Nos artigos publicados no blog La Cruna dell’Ago, o jornalista italiano Cesare Sacchetti aponta que o liberalismo e a democracia liberal funcionam como o “cavalo de Troia” e o “grimaldello” (instrumento arrombador) da maçonaria para destruir a ordem natural, a cristandade e as nações, servindo para subjugar as instituições aos propósitos da sociedade secreta. Nos textos do site, as principais relações estabelecidas por Sacchetti entre a maçonaria e a democracia liberal incluem:

  • Instrumento de subversão institucional: O liberalismo é descrito como o Cavalo de Troia perfeito para os inimigos da cristandade, enquanto a maçonaria atua como o instrumento utilizado para desestruturar cada canto das instituições públicas e garantir a subserviência aos desígnios da sociedade secreta.

  • Convergência de sistemas: Sacchetti argumenta que vertentes políticas aparentemente opostas na superfície (como as diferentes correntes da democracia liberal) partem de pontos distintos para convergir no mesmo objetivo final: a destruição da família, da pátria, da cristandade e da ordem natural das coisas.

  • Controle oculto e elites: Segundo o autor, as estruturas democráticas modernas e as repúblicas pós-guerra são dominadas por consorterias e elites ligadas a redes maçônicas e financeiras ocultas, agindo de maneira separada da verdadeira realidade social e dos interesses das nações.

Sacchetti desenvolve de forma recorrente e detalhada a tese de que a democracia liberal não é o oposto do poder maçônico, mas sim a sua expressão política máxima e uma forma de ditadura velada. Aqui estão os pontos centrais da relação que Sacchetti estabelece entre a maçonaria e a democracia liberal, conforme seus artigos no site:

A democracia liberal como a “casa” da maçonaria

Sacchetti afirma categoricamente que o sistema político que melhor serve aos interesses da maçonaria é a democracia liberal. Ele escreve que “a casa da maçonaria, no que diz respeito aos sistemas políticos, é a democracia liberal”. Nesse sistema, segundo ele, “o poder é confiado à maçonaria”. Ele afirma que a maçonaria não é uma irmandade de homens “bem-intencionados” e “pensadores livres” que se une “para compartilhar ideais”.

A maçonaria é uma organização luciferiana totalitarista que controla e corrompe cada instituição numa democracia liberal, na qual constrói as carreiras de seus iniciados e destrói as carreiras daqueles que não são maçons ou que não são controlados pela maçonaria, assim como atua para destruir a soberania nacional em nome da “Nova Ordem Mundial” dos jesuítas e Vaticano.

A origem maçônica do sistema

O autor argumenta que as próprias fundações da democracia liberal são maçônicas. Ele afirma que “os pais da liberal-democracia estavão todos inscritos nas lojas”, remontando essa influência aos pensadores do século das luzes (Iluminismo). Para Sacchetti, a natureza intrínseca desse sistema é “incuravelmente maçônica”. A maçonaria floresce na democracia liberal.

O Grão-Mestre da Loja Maçônica Grande Oriente da França afirmava já em 1973 que não havia organização na sociedade onde a maçonaria não estivesse infiltrada. A afirmação da democracia liberal não significou outra coisa senão a instauração da ditadura dos maçons.

Philippe de Villiers recorda como, no ano passado, o fantoche Emmanuel Macron visitou a Grande Loja da França, onde prestou um juramento solene. Naquela ocasião, Macron agradeceu à maçonaria francesa por fornecer os textos que, posteriormente, serviram de base para a aprovação de várias leis no Parlamento. Por fim, Macron declarou que a França é filha natural da República — e, portanto, da maçonaria, que impulsionou a Revolução Francesa e o fim da monarquia. Do “Reino do Terror” da Revolução Francesa surgiu a democracia liberal e o comunismo.

A globalista Angela Merkel manifestou-se novamente, afirmando explicitamente que os Estados recebem ordens de corporações multinacionais. A ex-chanceler acrescenta ainda, com orgulho e satisfação, que foi Bill Gates quem exerceu “pressão moral” para tornar as vacinas tóxicas obrigatórias, valendo-se de seus vastos recursos financeiros para comprar políticos e burocratas. Em outras palavras, Merkel simplesmente confirmou quem realmente manda nas democracias liberais. Não são os políticos eleitos que dão as cartas; o poder está nas mãos dos oligarcas.

Observing Consciousness
@holonabove

Angela Merkel expôs o sistema operacional do controle global de dentro da sala… Um bilionário não eleito pode entrar em países como um igual, selecionar a prioridade, pressionar líderes eleitos, destrancar dinheiro público e usar reputação internacional para punir a resistência… As vacinas tóxicas promovidas por Bill Gates nos deram um nó visível… siga o mecanismo para fora e todo o organismo aparece como fundações financiam, especialistas legitimam, instituições padronizam, mídia condiciona, corporações entregam e governos aplicam.

Esta thread em quatro partes mapeia a admissão, expõe a maquinaria, fecha o ciclo de controle e mostra por que a soberania se tornou o contramovimento que varre o mundo… Uma vez que você vê quem moldou as escolhas antes que líderes eleitos as anunciassem, o realinhamento global se torna impossível de ser mal entendido…

Merkel descreveu como o dinheiro privado acumulou poder institucional suficiente para se posicionar ao lado de governos soberanos, selecionar quais problemas recebem atenção, pressionar líderes eleitos a fornecerem dinheiro público e impor custos de reputação àqueles que resistem… Gates (e muitos outros) nunca precisaram vencer uma eleição… sua fundação lhe deu acesso igual ao de chefes de governo e alavancagem suficiente para dizer a líderes africanos que Merkel tinha sido “mão de vaca” quando a Alemanha falhou em contribuir o suficiente para a aliança de vacinas.

Merkel admite que isso a colocou em uma posição ruim e permitiu que Gates adquirisse grande poder por meio de dinheiro… Sua troca com Gates sobre educação revela como as prioridades foram selecionadas… a educação era descentralizada, em constante mudança e difícil de medir, enquanto a vacinação oferecia uma intervenção padronizada que poderia ser financiada, contada e escalada entre países… Tudo o que pode ser padronizado, medido e monitorado atrai capital centralizado, enquanto tudo o que é local ou difícil de quantificar gradualmente perde financiamento e atenção.

