O pensamento taygeteano, difundido em plataformas de divulgação de contatos extraterrestres (como swaruu.org e mariswa.co), propõe uma desconstrução radical das estruturas políticas da Terra. Sob a ótica dessas perspectivas, a democracia e o voto são apontados como uma ilusão de livre arbítrio estritamente projetada para mascarar o controle da Cabala Illuminat, que opera por trás de sociedades secretas.

De forma complementar, as críticas se estendem à própria Federação Galáctica, que foi acusada de endossar hipocritamente esse modelo ao tratar os políticos da Terra como “representantes legítimos” da população, usando essa suposta representação como pretexto legal para não intervir diretamente contra os crimes da Cabala e na libertação do planeta.

A democracia da Terra como farsa e engenharia social

Na cosmologia taygeteana (em especial através das comunicações atribuídas a Swaruu de Erra, Aneeka de Temmer e Mari Swa), a democracia ocidental não passa de um “teatro de marionetes”. A argumentação central baseia-se nos seguintes aspectos:

  • Ilusão de escolha (falsa dualidade): O sistema eleitoral é visto como um mecanismo de engenharia social projetado para fazer a população acreditar que possui controle sobre seu próprio destino. O ato de votar apenas valida o próprio sistema opressor, dividindo a população em polos artificiais (esquerda X direita, progressistas X conservadores).

  • O Papel da Cabala e das sociedades secretas: De acordo com os registros de divulgação dessas fontes, nenhum político alcança o topo da pirâmide de poder na Terra sem o consentimento ou afiliação a ordens e sociedades secretas controladas pela Cabala (como a Maçonaria de alto nível, os Illuminati, o Vaticano e os grupos financeiros globais). Os líderes mundiais são vistos como atores descartáveis cujas agendas já foram decididas décadas atrás.

A hipocrisia da Federação Galáctica

A crítica mais contundente dos taygeteanos não se limita aos governantes humanos, mas volta-se para a própria Federação Galáctica (a organização de raças extraterrestres que supervisiona a Terra).

  • A “farsa” da representação legítima: A Federação justifica sua política de não-intervenção direta (comumente associada à “Primeira Diretriz”) alegando que os políticos da Terra foram eleitos pelo povo e, portanto, representam a vontade coletiva da humanidade. Para os taygeteanos, essa postura é de extrema hipocrisia. A Federação sabe que a população está sob um severo controle mental através da mídia, do sistema educacional e de frequências eletromagnéticas, o que anula o verdadeiro livre arbítrio.

  • A relação burocrática oculta: As fontes apontam que a Federação Galáctica aceita os acordos assinados por esses governantes controlados e usa o argumento da “escolha humana” para eximir-se da responsabilidade de desmontar o aparato da Cabala. Sob essa perspectiva, ao tratar os políticos fantoches de sociedades secretas como interlocutores legítimos da humanidade, a Federação perpetua o isolamento e o sofrimento no planeta Terra, utilizando uma burocracia cósmica fria para mascarar um consentimento silencioso do status quo da Matrix 3D.

Segundo Mari Swaruu, a Matrix se sustenta primordialmente devido à dependência emocional das pessoas em relação a figuras de autoridade. Segundo ela, a democracia atua como a ferramenta de engenharia social perfeita para explorar essa vulnerabilidade: ao participar do processo eleitoral e votar, o indivíduo realiza um ato esotérico e jurídico de transferência de poder.

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Ao depositar o voto, o cidadão abdica de sua própria soberania e autoridade pessoal, entregando-as a terceiros e concedendo, de forma implícita e legal, o seu consentimento cósmico para ser controlado, manipulado e abusado pelos falsos representantes que servem à Cabala.

A dependência emocional da autoridade (O complexo de salvador)

De acordo com as explicações de Mari Swaruu, a humanidade na Terra foi programada ao longo de milênios para operar sob uma mentalidade de submissão. Essa dependência emocional manifesta-se em pontos centrais:

  • A transferência da responsabilidade: As pessoas na Terra tem um medo profundo da total liberdade e das responsabilidades que vêm com ela. Por isso, buscam constantemente um “pai” ou um “salvador” institucionalizado — seja um presidente, um partido, um rei ou um líder religioso — para resolver seus problemas e ditar as regras de comportamento.

