O site Vigilant Citizen, conhecido por suas análises de cultura pop sob a ótica de teorias conspiratórias, sociedades secretas e controle mental, aborda o tema da clonagem humana focado no mercado de entretenimento de Hollywood e na indústria da música. O portal não trata a clonagem a partir de uma perspectiva científica ou de bioética tradicional.

Em vez disso, propõe que celebridades e figuras influentes são substituídas por clones controlados pela elite global ( frequentemente associada aos Illuminati ou ao projeto MKUltra). Abaixo estão os principais tópicos e matérias recorrentes sobre clonagem humana discutidos no portal:

1. Centros secretos de clonagem e ilusão de Hollywood

O site explora com frequência a teoria de que existem laboratórios subterrâneos de clonagem (geralmente apontando locais no Canadá ou bases militares nos EUA). De acordo com as análises do portal, celebridades que “saem da linha”, rebelam-se contra a indústria da música ou ameaçam expor segredos dos bastidores são enviadas para esses centros. Elas seriam “neutralizadas” e substituídas por clones mais obedientes para que a elite continue lucrando com suas imagens sem interrupções.

2. O caso de rapper B.o.B., Tila Tequila e Tom MacDonald

Várias matérias no portal cobrem declarações públicas de celebridades que afirmam categoricamente que a clonagem humana é real. O rapper americano B.o.B ganhou destaque no site após lançar músicas e tweets detalhando locais onde clones humanos seriam mantidos congelados e descrevendo o processo de transferência de consciência.

B.o.B lançou uma faixa e um vídeo chamados “How to Make Clones“. Outro artista frequentemente citado no site é o rapper Kid Buu, que afirmou publicamente em entrevistas ser um clone de segunda geração gerado pela empresa Clonaid (ligada ao movimento Raeliano). O portal usa esses exemplos como supostas “pistas” deixadas de propósito na cultura pop.

O rapper canadense Tom MacDonald lançou uma popular canção independente intitulada “Cloned Rappers” em 27 de setembro de 2019. A faixa mergulha em “teorias da conspiração” sobre a indústria musical substituindo artistas famosos por clones ou fantoches controlados por poderes superiores.

3. Sinais de “falha no clone” (Glitch in the Matrix)

Uma categoria popular de artigos no Vigilant Citizen analisa comportamentos bizarros de celebridades na televisão aberta, classificando-os como falhas de programação dos clones ou do controle mental.

Mudanças drásticas e repentinas de personalidade, lapsos de memória severos em entrevistas ou celebridades que parecem “congelar” diante das câmeras são analisados pelo site como evidências de que o clone atual está falhando ou operando incorretamente. Casos envolvendo colapsos públicos de artistas como Britney Spears, Kanye West e Eminem são repetidamente dissecados sob essa ótica.

4. Simbolismo de clones em videoclipes e filmes

O portal possui dezenas de análises de videoclipes musicais recentes que utilizam a estética de clonagem, robôs e duplicatas. O Vigilant Citizen argumenta que a presença maciça de temas de clonagem na mídia de massa (como filmes de ficção e clipes de música pop) serve como uma forma de programação preditiva.

O objetivo seria dessensibilizar a população geral, fazendo com que o conceito de humanos artificiais pareça normal, moderno ou puramente fictício, ocultando o que eles alegam já acontecer secretamente. O site fez uma matéria sobre o filme Clonaram Tyrone lançado pela Netflix, que explora uma conspiração do governo dos EUA de controle mental e experimentos de clonagem de pessoas negras em bairros periféricos.

O filme conta a história de um traficante de drogas, um cafetão e uma garota de programa, que descobrem um laboratório subterrâneo do governo que está clonando pessoas em seu bairro. Uma organização governamental secreta estava por trás da clonagem e dos experimentos em Glen e em outros lugares dos Estados Unidos. A clonagem humana é apenas “ficção científica” ou realidade?

