E se um dos maiores segredos por trás do encobrimento dos OVNIs não estiver escondido dentro do Pentágono, mas dentro de uma poderosa rede transnacional que opera fora do alcance dos governos eleitos? O pesquisador de UAPs Jason Samosa fez uma investigação fascinante sobre a desconhecida World Commerce Corporation (WCC), uma organização formada imediatamente após a Segunda Guerra Mundial por um grupo de funcionários de inteligência, financistas, industriais e poderosas figuras internacionais.

Samosa traça conexões entre a World Commerce Corporation, ativos nazistas transferidos para fora da Europa antes da derrota da Alemanha, tecnologia avançada em tempo de guerra, redes de inteligência, o establishment Rockefeller, Allen Dulles, Wild Bill Donovan, Otto Skorzeny e as misteriosas estruturas financeiras que surgiram depois de 1945.

Tudo começou com o acidente do OVNI em Magenta na Itália em 1933, onde organizações transnacionais assumiram o controle da tecnologia aeroespacial avançada dos OVNIs alienígenas e também dos discos voadores alemães. Todos os programas de naves antigravidade avançadas operam dentro de corporações e redes privadas aos quais presidentes, o Congresso e até mesmo altos oficiais militares não conseguem acessar totalmente.

A corporação transnacional secreta que assumiu o controle do Programa OVNI. 1

Jason Samosa defende a tese de que o verdadeiro controle sobre os programas de tecnologia extraterrestre e OVNIs não reside dentro do governo dos Estados Unidos (como o Pentágono ou o Congresso), mas sim em uma rede transnacional corporativa e privada totalmente fora do alcance das instituições públicas como a WCC.

Principais pontos da tese de Jason Samosa:

  • Origem da World Commerce Corporation (WCC): A WCC foi fundada logo após o fim da Segunda Guerra Mundial (em agosto de 1945) por figuras proeminentes dos serviços de inteligência dos EUA e do Reino Unido — como Allen Dulles e William “Wild Bill” Donovan (da OSS, que antecedeu a CIA) —, ao lado de financiadores internacionais e da família Rockefeller.

  • A fusão com ativos nazistas (“Quarto Reich”): Samosa argumenta que a WCC serviu como uma fachada corporativa e financeira privada internacional que integrou redes industriais e de inteligência nazistas na Europa (envolvendo figuras como Otto Skorzeny). Ele compara a WCC ao Maynard Consortium (a corporação privada retratada na franquia Secret Machines, do To The Stars Academy).

  • Privatização dos programas OVNIs (“Legacy Programs”): Segundo Samosa, essa estrutura corporativa transnacional usou recursos pilhados durante a guerra e impérios financeiros para privatizar e absorver tecnologias avançadas de propulsão e artefatos OVNIs recuperados desde a queda em Magenta, na Itália, em 1933, até projetos alemães e posteriores.

  • O governo legalmente “impedido” do acesso: A consequência disso é que os chamados “Programas Legado” de OVNIs deixaram de estar sob autoridade do presidente dos EUA ou do Congresso. Eles foram canalizados para corporações privadas imunes às leis de liberdade de informação (FOIA) e a auditorias governamentais.

  • A disputa atual pelo controle da revelação (Disclosure): Samosa aponta que o movimento atual de revelação (envolvendo figuras como David Grusch e Luis Elizondo) reflete uma disputa interna de facções: a burocracia militar/governamental percebeu que perdeu totalmente o acesso a essas tecnologias para redes corporativas privadas transnacionais e agora busca expor ou reaver essa informação.

A tese de Jason Samosa detalha como o controle sobre o programa de recuperação de naves e artefatos extraterrestres foi privatizado e desviado do governo constitucional dos EUA por meio da WCC, tendo como ponto de partida a queda do OVNI em Magenta (Itália), em 1933, e as subsequentes quedas nos Estados Unidos.

O acidente de Magenta (1933) e a operação de resgate privada

  • A descoberta fascista (RS/33): Samosa reforça os relatos de que o regime de Benito Mussolini recuperou um objeto voador não identificado em Magenta, na Itália, em 1933. O governo italiano criou o grupo secreto de pesquisa RS/33 (liderado por Guglielmo Marconi) para estudar a tecnologia.

  • A rota da Santa Sé e do OSS: Durante a Segunda Guerra Mundial, agentes da inteligência do OSS (Office of Strategic Services) — como Allen Dulles e James Angleton —, operando a partir da Suíça e da Itália com ajuda de canais diplomáticos e do Vaticano, interceptaram as informações sobre o artefato de Magenta.