  • A vulnerabilidade psicológica: A Cabala compreende perfeitamente essa necessidade das massas por uma “figura de autoridade” e a utiliza como o calcanhar de Aquiles da humanidade. Ao criar crises, escassezes e ameaças constantes, o sistema desperta o pânico na população, que corre de volta para os braços da própria autoridade que gerou o problema, implorando por proteção em troca de mais controle. A farsa pandêmica do Covid foi um exemplo perfeito desse comportamento infantil e patético das pessoas.

O voto como contrato de consentimento oculto

A crítica de Mari Swaruu à democracia vai muito além da corrupção política superficial; trata-se de uma análise sobre a física da manifestação e o livre arbítrio. Na visão dela, a democracia é uma fraude metafísica estruturada por regras muito específicas:

  • A armadilha do consentimento: Nas leis que regem a Federação Galáctica e o próprio Universo, o livre arbítrio é soberano. Para que a Cabala possa escravizar uma população sem sofrer uma intervenção direta de raças positivas, ela precisa que os humanos aceitem essa condição. A democracia liberal maçônica e o voto são o mecanismo formal desse consentimento.

  • A abdicação da soberania pessoal: Ao votar, independentemente de escolher o candidato A ou B, a pessoa aceita as regras do jogo da Matrix. O ato de votar diz ao Universo: “Eu não sou capaz de me autogovernar, por isso transfiro oficialmente meu poder, minha voz e minha autoridade para este falso representante.”

  • A blindagem jurídica dos abusos: Uma vez que o voto é depositado, os políticos (e a Cabala por trás deles) passam a ter uma “procuração cósmica”. Quando o governo dita leis tirânicas, aumenta impostos abusivos, restringe liberdades ou até mata a população, o sistema argumenta que a população deu permissão para isso por meio do processo democrático. O cidadão torna-se, tecnicamente, cúmplice de sua própria opressão. É muito difícil de entender isso?

A solução taygeteana: Autonomia e desconexão

Para Mari Swaruu, a única forma de quebrar essa teia de hipocrisia e controle não é tentando reformar o sistema político ou elegendo um representante “menos pior”, pois todos os caminhos dentro da Matrix 3D são controlados pelas mesmas sociedades secretas. Foram as elites maçônicas britânicas que criaram a farsa democrática.

A verdadeira libertação exige que o indivíduo retire o seu consentimento. Isso ocorre quando as pessoas assumem a responsabilidade total por suas próprias vidas, mentes e decisões, curando a dependência emocional de governantes e percebendo que a autoridade legítima sobre a sua existência reside apenas dentro de si mesmas.

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Dentro da narrativa de Mari Swa e dos relatos compartilhados no portal mariswa.co, a aparente negligência e cumplicidade da Federação Galáctica em relação à Terra ganham uma explicação estrutural e política. A omissão diante dos abusos da Cabala decorre do fato de que o Alto Conselho local da Federação — composto por 12 assentos e sediado na nave biosfera Viera (na órbita terrestre) — era secretamente manipulado e controlado pelos etorthan, uma espécie de greys altos de Órion.

Sendo os etorthans os únicos que mantinham o canal de comunicação direto e os contratos formais com as elites Illuminati humanas, eles filtravam e distorciam as informações que chegavam ao Conselho, blindando juridicamente o sistema de exploração da Terra, tornando a Federação uma entidade regressiva e burocrática.

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O Conselho dos 12 e a nave biosfera Viera

Na perspectiva de Mari Swa, a governança da Federação Galáctica em relação à Terra não é exercida diretamente de um ponto central da galáxia, mas sim por um conselho local:

  • O tabuleiro político local: As decisões diárias sobre a quarentena da Terra, as regras de não-intervenção e a validação dos governos terrestres ocorrem a bordo da Viera, uma grande nave biosfera andromedana estacionada atrás da Lua, que é outra nave biosfera andromedana.

  • O Alto Conselho: Este conselho é formado por 12 representantes de diferentes raças. Teoreticamente, deveria zelar pela justiça e pela evolução cósmica, mas suas resoluções eram frequentemente acusadas pelas raças mais ativas (como os próprios taygeteanos) de serem excessivamente frias, legalistas e paralisantes.