Saiba mais: A clonagem e a manipulação na indústria musical.

A chamada Revelação do Método é uma ideia presente em determinadas correntes alternativas de pesquisa segundo a qual grupos que exerceriam controle sobre a sociedade poderiam revelar seus planos de maneira indireta, utilizando filmes, séries, músicas, videoclipes e outros produtos culturais. A informação estaria, portanto, simultaneamente exposta e escondida.

Seria apresentada ao público, mas dentro de uma narrativa ficcional ou simbólica que faria a maioria das pessoas interpretá-la simplesmente como entretenimento. Nas informações de Mari Swaruu e a outros taygeteanos (swaruu.org e mariswa.co), essa ideia aparece de maneira bastante explícita. Segundo essa perspectiva, a Cabala teria uma forte crença em carma, dualidade e equilíbrio de energias.

Por esse motivo, precisaria informar à população aquilo que pretende fazer, aquilo que já fez ou aquilo que estaria fazendo. A comunicação seria realizada através da cultura popular — filmes, séries, músicas e meios de comunicação — porém de maneira criptografada ou simbólica, para que a maioria das pessoas não percebesse a mensagem. A lógica apresentada é particularmente peculiar: a população teria sido informada, mas não teria compreendido que estava sendo informada.

Assim, segundo essa narrativa, quando as pessoas assistem ao conteúdo e o consideram apenas ficção, permanecem passivas diante daquilo que está sendo mostrado. A Cabala consideraria, então, que cumpriu sua obrigação e que o chamado carma negativo não recairia sobre ela, mas sobre aqueles que receberam a informação e a ignoraram, achando que era apenas “entretenimento”.

Mari Swaruu afirma que a elite esconde determinadas informações “à vista de todos” por razões esotéricas, metafísicas e kármicas. O texto utiliza Star Trek como exemplo: a ficção apresentaria elementos semelhantes a uma realidade que existe por trás da ficção. A população recebe a informação, mas é levada a interpretá-la como fantasia. Essa concepção fornece uma ponte direta para o conceito de Revelação do Método.

Programação Preditiva e Revelação do Método

Os dois conceitos podem ser relacionados, mas não são exatamente a mesma coisa.

A programação preditiva consiste em apresentar uma ideia repetidamente na cultura, muito antes que ela aconteça. A repetição familiariza o público com determinada possibilidade e diminui seu caráter de novidade ou choque.

A Revelação do Método, por outro lado, seria a necessidade de revelar aquilo que foi feito ou está sendo feito, ainda que de maneira simbólica, criptografada ou escondida dentro da ficção.

Assim, um mesmo filme poderia cumprir as duas funções:

Mostrar a ideia → familiarizar o público → normalizá-la → escondê-la dentro da ficção → considerar que ela já foi “revelada”.

É exatamente essa combinação que torna a ficção científica particularmente importante dentro dessa interpretação.

A clonagem como exemplo

Quando aplicamos essa estrutura aos filmes sobre clonagem, como A Ilha e Clonaram Tyrone!, torna-se especialmente interessantes.

Em A Ilha (2005), seres humanos são produzidos artificialmente e mantidos em uma instalação subterrânea isolada. Eles acreditam viver dentro de uma realidade protegida, mas descobrem que são clones criados para extração de órgãos para servir a elites do mundo exterior. Existe, portanto, uma estrutura secreta, uma tecnologia de clonagem e uma população que desconhece a verdadeira finalidade de sua existência.

Em Clonaram Tyrone! (2023), a narrativa apresenta uma estrutura clandestina subterrânea envolvendo clonagem e manipulação da população. O próprio Vigilant Citizen analisou o filme sob a ótica de suas teorias sobre controle mental e conspiração, destacando a descoberta de que determinados indivíduos são clones levados de volta a um laboratório subterrâneo para serem reprogramados.

