Milton William “Bill” Cooper (1943–2001) foi uma figura central no desenvolvimento da cultura moderna das “teorias da conspiração” nos Estados Unidos. Ex-militar, ele ganhou notoriedade como radialista e autor, sendo mais reconhecido pela publicação do livro Behold a Pale Horse (1991), obra que catalogou diversas teorias conspiratórias, incluindo planos de uma “Nova Ordem Mundial” e interações secretas do governo americano com seres extraterrestres.
Cooper afirmou ter servido em divisões de inteligência da Marinha e Força Aérea, o que teria dado a ele acesso a documentos confidenciais. Ele expandiu e popularizou narrativas sobre o “Governo Secreto” e o fenômeno OVNI. Além disso, Coopere disse que o vírus HIV/AIDS seria uma doença fabricada intencionalmente para atingir minorias raciais e sexuais. E quem foi o responsável por criar essa arma biológica? O “Deus da Ciência” queridinho da mídia, Dr. Anthony Fauci, o mesmo que está envolvido na farsa pandêmica do Covid-19.
O trabalho teve impacto duradouro, influenciando a cultura popular — incluindo referências em séries como Arquivo X e na música hip-hop — e estabelecendo as bases para o movimento das milícias americanas nas décadas de 1990 e 2000. A vida de Cooper terminou em um confronto violento com a polícia no Arizona, em novembro de 2001, onde numa troca de tiros, ele foi fatalmente atingido pelos agentes.
Dizem que foi a CIA que enviou os policiais para eliminar Cooper, devido as suas denúncias do envolvimento da CIA e dos militares americanos com alienígenas regressivos de Órion. A CIA foi fundada pouco tempo após a queda de dois OVNIs de greys de Zeta Reticuli nos EUA, e desde sua fundação, a agência esteve envolvida nas operações secretas de recuperação de OVNIs e alienígenas que caíram na Terra. A CIA esteve envolvida na recuperação do grey descoberto em Varginha no Brasil.
O texto a seguir apresenta a narrativa detalhada de Bill Cooper sobre o alegado encontro secreto em 1954 entre o presidente americano Dwight D. Eisenhower e uma raça extraterrestre do tipo “grey”, originária de um planeta da estrela Betelgeuse. O relato explora o contexto do contato, os termos do polêmico Tratado de Greada e as advertências de Cooper sobre a subsequente quebra desse acordo pelas forças alienígenas.
O relato de Bill Cooper: O pacto de Eisenhower com os greys de Betelgeuse
Cooper, ex-membro da inteligência da Força Naval dos Estados Unidos e autor da influente obra Behold a Pale Horse, trouxe a público documentos e relatórios que, segundo ele, revelavam o maior segredo do século XX: o estabelecimento de relações diplomáticas formais entre o governo dos EUA e uma civilização não humana.
A chegada e o primeiro contato
De acordo com as investigações divulgadas por Cooper na comunidade de pesquisa alternativa, os eventos que culminaram no encontro presidencial começaram a se desenrolar no início da década de 1950, mudando os bastidores da geopolítica global:
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Detecção espacial e o Projeto Sigma: Em 1953, astrônomos e complexos de defesa militar detectaram enormes objetos artificiais que se moviam em direção à Terra. Inicialmente considerados asteroides, o Projeto Sigma — um grupo secreto de inteligência — conseguiu interceptar as comunicações dessas naves e decifrar sua linguagem binária, estabelecendo uma ponte de comunicação preliminar com os misteriosos “seres do espaço”.
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O pouso na base militar: No início de 1954, uma raça de seres conhecidos na literatura ufológica como “greys de nariz grande”, que afirmaram terem vindo de um planeta moribundo na constelação de Órion que orbitava a estrela vermelha Betelgeuse, pousou sua nave discoidal na Base Aérea de Holloman, localizada no estado do Novo México, e numa segunda visita, pousaram na Base de Edwards no estado da Califórnia.
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O pedido de asilo e ajuda: Esses “greys de nariz grande” declararam que seu planeta estava morrendo e que, em algum momento futuro, não seriam mais capazes de sobreviver lá, e que sua civilização estava à beira da extinção devido à degradação genética. Eles pediram abrigo nos EUA e cooperação tecnológica em troca de acesso a recursos biológicos.

A reunião secreta e o Tratado de Greada
Para que o encontro ocorresse longe dos olhos do público e da imprensa, o presidente Dwight D. Eisenhower utilizou uma viagem de férias à Califórnia como disfarce. O pretexto oficial divulgado na época foi uma suposta “emergência dentária” que o teria feito desaparecer por algumas horas. Na realidade, segundo Cooper, ele estava assinando o Tratado de Greada.
Os termos do acordo secreto detalhados por Cooper incluíam:
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Não-Interferência mútua: O pacto estabelecia que os “greys de nariz grande” não interfeririam nos assuntos internos da humanidade e, em contrapartida, o governo dos Estados Unidos garantiria o segredo absoluto sobre a presença deles, não intervindo em suas operações em solo terrestre. Manteríamos sua presença na Terra em segredo.
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Troca de tecnologia avançada: Os seres de Betelgeuse concordaram em fornecer ao complexo industrial-militar americano tecnologias disruptivas, incluindo sistemas de propulsão antigravitacional, novas fontes de energia e ligas metálicas ultra-resistentes, que passariam a ser testadas e replicadas em bases subterrâneas profundas (DUMBs), como a Área 51. Eles não fariam nenhum tratado com nenhuma outra nação terrestre.
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A cláusula de abdução controlada: Os alienígenas foram autorizados a abduzir um número limitado de cidadãos humanos para fins de exames médicos e monitoramento genético. O acordo exigia que essas pessoas não fossem feridas, fossem devolvidas com suas memórias apagadas e que uma lista com a identidade de todos os abduzidos fosse entregue periodicamente ao comitê secreto Majestic 12 (MJ-12).
O presidente Eisenhower se encontrou com os alienígenas e um tratado formal foi assinado entre o governo americano e os greys de Betelgeuse. Segundo Cooper, o presidente Eisenhower e seus generais e agentes da CIA receberam o embaixador dos greys, cujo nome e título eram “Sua Alteza Onipotente Krill”.
Os etorthan não possuem cordas vocais funcionais e usam apenas telepatia. Para se comunicar com os representantes humanos da Cabala via projeções holográficas, eles utilizam tecnologia de interface neuro-digital que traduz impulsos telepáticos e dados de frequência cerebral diretamente em ondas sonoras sintéticas (voz audível) e comandos de vídeo, permitindo a comunicação em tempo real através de dispositivos eletrônicos.
Esse equipamento funciona como um tradutor universal biológico-digital. Ele traduz a frequência do pensamento e a estrutura da linguagem matemática/telepática do etorthan para o idioma humano desejado (como o inglês), gerando uma voz artificial ou sintetizada que é acoplada à transmissão holográfica. Quando interagem com humanos presencialmente, eles utilizam pequenos dispositivos tradutores portáteis acoplados aos seus trajes ou cinturões.
Esses aparelhos captam os impulsos neurológicos/telepáticos do etorthan e os convertem instantaneamente em áudio sintetizado em frequências audíveis para o ouvido humano, simulando uma conversa por voz em inglês, espanhol ou outros idiomas humanos. Para um observador humano presencial, o encontro pode parecer estranho, pois a voz audível emana do dispositivo ou da área do peito/cintura do etorthan, enquanto sua boca e feições faciais permanecem completamente imóveis.

A bandeira alienígena é conhecida como “Insignia Trilateral”. Ela é exibida em suas naves e usada em seus uniformes. Ambos os pousos e o segundo encontro foram filmados e as gravações existem até hoje em algum arquivo secreto da CIA e da Força Aérea dos EUA.
Ficou acordado que os greys e os Estados Unidos trocariam 16 funcionários entre si com o objetivo de se conhecerem melhor. Os alienígenas permaneceriam na Terra e os humanos viajariam até o planeta de origem dos alienígenas por um período determinado, retornando em seguida para seus respectivos planetas e realizando trocas de pessoal.

