Elon Musk disse que nos próximos dez anos, o dinheiro desaparecerá completamente e você não possuirá dinheiro porque não haverá necessidade dele, pois robôs e IA fornecerão tudo o que você precisar. Musk compara IA e robôs a “um Deus pessoal” que fornecerá aos humanos tudo o que eles precisam, incluindo comida, moradia, cuidados médicos, transporte e entretenimento.

“Se robôs e IA fornecerem mais bens e serviços do que qualquer humano poderia possivelmente consumir, para que você precisa de dinheiro nesse caso?”

Os humanos são a única espécie na Terra que tem que pagar para continuar viva. É a única espécie que é obrigada a trabalhar para sobreviver. Nós pagamos por água, moradia, saúde, alimentos, entretenimento, remédios… etc, e a Cabala quer que paguemos até pelo ar que respiramos. O dinheiro é o principal motor e propósito da vida na sociedade, e sem o qual quase nada pode ser feito ou realizado e que causa todos os problemas que estamos vivendo.

A idolatria ao dinheiro é a raiz de todos os males. O dinheiro e a economia inevitavelmente levam à acumulação de riqueza por poucos, deixando a maioria da população disputando as sobras. O dinheiro e a economia foram projetados precisamente para manter a riqueza nas mãos de poucas elites no poder e é o mecanismo de controle mais forte e poderoso da Terra, mais forte até do que as religiões.

As escolas são basicamente prisões, elas mantêm as crianças trancadas tanto física quanto mentalmente – para prepará-las para empregos que também são basicamente prisões. O dinheiro serve principalmente para controle populacional. Menos de 1% dos mais ricos do mundo detém 82% da riqueza mundial. E a maior parte da riqueza desses 1% provém da exploração da população global.

Nenhum ser humano deveria ser forçado a trabalhar apenas para sobreviver.

O capitalismo e o socialismo são os dois lados da mesma moeda. A escassez não é apenas uma condição da economia, é o mito que sustenta todo o sistema. O capitalismo precisa de sua crença fundamental: a de que não há o suficiente para todos. A abundância é o inimigo natural do capitalismo.

O capitalismo não precisa apenas da escassez, ele a cria ativamente. O sistema recompensa os jogadores que fabricam escassez com o objetivo de se perpetuar. O capitalismo e o socialismo são sistemas de exploração e escassez, e ambos dependem de dinheiro para funcionar e de governos para controlar as massas.

Saiba mais: Progresso sequestrado: Capitalismo, socialismo e a sabotagem oculta do desenvolvimento tecnológico.

A desigualdade econômica, por sua vez, é a diferença na distribuição de renda e riqueza entre indivíduos ou grupos. Ambas as formas de desigualdade podem levar a conflitos sociais, instabilidade econômica e dificuldades para atender às necessidades básicas da maior parte da população.

Tanto o capitalismo como o socialismo causam desigualdade social e econômica, mas no sistema socialista/comunista a desigualdade é ainda maior. Por isso as elites metacapitalistas (globalistas) apoiam as políticas da esquerda, que criam mais desigualdades na sociedade que beneficiam essas “elites” parasitas.

Elon Musk disse que a IA e robôs inaugurarão a "Era da Abundância" pondo fim ao dinheiro. 1

Mas a IA e robôs não são a única forma de criar uma “Era da Abundância”. O projeto da Torre Wardenclyffe de Nikola Tesla visava distribuir energia limpa e ilimitada sem fios pelo planeta, libertando a humanidade da dependência de combustíveis fósseis e do controle financeiro de monopólios energéticos. A implementação do sistema mundial de energia livre e sem fio de Tesla teria redefinido os rumos da civilização humana:

  • Erradicação da escassez energética: A transmissão de eletricidade abundante e gratuita para todos os cantos do globo eliminaria a pobreza energética e democratizaria o desenvolvimento em regiões isoladas.
  • Preservação ambiental e geopolítica: O fim da dependência do petróleo, carvão e gás evitaria guerras por recursos naturais e a contaminação do meio ambiente.
  • Abolição do monopólio corporativo: Como a energia fluiria livremente pela atmosfera e pelo solo sem a necessidade de cabos ou medidores de consumo, as corporações teriam perdido o poder de precificar e controlar a subsistência humana.
  • Emancipação e salto tecnológico: Com custos de energia zerados, a humanidade poderia redirecionar seus recursos e força de trabalho para a ciência, arte, inovação e bem-estar coletivo.