O capital privado seleciona a prioridade, fundações financiam as instituições ao redor dela, especialistas a legitimam, organismos multilaterais a convertem em consenso internacional… ONGs criam pressão moral, a mídia a apresenta como a posição responsável, corporações entregam o produto e governos fornecem dinheiro do contribuinte, autoridade legal e aplicação em todo o país… Quando o líder eleito anuncia a decisão, as escolhas aceitáveis já foram moldadas rio acima… Merkel acabou de abrir a porta… agora vamos atravessá-la e mapear o organismo…

O organismo de controle transnacional não requer uma única sede porque suas partes especializadas estão conectadas por meio de dinheiro, pessoal, padrões, tecnologia e acesso… Seu cérebro é o capital concentrado detido por fundações bilionárias, corporações multinacionais, grandes bancos e gestores de ativos que determinam quais prioridades recebem financiamento… Seu sistema nervoso é a camada multilateral da ONU, OMS, Banco Mundial, FMI, OCDE, UE e instituições relacionadas que traduzem essas prioridades em padrões, metas e estruturas de políticas…

Sua camada intelectual consiste em universidades, think tanks, consultorias, associações profissionais e painéis de especialistas que produzem a pesquisa aprovada, a linguagem e as medições… Uma vez que essa camada define o problema, controla as evidências e estabelece a solução aceitável, os governos “democráticos” entram em um ambiente de políticas já construído para eles. Seu sistema circulatório move dinheiro por meio de subsídios, empréstimos de desenvolvimento, contribuições designadas, parcerias público-privadas, contratos de aquisição, fundos de pensão e fundos soberanos de riqueza.

Por baixo disso, está a infraestrutura financeira global de bancos centrais, sistemas de liquidação, bancos correspondentes, classificações de crédito e moedas de reserva, determinando quais governos podem emprestar, quais indústrias recebem liquidez e quais países podem ser isolados do capital global. As corporações se tornam os músculos que fabricam os produtos, operam as plataformas, constroem a infraestrutura e cumprem os contratos.

As redes de dados se tornam os sentidos que medem populações, atribuem riscos e rastreiam o cumprimento. Plataformas em nuvem, sistemas de pagamento, identidade digital, telecomunicações e bancos de dados governamentais se tornam a memória que permite que as políticas sejam administradas por meio de acesso, permissões e condições automatizadas. O capital seleciona a missão enquanto as instituições conectadas constroem o mundo necessário para administrá-la. Essa é a anatomia… agora vamos seguir como ele se protege, se reproduz e converte influência em execução…

Todo sistema funcional precisa de um ciclo de controle. O organismo se protege por meio de uma camada de comunicações composta por organizações de mídia, ONGs, grupos de advocacia, relações públicas corporativas e especialistas credenciados que transformam preferências institucionais em imperativos morais. Tratados, reguladores, tribunais, regras de aquisição e burocracias permanentes então formam a casca legal que preserva a política muito tempo após os políticos que a anunciaram terem desaparecido.

Seu sistema de recrutamento mantém a maquinaria viva através de gerações… universidades “de elite”, bolsas de estudo/pesquisa, fundações, think tanks e programas de liderança identificam pessoal, fornecem credenciais e os circulam por meio de governo, mídia, finanças, tecnologia e instituições internacionais. Eleições substituem os rostos enquanto a mesma classe profissional continua administrando o sistema. Crises controladas aceleram o processo criando urgência, reduzindo deliberação e abrindo a porta para parcerias de emergência, nova infraestrutura e padrões permanentes.

A maquinaria só precisa de soluções preparadas, mensageiros confiáveis e veículos de financiamento prontos para expandir quando a oportunidade chega. O governo eleito se torna a camada de execução voltada para o público porque fundações não podem taxar uma nação, bancos não podem aprovar legislação e instituições multilaterais não podem implantar agências domésticas de forma independente. O governo fornece esses poderes enquanto políticos assinam os cheques, reguladores escrevem as regras, burocracias as administram e o público absorve o custo.

É assim que líderes eleitos podem funcionar como figuras de proa enquanto retêm uma enorme autoridade formal. Eles permanecem visíveis o suficiente para absorver a responsabilidade pública enquanto operam dentro de um sistema cujas prioridades, financiamento, expertise e legitimidade foram montadas em outro lugar. Muitos se tornaram participantes voluntários porque a rede fornecia dinheiro, acesso, prestígio, proteção e políticas prontas. A camada mais profunda somos nós… cidadãos fornecem os impostos, poupanças de pensão, dados de consumo, crédito nacional e legitimidade institucional que alimentam o organismo parasita chamado “democracia liberal”.

A riqueza pública é reunida em fundos, esses fundos financiam corporações e veículos de política, e essas instituições retornam com o poder de moldar as vidas das pessoas cujo capital as criou. O controle distribuído torna a arquitetura durável… seus centros de poder podem competir por território, lucro e táticas enquanto preservam o mesmo sistema operacional por meio de financiamento compartilhado, pessoal, padrões, infraestrutura e incentivos. Uma vez que vemos de onde vem a alavancagem, o retorno mundial à soberania começa a fazer sentido… vamos olhar para isso agora…

A contramanobra soberana é o que todos nós estamos começando a reconhecer. Merkel expôs muito mais do que Bill Gates, ela expôs a arquitetura da governança sem propriedade democrática. As vacinas tóxicas foram um nó visível dentro de um sistema operacional que se estende por finanças, energia, alimentos, educação, tecnologia, defesa, mídia e desenvolvimento global. O capital selecionou as prioridades enquanto as finanças disciplinavam, os especialistas legitimavam, as instituições multilaterais padronizavam, a tecnologia observava, a mídia condicionava, a burocracia preservava, as corporações entregavam, a inteligência protegia e o governo legalizava e aplicava.

O cidadão fornecia o dinheiro, os dados e o consentimento enquanto via o líder eleito como a pessoa supostamente no controle. Agora o movimento global de soberania entra em foco. As nações estão recuperando fronteiras, energia, indústria, alimentos, dinheiro, dados, políticas de saúde e infraestrutura crítica porque esses são os pontos de pressão através dos quais o organismo transnacional acumulou alavancagem. A dependência permitiu que instituições externas influenciassem prioridades domésticas, anexassem condições ao capital, controlassem sistemas essenciais e estreitassem as escolhas disponíveis aos governos eleitos.

