Em seu vídeo “Religiões, outra perspectiva, história falsa, realidade e egrégoras” a taygeteana Mari Swa disse que a ordem cronológica tradicional dos textos bíblicos está invertida em relação a quando foram realmente compilados e consolidados na Matriz terrestre. Segundo Mari, “o Novo Testamento foi escrito antes do Antigo Testamento.
O aparato teológico do Novo Testamento (vinculado aos desdobramentos de Roma e às manipulações flavianas/jesuítas/históricas em torno de figuras como Flávio Josefo e Constantino) serviu de base narrativa para depois estruturar retroativamente os mitos e códigos do Antigo Testamento.
A natureza do Antigo Testamento:
Enquanto o Novo Testamento foi redigido sob ordens de Roma (incorporando cultos solares, elementos egípcios e controle mental das massas), o Antigo Testamento é descrito como uma codificação tardia baseada em mitos fragmentados e históricos de Atlântida e da antiga Suméria, reescritos propositalmente para dar uma falsa sensação de antiguidade linear à narrativa religiosa.
De acordo com as pesquisas e transcrições do acervo Swaruu.org (compartilhadas por Athena Swaruu e Anéeka de Temmer), os textos bíblicos e a mitologia mesopotâmica das Tábuas Sumérias estão profundamente conectados, sendo ambos versões reescritas e fragmentadas da verdadeira história galáctica da Terra.
Para os taygeteanos, a Bíblia e as narrativas de Enlil e Enki na Suméria retratam eventos reais de intervenção genética e controle populacional por raças extraterrestres, mas mascarados sob uma roupagem mítica e religiosa.
Principais pontos da relação segundo Mari e outros taygeteanos:
A origem comum dos mitos: Os relatos contidos nas tábuas sumérias sobre os Anunnaki (descritos como seres tecnologicamente avançados vindos dos céus) representam os mesmos intervenientes que moldaram os alicerces das narrativas encontradas no Antigo Testamento bíblico.
A figura de Deus (Javé) vs. Enlil/Yahweh: Nas análises de Mari Swa, o deus irado, ciumento e controlador do Antigo Testamento (Yahweh/Javé) não é o Criador Primordial do universo, mas sim um reflexo de figuras de comando de facções extraterrestres (frequentemente associadas a Enlil ou entidades Draco/Reptilianas) que exigiam adoração e sacrifícios.
Manipulação e plágio histórico: Os textos bíblicos foram compilados séculos mais tarde e adaptados de mitologias muito mais antigas (como as epopeias sumérias e babilônicas), servindo como ferramentas de engenharia social para manter a humanidade em um estado de amnésia espiritual, culpa e medo.
O mito da criação humana: Enquanto a Bíblia fala na criação do homem a partir do barro à imagem de Deus, as tábuas sumérias detalham a manipulação genética (adapa / lulu) realizada em hominídeos terrestres por geneticistas alienígenas — o que os taygeteanos confirmam ter ocorrido de fato, embora com nuances técnicas muito mais complexas sobre frequências e genética de alma.
Evidências da alta tecnologia dos invasores do nosso mundo.

De acordo com as pesquisas dos taygeteanos, as religiões organizadas são classificadas pelas raças de controle exopolíticas como ferramentas primárias de engenharia social e controle mental. Elas funcionam como uma “Matrix” artificial construída para capturar, drenar e reciclar a energia emocional e espiritual da humanidade por meio de dogmas, medo, culpa e adoração cega a falsas divindades.
Principais pontos de como as religiões alimentam a Matrix:
Geradores de egrégoras de controle: As religiões organizadas criam e mantêm egrégoras massivas (campos mentais e emocionais coletivos) que vibram em frequências baixas de submissão, limitação, sacrifício e culpa, alimentando diretamente as entidades e raças manipuladoras que controlam a simulação terrestre.
Inversão da divindade: Os deuses descritos nos dogmas religiosos tradicionais (especialmente no Velho Testamento e em cultos de adoração) refletem na verdade arquétipos de egrégoras de baixa vibração ou controladores (como facções reptilianas/draconianas ou comandantes controladores) que exigiam obediência, medo e adoração em troca de proteção ilusória.
A armadilha da reencarnação e Carma: O conceito religioso de pecado, julgamento e carma punitivo é utilizado para manter a alma humana presa em ciclos repetitivos de culpa e medo, forçando o espírito a retornar à “roda de samsara” da Matrix para continuar gerando energia (loosh) para os controladores.
Ao direcionar a fé, a adoração e o poder espiritual para intermediários (sacerdotes, templos, livros sagrados e ídolos externos), as religiões desconectam o ser humano de sua verdadeira divindade interna e soberania consciencial.

Segundo os taygeteanos, a “armadilha do túnel de luz” é uma ferramenta de engenharia astral e ilusão de frequência mantida pela matriz de controle e entidades arcontes/alienígenas regressivas. A finalidade dessa armadilha é enganar as almas recém-desencarnadas no plano astral para que aceitem voluntariamente o apagamento de memória e a reencarnação compulsória na Terra, perpetuando o ciclo de reciclagem e a drenagem energética (loosh).
1. O mecanismo do “túnel de luz” no pós-morte
Visual atraente e enganoso: Ao morrer no plano físico, a consciência se projeta para a frequência do plano astral. A armadilha manifesta-se como uma luz calorosa, radiante e atraente que transmite sentimentos artificiais de amor incondicional, acolhimento e paz divina.
Uso de hologramas e desejos pessoais: O sistema projeta imagens familiares ou figuras religiosas em que a alma acreditava durante a vida — como Jesus, anjos, parentes falecidos ou mestres espirituais. O objetivo dessa projeção é gerar confiança cega e desarmar o senso crítico do indivíduo.
2. O processo de julgamento e a indução da culpa
Revisão de vida modificada: Dentro dessa ilusão, a alma é submetida a uma “revisão de vida” (life review) conduzida por seres que se passam por guiadores espirituais, conselheiros ou juízes cármicos.
Armadilha do carma e do “trabalho inconcluso”: Os controladores utilizam os erros, medos e apegos do indivíduo para despertar sentimentos profundos de culpa e dívida moral (o conceito manipulado do carma). A alma é convencida de que “precisa voltar” para evoluir, reparar seus erros ou cumprir missões incompletas.
3. Apagamento de memória e reciclagem
Reinicialização da consciência: Uma vez que a alma aceita (voluntariamente, porém sob engano) retornar à Terra, ela passa por um processo de limpeza/apagamento de memória energética.
O ciclo da amnésia: Esse apagamento impede que o indivíduo se lembre de suas vidas passadas, de sua verdadeira essência estelar e da própria armadilha astral. Sem memória, a alma renasce no plano 3D como um “bebê sem bagagem”, pronta para ser programada novamente pelos sistemas de crenças criadas pela Cabala.
4. Como evitar a armadilha segundo os taygeteanos
Soberania e lucidez no astral: A chave é a soberania da consciência. A alma não pode ser forçada a entrar no túnel se recusar conscientemente a fazê-lo, pois o livre-arbítrio e o foco da atenção determinam a frequência no astral.
Virar as costas à falsa luz: Diante do túnel ou de aparições no pós-morte, o indivíduo deve manter o discernimento, não ceder à culpa e voltar sua atenção para a sua própria luz interna e intenção soberana, expandindo sua consciência para densidades superiores sem passar pela reciclagem física.
A “Nova Cronologia” de Anatoly Fomenko denuncia a falsificação da história pelo Vaticano.