Ficou acordado também a construção de bases subterrâneas para uso da nação alienígena. Duas bases seriam construídas para uso conjunto da nação alienígena e do governo dos Estados Unidos. A troca de tecnologia ocorreria nessas bases compartilhadas. Essas bases alienígenas seriam construídas sob reservas indígenas na área dos quatro cantos de Utah, Novo México, Arizona e Colorado.
Outro seria construído em Nevada, na área conhecida como S-4, localizada a aproximadamente 11 quilômetros ao sul da fronteira oeste da Área 51, conhecida como Dreamland. Todas as bases alienígenas estão sob total controle do Departamento Naval e todo o pessoal que trabalha nesses complexos recebeu seus contracheques da Marinha. A construção das bases começou imediatamente, mas o progresso foi lento até que maiores quantias de dinheiro foram disponibilizadas em 1957.
A quebra do pacto e as consequências
O ponto central dos alertas de Bill Cooper reside na traição subsequente cometida pelos visitantes e na perda de controle por parte do governo americano:
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A descoberta da fraude: Por volta de 1955, o governo Eisenhower e o grupo MJ-12 perceberam que haviam caído em uma armadilha. Os greys de Betelgeuse começaram a descumprir o tratado de forma sistemática, realizando milhares de abduções a mais do que o acordado, omitindo os nomes das listas e conduzindo experimentos de hibridização e mutilações biológicas.
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Infiltração e controle: Cooper afirmava que o presidente e o generais americanos se viram impotentes para revogar o tratado devido à superioridade tecnológica esmagadora dos greys. A partir daí, o Deep State nazista, que havia se infiltrado no Complexo Militar-Industrial (CMI) dos EUA através da “Operação Paperclip” do governo de Harry S. Truman, teria passado a colaborar ativamente no acobertamento global para evitar o pânico em massa, integrando os planos alienígenas ao desenvolvimento de uma agenda de controle global.
Os “greys de nariz grande” que Bill Cooper relatou são os etorthan de Betelgeuse (também chamada Alpha Orionis) Ori 58, que fica há 643 anos-luz (está muito longe). Betelgeuse é a segunda estrela mais brilhante da Constelação de Órion, depois de Rigel. Os etorthan foram membros da Federação Galáctica até serem expulsos em 2025.
Eles usam uniformes cinza ou trajes de voo em naves espaciais, e os mais velhos em cargos de liderança usam longas vestes pretas. Eles não têm gêneros e só podem se reproduzir artificialmente em cápsulas médicas especiais de seu próprio projeto e construção. E eles têm uma expectativa de vida extremamente longa, podem viver mais de 1500 anos.
Embora sejam chamados de “greys de nariz grande”, eles respiram através de aberturas nas laterais da cabeça através dos canais auditivos, e o que parece ser um nariz não é um nariz; é uma parte plana que tem uma glândula que faz um barulho para ecolocalização, como os golfinhos fazem. Eles não tem emoção e estão convencidos de que sua lógica é a melhor.
Há bastante tempo os ethortan descem à Terra para se reunir com membros de sociedades secretas e líderes fantoches mundiais da Cabala Illuminati, em bases secretas na Antártida e Austrália. Eles são seres altamente lógicos, sem emoções, manipuladores, mentirosos e usam sua telepatia invasiva para manipular mentalmente outras raças. Sua especialidade é a infiltração de mundos. Basicamente são parasitas.

Palestra dos segredos do governo americano sobre OVNIs – Bill Cooper
Encontro extraterrestre de Eisenhower em 1954 – História Esquecida
Um ex-geólogo e engenheiro americano chamado Phil Schneider, que faleceu em 1996, viajou pelos Estados Unidos afirmando ter trabalhado na construção de bases subterrâneas em parceria com o governo. Schneider alegou que, em 1979, ele participava de um projeto de escavação para expandir uma base militar subterrânea (conhecida como DUMB – Deep Underground Military Base) em Dulce, Novo México.
Durante as perfurações, a equipe teria acidentalmente aberto um buraco que dava para uma grande caverna habitada por seres alienígenas (descritos como “greys”). Segundo Schneider, o encontro inesperado degenerou em uma batalha armada entre soldados humanos e os greys. Ele afirmou que cerca de 60 pessoas, incluindo colegas seus, morreram no confronto. Ele sobreviveu por sorte, mas sofreu ferimentos graves, incluindo queimaduras e a exposição a radiações desconhecidas.


A Base de Dulce é uma instalação secreta de sete níveis sob o Archuleta Mesa, onde são realizados experimentos genéticos, manipulação de tecnologia alienígena e colaborações entre o Deep State e alienígenas regressivos de Órion, como os greys da espécie maitre e etorthan, e também espécies de reptilianos. Os denunciantes Phil Schneider e Bill Cooper já haviam falado sobre acordos secretos do governo americano com alienígenas há décadas e, claro, foram tratados como lunáticos pela mídia fake news da CIA.
A taygeteana Mari Swa conversou com o tigre Arishah, do povo urmah, sobre a natureza manipuladora dos etorthan de Órion. Essa é parte da transcrição do vídeo:
“O povo urmah afirma que os etorthan eram os chefes de uma força-tarefa invasora multirracial que atacava repetidamente seus assentamentos e bases no espaço profundo nas constelações de Taurus e Eridanus, que fazem fronteira com a constelação de Orion ao noroeste e sudoeste, respectivamente, após encenar uma tentativa de dominar os felinos com um cavalo de Troia.
Os urmah afirmam que os etorthan são trapaceiros e mentirosos que inventam histórias elaboradas para confundir e manipular outras raças para impor seus interesses, incluindo dramas exagerados para manipular raças emocionais. Este drama dos etorthan pode incluir a emulação ou exagero de emoções que eles não têm, que usam para promover agendas invasivas obscuras.
O povo urmah afirma que os etorthan tentaram usar esse drama emocional neles, sabendo que são muito emocionais, mas não funcionou, pois eles não hesitam em proteger os seus antes de serem excessivamente empáticos com raças estrangeiras desconhecidas. Os urmah declararam que os etorthan inventaram uma história sobre como estavam à beira da extinção para serem deixados entrar nos sistemas solares que estavam sob o controle dos urmah, mas uma vez estabelecidos lá, eles imediatamente começaram a trazer outras raças greys de Órion que não faziam parte do acordo e do tratado que tinham.
Quando os urmah pediram a todos que saíssem, porque quebraram os tratados entre os etorthan e urmah, os gatos foram recebidos com uma forte agressão militar contra eles que os greys estavam preparando em segredo, que rapidamente se transformou em uma invasão grey de Órion mais completa que tentou remover à força os urmah de tais sistemas solares ocupados. Os urmah, que são bem conhecidos por estarem fortemente armados, repeliram rapidamente a agressão de Órion com o seu poder de fogo superior e tácticas militares, esmagando a tentativa de tomada de poder de Órion num espaço de tempo muito curto.
Este conflito rapidamente se transformou em uma guerra em grande escala entre os urmah e as raças invasoras de Orion, um conflito no qual os etorthan participaram pesadamente e em grande número, expondo a mentira sobre eles estarem em “perigo de extinção”, pois de repente estavam em todos os lugares, de acordo com o que os urmah disseram.
É claro que os Orions subestimaram gravemente o poder militar e a capacidade de resposta dos urmah que conseguiu empurrá-los de volta para as profundezas da constelação de Órion, de onde saíram, ao mesmo tempo em que dizimou o exército da aliança multirracial de Órion, que sofreu pesadas perdas e que não era páreo para os felinos.
Esta batalha é considerada parte dos últimos estágios das infames Guerras de Órion e é chamada de Batalha de Rigel 7. Esta batalha é ensinada em escolas militares de inúmeras raças estelares como um exemplo onde alguns Urmahs bem armados poderiam afastar uma força que era muito superior à deles em número e que sofria apenas pequenas perdas enquanto o outro lado era totalmente dizimado.
Os urmah na órbita da Terra afirmaram que os etorthans não são confiáveis e só se juntaram à Federação Galáctica como uma tática para gradualmente ganhar controle sobre todas as raças estelares nela. Os urmah afirmaram que veem como muito difícil ou impossível para uma raça sem emoções possa desenvolver uma ética elevada, como os etorthans afirmaram ter, já que a ética não pode ter apenas a lógica como base para tudo, e quem quer que alegue isso estaria se tornando não empático com quem as tem, pois isso inevitavelmente causaria negligência emocional.”
O complemento a seguir traz detalhes adicionais da investigação de Bill Cooper, incluindo o contato inicial frustrado com a raça dos “nórdicos”, a identidade do embaixador alienígena de Betelgeuse conhecido como “Krill”, a criação dos projetos secretos de engenharia reversa (Redlight e Pluto), e o método clandestino de financiamento global utilizado pelo grupo Majestic 12 fora do controle do Congresso americano.
Desdobramentos e detalhes adicionais do relato de Cooper
A pesquisa de Bill Cooper em arquivos secretos da inteligência naval revelou que o encontro com os greys de Betelgeuse não foi a primeira opção do governo americano, mas sim o resultado de uma escolha geopolítica e militar estratégica baseada em tecnologia e armamentos.
O ultimato dos “nórdicos” (a alternativa recusada)
Antes do pouso definitivo dos greys na Base Aérea de Edwards, o presidente Eisenhower e sua equipe de conselheiros foram contatados por uma raça estelar idêntica à humana, descrita na comunidade alternativa como “nórdicos” ou “loiros”, frequentemente associados aos pleidianos:
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A proposta de evolução espiritual: Esses seres, com aparência humana, cabelos claros e olhos azuis, ofereceram ajuda para resolver as crises globais da Terra e guiar a humanidade em direção a um desenvolvimento espiritual e consciente.
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A condição de desarmamento: Em troca dessa assistência, os “nórdicos” exigiram uma condição inegociável: o desmantelamento completo do arsenal nuclear da Terra e a interrupção das pesquisas com armas de destruição em massa. Eles alertaram que a humanidade não tinha maturidade para lidar com tamanha força autodestrutiva.
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A recusa de Eisenhower: Temendo ficar vulnerável perante a União Soviética em plena Guerra Fria e desconfiando das intenções desarmamentistas dos visitantes, o governo Eisenhower recusou a proposta. A administração preferiu romper o contato com os nórdicos, abrindo caminho para negociar com os greys de Betelgeuse, que prometiam transferência tecnológica militar direta sem exigir o fim das armas nucleares.
E quem eram esses extraterrestres “nórdicos” de aparência humana que conversaram com Eisenhower? Os taygeteanos da estrela Taygeta nas Plêiades, que são membros da Federação Galáctica. Foi Rashell de Temmer, a comandante da nave Toleka na órbita da Terra, que teve dois encontros com o presidente Eisenhower na Base Edwards, na Califórnia, em 18 e 20 de fevereiro de 1954.
Na época que os greys e os taygeteanos se reuniram com Eisenhower, os alemães já tinham desenvolvido seu programa espacial secreto e uma grande colônia alemã separatista estava numa base subterrânea em Nova Suábia na Antártida, com várias naves discoidais Haunebu.