Cada capacidade soberana reconstruída internamente remove outro ponto de pressão… energia doméstica enfraquece a coerção externa… sistemas alimentares e industriais independentes reduzem a alavancagem das cadeias de suprimentos… e o controle nacional sobre dados, comunicações e infraestrutura financeira limita a capacidade de redes privadas de administrar políticas por meio de acesso e permissões.

Reconstruir expertise interna permite que os governos avaliem políticas sem depender de instituições financiadas pelos mesmos interesses que propõem a solução. Esta é a realinhamento maior em curso, a soberania está se tornando o princípio organizador de um mundo que viu no que a dependência eventualmente se torna. Merkel nos mostrou o antigo sistema de controle de dentro da sala, o próximo capítulo é sobre nações desmantelando sua alavancagem de fora para dentro… estamos testemunhando isso acontecer em todo o mundo…

Bill Gates foi um dos arquitetos da operação terrorista do coronavírus. A figura ligada à Microsoft e amigo íntimo de Jeffrey Epstein — um bilionário pedófilo a serviço do Mossad — escreveu um artigo ontem no qual sugeriu, sem rodeios, que as elites globais fracassaram. A operação de terror do coronavírus não conseguiu instaurar a ditadura maçônica satânica global idealizado pelas grandes famílias Illuminati, como os Rockefeller ou os Rothschild.

Já não há como alcançar o “Grande Reinício” (Great Reset) desejado pelo Fórum Econômico  Mundial — isto é, a reestruturação social necessária para inaugurar o autoritarismo global. Gates disse que sua maior preocupação é o fato de que as populações globais não depositam mais qualquer confiança em seus respectivos governos. As pessoas simplesmente perceberam que os políticos são meros fantoches manipulados à distância por centros de poder ocultos, cuja própria existência é, muitas vezes, desconhecida do grande público.

Essa “crise de confiança”, como Gates a chama, poderia — sob certos aspectos — significar o fim da própria democracia liberal maçônica. Uma vez que as massas deixam de acreditar na virtude ou na boa-fé do sistema democrático e percebem que os verdadeiros senhores da democracia são aqueles que ocupam as lojas maçônicas, a condição essencial para manter vivo o sistema democrático entra em colapso. Gates admitiu que não tem respostas para lidar com essa situação. Um dos homens que conceberam essa operação de terror admitiu, essencialmente, a sua própria impotência.

As grandes elites globalsitas — que se iludiam pensando ser omnipotentes e ter o destino do mundo em suas mãos, talvez conforme delineado em algum documento publicado por Davos — perceberam, pela primeira vez, que o jogo lhes escapou do controle. A crise que arquitetaram não produziu o resultado que haviam previsto. E há algo ainda pior reservado para eles.

Os governos “democráticos” em conluio com a criminosa máfia médico farmacêutica estariam envenenando a população com vacinas tóxicas para lucrarem com as doenças causadas por elas?

A Henry Ford Health publicou um estudo sobre “Vacinados vs. Não Vacinados” onde omitiu que crianças vacinadas eram muito menos saudáveis do que as não vacinadas. A Henry Ford Health recusou-se a comparecer à Audiência de Supervisão da Câmara de Michigan, apesar de lhe ser oferecida a primeira e a última palavra sobre seu próprio estudo. O epidemiologista Nicolas Hulscher divulgou dados EXPLOSIVOS sobre vacinas na Audiência de Supervisão da Câmara de Michigan, à qual a Henry Ford Health se RECUSOU comparecer…

“TODAS as 22 categorias de doenças crônicas foram proporcionalmente MAIORES nas crianças vacinadas no MAIOR e mais ABRANGENTE estudo de coorte de nascimento vacinados vs. não vacinados até o momento.”

Nossa reanálise revisada por pares dos dados da Henry Ford Health examinou os NÚMEROS BRUTOS:

Qualquer condição crônica: 250% MAIOR
Asma: 553% MAIOR
Doença atópica: 386% MAIOR
Doença autoimune: 1.120% MAIOR
Disfunção cerebral: APENAS EM VACINADOS
Câncer: 54% MAIOR
Diabetes: APENAS EM VACINADOS
Alergia alimentar: 128% MAIOR
Distúrbios de saúde mental: 696% MAIOR
Distúrbios neurodesenvolvimentais: 1.254% MAIOR
TDAH: APENAS EM VACINADOS
Autismo: 180% MAIOR
Deficiências comportamentais: APENAS EM VACINADOS
Atraso no desenvolvimento: 412% MAIOR
Deficiências de aprendizagem: APENAS EM VACINADOS
Deficiências intelectuais: APENAS EM VACINADOS
Distúrbios de fala: 803% MAIOR
Deficiências motoras: 810% MAIOR
Tiques: APENAS EM VACINADOS
Outras deficiências psicológicas: APENAS EM VACINADOS
Distúrbios neurológicos: 26% MAIOR
Distúrbios convulsivos: 216% MAIOR

No momento em que você deposita seu voto na urna ou clica na máquina de voto eletrônico hackeada, você dá seu consentimento e entrega todo o seu poder individual para um político faminto por controle. Pelos próximos quatro anos, milhões de pessoas viverão sob os decretos e vontades desse grupo eleito, configurando o que Osho chamava de ditadura de 4 anos.

Ao depositar o voto, o cidadão abdica de sua própria soberania e autoridade pessoal, entregando-as a pessoas desconhecidas e concedendo, de forma implícita e legal, o seu consentimento cósmico para ser controlado, manipulado, abusado, roubado e como acontece frequentemente, envenenado e assassinado (vacinas tóxicas) pelos falsos representantes que servem às elites maçônicas financeiras e corporativas.

Na década de 1990, aproximadamente 160 líderes “democráticos” traíram seus povos e assinaram um acordo secreto de escravização com as elites maçônicas globalistas no Cairo em 1994 para reduzir a população de seus respectivos países.  E a farsa pandêmica do Covid, com suas vacinas tóxicas, provou que este acordo de extermínio continua a ser implementado pelas elites políticas nacionais. É por isso que, apesar de todas as diferenças políticas e ideológicas na maioria dos países do mundo, foram implementados os “mandatos” da OMS para a imposição da vacinação obrigatória.