  • A transferência pós-Guerra: No final da guerra, o material recuperado em Magenta não foi entregue formalmente ao governo dos EUA para prestação de contas pública. Em vez disso, foi sequestrado por essa rede de inteligência emergente e levado para instalações privadas e sob controle restrito corporativo.

A criação da World Commerce Corporation (Agosto de 1945)

  • Fusão de Inteligência e Capital Nazista/Aliado: Fundada em agosto de 1945 por Allen Dulles (futuro diretor da CIA) e William “Wild Bill” Donovan (chefe do OSS), a WCC trouxe para sua estrutura figuras como o agente nazista Otto Skorzeny e redes corporativas da elite global (como os Rockefeller e famílias bancárias da City de Lodres).

  • Financiamento oculto e recursos de guerra: Samosa argumenta que a fundação da WCC coincidiu exatamente com a semana dos bombardeios atômicos no Japão e com o início dos programas confidenciais de propulsão dos EUA. Fundos do ouro recuperado na Ásia e na Europa (Yamashita’s Gold e pilhagens nazistas) serviram para blindar financeiramente a corporação.

  • A “versão real” do Maynard Consortium: Samosa identifica a WCC como a contraparte no mundo real da corporação fictícia “Maynard Consortium” (descrita na série de livros Secret Machines, do To The Stars Academy) — um cartel corporativo transnacional que opera acima dos governos “democráticos”.

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William Donovan (Chefe do Escritório de Serviços Estratégicos – OSS) era católico devoto e recebeu em 1945 a Grã-Cruz da Ordem dos Cavaleiros de Malta (Ordem de São Silvestre / Ordem de Malta) diretamente do Papa Pio XII por seus serviços de inteligência durante a Segunda Guerra Mundial. Ele é amplamente citado por historiadores e pesquisadores de geopolítica como um dos Cavaleiros de Malta americanos mais proeminentes.

Allen Dulles, o primeiro diretor da CIA após o fim da OSS, foi maçom e membro atrelado ao Grau 33 do Rito Escocês. Ele tinha forte aliança operacional com a Ordem de Malta e o ecossistema financeiro corporativo transnacional. Ou seja, ambos os fundadores da World Commerce Corporation eram agentes a serviços do Vaticano e dos Jesuítas. O Vaticano é a sede da Cabala Illuminati.

O monopólio das quedas de OVNIs nos EUA

  • A absorção dos “Legacy Programs”: Quando os acidentes de OVNIs começaram a ocorrer com frequência nos EUA no final dos anos 1940 (como Roswell e outros acidentes no Sudoeste), o grupo em torno de Dulles e do recém-formado grupo “Majestic 12” direcionou os destroços e a tecnologia de engenharia reversa para a infraestrutura corporativa privada da WCC e suas subsidiárias imobiliárias e financeiras.

  • Imunidade legal e isenção de FOIA: Ao transferir a tecnologia extraterrestre e as pesquisas de propulsão avançada para uma corporação internacional privada fora dos EUA, o grupo garantiu que o público, o Congresso e até mesmo os presidentes americanos não tivessem direito legal de acesso às informações via FOIA (Lei de Liberdade de Informação).

  • A perda do controle governamental: A conclusão central de Samosa é que as quedas de OVNIs na Itália e nos EUA não alimentaram o governo americano como instituição pública, mas sim um regime corporativo e militar internacional ilegal, onde corporações privadas e elites financeiras detêm o monopólio da tecnologia quântica, de antigravidade e outras.

Em suas análises e intervenções sobre a história secreta dos OVNIs,Samosa faz conexões diretas entre o Vaticano, a fundação da World Commerce Corporation e o Tratado de Greada (também conhecido como o acordo de 1954 entre o governo/deep state americano e entidades não-humanas):

O Vaticano e a World Commerce Corporation (WCC)

  • A rota do ouro e do resgate (Magenta, 1933): Samosa pontua que a conexão do Vaticano com a WCC começou antes mesmo da criação oficial da corporação em 1945. Quando o OSS (antecessor da CIA) e figuras como Allen Dulles e James Angleton negociaram a recuperação da nave caiu em Magenta (Itália) em 1933, a Santa Sé atuou como canal diplomático e financeiro neutro.

  • Redes de Inteligência Católica e a Ordem de Malta: Samosa destaca o papel de William “Wild Bill” Donovan (chefe do OSS e Cavaleiro de Malta) e a liderança católica na criação da WCC. A WCC utilizou os canais financeiros e de inteligência do Vaticano (além das Ratlines pós-Segunda Guerra Mundial) para lavar recursos, pilhagens de guerra e transferir o acervo de dados sobre tecnologia não-humana para o controle privado transnacional.