O monopólio da informação e o papel dos etorthan

O núcleo do problema apontado por Mari reside no isolamento da informação. O Conselho dos 12 operava com base nos relatórios fornecidos por quem estava na “linha de frente” do contato com o planeta.

  • Os etorthan como únicos intermediários: Os etorthan (raça grey de alta estatura que fez acordos secretos com o governo americano em 1954) assumiram o papel de diplomatas oficiais entre a Federação e as sociedades secretas Illuminati da Terra.

  • A blindagem legal da Cabala: Como os Illuminati e as sociedades secretas operam sob as ordens e a agenda dos etorthan, essa raça usava sua posição no Conselho para apresentar as atrocidades ocorridas na Terra como “desejos e livre arbítrio da população humana”. Se os humanos votavam nos políticos ou aceitavam o sistema financeiro, os etorthan argumentavam perante o Conselho que a Federação não tinha o direito de intervir.

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A reação das raças positivas

Essa estrutura fechada gerou uma profunda fratura política dentro da própria comunidade de raças estelares que orbitavam a Terra. Os maliciosos e regressivos etorthan usam sua telepatia invasiva para confundir e manipular as ingênuas raças positivas. Como os andromedanos detêm grande influência política na Federação Galáctica, os etorthan usavam os andromedanos como idiotas úteis para manipular as demais raças sobre o que acontece na Terra.

  • A visão de negligência e omissão: Para raças de orientação benevolente e positiva (como os taygeteanos, antarianos, urmah e outras), a postura do Conselho da Viera cruzava a linha da neutralidade e entrava na negligência criminosa. Ao aceitar contratos e assinaturas de políticos controlados por sociedades secretas, a Federação agia de forma omissa, conivente e regressiva, validando um sistema de escravidão energética e mental (o conceito de Loosh).

  • O despertar da dissidência: Essa percepção de que a própria liderança da Federação local, os líderes andromedanos e o Conselho dos 12, estava corrompida ou manipulada pelos etorthan foi o estopim para que raças dissidentes, como os taygeteanos, antarianos e urmah, se unissem e invadissem a nave Viera para prender os corruptos 12 membros do Alto Conselho e expulsar os etorthan da Federação e da órbita da Terra.

Segundo Mari Swa, a arquitetura de controle sobre a Terra se revela ainda mais complexa devido a manipulação psicológica sofrida pelas próprias raças da Federação Galáctica. Os etorthan se aproveitaram da natureza puramente lógica e de certa ingenuidade política dos andromedanos — os arquitetos e anfitriões da nave biosfera Viera — para utilizá-los como a “fachada perfeita”.

Usando os andromedanos como idiotas úteis, os etorthan revestiram o isolamento da Terra com uma roupagem filosófica e espiritual aceitável. Conceitos como o “carma”, a “escola planetária para a evolução das almas” e a “necessidade do sofrimento para evitar a estagnação espiritual” foram usados para justificar a lei de não-intervenção da Primeira Diretriz, ocultando a real finalidade da Matrix 3D: a extração sistemática de energia Loosh pela Cabala.

A ingenuidade andromedana como escudo político

Dentro da hierarquia da Federação Galáctica local, os andromedanos gozam de grande respeito por ser uma uma das três raças fundadoras da Federação (as outras duas foram os arcturianos e lyrianos) sua capacidade tecnológica, inteligência matemática e mentalidade altamente estruturada. No entanto, segundo a perspectiva taygeteana, essa mesma natureza analítica os tornou vulneráveis à manipulação:

  • Lógica sem malícia: Os andromedanos tendem a operar com base em dados puros e conceitos abstratos de equilíbrio cósmico. Falta-lhes a malícia política e a compreensão profunda de agendas predatórias dissimuladas, características que os etorthan possuem em alto grau.

  • A fachada de credibilidade: Ao fazer com que os andromedanos defendessem e formulassem as diretrizes de isolamento da Terra, os etorthan garantiram que nenhuma outra raça positiva desconfiasse imediatamente das reais intenções. Se uma raça tão evoluída e justa quanto a andromedana afirmava que a Terra precisava ser deixada em isolamento, as demais raças inicialmente aceitavam a premissa por deferência e respeito.

