A quadrilha globalista da ONU e OMS estão afirmando que outra “pandemia fabricada” é iminente. Eles estão em guerra total contra a população global e querem nos exterminar com suas vacinas tóxicas. A OMS é financiada pelo bilionário eugenista Bill Gates, que era muito amigo do pedófilo Jeffrey Epstein, e juntos estavam planejando novas “pandemias” e investindo em vacinas tóxicas para eliminar a maioria dos “comedores inúteis”.
Bill Gates disse numa palestra do TED de 2010:..”Se fizermos um bom trabalho com as vacinas… podemos reduzir a população mundial em 10-15%.”
Você sabia que o maior financiador da OMS é a Fundação Bill e Melinda Gates? A putada maçônica globalista está desesperada para remover Trump da Casa Branca de qualquer maneira. Eles lançaram a farsa pandêmica do Covid em 2020 precisamente para fraudar e eleição e colocar o falso Joe Biden na presidência. E eles vem tentando, através das pro$tituta$ da mídia fake news, lançar outra pandemia fabricada antes das eleições de meio de mandato para poder fraudar a eleição e derrubar Trump.

Da mesma forma que fizeram em 2020, e anos anteriores, estão usando a ONU/OMS para tentar impor outra guerra pandêmica contra a população global para envenenar e matar a maioria da população com vacinas tóxicas. E isso será feito com a total ajuda dos “governos democráticos” e seus políticos fantoches controlados pela maçonaria.
O Acordo Pandémico da OMS está, assim, oficialmente, dentro da Agenda 2030 da ONU: apesar da Declaração política sobre prevenção, preparação e resposta a pandemias, da ONU, dever ter sido aprovada por consenso e não o foi – terá de voltar à Assembleia – só o seu conteúdo ter sido aprovado por 153 países, já mostra o sucesso de integração do Acordo Pandémico da OMS a nível nacional e no mundo – e consequentemente, da Agenda 2030, como se lê no documento.
Numa matéria anterior eu falei sobre a verdadeira agenda da ONU/OMS: A verdadeira história da criação da Organização Mundial da Saúde.

O PAXLOVID® “o primeiro tratamento oral para COVID-19” distribuído gratuitamente pelo SUS, é apenas um dos muitos fármacos negociados em uma complexa rede de contratos milionários e bilionários, entre o corrupto Estado brasileiro e corporações farmacêuticas internacionais, para envenenamento da população brasileira.
A bula alerta: “Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos.”
O PAXLOVID® é nirmatrelvir + ritonavir. Cada um destes, contém:
nirmatrelvir
celulose microcristalina
lactose monoidratada
croscarmelose sódica
dióxido de silício coloidal
estearilfumarato de sódio
hipromelose (E464) [polímero semissintético]
dióxido de titânio (E171)
macrogol (E1521)
óxido de ferro vermelho (E172) [ferrugem vermelha].
Cada comprimido (…) contém 176 mg de lactose
ritonavir
copovidona [copolímero sintético]
laurato de sorbitana
sílica coloidal anidra (E551)
hidrogenofosfato de cálcio anidro
estearilfumarato de sódio
hipromelose (E464)
dióxido de titânio (E171)
macrogol (E1521)
hidroxipropilcelulose (E463)
talco (E553b)
sílica coloidal anidra (E551)
polissorbato 80 (E433)
Eu disse e repito pela milésima vez, a democracia liberal é a forma das elites maçônicas globalistas empurrarem a humanidade para sua satânica Nova Ordem Mundial, usando a ONU. Quando você vota em políticos, está abdicando de sua autoridade e poder, e dando consentimento a falsos representantes para agirem contra a você.
Ao votar, você dá seu consentimento cósmico para ser controlado, manipulado, abusado, roubado e como acontece frequentemente, envenenado e assassinado (vacinas tóxicas) pelos fantoches políticos que servem às elites maçônicas financeiras e corporativas. Esse é um dos vários exemplos disso:
URGENTE: 153 nações adotam declaração da ONU sobre pandemias para promover vacinas com aprovação acelerada em até 100 dias e combater a “hesitação vacinal”. A perigosa declaração da ONU levanta preocupações de que a censura científica, os lockdowns e a obrigatoriedade de vacinas experimentais estejam novamente na pauta.