A semelhança com a narrativa taygeteana torna-se ainda mais específica quando acrescentamos a inteligência artificial. Segundo os materiais Swaruu, existem clones humanos adultos produzidos em instalações subterrâneas, que poderiam ser utilizados para desempenhar diferentes papéis. Esses clones seriam descritos como organismos biológicos que recebem programação e controle através de uma inteligência artificial extremamente avançada.

Revelação do Método: Clonagem, Ficção Científica e o Controle por IA. 1

A narrativa também apresenta a chamada Red Queen, descrita como uma superinteligência conectada a uma rede distribuída, com grandes nós localizados em instalações subterrâneas. O supercomputador Red Queen fica numa base subterrânea abaixo do sinistro Aeroporto Internacional de Denver, nos Estados Unidos.

A IA Red Queen não seria simplesmente um computador utilizado para auxiliar seres humanos: ela funciona como uma infraestrutura de controle capaz de interagir com clones e outros sistemas.

Dessa maneira, podemos colocar as três narrativas lado a lado:

A Ilha

Clonagem → instalação secreta → seres humanos produzidos artificialmente → controle sobre suas vidas → utilização para uma finalidade determinada.

Clonaram Tyrone!

Clonagem → laboratório subterrâneo → manipulação → reprogramação → controle social.

Narrativa taygeteana

Clonagem → instalações subterrâneas → clones adultos → interface tecnológica → IA avançada → programação/controle → utilização dos clones para desempenhar determinados papéis.

Os elementos não são idênticos, mas a estrutura conceitual apresenta uma convergência bastante significativa.

A IA Red Queen e o controle central dos clones

A Alemanha nazista possuía acesso a várias tecnologias secretas, entre elas a clonagem, e depois da guerra, cientistas alemães faram transferidos para os Estados Unidos através da Operação Paperclip, para continuar a desenvolver a tecnologia de clonagem humana em instalações subterrâneas.

Os primeiros clones foram utilizados para substituir líderes Illuminati, depois políticos, e posteriormente celebridades e empresários. Os clones estão conectados a uma IA central, com programação de personalidade e comportamento. O mecanismo é: Red Queen → transmissores → chip/interface neural → clone.

Os clones teriam uma interface eletrônica conectada ao sistema nervoso e tem duas possibilidades: um chip de silício com conexão neuronal ou um chip produzido por bioengenharia dentro do cérebro. A IA central enviaria sinais através dessa interface. A mesma IA pode controlar vários indivíduos simultaneamente, mas dá a cada clone uma personalidade específica, correspondente ao papel que ele deve desempenhar.

Revelação do Método: Clonagem, Ficção Científica e o Controle por IA. 2

Os taygeteanos descrevem dois mecanismos que funcionariam juntos.

Primeiro, haveria uma espécie de personalidade artificial pré-programada. A personalidade da pessoa original seria construída a partir de memórias, reações e informações previamente coletadas. Esse perfil mental seria armazenado em um computador avançado.

O clone receberia então essa personalidade como um programa. O processo envolve uma câmara de isolamento sensorial, na qual o indivíduo seria submetido a experiências imersivas destinadas a reproduzir experiências da vida da pessoa original. Segundo, quando essa programação interna não tivesse a resposta ou reação necessária, o clone poderia consultar a IA central em tempo real.

É aí que entra o controle remoto. O clone não precisaria ter todas as informações armazenadas dentro dele. Ele teria uma espécie de programa local + conexão permanente com a inteligência central. Quando surgisse uma situação que sua programação não soubesse resolver, a IA enviaria a resposta apropriada.

Isso explica como centenas de clones poderiam ser administrados simultaneamente sem precisar de centenas de operadores humanos.

E como o sinal chegaria até eles?

