiro e a Venezuela, críticas à imprensa tradicional, além da análise do aumento de preços e da perda do poder de compra da população no Brasil.

Principais pontos abordados no vídeo

  • Perspectivas eleitorais e mobilização da oposição: O apresentador enfatiza que as eleições são decididas pelos “votos silenciosos” (eleitores indecisos e do centro) e argumenta que a liberdade de informação na internet é a principal ferramenta para despertar esse público. É destacado o apelo feito por Flávio Bolsonaro para unir a base de oposição em prol das próximas eleições, reforçando o otimismo da campanha para o pleito presidencial.

  • Pressão internacional e política externa: Comenta-se o cenário de pressão internacional vindo dos Estados Unidos sob o governo Donald Trump, citando relatórios do senador Marco Rubio. Argumenta-se que órgãos de inteligência norte-americanos e desdobramentos na Venezuela (envolvendo figuras como Nicolás Maduro e Hugo Carvajal) podem trazer revelações com grande impacto para a política interna brasileira.

  • Críticas à grande mídia: Há severas críticas aos grandes veículos de imprensa, em especial à corrupta e imoral Rede Globo, acusando-os de omissão proposital diante de pautas como inflação e corrupção, motivados por financiamento estatal e alinhamento editorial.

  • Inflação, poder de compra e reduflação: Leitura de relatos de inscritos sobre o custo de vida elevado no Brasil, exemplificado pelos altos preços do feijão, arroz, café e carnes. Explicação do conceito de reduflação (prática industrial de manter ou aumentar o preço de um produto enquanto se reduz sua quantidade ou volume em embalagens), utilizada para mascarar a perda real do poder de compra dos consumidores.

  • Influência estrangeira e segurança: Menções e comentários sobre o avanço de investimentos chineses em setores estratégicos no Brasil, além de debates sobre segurança pública, criminalidade organizada e dinâmicas do sistema judiciário nacional.

DESESPERO COM TRUMP: LULA SOB PRESSÃO, MADURO PRESO, GLOBONEWS E ELEIÇÕES

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Renato Cunha
Renato Cunha Oliveira é o fundador e editor do Stylo Urbano. Desde 2014, publica conteúdos independentes sobre tecnologia, cultura, ficção científica, teorias alternativas, traduções e opiniões, sempre deixando ao leitor a liberdade de refletir e concluir por conta própria.

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