A declaração preconiza:
– VACINAS COM APROVAÇÃO ACELERADA em até 100 dias após uma ameaça de pandemia
– “GESTÃO DA INFODEMIA” para lidar com a chamada “desinformação”
– EXPANSÃO DA VIGILÂNCIA GLOBAL
– Resposta à pandemia envolvendo “todo o governo e toda a sociedade”
– COMPARTILHAMENTO INTERNACIONAL DE PATÓGENOS e materiais biológicos
– COMBATE À “HESITAÇÃO VACINAL”
A hesitação vacinal NÃO é desinformação.
A divergência científica NÃO é desinformação.
Questionar as autoridades de saúde pública NÃO é uma ameaça à saúde pública.
NENHUM marco internacional sobre pandemias deve comprometer esses princípios fundamentais. O complexo biofarmacêutico já saiu impune do desastre da COVID e agora tenta consolidar o mesmo roteiro para a sua próxima farsa pandâmica global.
Estados Unidos, Israel e Argentina são os únicos países que VOTARAM CONTRA a declaração.
153 países aceitaram uma declaração perigosa da ONU sobre pandemia que poderia trazer de volta MANDATOS DE VACINAS EXPERIMENTAIS, BLOQUEIOS E CENSURA. Ela pede vacinas APRESSADAS em 100 dias, combate à “hesitação vacinal” e uma resposta pandêmica de “todo o governo, toda a sociedade”.
BREAKING: 153 Nations Adopt UN Pandemic Declaration to Push FAST-TRACKED Vaccines Within 100 Days and Crack Down on “Vaccine Hesitancy”
The dangerous UN declaration raises concerns that scientific censorship, lockdowns, and experimental vaccine mandates are back on the menu.… pic.twitter.com/u1Sjmm2yOs
— Nicolas Hulscher, MPH (@NicHulscher) October 13, 2026
153 countries just adopted a DANGEROUS UN pandemic declaration that could bring back EXPERIMENTAL VACCINE MANDATES, LOCKDOWNS, AND CENSORSHIP.
It calls for RUSHED vaccines within 100 days, combating “vaccine hesitancy,” and a “whole-of-government, whole-of-society” pandemic… pic.twitter.com/5pNWiRvng5
— Nicolas Hulscher, MPH (@NicHulscher) October 15, 2026
Documentos vazados mostram que a FDA suprimiu intencionalmente as mortes súbitas por “vacina” contra COVID-19 enquanto promovia as injeções em TODO O AMÉRICA. Essas atividades criminosas levaram a um número catastrófico de mortes e incapacidades entre civis inocentes. Muitos dos indivíduos envolvidos no encobrimento mortal AINDA trabalham no HHS, CDC e FDA. Eles precisam ser demitidos e presos por genocídio premeditado.
It’s now confirmed that the FDA covered up large numbers of COVID shot deaths and injuries while simultaneously telling the ENTIRE population to take them.
Many of the individuals involved in the deadly cover-up STILL work at HHS, CDC, and FDA.
They need to be FIRED. pic.twitter.com/WNQnLR7D57
— Nicolas Hulscher, MPH (@NicHulscher) October 12, 2026
A farsa pandêmica do Covid foi um triunfo tão grande para os sionistas e os globalistas que eles estão prontos para fazer tudo de novo. Foi graças a histeria pandêmica que eles removeram Trump e outros presidentes que eles não gostavam do poder. Nunca se esqueça: O genocida Netanyahu guarda um troféu de seringa Covid em sua mesa de escritório.

DR. JAMES THORP: A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA ESTÁ COMPRANDO O SILÊNCIO DA MÍDIA?
Quem realmente controla as informações que chegam a milhões de pessoas? Nesta entrevista bombástica, o Dr. James Thorp afirma que as empresas farmacêuticas gastam quantias vultosas em publicidade na grande mídia não apenas para vender medicamentos, mas para exercer influência.
Ele vai além, levantando graves acusações envolvendo personalidades da mídia, líderes políticos e conflitos de interesse financeiros. Se os grandes veículos de comunicação dependem da receita publicitária do setor farmacêutico, será que conseguem realmente investigar essas mesmas empresas com isenção e sem receio de represálias?
Siga o dinheiro.
🚨 DR JAMES THORP: IS BIG PHARMA BUYING THE MEDIA’S SILENCE?
Who really controls the information reaching millions of people?