E é preciso dizer que muitos funcionários dos ministérios de saúde, políticos e até mesmo médicos estavam ativamente envolvidos no processo de redução da população promovendo ativamente as vacinas “seguras e eficazes”, e participaram disso pois receberam muito dinheiro da máfia farmacêutica para ajudar a aumentar a percentagem de pessoas vacinadas nos estados nacionais e em regiões individuais.

Mas os médicos, e até mesmo políticos, que não se venderam aos satanistas globalistas não conseguiram impedir essa bacanal de servos das trevas a coagir milhões de pessoas a serem cobaias das vacinas experimentais tóxicas. A OMS é uma organização terrorista que está empenhada em reduzir a população mundial. E não é à toa que recentemente houve um aumento no número de mortes e a queda catastrófica na taxa de natalidade em quase todo o mundo.

Ao mesmo tempo, a maior taxa de mortalidade da população é observada justamente nos países onde o percentual de pessoas vacinadas foi maior. E médicos e cientistas honestos já estão expressando essa informação. As organizações terroristas internacionais dos satanistas globalistas, percebendo que muitas pessoas começaram a despertar, introduzem censura total nas nações “democráticas” contra todas as fontes de informação que expõe seus planos criminosos anti-humanos.

Para aqueles idiotas que acreditam que a OMS se importa com a saúde das pessoas, e não o contrário, não sabem que Tedros Adhanom Gebreius não é médico. Você sabe quem ele é?  Ele é membro da “Frente de Libertação do Povo Tigré”, que foi classificada pelo governo dos EUA como uma organização terrorista na década de 1990 e ainda está listada no Banco de Dados Global de Terrorismo.  Bem, se um terrorista está à frente de uma organização supostamente de “saúde”, então o que é essa organização em si?  E não é por acaso que Tedros está intimamente ligado às fundações Clinton e Gates.

Ex-executivo da Pfizer, Dr. Mike Yeadon:

“Não houve pandemia, e a mentira foi mantida para injetar… 5,5 bilhões de pessoas com uma substância intencionalmente tóxica, das quais dezenas de milhões morreram até agora.”

Durante a farsa pandêmica do Covid, a Argentina, Austrália, China, Canadá e outros países criaram campos de concentração Covid. Os governos “democráticos” prenderam cidadãos com “suspeita” de Covid em “centros de isolamento”. O fantoche globalista, o comunista Alberto Fernández, ex-presidente da Argentina, amigão dos comunistas Lula e Dilma, humilhou milhões de argentinos tratando-os como criminosos.

Nesse vídeo, o ex-presidente Fernández disse: “Não vou permitir que vocês façam o que quiserem, se entenderem numa boa, ótimo, caso contrário, vocês me deram o poder para fazê-los entender da pior maneira”. Esse comunista corrupto e imoral condenou milhões de argentinos a prisão domiciliar usando como desculpa a farsa pandêmica do Covid, que ele e sua quadrilha comunista sabiam que era uma fraude.

Esse comunista recebeu milhões em suborno da máfia farmacêutica para forçar milhões de argentinos a serem envenenados com as vacinas tóxicas. Ao votar, os argentinos deram sua autoridade e consentimento a esse vagabundo para serem controlados, enganados, aterrorizados, roubados e assassinados. Esse é o truque sujo da democracia liberal maçônica que nunca é explicado à população de ingênuos e ignorantes.

O grande trunfo da democracia liberal maçônica foi fazer com que as pessoas aceitassem sua própria submissão através do consentimento fabricado. Ao aceitar as regras do jogo democrático-corporativo, a sociedade civil entregou o controle da educação, da cultura e da economia para as fundações, ONGs e megacorporações que orbitam o eixo Londres-Washington-Vaticano, resultando na centralização tecnocrática que vivenciamos hoje.

A democracia nada mais é do que a  “ditadura pelo consentimento”. As sociedades secretas de alto nível perceberam que a coerção física tem limites e gera mártires, mas o consentimento fabricado é perpétuo. Ao participar do processo eleitoral, o cidadão aceita as regras do jogo e legitima o próprio aparato estatal que o rouba, engana, emburrece, oprime e mata.

Votar no sistema político é uma forma de consentimento explícito que transfere poder pessoal para uma estrutura controlada pelas elites maçônicas. As eleições servem mais como teatro para legitimar decisões já tomadas nos bastidores. Isso gera carma negativo (entendido como consequência de causa e efeito), pois reforça um sistema de exploração e limitação da consciência. Votar equivale a dar consentimento legal e energético aos políticos e ao sistema que eles representam.

Mesmo que o eleitor não concorde com tudo, o voto é visto como autorização para que aquele representante político aja em seu nome, e possa fazer coisas que vão contra a sua vontade. Ao votar, a pessoa entrega seu poder soberano (livre-arbítrio) a uma estrutura hierárquica que não representa o interesse coletivo verdadeiro, mas agendas ocultas. Quando você vota num político demagogo, tudo de ruim que ele fizer em seu governo, o carma negativo recairá sobre aqueles que votaram nele. É muito difícil de entender isso? 

A democracia é o governo dos ricos proprietários de escravos. Na democracia liberal maçônica, o único papel que você faz é a de palhaço! 

Por que a monarquia é melhor que a democracia liberal maçônica? 10

Quando as pessoas vão até as zonas eleitorais para votar em seus supostos “representantes” políticos, elas fazem o papel de palhaços no Circo da Democracia Maçônica que é controlado nos bastidores pelas elites financeiras maçônicas.

Até quando a população participará dessa palhaçada? No ciclo eleitoral, você vai votar naqueles que vão continuar te roubando através de mais impostos, regulações etc. Na farsa democrática, os escravos pagadores de impostos acham que são “livres” poque “escolhem seus supostos representantes”.

O Estado “democrático de direito” te ameaça a votar para não sofrer alguma penalidade, em pessoas que você nunca viu na vida ou que não sabe nada a respeito, além de toda aquela propaganda repulsiva que são as campanhas eleitorais pedindo voto. Aqueles que foram eleitos não tem a mais vaga ideia de quem votou neles, por isso não estão nem aí para os eleitores.