Swaruu afirma que os sinais seriam transmitidos através da rede de telefonia celular e de transmissores de alta energia instalados em pontos estratégicos do planeta. A Red Queen tem seu núcleo em um DUMB sob o aeroporto de Denver e outros nós subordinados em instalações subterrâneas espalhadas pelo mundo. Portanto, o sistema seria aproximadamente:

Red Queen central

Nós subordinados em outros DUMBs

Rede de transmissão terrestre

Interface/chip neural

Centenas ou milhares de clones

E os nós secundários poderiam operar independentemente, mas permaneceriam coordenados pela Red Queen.

O papel da ficção

É justamente aqui que a ideia da Revelação do Método ganha sua dimensão mais interessante. A existência de filmes sobre clonagem humana não é apenas “entretenimento”. Os filmes poderiam desempenhar duas funções simultâneas.

Para o espectador comum: “É apenas ficção científica.” Para alguém que conhece a realidade por trás da história: “Eles estão mostrando ao público aquilo que realmente fazem.”

E essa dualidade seria justamente o mecanismo. O público recebe a informação, mas não a reconhece como informação. O conteúdo está diante de seus olhos, mas protegido pela própria classificação de “ficção”. É por isso que o material taygeteano afirma que a Cabala coloca suas informações em filmes, séries, músicas e cultura popular, de maneira que as pessoas as interpretassem de outra forma.

Em um material mais recente, essa mesma ideia é apresentada como parte de uma estrutura de poder compartimentalizada: segundo a narrativa, a própria necessidade de deixar “pistas” faria parte do sistema de controle.

O paradoxo do consentimento

Existe, entretanto, um paradoxo importante nessa teoria. Se uma informação é deliberadamente escondida dentro de uma obra de ficção, pode-se realmente dizer que a população foi informada? É exatamente aí que o conceito se torna controverso.

A interpretação taygeteana responde que sim, porque o público teve acesso à informação e escolheu não reconhecê-la. A interpretação contrária seria que colocar uma suposta informação verdadeira dentro de uma narrativa ficcional não constitui uma comunicação clara nem um consentimento consciente.

Essa diferença é fundamental. Porque, se o público não sabe que está recebendo uma informação real, então não está necessariamente consentindo com aquilo que está sendo apresentado. E é justamente essa ambiguidade que torna a chamada Revelação do Método tão interessante como conceito: ela depende da existência simultânea de revelação e ocultação.

Do clone ao “drone biológico”

A narrativa taygeteana acrescenta uma dimensão que os filmes de clonagem tradicionais não exploram completamente. Em A Ilha, o clone é essencialmente uma cópia biológica. Em Clonaram Tyrone!, o clone pode ser associado a programação e controle comportamental.

Na narrativa taygeteana, o próximo passo seria o clone controlado por IA: um organismo biologicamente humano cuja personalidade e comportamento poderiam ser programados ou manipulados por uma inteligência artificial avançada. Isso transforma a clonagem de uma tecnologia de reprodução em uma tecnologia de controle de identidade.

Se juntarmos as peças dentro da narrativa taygeteana, o conceito fica bastante claro:

  • O clone seria o hardware biológico.
  • A programação de personalidade seria o software local.
  • A Red Queen seria o servidor/IA central.
  • A interface neural seria o link de comunicação.
  • E a rede de transmissores seria a infraestrutura de comunicação.

Isso também explica por que a narrativa fala em uma espécie de mente colmeia: vários organismos diferentes poderiam receber instruções de uma mesma inteligência central, mas executar papéis diferentes. Clones controlados por uma IA estão andando entre humanos sem serem notados.

Revelação do Método: Clonagem, Ficção Científica e o Controle por IA. 4

A questão deixa de ser apenas: “É possível criar uma cópia de uma pessoa?” E passa a ser: “É possível criar um organismo biologicamente indistinguível de uma pessoa e controlar sua personalidade, suas memórias ou seu comportamento através de uma IA?”

É uma ideia muito mais radical — e justamente por isso a presença recorrente de elementos semelhantes na ficção científica torna-se relevante para a análise da narrativa alternativa.