Rashell e um grupo de taygeteanos chegaram à orbita da Terra em 1952, como reação aos testes atômicos e à campanha dos militares americanos para abater naves de extraterrestres naqueles anos e nos anteriores. Os taygeteanos podem viver até os 1.000 anos com uma aparência jovem. Rashell foi uma das cinco mulheres da Sociedade Vril na Alemanha, liderada por Maria Orsic, cujo nome verdadeiro é Savya de Erra.
Como suas naves podem viajar no tempo, um grupo de 5 taygeteanas saltaram de 1952 para 1919 na Alemanha, e acabaram fundando a Sociedade Vril. Todas as cinco “médiuns” da Sociedade Vril eram taygeteanas. Rashell se passava por Sigrun. Eisenhower reconheceu Rashell como Sigrun, pois tinha as fotos das cinco mulheres da Sociedade Vril.
Ele a dispensou alegando que ela era uma agente a serviço do grupo de nazistas alemães que estavam escondidos numa base subterrânea secreta na Antártida. Foi a Sociedade Vril que ajudou a criar o programa espacial secreto nazista!


O embaixador “Krill” e a insígnia trilateral
Cooper relatou que a delegação de Betelgeuse que formalizou o Tratado de Greada possuía uma liderança clara e símbolos de identificação específicos:
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Sua Alteza Omnipotente Krill: Este era o título e o nome atribuídos ao primeiro embaixador oficial da raça grey na Terra. “Krill” permaneceu em bases americanas como o intermediário diplomático entre o comitê secreto Majestic 12 e a frota de Orion/Betelgeuse.
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O símbolo de identificação: Krill e seus subordinados utilizavam um uniforme militar que ostentava uma insígnia trilateral (um emblema com três triângulos ou linhas interconectadas). Esse mesmo design estava estampado em todas as espaçonaves que pousaram nas bases militares americanas. De acordo com Cooper, esse símbolo foi posteriormente absorvido por grupos da elite maçônica Illuminati e sociedades secretas para indicar quem detinha o verdadeiro controle oculto.
Projetos Redlight, Pluto e o financiamento do Deep State
Uma vez assinado o tratado, a infraestrutura para esconder e aplicar o conhecimento extraterrestre precisou ser criada às pressas, operando totalmente à margem das leis constitucionais:
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Projeto Redlight: Criado especificamente para realizar voos de teste com as naves alienígenas cedidas ou recuperadas. Esse projeto operava em instalações ultra-secretas (como a Área 51 e S-4) e foi responsável por incidentes ufológicos que a grande mídia classificava como “balões climáticos” ou ilusões de ótica.
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Projeto Pluto: Uma iniciativa paralela destinada a avaliar, catalogar e fazer engenharia reversa nos sistemas de propulsão e armamentos avançados fornecidos pelo embaixador Krill e sua comitiva.
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Financiamento via Operações Escuras (Black Budget): Como o Congresso dos Estados Unidos não podia saber da existência dos alienígenas, o Majestic 12 e a liderança da CIA precisavam de bilhões de dólares que não pudessem ser rastreados. Cooper afirmava categoricamente que o grupo passou a coordenar e lucrar com o tráfico internacional de entorpecentes, utilizando rotas militares e plataformas marítimas de fachada para injetar dinheiro vivo diretamente na construção das bases subterrâneas profundas (DUMBs).
A rede mundial de DUMBs e a civilização subterrânea oculta da Terra.
Porque o governo dos EUA construiu bases subterrâneas do tamanho de cidades?
Existem civilizações subterrâneas muito mais avançadas do que a da superfície?
Túneis, DUMBs e cidades subterrâneas construídas por todo os EUA.
A parceria tecnológica entre a CIA/Deep State com os greys de Órion, e a engenharia reversa das naves dos greys de Zeta Reticuli que caíram na Terra e foram recuperadas, criou os programas espaciais secretos da Força Aérea e da Marinha dos EUA. A NASA foi criada para manipular e enganar a população ingênua, enquanto serve de fachada pública para ocultar o verdadeiro programa espacial americano.
A principal base da frota de naves antigravidade do Programa Espacial Secreto dos EUA (SSP) fica na Antártida, bem longe dos olhos do público. Depois que milhares de cientistas, engenheiros e agentes nazistas se infiltraram nos EUA através da Operação Paperclip, eles assumiram o controle do Complexo Militar-Industrial (CMI) dos EUA e fundiram o programa espacial secreto nazista com o americano.
Todo o desenvolvimento de naves e drones militares com tecnologia antigravidade, armas de energia e invisibilidade foi feito por empresas aeroespaciais privadas que tem contratos secretos com o Pentágono/CIA/DARPA. A grande maioria dos OVNIs que as pessoas fotografaram ou filmaram foram fabricados por empresas aeroespaciais utilizando tecnologias alienígenas.

A elite dos nazistas alemães assumiu o controle do governo americano sem disparar um tiro, através da infiltração. Eles precisavam do poder financeiro, militar, industrial e recursos naturais dos americanos para implantar seu plano de domínio mundial, pois eles fazem parte da Cabala Illuminati.

A Sociedade Thule foi uma influente sociedade secreta ocultista e völkisch (nacionalista extremista) fundada em Munique após a Primeira Guerra Mundial. Serviu como o principal viveiro ideológico e financeiro que deu origem ao Partido Nazista. A Sociedade Thule foi a primeira a fazer contato com seres não humanos pois era controlada do baixo astral pelos reptilianos kingu, os mesmos que controlam as elites Illuminati.

O historiador russo Andrey Fursov falou sobre como a degradação da sociedade contribui para o fortalecimento do poder da classe dominante: Segundo a lei de Ashby, o subsistema de controle deve ser mais complexo do que o sistema que controla, somente nesse caso o sistema pode se desenvolver normalmente e os gestores manterão seu poder.
Durante duzentos anos, desde o início ativo da revolução industrial, as classes altas ocidentais foram mais complexas em termos de organização, ciência, tecnologia e cultura do que as classes baixas e a classe média. Isso foi garantido pelo progresso científico e técnico, que, ao mesmo tempo, aumentou constantemente o nível de complexidade social e educacional da sociedade. Em algum momento, esse nível começou a ameaçar as elites do topo, e eles conscientemente passaram a reduzi-lo.
10 truques usados pelos governos para controlar as massas, ou um arsenal para zumbificação.
Sentindo o perigo para si mesmos em avanços futuros, apostaram na degradação moral da maior parte da população. Para que uma pessoa relativamente tola seja capaz de governar, os governados devem ser ainda mais tolos. As sociedades secretas Illuminati, que controlam os governos “democráticos” nos bastidores, criaram várias agências de inteligência para degradar a sociedade e fortalecer o poder da classe dominante, e isso é feito com o dinheiro dos impostos da população é claro.
Sabe-se publicamente que existem 18 agências que compõem a Comunidade de Inteligência dos EUA no entanto, há provavelmente unidades de inteligência cuja existência é mantida oculta, em segredo, uma vez que elas estariam envolvidas com operações “profundas”, de orçamento negro e que não são reconhecidas pelo próprio governo. E essas operações secretas estão envolvidas com tratados feitos com as raças alienígenas de Órion.
O “Incidente de Roswell”, ocorrido em julho de 1947, é frequentemente citado por investigadores independentes como o catalisador para a criação de uma estrutura de segurança nacional altamente sigilosa, projetada para gerenciar o que seria a descoberta de tecnologia e seres não humanos.
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Agência Central de Inteligência (CIA): Criada oficialmente em setembro de 1947 pela Lei de Segurança Nacional, a CIA é apontada por teóricos como a principal entidade responsável pela coordenação do acobertamento. Fontes alternativas destacam que, logo após sua formação, a agência passou a monitorar o fenômeno dos “discos voadores” e a implementar estratégias de desinformação para desestimular o interesse público e desacreditar testemunhas.
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Força Aérea dos EUA (USAF): Embora o departamento já existisse como Força Aérea do Exército, tornou-se um ramo independente em 1947. Investigadores independentes argumentam que a USAF assumiu a gestão direta de projetos de recuperação de destroços (como as operações subsequentes a Roswell) e criou programas como o Project Blue Book e o antecessor Project Grudge, que serviam não apenas para coletar dados, mas para filtrar informações e proteger segredos de engenharia reversa.
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Agência de Segurança Nacional (NSA): Estabelecida em 1952, é vista como um pilar fundamental da vigilância e do silenciamento. Defensores da teoria de ocultação argumentam que a NSA desempenhou um papel crucial em interceptar comunicações e garantir que nenhuma informação sobre contatos ou tecnologia alienígena vazasse pelos canais de inteligência.
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Mecanismos de Ocultação: Conforme sustentado por pesquisadores independentes, essas agências teriam colaborado para institucionalizar o “debunking” (desmascaramento) sistemático, utilizando a censura, a intimidação de testemunhas e a criação de narrativas de cobertura — como o alegado uso do Projeto Mogul como pretexto para explicar os destroços de Roswell — a fim de manter o controle absoluto sobre o contato com inteligências não humanas.