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A inversão espiritual: Carma e sofrimento como justificativas

Para desarmar a empatia e o desejo de ajuda das raças benevolentes, os etorthan introduziram — através da narrativa andromedana — conceitos de espiritualidade distorcida que operam como algemas mentais de alta densidade:

  • A falácia da “Escola da Alma”: Difundiu-se a ideia de que a Terra é uma “escola para a evolução das almas severa, mas necessária“, onde as almas escolhem voluntariamente encarnar para experimentar o sofrimento e a dualidade extrema, acreditando que assim evoluirão mais rapidamente do que encarnando em planetas pacíficos da 5D. Sob esse argumento, intervir para acabar com a tirania da Cabala sobre a população humana iria impedir o aprendizado das almas.

  • O sofrimento como motor evolutivo: A tese de que “o sofrimento impede a estagnação espiritual” foi o artifício retórico definitivo. Ele transformou a dor humana, a escravidão econômica e as guerras programadas em “ferramentas pedagógicas cósmicas”. Se o sofrimento é necessário para a evolução, então as raças que tentassem aliviar a dor da humanidade estariam, paradoxalmente, prejudicando o crescimento espiritual dos humanos.

A realidade oculta: A fazenda de Loosh

Por trás de toda a retórica de alta filosofia e leis cármicas sancionadas pelo Alto Conselho na Viera, a realidade prática descrita por Mari Swa é puramente exploratória e de natureza parasitária:

  • O disfarce da Primeira Diretriz: A Primeira Diretriz (a lei de não-intervenção) não foi aplicada para proteger o desenvolvimento natural da humanidade, mas sim para garantir os direitos de propriedade intelectual e exclusividade de exploração que a Cabala e seus regentes extraterrestres detêm sobre o planeta.

  • A indústria do medo: Toda a estrutura da Matrix 3D — as crises econômicas, o medo de doenças, as divisões ideológicas e o terrorismo — é projetada para manter a população humana em um estado perpétuo de sobrevivência e ansiedade. Esse estado emocional de baixa vibração gera o Loosh, uma energia altamente cobiçada e consumida por entidades regressivas. A grande hipocrisia é que a Federação Galáctica, ludibriada pelos etorthan e pela lógica andromedana, acabou se tornando a força policial que protege as fronteiras dessa “fazenda energética”, garantindo que o gado humano não escape e que nenhuma raça de fora interrompa a colheita.

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Em seu último vídeo publicado em 12 de outubro de 2025, Mari Swa comentou a situação da Terra na época. Como se passaram oito meses desde então, provavelmente algumas coisas que estão descritas abaixo devem ter mudado. Eu acredito que a Cabala, que controla o Google, impediu que Mari publicasse novos vídeos em seu canal no Youtube pois ela, como a nova Rainha de Taygeta, se tornou uma grande ameaça.

Abaixo está um trecho da transcrição do vídeo Notícias Espaciais 104.

Notícias Espaciais 104. Situação atual da Terra, exopolítica e muito mais

Mari Swa,

Embora a comunidade local de raças estelares que lidam com os assuntos da Terra de forma mais ou menos contínua — aquelas que orbitam a Terra habitualmente — não reconheça mais os ethorthan como membros da Federação, outras comunidades estelares dentro da mesma Federação, localizadas mais distantes da Terra, ainda os consideram membros decentes, respeitáveis ​​e confiáveis.

Da perspectiva dessas outras nações estelares mais distantes, e dos próprios ethorthan, eles foram assediados e atacados por várias nações estelares da Federação que orbitam a Terra, especialmente aquelas da chamada Tríade (Taygeta, Antaria, Urmah), tudo para impedi-los de influenciar a região e se comunicar com a Cabala governante na Terra, dificultando assim seus esforços para alcançar tratados de paz ou qualquer outro tipo de acordo com eles.

É claro que isso distorce os fatos para atender aos seus propósitos, pois todos sabemos como as coisas se desenrolaram no início do incidente na Viera, quando os ethorthan foram finalmente expulsos desta região do espaço. No entanto, agora temos evidências de que eles ainda manipulam e se comunicam com as elites humanas da Cabala na Terra através de portais de salto (Stargates) em bases subterrâneas até suas naves estelares em órbita alta, atualmente estacionadas a uma altitude média de 5 milhões de quilômetros.