A democracia liberal no Brasil é uma completa depravação maçônica. Todo mundo viu os escândalos de corrupção envolvendo o judiciário, o executivo e o legislativo, e até os militares, com o corrupto banqueiro Daniel Vorcaro. Foi esfregado na cara de todo mundo quem realmente controla o “Estado democrático de direito”.

Por que a monarquia é melhor que a democracia liberal maçônica? 11

A única forma de quebrar essa teia de hipocrisia e controle da ditadura maçônica da democracia liberal não é tentando reformar o sistema político ou elegendo um representante “menos pior”, pois todos os caminhos são controlados pelas mesmas sociedades secretas satânicas. Foram as elites maçônicas britânicas que criaram a farsa democrática.

O Cavalo de Troia Britânico: Maçonaria, democracia liberal, direito inglês e Inns of Court como instrumentos de infiltração e controle global

Em sites e fóruns alternativos, uma narrativa recorrente descreve o Império Britânico não como um poder colonial convencional, mas como uma rede sofisticada de influência oculta que utilizou instituições aparentemente “universais” e “progressistas” como cavalos de Troia para moldar o mundo ocidental à sua imagem.

A maçonaria, a democracia liberal, o sistema de common law (direito consuetudinário inglês) e as Inns of Court (as quatro grandes associações de advogados em Londres) seriam os principais vetores dessa estratégia de longo prazo.

A maçonaria como rede de infiltração britânica nas nações

A maçonaria moderna, formalizada no início do século XVIII na Inglaterra, é vista por muitos teóricos como uma continuação disfarçada das tradições dos Templários e de sociedades secretas anteriores. Espalhada junto com o expansionismo britânico, as lojas maçônicas serviram como clubes de elite onde as elites locais, comerciantes, intelectuais e políticos eram cooptados.

Nas colônias e nações independentes, os maçons promoviam ideais de “liberdade”, “fraternidade” e “igualdade” que, na prática, alinhava os interesses locais aos da Coroa Britânica e da City de Londres (o centro financeiro autônomo). A tal “liberdade”, “fraternidade” e “igualdade” está reservada apenas para os maçons e não para os “profanos”, o povo comum.

Teóricos citam figuras como Cecil Rhodes (financiador do império britânico e maçom) e o maçom Albert Pike como exemplos de como a maçonaria servia a um projeto de federação imperial ou de “Nova Ordem Mundial” sob influência anglo-saxã. A maçonaria orquestrou revoluções, ditaduras e independências “controladas”, como a Americana (com muitos Pais Fundadores maçons), que manteve laços econômicos e culturais profundos com Londres.

Democracia liberal, a ilusão do autogoverno

A democracia liberal, com sua ênfase em eleições, separação de poderes e direitos individuais, seria outro Cavalo de Troia. Exportada pelo Império Britânico, ela substituiu monarquias por estruturas onde o poder real permanecia nas mãos de elites financeiras e bancárias ligadas à City de Londres. Em vez de soberania popular genuína, criava-se um sistema de partidos e parlamentos manipuláveis por influência maçônica, imprensa controlada e dívida pública.

Teóricos argumentam que isso permitiu ao Império Britânico “descolonizar” formalmente enquanto mantinha controle indireto via instituições comuns (Commonwealth, finanças, direito). A democracia liberal enfraquece identidades nacionais fortes, favorecendo o cosmopolitismo e a integração global sob hegemonia anglo-americana. Com as democracias instaladas nos países,  cria-se bancos centrais para transferir a riqueza da população para os banqueiros e rentistas internacionais na City de Londres.

Direito inglês e Inns of Court: O núcleo do controle legal

As Inns of Court (Inner Temple, Middle Temple, Lincoln’s Inn e Gray’s Inn) são retratadas como o coração desse sistema jurídico. Surgidas no local dos antigos Templários em Londres, elas treinam barristers (advogados que pleiteiam nos tribunais) no common law — um sistema baseado em precedentes judiciais, flexível e evolutivo, diferente do direito civil romano-codificado do continente europeu.

Segundo narrativas conspiratórias, o common law permite interpretação criativa e adaptação que favorece elites e interesses financeiros. Advogados formados nas Inns levavam esse modelo para colônias e nações influenciadas (EUA, Canadá, Austrália, Índia, etc.), criando uma classe jurídica uniformemente treinada que via o mundo através de lentes britânicas.

Muitos líderes pós-independência eram formados lá, garantindo continuidade de influência mesmo após a “independência”. A City of London, com seu status semi-autônomo, reforçaria isso como centro de direito comercial internacional. Os Tribunais Civis e Ordens de Advogados nas nações supostamente “soberanas e independentes” tem conexões diretas com as Inns of Court. A corrupta justiça maçônica britânica foi exportada para o mundo todo, por isso nunca vemos as elites sendo presas.

A estratégia geral: Infiltração silenciosa

A tese alternativa sustenta que, após o enfraquecimento direto do Império, a elite britânica (aristocracia fundida com finanças judaico-maçônicas) adotou uma abordagem indireta: usar ideais iluministas e liberais para dissolver resistências locais, enquanto redes secretas (maçonaria) coordenavam. Isso explicaria a semelhança de sistemas políticos, jurídicos e econômicos no Ocidente, todos orbitando o modelo anglo-saxão.

Segundo pesquisadores alternativos, os padrões de influência — de Rhodes a Milner, de bancos centrais a organizações internacionais — revelam um projeto de dominação disfarçado de libertação. Isso serve como alerta: instituições que parecem neutras ou benéficas podem carregar agendas históricas de poder.

A verdadeira libertação exige que o indivíduo retire o seu consentimento. Isso ocorre quando as pessoas assumem a responsabilidade total por suas próprias vidas, mentes e decisões, curando a dependência emocional de governantes e percebendo que a autoridade legítima sobre a sua existência reside apenas dentro de si mesmas.

As elites maçônicas globalistas lutam para destruir as nações soberanas para criar sua “Nova Ordem Mundial”. E todas as religiões também serão substituídas pelo culto de Lúcifer. Os maçons são movidos unicamente por uma paixão: dinheiro e lucro. A maçonaria não valoriza a vida humana, tratando-a com o maior desprezo. Seu ódio à vida fomenta um culto à morte — um culto que está na base da religião antiestatal, um culto venerado pela tanatocracia global.