A infiltração de 5 mulheres taygeteanas em sociedades ocultistas alemãs.
Segundo informações dos taygeteanos, a comandante Rashel de Temmer chegou a órbita da Terra em 1952 como parte da primeira expedição de Taygeta em reação aos testes atômicos e à campanha para abater naves da Federação e raças aliadas naqueles anos e nos anteriores. Em 1947, duas naves dos greys de Zeta Reticuli caíram em Roswell (Novo México), e em 1948, outra nave deles caiu em Aztec (Novo México). Entre os anos 1940 a 1970 cerca de 40 naves de várias origens extraterrestres foram abatidas. Nenhuma de Taygeta.
As naves que caíram no Novo México foram abatidas com o uso de microondas direcionadas por radares militares. Isso de propósito. A energia das microondas interfere nos sensores de algumas naves, cegando seus computadores. Não lhes permite saber a frequência exata do fluxo gravitacional em que a nave está localizada, causando erros em sistemas de cancelamento de gravidade. Resultando em acidentes.
A maioria das naves extraterrestres foi abatida pelos americanos e seus aliados, mas também pelos russos mais tarde. Uma equipe de taygeteanos liderada por Rachel chegou a órbita da Terra em 1952 e de lá alguns deles viajaram no tempo até 1919 para se infiltrar na Alemanha nazista. Em 18 e 20 de fevereiro de 1954, Rachel se encontrou com o presidente Eisenhower na Base Edwards na Califórnia.
Existem tratados pelo qual a Terra perdeu sua soberania. Alguns têm milhares de anos. Já os tratados novos foram feitos em 1937 pela Alemanha nazista e o Tratado de Greada em 1954 pelos americanos (também sob controle nazista). Em 1954, Eisenhower fez um tratado com os greys etorthan para trocar tecnologia pela liberdade de explorar a população humana, sequestros e experimentos, entre outras coisas.
Nós somos as garotas da Sociedade Vril: Rashell de Temmer
Nós, taygeteanos, falamos com o presidente americano Eisenhower
Naquela época, a Federação Galáctica recebeu um alarme sobre o que aconteceu desde a Segunda Guerra Mundial, especificamente a detonação de armas nucleares. As raças mais semelhantes aos humanos sempre foram mais próximas, intervindo mais do que aquelas que não o são. Portanto foi a vez de Taygeta. Vendo a situação da órbita, tentou-se enviar duas tripulações dos chamados caças “Relógio de Areia” para épocas diferentes, para deter o avanço nazista que desencadeou a Segunda Guerra Mundial.
As equipes do “Relógio de Areia” partiram de 1952 para 1919 e 1937 e interagiram com os nazistas por um tempo. As naves de caça com capacidade “Relógio de Areia” viajam no tempo. Maria Orsich era na verdade Savya de Erra. Ela era a líder da expedição. Os taygeteanos queriam impedir o progresso da investigação alemã sobre bombas nucleares. O avanço dos laboratórios nazistas de água pesada foi interrompido.
Era necessário intervir e infiltrar-se na sociedade alemã da época. Com a aparência das mulheres de Taygeta não foi difícil. Mas o resultado foi o mesmo se os alemães tivessem a bomba primeiro, porque a Alemanha perdeu a guerra, mas as elites nazistas venceram. Eles só emigraram para os Estados Unidos através da Operação PaperClip que foi aprovada pelo presidente Harry S. Truman, um maçom de Grau 33 do Rito Escocês.
As cinco taygeteanas da Sociedade Vril, que fingiram ser médiuns, haviam “canalizado” tecnologia de propulsão toroidal para a Luftwaffe. O fracasso nas negociações com Eisenhower deveu-se principalmente ao incidente da Vril. Essa encenação de “canalizadoras de tecnologia extraterrestre” deve ter durado nos primeiros anos até o Partido Nazista chegar ao poder. Depois, elas devem ter contado as elites nazistas que não eram humanas e provaram.

A inteligência americana tinha fotos das mulheres da Sociedade Vrill que ajudaram a desenvolver as naves discoidais Haunebu, e o presidente Eisenhower não levou Rashell a sério pois a reconheceu nas fotos. Ele achou que ela fazia parte do grupo dissidente nazista escondido nas bases de Nova Suábia (Neuschwabenland) na Antártida, desde 1944, e que foi enviada para enganá-lo.
As naves Haunebu foram retiradas de serviço por que já havia sido decidido no mais alto nível que a Alemanha perderia a Guerra. Por que a Cabala Illuminati controlava ambos os lados. Entre eles, a realeza britânica. É a única razão pela qual os discos Haunebu se retiraram para a base secreta nazista na Antártida em 1944. Nova Suábia ainda está lá agora com um DUMB de alta tecnologia. Nova Suábia foi uma reivindicação territorial feita pela Alemanha nazista no final da década de 1930.

Nova Suábia abriga uma colônia separatista nazista oculta. Essa base militar se desenvolveu após a Segunda Guerra Mundial com a ajuda de tecnologias recebidas por extraterrestres. Em 1944, as naves discoidais modelo Haunebu foram enviadas para lá.
O governo americano sabia de sua existência e, em 26 de agosto de 1946, o então Secretário da Marinha James Forrestal enviou uma grande frota naval para a Antártida, incluindo o Almirante Nimitz, o Almirante Krusen e o Almirante Byrd, chamada “Operação Highjump”, para destruir a chamada “Base 211” na Antártida.
A operação era composta por uma frota militar com 5.000 homens, 13 navios e 33 caças, comandada pelo almirante Richard E. Bird Jr, e se deslocou até a Antártida com a desculpa para o público de “explorar e mapear a região antártica e, no processo, testar homens, navios e equipamentos contra o clima severo”. Mas a frota foi derrotada pelas armas de energia dirigida dos discos nazistas Haunebu. A Operação Highjump foi um fracasso e terminou no final de fevereiro de 1947.

É por isso que a Antártida está fechada para a população em geral. Eles fazem teatro que as pessoas podem visitar, mas apenas passeios costeiros limitados e de barco. É preciso entender que a Alemanha nazista se mudou para os EUA com a Operação PaperClip. Portanto, Nova Suábia é apenas mais um DUMB conectado à Área 51, S-4, Base Aérea de Dugway, Ray Patterson e outros lugares relacionados ao material de propulsão antigravidade e à tecnologia de naves espaciais.

Eles não estão isolados lá. Nova Suábia faz parte da Cabala e dos controladores que no final são apenas os reptilianos kingu. As sociedadees Thule e Vril eram apenas prelúdios para conversar com os kingu que vivem no baixo astral 4D. Políticos americanos que visitaram a Antártida vão para Nova Suábia, exatamente lá. Mas isso não é conhecido na grande mídia.
A civilização de Taygeta nas Plêiades tem sido um alvo importante para a Cabala Illuminati há muito tempo. Taygeta é vista como um ponto fraco que pode ser usado como um passo para invadir todo o sistema estelar M45 das Plêiades. Houve um grupo podre de mulheres taygeteanas que cooperaram com a Cabala e os etorthan, onde tentaram dar-lhes Taygeta em troca de poder.
As sociedades secretas Illuminati têm um lema perturbador: “O mundo não é suficiente”. Mas por que a Terra não é suficiente? Por que ela já é deles, mas eles querem mais, muito mais. E isso ocorre porque os controladores não humanos da Cabala, os kingu, os etorthan e demônios do baixo astral, são uma força invasora que não se deterá até que tudo esteja sob seu controle completo.
Sob a proteção da Federação Galáctica, eles forneceram tecnologias avançadas para a Cabala/Deep State dos EUA e Alemanha, para tornar a Terra a base de operações de infiltração regressiva em outros planetas para controlá-los. E a Cabala teve ajuda do governo alfrateano para implementar essa agenda de infiltração. Os etorthan e os kingu exploraram a lei de “não intervenção” da Federação para impedir que as raças positivas interferissem na Terra contra a Cabala.

Durante a década de 1940, os nazistas tentaram se infiltrar em Taygeta através de sua colônia no planeta Cygnus, que orbita a estrela Aldebaran, usando suas naves espaciais Haunebu, desenvolvidas com tecnologia fornecida pelo grupo de mulheres taygeteanas na Sociedade Vril. O lado regressivo da Federação Galáctica, representado pelos etorthan, criou um plano para se infiltrar na sociedade taygeteana, com vários agentes disfarçados, que fizeram de tudo para subjugar Taygeta.
Segundo o site swaruu.org, o grupo de 5 mulheres taygeteanas da Sociedade Vril, lideradas por Savya (Maria Orsic) e Rashell (Sigrun) que estavam infiltradas na Alemanha, interagiram com os alemães de 1919 até 1945. Mas os registros públicos sobre Maria Orsic dizem que ela iniciou o contato telepático com os extraterrestres de Aldebaran em 1917 e que ela fundou oficialmente a Sociedade Vril em 1921.

A ambição da Sociedade Vril, e depois dos nazistas, era a de construir uma nave espacial que pudesse sair da Terra e viajar até Aldebaran, onde fica a única colônia taygeteana fora de Taygeta. Em 1919, dois anos antes de fundar a Sociedade Vril, Maria Orsic se encontrou com membros da Sociedade Thule, que mais tarde se tornou infame por patrocinar o Partido Nazista e ajudar Hitler chegar ao poder.
O encontro ocorreu em um pavilhão de caça perto de Berchtesgarden, na Alemanha. A Sociedade Thule estava interessada nas mensagens que Maria recebera durante suas supostas “canalizações”. Maria trouxe duas grandes pilhas de papéis de suas sessões de canalização. Ela disse que as mensagens vinham do sistema estelar de Aldebaran. Uma série de mensagens estava escrita em uma língua que Maria não conseguia decifrar, mas a Sociedade Thule pôde ajudá-la com as traduções e descobriram que estava em sumério antigo.
As mensagens explicavam como construir máquinas voadoras discoidais, operando com uma misteriosa força energética vril, que é Energia Ponto Zero. Houve quem se perguntasse por que os Aldebaranos ajudariam a Sociedade Vril a desenvolver discos voadores. As cinco supostas “médiuns” eram Maria Orsic, Sigrun, Traute, Gudrun e Heike. Maria (Savya) era a líder do grupo e Sigrun (Rashell) era a tradutora das mensagens canalizadas pelas médiuns da sociedade.