  • Isenção e soberania corporativa: Assim como o Vaticano opera como uma entidade soberana fora da jurisdição de estados-nacionais, a WCC foi modelada por Dulles e Donovan com o auxílio dessas redes bancárias/esotéricas para ser uma “corporação fantasma soberana”, imune a leis de transparência pública (FOIA) e ao controle do Congresso dos EUA.

A WCC e o Tratado de Greada (1954)

  • A infraestrutura privada para o acordo: Segundo a tese de Samosa, quando o famoso “Tratado de Greada” teria sido estabelecido na Base Aérea de Holloman/Edward em 1954 (envolvendo o governo Eisenhower e facções militares ocultas com o alienígenas greys de Órion), o governo constitucional americano já não tinha mais a tutela primária sobre o programa OVNI. A WCC já havia privatizado e “encapsulado” o projeto legado desde 1945.

  • Quem realmente assinou e gerenciou o Tratado: Samosa argumenta que o Tratado de Greada não foi um pacto entre uma nação soberana (EUA) e alienígenas no sentido legal tradicional, mas sim um contrato corporativo gerenciado pela rede da WCC e suas subsidiárias militares-industriais. A corporação ofereceu a infraestrutura secreta (como bases subterrâneas e corporações de fachada) para a troca de tecnologia e recursos em solo americano.

  • Transferência de propriedade iintelectual não-humana: O envolvimento da WCC no Tratado de Greada garantiu que qualquer tecnologia obtida a partir das trocas estabelecidas no acordo de 1954 (como fibra óptica, microchips, gravidade artificial e materiais compostos) fosse imediatamente registrada sob patentes privadas de corporações controladas por esse cartel transnacional, excluindo o controle público e o escrutínio do governo dos EUA.

A corporação transnacional secreta que assumiu o controle do Programa OVNI. 3

As pesquisas e investigações de Jason Samosa abordam diretamente a relação entre a World Commerce Corporation (WCC), o Programa de Legado OVNI e o famigerado Tratado de Greada (1954), mas com uma abordagem específica centrada na arquitetura de controle:

A WCC como a “Infraestrutura Privada” do Tratado

Samosa argumenta que o Tratado de Greada de 1954 (supostamente firmado durante o governo Eisenhower na Base Aérea de Holloman/Edwards para a troca de tecnologia por permissão de abduções controladas) não ocorreu no vácuo governamental.

Quando o acordo com a facção dos Greys (Cinzas) foi estabelecido, a infraestrutura criada pela WCC em 1945 (fundada por William Donovan, Allen Dulles e financiada por redes do Vaticano e da aristocracia papal) já estava plenamente operacional para privatizar e ocultar a tecnologia recebida.

A privatização dos acordos com os Greys

Nas análises de Samosa (inclusive em suas participações no canal American Alchemy com Jesse Michels):

  • Intermediários não-governamentais: Samosa enfatiza que a WCC e os consórcios internacionais corporativos derivados serviram como o canal perfeito para contornar o controle do Congresso dos EUA.

  • Gestão do “Loot” tecnológico: Qualquer tecnologia transferida pelas entidades não-humanas/Greys a partir de 1954 não foi mantida sob custódia direta do estado americano, mas sim transferida para a junta corporativa internacional (o “Consórcio”) montada pela WCC.

  • Citação sobre Ben Rich (Lockheed Skunk Works): Samosa frequentemente cita o famoso desabafo atribuído a Ben Rich ao fim da vida, onde o executivo lamentava que a questão dos OVNIs e do acesso a esse acervo tecnológico havia sido capturada e mantida sob a tutela de um conselho corporativo privado e internacional, exatamente a estrutura corporativa moldada na fundação da WCC.

Resumo do argumento de Samosa

Samosa conecta os pontos sugerindo que os Greys do Tratado de Greada não negociaram apenas com militares ou com o presidente Eisenhower, mas com a estrutura de governança paralela liderada pela rede corporativo-esotérica (WCC/Collins Elite/Redes de Inteligência). A WCC garantia a imunidade jurídica, o financiamento opaco e a proteção de patentes para o material decorrente do pacto de 1954.

Este vídeo traz um painel com o próprio Jason Samosa e outros pesquisadores detalhando os documentos e a linha do tempo da criação da WCC por Allen Dulles e o resgate da nave de Magenta em 1933.

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Renato Cunha
Sou o fundador e editor do Stylo Urbano que desde 2014, publica conteúdos independentes sobre tecnologia, cultura, ficção científica, teorias alternativas, traduções e opiniões, sempre deixando ao leitor a liberdade de refletir e concluir por conta própria.

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