Bolsonaro foi acusado pela Associação Brasileira de Juristas pela Democracia — um grupo ligado a Lula — de defender a “imunidade de rebanho”, boicotar o programa de vacinação e opor-se a políticas de saúde. Na verdade, Bolsonaro foi acusado de fazer tudo ao seu alcance, desde o início, para impedir que o Brasil fosse escravizado pela pseudociência da OMS e da mídia. Bolsonaro foi derrubado por tentar barrar a ditadura sanitária globalista no Brasil, que foi impulsionada pelo STF, Rede Globo e esquerda fascista. Bolsonaro foi derrubado e perseguido por opor-se àquilo que foi — e continua sendo — o mais grave crime contra a humanidade da história.

A falsa dicotomia entre liberalismo e comunismo

Um dos pilares do argumento de Sacchetti é que a oposição histórica entre liberalismo e comunismo é uma farsa. Ele explica que essa é uma “falsa dicotomia”, pois os dois ramos da democracia liberal sempre foram controlados pelas mesmas forças. Ambas as vertentes seriam apenas braços do mesmo projeto de poder maçônico e globalista.

Os comunistas nada mais são do que as pro$tituta$ das elites maçônicas financeiras e corporativas. A missão deles é a de destruir a classe média para que existam apenas duas classes sociais, os 1% dos ricos e os 99% de miseráveis. No Brasil, o ex-presidiário Lula que foi retirado da prisão por seus amigos jesuítas e maçons, tem como missão destruir a classe média brasileira e transferir a riqueza da população para os banqueiros e rentistas internacionais. Os banqueiros e rentistas nunca faturaram tanto como nos governos comunistas de Lula e Dilma.

Por que o Brasil continua sendo um antro de corrupção e uma República das Bananas? A presença de maçons na política brasileira é tradicional desde o Império e a Proclamação da República, com diversos ex-presidentes, governadores e parlamentares maçons ao longo da história. A maçonaria tem-se mantido por trás de todas as importantes ações por trás das instituições democráticas.

A instituição congrega atualmente quase seis milhões de maçons, pertencentes a 34 mil lojas espalhadas em 160 países, e que no Brasil são cerca de 150 mil. Em Brasília são sete mil e a última loja maçônica aberta na capital federal tem o nome do fundador da cidade, o maçom Juscelino Kubitschek, que construiu Brasília para homenagear o faraó Akhenaton, que não era humano. Ele foi o fundador da primeira religião dogmática na Terra e criador da Cabala.

A democracia liberal como uma “ditadura”

Sacchetti não hesita em usar o termo “ditadura” para descrever o atual estado da democracia liberal. Em um de seus textos, ele afirma de forma direta: “A ditatura existe agora, na democracia liberal…”. Ele descreve a essência desse sistema como um “mecanismo infernal” que foi “concebido justamente para favorecer” esse poder oculto. Em outro contexto, ele menciona explicitamente uma “ditadura maçônica” que opera diligentemente nos bastidores do poder.

“O sistema democrático promete a liberdade de expressão e respeito aos direitos humanos, mas depois os revogam quando isso ameaça os interesses daqueles nos bastidores dos palácios do poder. Se olharmos para o que aconteceu desde o início da falsa pandemia, percebemos que os países em que as restrições mais ferozes e as repressões mais autoritárias das liberdades pessoais foram aplicadas, não foram aqueles em que ditaduras ou outros sistemas de poder autocráticos estão em vigor, foram aqueles onde a democracia liberal predomina.”

Cesare Saccheti

Andy Burnham, o atual primeiro ministro do Reino Unido anunciou a criação de um “centro nacional de defesa da informação”. Na prática, não será mais possível dizer coisas que desagradem ao governo maçônico britânico. As democracias liberais europeias são as ditaduras mais opressoras e criminosas do mundo.

COMISSÃO EUROPEIA IMITA TÁTICAS DA UNIÃO SOVIÉTICA — DEPUTADO EUROPEU CROATA

Nessa entrevista com Jim Ferguson, o deputado croata Stephen Bartulica disse que vê “muitos paralelos” entre o que está acontecendo dentro da União Europeia hoje e os anos finais da antiga União Soviética. Ele aponta para a censura, restrições à liberdade de expressão, insatisfação com os resultados eleitorais e tentativas de “controlar a narrativa” e determinar quem pode governar.

E sua crítica a Bruxelas vai mais longe: “Eles controlam dinheiro demais. Estão chantageando abertamente os Estados-membros.” Essas são alegações graves de um membro em exercício do Parlamento Europeu que diz estar presenciando isso em primeira mão. Esse é o retrato da democracia liberal maçônica.

A captura das instituições e da constituição

Segundo o jornalista Cesare Sacchetti, a constituição italiana de 1948 representa o “triunfo da maçonaria”, que teve um papel decisivo em sua redação. Segundo ele, o sistema político atual é justamente aquele que “permite o domínio perfeito de instituições que vivem fora da lei, como a maçonaria”. Para Sacchetti, a democracia liberal não é um sistema de liberdade e contrapesos, mas sim a “casca” institucional perfeita que a maçonaria construiu e utiliza para exercer uma “ditadura” sem precisar recorrer a regimes autoritários formais.

A liberdade de associação e a estrutura representativa seriam, na visão do autor, as próprias ferramentas que permitem às lojas maçônicas infiltrar-se e controlar a polícia, a magistratura e o governo, mantendo a população sob uma ilusão de liberdade enquanto o poder real opera nos bastidores. A magistratura e o sistema judiciário não é um órgão imparcial de defesa dos cidadãos, mas sim uma engrenagem fundamental da “ditadura maçônica” e do sistema globalista.

O Poder Judiciário (a magistratura e as procuradorias) é um órgão profundamente corrompido, infiltrado e manipulado pela maçonaria para fins políticos, encobrimento de crimes de Estado e guerras internas de poder. Para Sacchetti, a corrupção do judiciário pela maçonaria não é um “desvio” ocasional, mas a sua própria função estrutural.