Maria Orsic e seu grupo mediúnico surgiu pela primeira vez em 1917 e desapareceu da história em 1945. Isso equivale a 28 anos de contato direto entre esse grupo de mulheres taygeteanas e a elite ocultista alemã que ajudou na ascensão de Adolf Hitler e seu Partido Nazista ao poder na Alemanha. O que essas cinco mulheres fizeram foi muito regressivo pois elas ajudaram a Cabala llluminati a desenvolver a tecnologia de naves antigravidade para viagens espaciais. Os nazistas são criação dos jesuítas/Vaticano. Uma missão taygeteana na Terra pode durar um dia, uma semana ou um mês, mas 28 anos é tempo demais.
Esse grupo de mulheres de Taygeta, sob respaldo e proteção da Federação Galáctica, interferiu diretamente no desenvolvimento tecnológico humano, ignorando completamente a Primeira Diretriz da própria Federação, que diz que uma raça estelar avançada não pode interferir no desenvolvimento cultural, espiritual e tecnológico de sociedades em desenvolvimento, incluindo contato direto, fornecimento de tecnologia avançada, provas da existência de ETs ou qualquer ação que altere o curso “natural” da evolução.
Elas vieram para a órbita da Terra na nave Toleka em 1952, numa missão de infiltração organizada pela própria Federação Galáctica, e viajaram no tempo com sua nave modelo Suzy, primeiro para 1917 e depois para 1919. A missão delas na Alemanha durou 28 anos. Como elas fizeram isso comentei num post anterior. Rashell ficou de 1952 a 2018 na órbita da Terra, no comando da nave Toleka. Cerca de 66 anos.
Lembrando que os taygeteanos, e outra raças da família lyriana, podem viver vários séculos com aparência jovem. Minha dúvida é se essas cinco mulheres eram realmente taygeteanas. Fisicamente, os alfrateanos são muito parecidos com os humanos da Terra e com os taygeteanos. Durante muito tempo, os alfrateanos do planeta Alfrata em Alpha Centauri, serviram como mercenários dos regressivos etorthan, através da Federação Galáctica, para ajudar a Cabala da Terra.

Na minha opinião, analisando os acontecimentos, os etorthan orquestraram uma operação de infiltração em Taygeta, enviando cinco agentes femininas alfrateanas aos planetas Temmer e Erra para fingirem ser taygeteanas. Essas cinco mulheres entraram na Academia Espacial em Temmer que treina cadetes para as missões espaciais da Federação.
Na época, a Federação tinha muita influência na Academia Espacial em Temmer, então selecionaram essas cincos agentes alfrateanas infiltradas para vir numa missão de Taygeta à Terra. Durante milhares de anos os taygeteanos foram a principal força militar da Federação Galáctica, e isso terminou em 2019 quando Alenym de Temmer se tornou a Rainha de Taygeta.

As cincos “médiuns” da Sociedade Vril serem agentes alfrateanas se passando por taygeteanas é uma grande possiblidade. Outra possibilidade é dessas mulheres taygeteanas serem na verdade clones controlados remotamente pelos reptilianos kingu. O Deep State que controla o governo americano fez tratados com os grey de Órion (etorthan e maitre) para receber várias tecnologias, entre elas a clonagem humana.
Segundo informações dos taygeteanos, a raça conhecida como greys (cinzentos) é extremamente vasta e diversificada, englobando aproximadamente 165 espécies diferentes. A grande maioria não possui órgãos sexuais nem diferenciação de gênero (são assexuados). Consequentemente, a sua perpetuação biológica ocorre de forma totalmente artificial por meio de processos tecnológicos avançados de clonagem em laboratório.
A natureza dos greys e a reprodução artificial
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Diversidade de espécies: O termo “grey” não se refere a uma única civilização, mas sim a um grupo taxonômico amplo que abrange cerca de 165 espécies distintas. Embora compartilhem características visuais semelhantes — como a estatura, a tonalidade da pele e os olhos grandes —, as suas origens, intenções e níveis de desenvolvimento tecnológico ou espiritual variam drasticamente.
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Ausência de sexo biológico: A maioria esmagadora dessas 165 espécies não possui biologia voltada para a reprodução natural. Eles não têm órgãos reprodutores masculinos ou femininos, o que elimina a reprodução sexual, o conceito de gênero e os impulsos emocionais ou hormonais tipicamente associados a espécies biológicas tradicionais.
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O processo de clonagem: Para evitar a extinção e manter suas populações, os greys dependem estritamente da clonagem artificial de alta tecnologia. Novos corpos são gerados em laboratório a partir de matrizes de DNA preexistentes.
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Degradação Genética e Consequências: Um dos grandes problemas com esse método é a “perda de informação” ou degradação do código genético. Assim como uma fotocópia de outra fotocópia perde nitidez, a clonagem repetida ao longo de milênios enfraquece a estrutura biológica dos greys. Isso faz com que algumas facções busquem constantemente material genético fresco (inclusive humano ou de outras raças) para tentar hibridizar, reparar ou revigorar suas próprias linhas de clones.

De acordo com as transcrições de Swaruu.org, a Cabala possui acesso à tecnologia de clonagem humana avançada desde meados do século XX. O desenvolvimento consolidou-se fortemente após a Segunda Guerra Mundial e através de tratados secretos firmados entre as décadas de 1940 e 1950 com os greys de Órion (etorthan e maitre).
No entanto, a aplicação massiva e o aperfeiçoamento da tecnologia consolidaram-se fortemente a partir do final dos anos 1960 (por volta de 1968). A Cabala utiliza clones sofisticados para substituir políticos, celebridades e influenciadores que não cooperam mais com a sua agenda ou que morreram.
Isso garante a continuidade dos planos de controle sem levantar suspeitas na população. Essa produção ocorre em larga escala em laboratórios genéticos localizados em bases militares subterrâneas profundas (conhecidas como DUMBs) nos Estados Unidos e outros locais.
A verdadeira “invasão alienígena” da Terra não ocorreu por naves espaciais, mas sim por infiltração, com o preenchimento de cargos-chave na sociedade por clones controlados remotamente. O objetivo é moldar a percepção pública, criar falsas narrativas e guiar a humanidade em direção a uma agenda de total submissão e redução populacional.
A tecnologia de substituição da alma num corpo humano
A substituição da alma em corpos humanos pode ser feita através de uma operação técnica baseada na manipulação frequêncial. As raças regressivas de Órion utilizam tecnologia avançada de ondas escalares e campos eletromagnéticos para suprimir a assinatura vibracional da consciência original (a “alma”), desconectando-a do corpo físico e permitindo que uma entidade externa assuma o controle do recipiente biológico para fins de infiltração social.
Isso acontece nos casos de humanos que foram sequestradas por alienígenas que querem usar o mesmo corpo, sem cloná-lo. As principais tecnologias e métodos descritos envolvem os seguintes pontos:
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Manipulação de frequência (supressão do campo): O corpo humano é um recipiente sintonizado em uma frequência específica, o sinal da alma em reinos superiores. A tecnologia utilizada consiste em criar campos de interferência que “abaixam” artificialmente essa frequência. Ao reduzir a vibração do indivíduo, a conexão do sinal da alma com o corpo físico na 3D torna-se frágil ou é interrompida, criando um vácuo energético.
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Utilização de ondas escalares e campos eletromagnéticos: O uso de tecnologias baseadas em física escalar para manipular a matéria orgânica e a estrutura do DNA. Esses campos são usados para “resetar” ou bloquear a memória e a personalidade do hospedeiro, tornando o corpo um receptor vazio. A tecnologia atua como um modulador de sinal que substitui o “sinal original” (alma humana) pelo “sinal” da entidade regressiva do baixo astral 4D ou o sinal de uma Inteligência Artificial.
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O conceito de infiltração como “Walk-in” forçado: Diferente do conceito clássico de possessão, a infiltração é como um walk-in (entrada) forçado. O corpo físico, agora sem conexão com o sinal da alma original, é “sintonizado” na nova frequência da entidade invasora. A tecnologia permite que a entidade mantenha o controle motor, os reflexos e até as memórias recentes do hospedeiro, o que possibilita que ela continue a vida da pessoa infiltrada sem despertar suspeitas imediatas no seu círculo social.
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A “Matrix” holográfica: Essas operações estariam integradas a uma estrutura maior, frequentemente chamada de “Matrix”, que sustenta a ilusão da realidade física. A tecnologia de substituição aproveita as brechas dessa Matrix, onde o corpo é visto apenas como um veículo biológico (ou interface) que pode ser desconectado e reconectado a diferentes consciências, desde que a tecnologia de suporte (como implantes neurais ou manipulação de campos locais) esteja presente para ancorar a nova entidade.
A finalidade dessas tecnologias não é apenas o controle individual, mas a ocupação de posições de poder ou influência social. Ao substituir humanos em posições-chave por entidades regressivas, essas raças conseguem moldar a sociedade humana de dentro para fora, garantindo que as decisões e a direção social estejam alinhadas aos seus interesses, tudo sob uma fachada de humanidade completa. Uma invasão alienígena silenciosa está acontecendo há tempos na Terra sem a população saber de nada.