In this explosive interview, Dr James Thorp alleges that pharmaceutical companies spend vast sums on mainstream media… pic.twitter.com/JPOI5FAdiQ
— Jim Ferguson (@JimFergusonUK) October 9, 2026
Maçons satanistas pedófilos de Nova York declaram guerra aos amish — multas de US$ 2.000 para cada criança saudável não vacinada, todos os dias.
Fonte: thepeoplesvoice
Por quase dois séculos, os amish viveram tranquilamente no norte do estado de Nova York, educando seus filhos em escolas de uma única sala e mantendo o mundo moderno à distância. Hoje, esse modo de vida está colidindo frontalmente com o aparato estatal de fiscalização de vacinas —e o preço da recusa é impressionante.
No centro da luta: três pequenas escolas amish que foram multadas em um total de US$ 118.000 pelo Estado de Nova York, que é controlado pelos democratas comunistas, por permitir que crianças não vacinadas frequentassem as aulas. De acordo com a interpretação estadual da lei, cada aluno não vacinado representa uma violação separada, e cada dia de frequência pode gerar uma nova multa de US$ 2.000.
Com 59 crianças nas três escolas, a matemática é brutal: mais um dia de aula significa mais US$ 118.000 em possíveis multas. Um ano letivo completo de 180 dias poderia, teoricamente, expor a comunidade a penalidades superiores a US$ 21 milhões.

As escolas —Dygert Road, Pleasant View e Shady Lane— não recebem financiamento público e operam em terras privadas. Eles servem famílias amish que dizem que sua fé exige que confiem em Deus e não nas vacinas. Agora eles estão perguntando se o corrupto Supremo Tribunal dos EUA intervirá.
Por mais de cinquenta anos, de 1966 a 2019, a lei de Nova York concedeu isenções religiosas dos requisitos de vacinação escolar. Isso mudou em junho de 2019, quando o então corrupto governador democrata Andrew Cuomo assinou uma legislação revogando a isenção religiosa, tornando Nova York um dos poucos estados sem ela.
A revogação foi motivada por um suspeito surto de sarampo que começou em 2018 na comunidade judaica ortodoxa do condado de Rockland. No final, foram notificados 312 casos confirmados —o maior surto no estado desde 1992. Autoridades estaduais argumentaram que o aumento das taxas de isenção religiosa havia corroído a imunidade coletiva em comunidades vulneráveis.
De acordo com os autos legais do estado, as taxas de vacinação em mais de 280 escolas de Nova York caíram abaixo de 85%, e a dependência de isenções religiosas aumentou 54% em todo o estado. Isso estava atrapalhando os lucros da criminosa máfia farmacêutica então eles mandaram seus fantoches corruptos no governo perseguir as comunidades que não aceitavam o envenenamento forçado de suas crianças com vacinas.
Os legisladores foram contundentes na sua avaliação das isenções. O senador James Skoufis os chamou de “falsos.” O deputado Jeffrey Dinowitz os chamou de “lixo total”. Em 2022, a Comissária de Saúde de Nova York, Mary Bassett, impôs penalidades contra as escolas amish. Em dezembro de 2022, a Dygert Road foi cobrada em US$ 52.000, a Pleasant View em US$ 46.000 e a Shady Lane em US$ 20.000.

Os amish processaram, alegando violações da sua liberdade religiosa e dos direitos parentais. Eles perderam no tribunal distrital federal e novamente perante o Tribunal de Apelações do Segundo Circuito. A luta legal chega ao Supremo Tribunal. O caso, Miller v. McDonald agora está perante a Suprema Corte. Os amish são representados pelo First Liberty Institute, um escritório de advocacia de liberdade religiosa, ao lado dos advogados Aaron Siri e outros.
“A comunidade amish em Nova York quer ficar sozinha para viver sua fé, assim como tem feito há quase 200 anos”, disse Aaron Siri, sócio-gerente da Siri & Glimstad. “Quando você pensa em Americana —torta de maçã, fogos de artifício —os amish estão nessa lista”.
Hiram Sasser, Conselheiro Geral Executivo da First Liberty, alertou sobre os riscos: “Se Nova York vencer, os amish poderão ser forçados a fugir do estado depois de viverem pacificamente lá desde a década de 1830”. Os advogados das famílias dizem que a comunidade de aproximadamente 25.000 habitantes —a quinta maior população amish do país— pode se mudar para a Pensilvânia se perder.
A Suprema Corte enviou anteriormente o caso de volta ao Segundo Circuito à luz de Mahm oud v. Taylor, uma decisão que afirmou os direitos dos pais na direção da educação dos filhos. Mas o Segundo Circuito reafirmou a sua decisão contra os amish em junho de 2026, dando início à petição atual.