A justiça liberal-democrática serve para processar os inimigos do sistema (ou servir como palco para guerras internas entre facções maçônicas rivais), enquanto garante a blindagem legal para crimes abomináveis — como assassinatos rituais, pedofilia e massacres de Estado — cometidos pela elite financeira maçônica que governa nas sombras.

Aqui estão os principais pontos que ele aborda sobre a relação entre a maçonaria e o judiciário:

A falsa independência da magistratura

Sacchetti afirma categoricamente que, na atual configuração do Estado (a República Italiana de 1948), a magistratura é “tudo, menos independente”. Segundo ele, o judiciário está sob o estrito controle das lojas maçônicas, que o utilizam como ferramenta de poder, chantagem e proteção. Juízes, políticos e militares de alto escalão formam a elite infiltrada na “corrupta República liberal-democrática” para garantir a manutenção do sistema.

O “terceiro nível” e a proteção mútua

O autor retoma frequentemente o conceito desenvolvido pelos próprios magistrados Giovanni Falcone e Paolo Borsellino sobre a existência de um “terceiro nível” de poder operando por trás da máfia. Para Sacchetti, esse nível superior é composto por maçons, serviços secretos desviados e juízes que garantem a impunidade de suas redes. Quando um “irmão” maçom comete um crime, a maquinaria do judiciário é acionada para desviar as investigações, destruir provas e culpar inocentes.

O judiciário como campo de batalha das “Guerras Maçônicas”

Sacchetti frequentemente analisa grandes casos criminais não resolvidos ou controversos na Itália (os chamados “cold cases” ou mistérios italianos) não como meros crimes passionais, mas como teatros onde se desenrolam “guerras internas da maçonaria e da magistratura”. Ele afirma que investigações são desviadas por facções maçônicas rivais que usam o aparato judicial para destruir inimigos ou proteger os seus. Ele cita especificamente o envolvimento e a manipulação de magistrados dentro dessas disputas ocultas.

A cultura do “Insabbiamento” (encobrimento sistemático)

Uma das maiores acusações de Sacchetti é a de que as procuradorias italianas praticam o insabbiamento (o ato de enterrar/encobrir investigações) sempre que a pista leva a membros da elite maçônica e seus rituais satânicos ocultos. No caso do assassinato de Chiara Poggi, ele critica duramente a Promotoria de Pavia, afirmando que promotoria “pariu um rato” e classifica a investigação como um encobrimento intencional, pois os inquéritos não investigaram o papel da maçonaria deliberadamente para proteger os verdadeiros culpados.

A traição institucional: Falcone, Borsellino e os massacres de 1992

A visão de Sacchetti sobre o combate à máfia é de que o próprio Estado e o alto escalão do Judiciário eram os verdadeiros inimigos dos juízes honestos. Ele acusa diretamente altos funcionários e procuradores (como o Procurador Tinebra) de fazerem parte da “maçonaria que enterrou a verdade sobre as mortes de Falcone e Borsellino”. Segundo o autor, as investigações sobre os massacres de 1992 foram sabotadas de dentro do próprio Estado e do Judiciário para esconder os verdadeiros “mandantes externos” (o Deep State, redes maçônicas e serviços secretos anglo-americanos), deixando a culpa recair apenas sobre a Cosa Nostra para servir de bode expiatório.

Operações judiciais como golpes de Estado (a farsa da Mani Pulite)

Para Sacchetti, grandes operações anticorrupção do Judiciário, como a famosa Mani Pulite (Mãos Limpas) no início dos anos 90, não foram uma cruzada moral pela justiça, mas sim um “golpe de estado anglo-americano” orquestrado por redes maçônicas para redesenhar a geopolítica da Itália.
Ele argumenta que a Mani Pulite foi uma purga seletiva: destruiu certos partidos políticos tradicionais que já não serviam aos interesses globalistas, enquanto poupou milagrosamente outras facções políticas de esquerda (como o PDS, herdeiro do Partido Comunista Italiano).

Magistrados como instrumentos da ditadura maçônica

Sacchetti vê os juízes e promotores infiltrados como os verdadeiros guardiões da ditadura maçônica. Eles usam sua toga preta de Saturno para: Perseguir dissidentes e jornalistas independentes que ameaçam expor a rede (o próprio Sacchetti relata ter sido alvo de perseguições por parte de procuradorias em Roma). Garantir a impunidade da elite: Ao controlar quem é investigado e quem é absolvido, a maçonaria dentro do Judiciário garante que a verdadeira natureza da República (que ele chama pejorativamente de “República de Cassibile”) permaneça intocada.

Para Cesare Sacchetti, a corrupção do Judiciário não é um mero desvio ético de alguns juízes, mas o próprio design do sistema. A Maçonaria infiltrada nos tribunais e conselhos de magistratura transforma a justiça em uma arma de guerra política, garantindo que os crimes rituais, os assassinatos de Estado e as manipulações financeiras permaneçam para sempre nas sombras, enquanto o povo é distraído por “novelas” midiáticas que o próprio Judiciário encena e dirige.

Em 2024, o banqueiro Daniel Vorcaro do Banco Master organizou um evento de R$ 31 milhões em Londres, onde participaram burocratas corruptos. O encontro reuniu dezenas de autoridades brasileiras, incluindo ministros do Supremo Tribunal Federal (como Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes), integrantes do governo, parlamentares e políticos. Vorcaro planejou uma segunda edição em Londres para 2025, que acabou sendo cancelada em meio às investigações.

Vorcaro escolheu Londres pois a cidade é a capital mundial da lavagem de dinheiro sujo de políticos, ditadores, banqueiros e empresários corruptos. O dinheiro que eles roubam da população brasileira é lavada pelos bancos da City de Londres e suas filiais em paraísos fiscais no Caribe. O Império Britânico espalhou a maçonaria pelo mundo todo para capturar a riqueza das nações.

Qual é a ideologia da maçonaria que carrega sua ação política?

Existem denominações de esquerda (Grand Orient, Le Droit humaine, etc.) e “direita” (Grande Loge de France, Grande Loja Nacional Francesa, etc.): 45% dos seguidores registram-se à direita e 55% bastante à esquerda. Na realidade, estas lojas, da “direita” e da esquerda, são sobretudo progressistas, globalistas e reformistas, se não apoiantes da “desconstrução”. A força motriz da maçonaria é a revolução permanente.