A impossibilidade de substituição da alma num corpo taygeteano
A tecnologia de substituição de alma, conforme descrita acima, é fundamentada na premissa de que a consciência precisa de uma compatibilidade vibracional para “ancorar” em um veículo biológico. Embora a física por trás do processo seja universal, a aplicação dessas técnicas em pessoas da raça lyriana, como os taygeteanas, antarianos e outros, é considerada ineficaz devido a diferenças fundamentais de densidade, consciência e estado vibracional desses seres em comparação com a população humana da “Matrix”.
As principais razões pelas quais esse processo de infiltração não se aplica da mesma forma a essas raças incluem:
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Incompatibilidade vibracional (densidade): A tecnologia de substituição baseia-se em abaixar a frequência do hospedeiro para que uma entidade de baixa densidade (regressiva) consiga se acoplar. Pessoas da raça lyriana operam naturalmente em uma faixa de frequência muito mais elevada (densidades mais altas). Para uma entidade regressiva, tentar habitar um corpo taygeteano seria como tentar sintonizar um rádio em uma frequência que não existe no seu receptor; a estrutura biológica e energética do corpo seria “rápida” demais para a baixa vibração da entidade invasora, resultando em uma rejeição imediata, semelhante a uma incompatibilidade de transplante de órgãos.
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Consciência e estado de alerta: A infiltração na sociedade humana é facilitada pelo estado de “sono” da consciência da maioria da população, que foi induzida por meio de manipulação social, educação e poluição eletromagnética (o chamado “campo de contenção”). Os lyrianos mantêm uma conexão contínua e consciente com sua própria fonte e “Eu Superior”. Essa conexão ininterrupta elimina o “vácuo” energético ou a desconexão necessária que as entidades regressivas precisam explorar para realizar o walk-in forçado.
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Imunidade à Matrix 3D: Os humanos da Terra estão confinados em uma “Matrix” ou cerca de frequência específica, o Cinturão de Van Allen. Essa cerca é o que permite que as tecnologias de controle funcionem de maneira eficaz. Como os taygeteanos operam fora dessa frequência de contenção, as tecnologias baseadas em escalares usadas pelos regressivos dentro da Terra não possuem o mesmo alcance ou eficácia sobre eles. Eles não estão ancorados na mesma rede de controle que mantém a população humana submissa.
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A “assinatura” do DNA: A biologia dessas raças é descrita como sendo altamente sintonizada com a sua própria consciência. O DNA, nestes casos, não é apenas um código químico, mas uma interface ativamente mantida pela consciência do indivíduo. Qualquer tentativa externa de “sobrescrever” essa interface seria detectada e bloqueada pelo sistema imunológico energético do indivíduo, que reconheceria o sinal invasor como um vírus ou corpo estranho, impedindo a intrusão antes mesmo que ela se consolidasse.
Dessa forma, o processo de “substituição” não é uma ferramenta universal que funciona em qualquer ser vivo, mas sim um método específico para um tipo de “hospedeiro” que está vibrando em uma frequência baixa o suficiente para permitir a entrada de parasitas conscienciais.
Como o clone de um taygeteano pode ser animado com uma consciência regressiva reptiliana
As raças regressivas (frequentemente associadas a reptilianos e a agendas de controle) utilizam tecnologia avançada para criar corpos sintéticos — clones ou bio-trajes — com a aparência de seres “nórdicos” (como os taygeteanos ou lyrianos). Esses clones funcionam como cascas vazias que podem ser animadas ou controladas por outras consciências ou Inteligência Artificial, permitindo a infiltração em planetas da 5D.
O processo de infiltração utilizando bio-trajes ou clones, conforme discutido nos materiais da Swaruu.org, baseia-se na criação de corpos sintéticos ou biológicos com alta fidelidade genética de uma raça específica (como taygeteana ou lyriana) para atuar como receptáculos para a consciência de outras entidades. A criação de corpos biológicos é um processo relativamente comum utilizando Med-Pods (cápsulas médicas de alta tecnologia).
Esses corpos funcionam inicialmente como “cascas vazias” ou recipientes biológicos mantidos em estase até que sejam ativados. Esses corpos funcionam como “veículos” que permitem a uma consciência regressiva, como os reptilianos kingu da Terra, habitar uma forma física que é socialmente aceita e biologicamente compatível com o ambiente ou a civilização alvo, ocultando a natureza original da entidade infiltrada.
A operação de ancoragem e infiltração ocorre através dos seguintes mecanismos:
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Criação do clone: O clone é projetado para ser um corpo completo, muitas vezes sem uma alma ou consciência prévia instalada, ou operando através de uma consciência artificial básica, servindo como uma casca vazia. O corpo é geneticamente modificado para replicar a aparência, a assinatura energética e os sinais vitais de seres cuja sociedade na 5D os kingu querem infiltrar.
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Ancoragem da consciência: Um reptiliano kingu, que possui uma vibração ou natureza regressiva, “ancora” sua consciência no clone. O processo exige uma compatibilidade vibracional mínima para que a consciência consiga manter o controle do corpo sem rejeição biológica. Uma vez ancorada, a consciência do kingu comanda o corpo, utilizando o cérebro e o sistema nervoso do clone para interagir com o mundo externo. Nesse caso, o kingu deve estar dormindo dentro de uma cápsula de imersão total que transfere a consciência de seu corpo original para o clone.

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Mascaramento e manipulação: A principal vantagem estratégica dessa tecnologia é a confiança que a raça imitada (taygeteana/lyriana) geralmente inspira nas populações-alvo. Ao utilizar essa aparência, a entidade infiltrada:
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Neutraliza a desconfiança inicial de observadores ou das populações locais, que veem um ser com a aparência de uma raça que consideram “amigável” ou “evoluída”.
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Utiliza a empatia e a projeção de imagem de segurança para acessar círculos, informações ou posições de poder que seriam proibidos para um ser de natureza regressiva assumida.
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Manipula as percepções sociais, difundindo ideologias ou alterando decisões políticas sob o pretexto de autoridade e benevolência da raça que o clone representa.
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Dissociação da natureza real: Como o corpo físico não emite as frequências da raça regressiva (devido à tecnologia de ocultação ou simplesmente pela biologia do bio-suit), a entidade consegue operar sem ser detectada por dispositivos de varredura ou por telepatas que buscam assinaturas de seres negativos. A desconexão entre a “aparência” (que é benevolente) e a “intenção” (que é regressiva) permite que o agente atue por longos períodos como um Cavalo de Troia biológico.
A infiltração regressiva de Órion em planetas da 5D ocorre através da utilização de corpos clonados de pessoas das Plêiades que atuam como recipientes vazios, permitindo que a consciência de uma entidade regressiva se ancore neles sem alterar a assinatura vibracional nativa. Esses clones, replicando a biologia taygeteana ou lyriana, passam pelos sistemas de monitoramento como indivíduos legítimos, pois possuem a mesma ressonância energética que os habitantes dos planetas Temmer e Erra.
A ausência de uma alma original no clone cria um espaço receptivo onde a consciência reptiliana se instala, mimetizando perfeitamente o comportamento e os padrões biológicos da população local. Como a estrutura é fisicamente indistinguível, os sensores de frequência não detectam qualquer anomalia, permitindo que os agentes operem livremente. Essa tecnologia permite a penetração silenciosa nas sociedades, pois a “capa” biológica engana tanto a detecção tecnológica quanto a percepção psíquica dos nativos.

As cincos “médiuns” da Sociedade Vril poderiam ser clones de mulheres taygeteanas que foram capturadas nos planetas Temmer e Erra, por um grupo de militares alfrateanos, e levadas à força para o planeta Alfrata onde foram clonadas em bases militares subterrâneas profundas (DUMBs). O Alto Conselho alfrateano sempre serviu aos interesses da Federação Galáctica, que era manipulada pelos etorthan de Órion.
Eu acredito que existem bases subterrâneas dos reptilianos kingu em Alfrata e eles controlam o governo alfrateano nas sombras, da mesma forma que controlam a Cabala Illuminati na Terra. Os clones das 5 mulheres taygeteanas seriam controlados remotamente por esses kingu, que estariam em estase nas cápsulas de imersão total, como mostra as duas imagens acima.
Os cinco clones foram levados para Taygeta para substituir as taygeteanas originais. Os alfrateanos devem ter escolhido somente mulheres que não tinham família e viviam sozinhas, em locais afastados. Isso é comum em Taygeta. Essas seriam duas táticas de infiltração usadas pela etorthan em Taygeta e outras civilizações pleiadianas. Usando mercenários alfrateanos ou clones de pessoas que foram capturados nessas civilizações.
Os militares taygeteanos apreenderam a nave de uma mulher não humana, que eles chamaram de “Starlette”, que era uma agente da Cabala e dos etorthan. Dentro da nave estavam mais de 100 clones de mulheres taygeteanas guardados em tubos de estase. Esses clones foram produzidos através de equipamentos médicos avançados conhecidos como Med-Pods. Os clones seriam usados para infiltração de Taygeta.
Essa “Starlette” foi presa por Athena Swaruu pilotando uma nave classe Suzy no sistema estelar de Próxima Centauri, região sob controle dos alfrateanos. Ele devia ser uma instrutora de pilotos de caça em Taygeta para ter acesso a essa nave. Seria essa “agente da Cabala” uma mercenária alfrateana que foi infiltrada na sociedade taygeteana?