Saiba mais: Como seria o mundo hoje, se Nikola Tesla tivesse conseguido implementar seu sistema mundial de energia livre sem fio?

O texto a seguir detalha a visão de Elon Musk sobre a transição da humanidade para uma economia de superabundância. Impulsionada pelo avanço da inteligência artificial e da robótica, a sociedade deixaria para trás a necessidade do dinheiro em um período de dez anos, transformando máquinas em provedoras universais de todas as necessidades humanas fundamentais.

A Era da Abundância: Quando o dinheiro se torna obsoleto

A previsão de Elon Musk sugere uma ruptura radical com a estrutura socioeconômica que molda a civilização humana há milênios. A ideia central é que a evolução da inteligência artificial e da robótica avançada não apenas automatizará tarefas, mas alterará fundamentalmente a dinâmica da escassez.

A troca de paradigma: Da escassez à superabundância

  • A função histórica do dinheiro: O dinheiro sempre funcionou como um mecanismo para racionalizar e distribuir recursos escassos. Quando bens e serviços dependem de trabalho humano limitado e matéria-prima restrita, o dinheiro serve como a métrica universal de valor e acesso.

  • O impacto da automação ilimitada: Com robôs humanoides e inteligências artificiais assumindo a totalidade da cadeia produtiva — da extração de recursos à construção e distribuição, a capacidade de produção supera dramaticamente a capacidade de consumo de qualquer indivíduo.

  • A perda do sentido monetário: Em um cenário onde o custo marginal para produzir comida, moradia, transporte, saúde e entretenimento tende a zero, a cobrança financeira deixa de fazer sentido lógico, tornando o dinheiro uma ferramenta obsoleta.

Elon Musk disse que a IA e robôs inaugurarão a "Era da Abundância" pondo fim ao dinheiro. 2

IA e robótica como um “Deus Pessoal”

A comparação feita por Musk entre a tecnologia e um “Deus pessoal” reflete a escala de atendimento às necessidades individuais que a IA e os robôs podem alcançar:

  • Provedoria individualizada: Cada ser humano contaria com uma infraestrutura dedicada de sistemas inteligentes capazes de antecipar, gerenciar e executar todas as demandas da vida cotidiana de forma autônoma.

  • Suporte à subsistência e ao bem-estar: Moradias seriam construídas e mantidas por robôs; a produção agrícola seria totalmente automatizada; sistemas de transporte autônomos operariam continuamente; e a medicina diagnóstica e preventiva seria gerenciada por IA em tempo real.

  • Emancipação do trabalho forçado: A obrigação de vender a própria força de trabalho para garantir a sobrevivência básica deixaria de existir, abrindo espaço para a busca por desenvolvimento pessoal, arte, exploração científica e lazer.

Elon Musk disse que a IA e robôs inaugurarão a "Era da Abundância" pondo fim ao dinheiro. 3

Desafios da transição e a nova realidade humana

  • Descentralização dos meios de produção: Para que esse modelo funcione sem gerar dependência extrema ou tirania, a tecnologia e a infraestrutura logística precisam ser acessíveis e distribuídas, sem o controle monopolístico de poucas entidades corporativas ou estatais.

  • Reorganização dos valores sociais: A sociedade precisará ressignificar o conceito de “status” e “sucesso”, historicamente associados ao acúmulo de riqueza material e à posição no mercado de trabalho.

  • A busca por propósito: Sem a necessidade de trabalhar pelo sustento diário, o principal desafio da humanidade mudará de como sobreviver para como encontrar significado e ocupação existencial em um mundo de necessidades plenamente satisfeitas.

Uma sociedade pós-capitalismo e sem escassez, guerras e pobreza é o futuro?

Quais são as condição para a sobrevivência da humanidade?

O fim dos políticos: Autogoverno por IA e computação quântica.

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Renato Cunha
Renato Cunha Oliveira é o fundador e editor do Stylo Urbano. Desde 2014, publica conteúdos independentes sobre tecnologia, cultura, ficção científica, teorias alternativas, traduções e opiniões, sempre deixando ao leitor a liberdade de refletir e concluir por conta própria.

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