Ela quer ver o surgimento de um novo homem andrógino, que decidiria sua vida e também sua morte. A maçonaria está por trás da introdução de vacinas tóxicas para o despovoamento, está por trás da legalização da eutanásia, está por trás da legalização do culto satânico do aborto, está por trás da agenda trans e LGBT, está por trás da legalização da pedofilia, está por trás das redes de tráfico humano e de drogas, está por trás da modificação climáticas por geoengenharia, enfim, toda a agenda anti-humana tem o dedo das elites maçônicas.

O Brasil possui aproximadamente 211 mil maçons regulares, distribuídos em mais de 4.700 a 6.000 lojas maçônicas.  O país abriga a terceira maior população maçônica do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da Inglaterra. Isso corresponde a 0,0986% da população brasileira, mas qual a porcentagem de maçons na política e em altos cargos no governo federal e estadual?

Os maçons representam uma minúscula porcentagem da população mas 30% ou mais dos políticos e burocratas de alto escalão são maçons. Quais as consequências disso? Os escândalos se fim de corrupção. A representatividade política está totalmente distorcida. Isso é que é uma democracia? A maçonaria é uma organização fundada em Londres e nada mais é do que um Cavalo de Troia do Império Britânico para controlar os países sem disparar um tiro.  Todo o pacote corrupto envolvendo a maçonaria, judiciário, Ordem de Advogados e democracia liberal veio de Londres.

De acordo com as publicações e pesquisas feitas pelo especialista em sociedades secretas e ocultimso Leo Zagami em seu site oficial, a Ordem dos Jesuítas (Companhia de Jesus) atua nos bastidores como a verdadeira força de comando e cúpula oculta que controla tanto as altas esferas da Maçonaria quanto as estruturas da democracia liberal e do globalismo moderno, utilizando-as para impor uma agenda anticristã e uma ordem mundial centralizada.

O controle dos jesuítas sobre a maçonaria e a ordem mundial

  • A cúpula da pirâmide de poder: Segundo as investigações de Zagami, os Generais dos Jesuítas e a corte luciferiana associada à ordem são vistos por elites maçônicas e iluministas como o “olho desincorporado” que substitui a pedra de topo que faltava na pirâmide de controle global.

  • Infiltração e criação de sociedades secretas: Os jesuítas historicamente infiltraram e moldaram ritos de sociedades secretas, redes rosacruzes e maçonarias operativas e especulativas, servindo-se dessas organizações como braços seculares e ferramentas de engenharia social para subverter nações por dentro.

  • A fachada da virtude e do humanismo: A metodologia jesuítica descrita pelo autor consiste em adotar aparentes valores de tolerância, liberdade universal e progresso humanista — pilares que mais tarde fundamentaram as revoluções e o iluminismo secular — mascarando um projeto de desconstrução da ordem tradicional e da cristandade.

A democracia liberal como instrumento de subversão

  • O cavalo de Troia institucional: Nas análises divulgadas no ecossistema de pesquisas de Zagami, o modelo de democracia liberal e as repúblicas modernas não representam uma verdadeira soberania popular, mas sim o veículo político ideal projetado para enfraquecer os Estados nacionais e subjugar as instituições aos desígnios das elites globalistas e consórcio de poder jesuítico.

  • O avanço do relativismo ideológico: O estabelecimento da democracia liberal liberalizada e de pautas globalistas alinhadas a fóruns internacionais funciona como um desdobramento moderno dos ideais anticristãos baseados no relativismo cultural, preparando o terreno para a centralização tecnocrática e digital do poder.

Dinheiro, Jesuítas e Ocultismo na Igreja Católica: Leo Zagami

Esse é o resumo de uma entrevista do programa Far Out with F (conduzido por F. Chicho) com o pesquisador e escritor Leo Zagami, na qual são discutidas a infiltração de sociedades secretas, a história e a expansão global dos jesuítas, as origens ocultas do Fórum Econômico Mundial e do “Grande Reinício” (Great Reset), a influência do sabatianismo-frankismo e o uso da inteligência artificial como ferramentas de controle global.

Detalhes da entrevista e tópicos abordados

  • A experiência de Leo Zagami na maçonaria: Zagami relata ter sido iniciado na maçonaria por 30 anos, mas decidiu afastar-se ao notar que as lojas na Califórnia eram predominantemente de inclinação esquerdista e politizadas, além de estarem infiltradas por grupos como a O.T.O. (Ordo Templi Orientis) de Aleister Crowley e a Irmandade Muçulmana.

  • A fundação e estratégia dos jesuítas: A conversa detalha a criação da Companhia de Jesus por Inácio de Loyola no século XVI durante a Contrarreforma. Os jesuítas funcionaram como uma ordem de inteligência e agentes secretos da Igreja, infiltrando-se em diversas sociedades, expandindo missões para a Ásia (como as de Matteo Ricci na China), o Tibete, a Índia e as Américas.

  • Figuras históricas e influências ocultas: São mencionadas figuras centrais como Atanásio Kircher (século XVII) e Pierre Teilhard de Chardin (século XX), cujas ideias influenciaram o pensamento moderno e produções culturais. Também é abordada a figura de Napoleão Bonaparte e sua relação com sociedades secretas e a descoberta da Pedra de Roseta.

  • As raízes do Great Reset e o Fórum Econômico Mundial: O texto aponta as conexões entre Klaus Schwab, o Clube de Roma, estudos do MIT na década de 1970 sobre sustentabilidade e a influência de Henry Kissinger. Destaca-se também o papel do Bispo Dom Helder Câmara e da Teologia da Libertação na aproximação de pautas de cunho marxista com as elites globalistas.

  • O papel do sabatianismo-frankismo: Zagami argumenta que, além dos jesuítas, as redes heréticas do sabatianismo-frankismo forneceram o suporte financeiro e estrutural essencial para as conspirações e para a subversão de valores tradicionais.

  • Cultura pop, controle mental e inteligência artificial: A entrevista aborda como a indústria do entretenimento, a música e o condicionamento cultural influenciam o comportamento da juventude e promovem agendas de desarmamento e controle social. Por fim, discute-se o avanço da inteligência artificial e de sistemas quânticos como marcos centrais para a infraestrutura de controle global prevista para 2030.

Core AI
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