Mari Swa relatou que centenas de mulheres de origem extraterrestre — especificamente das civilizações de Taygeta e Antaria — foram capturadas por militares alfrateanos e humanos que trabalham para a Cabala. Elas foram transportadas para DUMBs na Terra para serem submetidas a experimentos biológicos, clonagem e exploração de suas capacidades psíquicas e genéticas avançadas. Quando os militares taygeteanos descobriram os sequestros, realizaram operações para desmantelar essas instalações e resgatar as sobreviventes nos DUMBs.
O interesse da Cabala em capturá-las envolve não apenas a obtenção de material genético puro para experimentos de hibridização e clonagem, mas também uma necessidade de retaliação e espionagem contra raças que historicamente tentam auxiliar na libertação da população da Terra. As bases subterrâneas profundas abrigam uma ciência biomédica e de Inteligência Artificial que está séculos à frente da ciência pública na superfície da Terra.
A tecnologia de clonagem da Cabala não se limita a criar bebês em provetas; ela é capaz de replicar corpos adultos em curto espaço de tempo e injetar neles sistemas de controle cibernético ou frequências de ondas cerebrais manipuladas remotamente. Isso permite que uma consciência reptiliana ou uma IA manipule o clone como um avatar biológico à distância.
O uso de clones idênticos resolve o maior problema de segurança das forças regressivas: o reconhecimento biológico. Como os clones possuem o mesmo DNA das mulheres sequestradas, eles passariam facilmente pelos sistemas de escaneamento de frequência e biometria das naves e cidades de Taygeta e Antaria. Uma vez inseridos no meio social dessas civilizações, esses clones operados remotamente atuariam como “cavalos de Troia”, coletando informações confidenciais, espalhando desinformação ou realizando atos de sabotagem interna sem levantar suspeitas imediatas sobre a sua verdadeira origem.
Essa narrativa inverte o clássico tropo da ficção científica — em vez de alienígenas se infiltrarem na Terra, é a própria Cabala humana que se projeta como uma força agressora no espaço, utilizando tecnologia de ponta para violar a soberania de outros mundos. Isso demonstra a extensão do perigo associado a clonagem e à perda da ética tecnológica, onde a própria vida e a identidade biológica são transformadas em armas.