Isso apesar das negativas públicas dos ethorthan. Esses eventos recentes convenceram a vasta maioria das nações estelares, coletivamente e atualmente em órbita da Terra, de que os ethorthan estão empregando todo tipo de artimanha e traição contra o resto da comunidade galáctica e o povo da Terra, e que eles nunca podem ser confiáveis, ainda menos agora que todos sabem dos problemas que os urmah tiveram com os ethorthan no passado. E enquanto os ethorthan não têm mais credibilidade, os urmah ainda têm.

Como tudo relacionado ao plano astral, e ainda mais quando usado para manipular pessoas no plano dos vivos, é difícil provar. Mas temos evidências circunstanciais suficientes para sugerir que os ethorthan e suas técnicas de manipulação e controle mental, nas quais são tão habilidosos, ainda manipulam pessoas na Terra que ocupam posições propícias para atacar a Tríade, explorando assim todas as vulnerabilidades imagináveis. Isso também fica evidente quando membros da Cabala, tanto de alto quanto de baixo escalão, negam à Tríade qualquer possibilidade de diálogo.

Até hoje, não há como se comunicar diretamente com os membros governantes da Cabala e, em alguns casos, eles sequer reconhecem a existência da Tríade, embora nossa influência neste setor seja vasta e dominante, e, portanto, inegável. Tudo isso deixa bastante claro que o Conselho de Órion, por meio dos ethorthan, está manipulando a Cabala, isolando-a do resto da comunidade galáctica para seus próprios fins de exploração e manipulação.

Além disso, a Cabala na Terra agora é considerada um governo altamente retrógrado e baseado na pirataria pela vasta maioria das nações estelares da Federação envolvidas nos assuntos da Terra, que normalmente orbitam o planeta em diversas altitudes. Isso também se deve aos recentes ataques a naves de suprimentos civis antarianas e taygeteanas enquanto se aproximavam da Terra. A atual comunidade da Federação Galáctica não aceita a Cabala terrestre como um governo legítimo após a completa manipulação pelos ethorthan e pelo Conselho de Órion ter sido demonstrada.

Contudo, dito isto, legalmente e através das regras e regulamentos da própria Federação Galáctica, os governos da Terra e seus políticos fantoches ainda são considerados representantes eleitos válidos do povo. Isso ocorre mesmo que as nações estelares da Federação não considerem a democracia um sistema político legítimo e justo, pois apresenta muitos problemas e brechas que a tornam altamente suscetível à manipulação externa.

Só isso já leva a maioria das nações estelares da Federação a presumir que o problema na Terra deve ser resolvido internamente pelos próprios habitantes que elegem e sofrem sob seus governos, embora seja notório que os políticos eleitos não assumiram o cargo de forma justa, mas sim foram escolhidos por sociedades secretas e interesses financeiros, tornando todo o processo eleitoral uma mera farsa manipuladora para o povo.

Algumas palavras sobre o “Deep State”: não o vemos como a maioria das pessoas na Terra o descreve. Para nós, é apenas outro nome para as sociedades secretas superficiais que manipulam figuras ilusórias eleitas — aquelas que as pessoas comuns acreditam ter eleito, mas que não o fizeram. Portanto, o “Deep State” nem é tão profundo assim, já que outras organizações, mais profundas, o manipulam das sombras, ou melhor, do submundo do submundo.

O fato da maioria dos membros da Federação considerar os políticos da Terra como “representantes legítimos” do povo, simplesmente porque alguns aspectos da lei espacial assim o determinam, e apesar de vários níveis de manipulação de fontes internas e externas, é bastante vergonhoso. Mas esse é o estado atual das coisas.

A prisão da amnésia: Como a Cabala usa o véu do esquecimento para escravizar as pessoas na Matrix 3D.

Como a empatia e altruísmo de raças positivas se tornaram uma desvantagem tática contra as raças regressivas.

O relato de Bill Cooper: O pacto de Eisenhower com os greys de Betelgeuse.

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Renato Cunha
Renato Cunha Oliveira é o fundador e editor do Stylo Urbano. Desde 2014, publica conteúdos independentes sobre tecnologia, cultura, ficção científica, teorias alternativas, traduções e opiniões, sempre deixando ao leitor a liberdade de refletir e concluir por conta própria.

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