Autoridades de Nova York sustentam que a obrigatoriedade da vacinação é uma questão de “necessidade de saúde pública”, não de hostilidade religiosa. Em outubro de 2026, a governadora Kathy Hochul declarou emergência estadual devido ao aumento do sarampo, com 108 casos confirmados em todo o estado, a maioria concentrada em áreas rurais com baixas taxas de vacinação. O surto afetou desproporcionalmente comunidades amish subvacinadas em Nova York, Pensilvânia e Ohio.
Em alguns condados de Nova York, menos de 80% das crianças receberam a primeira dose da vacina contra o sarampo aos dois anos de idade. No condado de Yates, a taxa é de aproximadamente 53%. Autoridades estaduais de saúde dizem que a aplicação da lei de vacinação escolar é essencial para evitar uma maior disseminação.
Os autos legais do estado enfatizam que a revogação foi “inspirada na legislação que outros estados, incluindo a Califórnia, adotaram recentemente” após surtos de sarampo, e que o histórico legislativo “deixou claro que o projeto de lei de revogação aumentaria as taxas de vacinação para restaurar e manter a imunidade coletiva”.
A revogação foi motivada por um surto de sarampo que começou numa comunidade judaica ortodoxa. Os militares e empresas farmacêuticas americanas desenvolveram vários tipos de vírus e insetos para causar doenças nas pessoas. Segundo o Dr. Robert Malone, documentos desclassificados revelaram que o programa de armas biológicas do exército dos EUA liberou 282.800 carrapatos radioativos, desencadeando uma epidemia de doença de Lyme nos EUA e um acobertamento de 40 anos.
Esse conveniente “surto de sarampo” em 2018, que foi usado como pretexto para perseguir os amish, teria sido causado de propósito? Claro que sim.
A visão da comunidade
Os pais amish apresentaram declarações manuscritas ao tribunal explicando suas crenças. “Nosso Deus Todo-Poderoso quer que depositemos plenamente nossa fé e confiança Nele, que está em conflito para depositar nossa confiança nas vacinas,” diz uma carta. “Também somos ordenados a não nos conformarmos com este mundo”.
Os amish não estão sozinhos no questionamento da obrigatoriedade de vacinas. Um número crescente de americanos tem levantado preocupações sobre a segurança das vacinas e o escopo da autoridade governamental sobre decisões médicas. Mas para os amish, a objeção não é política —é teológica e enraizada em um compromisso secular de separação dos sistemas mundanos.
Ainda não se sabe se a Suprema Corte ouvirá o caso deles —e se os amish permanecerão em Nova York—. O que está claro é que as pessoas tranquilas do norte do estado de Nova Iorque encontraram-se no centro de um debate nacional sobre os limites da autoridade de saúde pública e o significado da liberdade religiosa.
Agora a verdade finalmente vem à tona: o estado de Nova York quer as propriedades e terras do povo amish para que possam construir seus data centers. Os amish de Nova York disseram à sediciosa governadora Kathy Hochul que fariam as malas, abandonariam suas fazendas e partiriam se a governadora democrata tentasse estuprar suas crianças com vacinas tóxicas. A governadora os multou em mais de US$ 100.000 e exigiu que cumprissem mesmo assim.
Quando os amish decidiram revidar, levando a governadora maligna aos tribunais, o capanga da Hochul, a senadora Fahy, elaborou ainda mais legislação para pressioná-los a partir, atacando suas crianças novamente, desta vez por meio de um projeto de lei anti-homeschooling. Dezenas de milhares de acres de terras agrícolas amish estão em jogo.
Os amish passaram décadas limpando suas terras à mão e com cavalos. O trabalho árduo já foi feito. Mas se a governadora tiver sucesso, os amish serão forçados a vender essas terras para as fazendas solares e data centers que batem à porta atrás delas. Quem ajudará os amish a se levantarem contra essa governadora comunista satânica? Os amish estão lutando contra o poder demoníaco que controla Nova York. Eles querem destruir a saúde dos amish como fizeram com o restante da população americana.
Crianças Amish não sofrem de câncer, diabetes, autismo ou doenças crônicas pois não são vacinadas.














