Segundo as divulgações de Mari, a infiltração no Alto Conselho de Taygeta (em Temmer) fez parte de uma complexa agenda de controle dos etorthan, que usaram a Federação Galáctica como fachada, em aliança oculta com a Cabala da Terra. Sob a fachada de uma liderança legítima, o conselho — composto inteiramente por 24 mulheres, sendo 19 humanas infiltradas (agentes da Cabala/Federação atuando sob disfarce) e apenas 5 taygetanas — operava como uma ferramenta de engenharia social e manipulação de percepção.
O objetivo principal era manter a Terra sob um regime de isolamento e controle de frequência (a Matrix), neutralizando a dissidência de raças benevolentes. Essa infiltração do Alto Conselho com 19 mulheres humanas a serviço da Cabala se iniciou em 2018 e foi feita com a ajuda das 5 mulheres taygeteanas que faziam parte do Alto Conselho original e com ajuda de militares alfrateanas que serviam aos etorthan e a Cabala.
Esse golpe político interno neutralizou a soberania de Taygeta, transformando o Alto Conselho em um órgão fantoche dos etorthan e da Cabala. As decisões passaram a ser controladas por essa maioria infiltrada, garantindo que as decisões tomadas por esse órgão legislativo e orientador estivesse sempre alinhadas com a manutenção do status quo da Matrix terrestre.
Depois de terem assumido o controle do Alto Conselho em Taygeta, os etorthan e a Cabala tentaram matar a Rainha Alenym em sua nave Toleka, na órbita da Terra, mas falharam. Depois, tentaram matar a nova rainha, Mari Swaruu, mas falharam. Eles tentaram matá-las com bioarmas. Os militares de Taygeta mostraram provas da infiltração no Alto Conselho à nova rainha Mari e ela ordenou a prisão de todos os seu membros.
Os militares taygeteanos descobriram centenas de humanos da Terra infiltrados nos planetas Temmer e Erra em Taygeta e um total de 2.357 humanos que a Cabala conseguiu infiltrar em outros planetas nas Plêiades. Entre esses humanos estavam vários magnatas da Terra que foram descobertos vivendo e se escondendo em Temmer e foram presos. São alguns dos personagens mais horríveis da Cabala que supostamente morreram nos últimos cinco ou seis anos.
Saiba mais: A invasão da civilização de Taygeta pelas elites da Cabala da Terra.
Eles não morreram, apenas foram tirados do planeta, foram rejuvenescidos em cápsulas médicas e depois levados para Temmer para aproveitar a vida. Muitos indivíduos de alto escalão na Terra fingem sua própria morte apenas para serem retirados do planeta, rejuvenescidos com tecnologia superior à humana, que também resolve seus problemas de saúde, e continuam a aproveitar a vida sem consequências, pelo menos até agora.
Além de Taygeta, várias raças estelares pleiadianas do M45 encontraram infiltrados com laços e associações de trabalho com a Cabala da Terra ou diretamente com os etorthan. À medida que as investigações avançavam, todos trabalhavam com as mesmas táticas e planos de invasão daqueles encontrados infiltrados em Taygeta, e todos foram presos em cada sociedade pleiadiana.
Quase todas as pessoas que foram presas são humanos da Terra se passando por moradores locais. Observe que todos os altos conselhos das civilizações do aglomerado estelar das Plêiades são compostos por 24 membros. As descobertas foram as seguintes:
- Os povo solatiano, a raça branca pleiadiana de Pleione, encontraram 119 pessoas, incluindo 12 membros do seu Alto Conselho.
- O povo atlante da estrela Atlas encontrou 67 pessoas em altos cargos dentro de sua sociedade, incluindo 6 em seu Alto Conselho.
- O povo engan da estrela Electra encontrou 138 pessoas infiltradas em altos cargos em sua sociedade, incluindo 15 membros do Alto Conselho, o que representa mais da metade de todo o seu senado.
- O povo celeste, pleiadianos azuis da estrela Celeano, encontraram 17 pessoas de outras raças associadas à Cabala e que foram acusadas de espionagem; nenhuma delas fazia parte do Alto Conselho.
- O povo maia da estrela Maia encontrou 227 pessoas infiltradas em altos cargos dentro de sua sociedade, incluindo 20 membros de seu Alto Conselho, tornando-os a sociedade pleiadiana mais infiltrada depois de Taygeta.
- O povo elohi da estrela Asterope encontrou 83 pessoas em sua sociedade, incluindo 9 membros do seu Alto Conselho.
- O povo taygeteano da estrela Taygeta encontrou 151 pessoas até agora, todas infiltradas em altos cargos dentro de sua sociedade, incluindo 24 membros do Alto Conselho, que é todo o seu senado.
Isso eleva o total para 802 agentes da Cabala da Terra infiltrados em posições de alto escalão em várias culturas e sociedades no aglomerado estelar M45 das Plêiades, todos presos e sob custódia.
O governo de Antaria, informou ao Conselho de Alcyone, do qual eles fazem parte, que encontraram 21 agentes humanos da Cabala infiltrando-se em partes de alto nível de sua civilização, incluindo 13 membros do Alto Conselho do Senado Antariano. Todos foram presos.
Os 802 humanos presos se somam aos 1.555 humanos da Terra com laços com a Cabala que foram encontrados e detidos enquanto se escondiam nessas civilizações e que não ocupavam um lugar significativo em cada sociedade. O número total de prisões de agentes da Cabala nas Plêiades chegou a 2.357.
Oito representantes da Federação Galáctica que foram presos em sua sede local na nave Viera forneceram informações e documentação que levaram à prisão de 14 membros do Alto Conselho de Alpha Centauri, membros do Senado alfrateano, pois estavam envolvidos no planejamento de uma invasão em larga escala contra o Conselho de Alcyone e todas as raças estelares pleiadianas que ele representa, começando com Taygeta.
Entre esses oito membros da Federação que foram presos, seis são alfrateanos e dois são telosianos, que é outra raça estelar humana lyriana. Mas esses 22 indivíduos que foram presos estavam sendo usados como bodes expiatórios para encobrir os verdadeiros responsáveis pela conspiração descoberta contra Taygeta e todas as Plêiades M45.
Ao investigar o que tinha acontecido com os 24 antigos membros do antigo Alto Conselho de Taygeta, 19 estavam mortos e cinco estavam desaparecidos 19 mortos em seis ou sete anos é demasiado estranho e invulgar, embora oficialmente cada um deles tenha morrido por razões diferentes e espaçadas ao longo desses anos. Isto sugere fortemente crime, muito provavelmente por parte do podre Alto Conselho que foi preso.
21 dos 24 membros do Alto Conselho de Taygeta, que era todo composto por mulheres, foram presos em Temmer e os três restantes estão foragidos. Esses três antigos membros do Alto Conselho são procurados e serão presos, mas seus nomes não foram revelados. As três foragidas devem ter fugido para a Terra para ficarem sob a proteção da Cabala. Rashell e Savya seriam duas das três foragidas?
Os agentes da Cabala da Terra foram infiltrados nas Plêiades para propósitos malignos. Eles foram auxiliados e extraídos da Terra com a cooperação total dos alfrateanos trabalhando como peões e capangas para o lado sombrio da Federação Galáctica. Há muito tráfego espacial alfrateano entrando e saindo do planeta, então eles provavelmente foram extraídos da Terra dessa forma.
Os taygeteanos não tinham porquê desconfiar dos alfrateanos pois são membros da Federação e supostamente “aliados”. Mari disse que as 5 taygeteanas do Alto Conselho que ajudaram na infiltração da Cabala tiveram influência significativa na Terra no passado e também são conhecidas por estarem envolvidas em repetidas tentativas de infiltração e assimilação do território taygeteano pela Cabala da Terra. Essas cinco são as verdadeiras maçãs podres de Taygeta.
Essas 5 taygeteanas viveram na Alemanha entre 1917 e 1945 disfarçadas de médiuns da Sociedade Vril, onde ajudaram os nazistas/Cabala a desenvolveram naves espaciais para invadir Aldebaran, uma colônia de Taygeta. Depois de finalizada sua missão, elas voltaram para Taygeta para assumir o controle do Alto Conselho em Temmer e facilitar a infiltração dos agentes da Cabala.
Essas cinco traidoras selecionaram jovens mulheres sem família que viviam sozinhas nos planetas Temmer, Erra, D’akotee e Procyon. Depois mandara mercenários alfrateanos sequestrá-las e levá-las para a Terra, onde as agentes humanas da Cabala assumiriam seus nomes e identidades, que depois utilizaram para se infiltrar no Alto Conselho de Taygeta, contando com a ajuda das cinco traidoras que já estavam em seus postos no Alto Conselho.
Uma vez no poder, as cinco substituíram progressivamente os antigos membros do conselho e, para garantir que não retornassem, os eliminaram um por um, fazendo com que suas mortes parecessem acidentes. Os agentes humanos da Cabala que tomaram posições no Alto Conselho de Taygeta viajaram da Terra para Temmer em naves de transporte e passageiros alfrateano que rotineiramente se movem de Alpha Centauri para várias civilizações no sistema estelar das Plêiades M45 e vice-versa.
Elas embarcaram nesses naves usando o porto estelar da Federação Galáctica na Antártida. Isso conecta a infiltração da sociedade taygeteana diretamente aos ex-12 representantes do Alto Conselho da Federação Galáctica na nave Viera, já que os alfrateanos eram seus asseclas e força de trabalho mais obediente. Esses corruptos 12 representantes do Alto Conselho da Federação foram presos na Viera pela Tríade formada por Taygeta, Antaria e Urmah.
Os membros humanos do Alto Conselho permaneceram lá porque eram habilidosos o suficiente para parecerem normais enquanto moviam suas peças por debaixo da mesa. Os taygeteanos gostam de confiar em si mesmos e, em qualquer caso, em seus conselhos locais inferiores para resolver seus problemas e questões, então eles não tinham motivos para suspeitar de algo realmente ruim sobre os poucos membros do Conselho Superior que poderiam ter encomendado qualquer ação necessária aos conselhos locais em níveis inferiores, aproveitando a própria estrutura do sistema político holístico dos chamados conselhos escalonados.
Os militares de Taygeta foram rebaixados por uma ação de lavagem cerebral vindos do maligno no Alto Conselho, em coordenação com as agendas da Cabala da Terra enquanto eles progressivamente impuseram a ideia de que um exército forte não era necessário em Taygeta por que culturas positivas podem usar sua alta frequência como mecanismo de defesa, não sendo compatíveis com nenhum problema. O Alto Conselho infiltrado por agentes da Cabala/etorthan impusram a ideia de que as forças armadas não compatíveis com raças estelares positivas e amorosas como os pleiadianos em geral.
Isso obviamente foi usado como uma arma contra a população de Taygeta. Tudo isto para enfraquecer a capacidade de Taygeta de se defender caso seja necessária uma ação militar por parte da Cabala da Terra ou dos 12 representantes do Alto Conselho da Federação na nave Viera, que estavam sob controle dos etorthan. Os taygeteanos gostam de ser independentes, até mesmo de seu próprio governo holístico. O problema é que eles podem ser muito ingênuos, pois não conseguem ver como alguém pode ser tão mau.
Eles caem no pensamento de que, se não são capazes de fazer coisas tão ruins ou qualquer coisa ruim, ninguém mais o faria também. Os habitantes de Taygeta estão demasiado habituados à sua paz e ordem, uma vez que não acontece coisas ruins em seus planetas, pelo menos não em comparação com tudo o que acontece na Terra. Eles consideravam a sua segurança um dado adquirido e isso também foi usado contra eles para enfraquecer os militares, uma vez que não havia necessidade deles.
Mas as coisas mudaram depois que Mari Swaruu se tornou Rainha de Taygeta e os 24 membros do Alto Conselho foram presos e expostos. Se os malignos 24 membros do Alto Conselho tivessem continuado em suas posições, eles teriam introduzido mais agentes da Cabala na sociedade taygeteana, mudando e colapsando a sociedade a seu favor. Eles conseguiram infiltrar algumas centenas de agentes da Cabala nos planetas Temmer e Erra, mas todos foram presos e expulsos.
O povo de Taygeta passou por mudanças bastante dramáticas e até tristes. Em apenas alguns meses, eles tiveram que passar de uma civilização idílica, onde as pessoas pensavam que eles eram intocáveis e que nada de ruim poderia acontecer em seus planetas, para viver em uma civilização que está constantemente ameaçada de ataques e também tendo que cuidar de si mesmos e de seus filhos, pois agora eles sabem que muitos cidadãos estavam sendo sequestrados contra sua vontade por agentes da Cabala que atacavam principalmente mulheres jovens.
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A afinidade dos taygeteanos por viverem longe uns dos outros e sua dependência de suas pequenas naves privadas e outros veículos aéreos os tornaram muito fáceis de sequestrar. Eles vivem em contato próximo com a natureza, onde mesmo dentro de suas grandes cidades, cada casa é separada da próxima por pelo menos 50 a 100 metros, em muitos casos até mais. E no caso de pessoas que vivem no campo, uma casa pode ser separada da outra por dezenas de quilômetros, às vezes até centenas.
Isso é conseguido porque quase todos os taygeteanos possuem pequenos veículos aéreos que agem como carros particulares na Terra, permitindo-lhes obter sua comida e fazer o que precisarem, mesmo enquanto vivem longe do centro urbano mais próximo. As cidades taygeteanas não são estruturadas como as da Terra, que são altamente povoadas. Suas cidades têm muitos espaços com natureza entre edifícios e arranha-céus. É como ter um parque para cada edifício, cercá-lo e espaçá-lo dos outros edifícios.
Esta configuração social ou modo de vida fez dos taygeteanos um alvo fácil para sequestradores que os levava para a Terra e sob as instruções diretas das sociedades secretas que governam o planeta. Infelizmente, não é mais difícil para os agentes da Cabala viajarem longas distâncias interplanetárias para sequestrar pessoas para suas más intenções. Isto porque trabalham em coordenação com pilotos e militares alfrateanos.
Além de trabalhar diretamente com elementos ruins dos alfrateanos e suas naves, a Cabala já desenvolveu suas próprias naves estelares. E embora a Federação Galáctica declare oficialmente que não tem permissão para deixar o planeta, eles estão fazendo isso de qualquer maneira, pois estão usando identidades, registros e códigos eletrônicos de transponders de naves alfreteamas.
Agora é muito difícil identificar se uma nave realmente pertence aos alfrateanos ou ao programa espacial secreto da Terra, já que a área orbital da Terra é literalmente preenchida com inúmeras naves alfreteanas de todos os formatos e tamanhos, já que elas são de longe a raça estelar em maior número ao redor da Terra. Isso chegou ao ponto em que até mesmo o governo alfrateano afirma ter perdido muito controle sobre seu próprio tráfego espacial.
A ingenuidade e a inocência, embora frequentemente vistas como virtudes puras, andam de mãos dadas com a ignorância e a imprudência e são elas que fortalecem as forças das trevas. A maioria das raças positivas da Federação Galáctica que são ingênuas, altruístas e compassivas foram enganadas pelos manipuladores e maliciosos etorthan. Por muito tempo, elas estiveram enfeitiçadas com a propaganda de “amor e luz” da Federação, por influência dos andromedanos que eram manipulados pelos etorthan.
Os etorthan se infiltraram na Federação Galáctica através dos andromedanos e utilizaram suas leis, como a Primeira Diretriz, para proteger a Cabala da Terra e seus crimes contra a humanidade, e com isso, tornaram as raças da Federação cúmplices involuntárias desses crimes. Os regressivos reptilianos e greys de Orion estavam usando as ingênuas e crédulas raças da Federação como idiotas úteis para seus planos de dominação da Terra e de outros planetas.
Desde que se infiltraram na Federação, os etorthan começaram a usar seus poderes telepáticos de controle da mente para manipular as demais raças. Durante muito tempo, os andromedanos, arcturianos, taygeteanos, antarianos e várias outras raças foram manipuladas pelos etorthan e dessa forma eles assumiram o controle da Terra através da Federação, pois foi a Federação Galáctica quem criou a Matrix 3D após o dilúvio.
Esse “feitiço mental” que os etorthans exerciam sobre as raças da Federação durou até maio de 2025, quando aconteceram duas coisas importantes:
- Várias naves de guerra da Tríade formada pelos urmahs, taygeteanos e antarianos derrotaram cinco grandes naves de guerra dos etorthans numa curta batalha espacial a 500.000 km da Terra e os expulsaram da Federação e da órbita do planeta.
- Depois dessa batalha com os etorthans, a Tríade entrou na nave Viera, sede local da Federação Galáctica, para prender os 12 representantes locais do Alto Conselho da Federação que eram responsáveis por todas as ações relacionadas ao planeta Terra. Esse 12 membros do Alto Conselho, que representavam diferentes raças, obedeciam aos etorthans e protegiam a Cabala da Terra.
Controlando os 12 membros do Alto Conselho da Federação Galáctica local na nave Viera, os regressivos etorthans manipulavam e enganavam as demais raças da Federação e controlavam a Cabala Illuminati e a Terra. Mas a Cabala não pode mais ser protegida e ajudada pelos 12 ex-membros do Alto Conselho, pois foram presos e substituídos.








