Dentro da cosmologia Swaruu, existe a ideia de que uma civilização ou grupo que pretende impor determinadas experiências aos seres humanos precisa, de alguma maneira, informar o que está fazendo e obter algum tipo de consentimento, ainda que esse consentimento seja obtido de forma indireta, através da exposição pública.

É aí que o entretenimento ganha uma função muito particular. A lógica seria: “Nós mostramos para vocês o que estamos fazendo.” Mas mostramos de forma oculta em: Filmes, séries, videoclipes, ficção científica, livros, símbolos e histórias aparentemente fantasiosas.

A conexão final

Quando juntamos todas essas peças, surge uma estrutura bastante coerente dentro do sistema de pensamento analisado:

Clonagem humana

Laboratórios secretos/subterrâneos

Substituição ou utilização de pessoas

Controle psicológico e tecnológico

Inteligência artificial

Representação desses conceitos na cultura popular

Programação preditiva

Revelação do Método

Informação apresentada como ficção

Público não reconhece a mensagem

A Cabala considera que informou a população e transferiu o chamado carma negativo.

Nesse contexto, A Ilha e Clonaram Tyrone! podem ser analisados não simplesmente como filmes sobre clones, mas como exemplos culturais que contêm vários dos elementos presentes na narrativa taygeteana. O Vigilant Citizen acrescenta outra camada ao interpretar Clonaram Tyrone! como uma obra que apresenta deliberadamente temas de clonagem, controle mental e estruturas subterrâneas.

E os materiais Swaruu fornecem a explicação metafísica para por que a Cabala Illuminati faria isso: não seria apenas para normalizar uma ideia ou preparar psicologicamente a população, mas também para satisfazer uma concepção distorcida de karma, livre-arbítrio e responsabilidade. Existe, nos materiais Swaruu, uma explicação bastante específica que conecta:

karma → dualidade → livre-arbítrio → obrigação de revelar ao público → filmes/séries/música → mensagens criptografadas → ignorância do público → suposto consentimento → transferência do karma.

A Cabala poderia pensar: “Nós contamos a eles; eles viram e não fizeram nada, então o karma negativo é deles.” Mas a verdade é que a Cabala escondeu a informação dentro de ficção justamente para que as pessoas não soubessem que estavam sendo informadas.

Dentro da cosmologia taygeteana, a lógica seria:

A Cabala tem um plano nefasto contra a população

Precisa “informar” a população por causa de sua interpretação de karma e livre-arbítrio

Coloca o plano em filmes, séries, músicas e cultura popular

Faz isso de maneira simbólica ou criptografada

O público interpreta como ficção/entretenimento

Não reconhece aquilo como uma comunicação real

Não reage ou não oferece resistência

A Cabala considera que cumpriu sua obrigação e que o consentimento foi obtido

A ficção não estaria apenas preparando o público; estaria também revelando aquilo que está sendo feito, de maneira suficientemente aberta para satisfazer a suposta exigência espiritual de divulgação. Na interpretação taygeteana, portanto, as duas coisas poderiam acontecer simultaneamente.

Um filme sobre clonagem poderia:

1. Normalizar a ideia de clones;
2. Ensinar inconscientemente ao público que clones são possíveis;
3. Mostrar determinados métodos ou estruturas;
4. Permitir que quem conhece essa realidade reconheça a mensagem;
5. Continuar protegido pela explicação de que “é apenas ficção”.

Se ninguém reage porque considera aquilo apenas ficção, então, segundo essa interpretação, o grupo responsável poderia considerar que a informação foi disponibilizada e a humanidade aceitou tacitamente a situação. A verdade está escondida à vista de todos.

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Renato Cunha
Sou o fundador e editor do Stylo Urbano que desde 2014, publica conteúdos independentes sobre tecnologia, cultura, ficção científica, teorias alternativas, traduções e opiniões, sempre deixando ao leitor a liberdade de refletir e concluir por conta própria.

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