Elon Musk disse que nos próximos dez anos, o dinheiro desaparecerá completamente e você não possuirá dinheiro porque não haverá necessidade dele, pois robôs e IA fornecerão tudo o que você precisar. Musk compara IA e robôs a “um Deus pessoal” que fornecerá aos humanos tudo o que eles precisam, incluindo comida, moradia, cuidados médicos, transporte e entretenimento.
“Se robôs e IA fornecerem mais bens e serviços do que qualquer humano poderia possivelmente consumir, para que você precisa de dinheiro nesse caso?”
Elon Musk says that within the next ten years, money will completely disappear and you will own no money because there will be no need for it, as robots and AI will provide everything you need.
Musk compares AI and robots to “a personal God” that will provide humans with… pic.twitter.com/RabVXBLrkD
— Shadow of Ezra (@ShadowofEzra) July 25, 2026
Os humanos são a única espécie na Terra que tem que pagar para continuar viva. É a única espécie que é obrigada a trabalhar para sobreviver. Nós pagamos por água, moradia, saúde, alimentos, entretenimento, remédios… etc, e a Cabala quer que paguemos até pelo ar que respiramos. O dinheiro é o principal motor e propósito da vida na sociedade, e sem o qual quase nada pode ser feito ou realizado e que causa todos os problemas que estamos vivendo.
A idolatria ao dinheiro é a raiz de todos os males. O dinheiro e a economia inevitavelmente levam à acumulação de riqueza por poucos, deixando a maioria da população disputando as sobras. O dinheiro e a economia foram projetados precisamente para manter a riqueza nas mãos de poucas elites no poder e é o mecanismo de controle mais forte e poderoso da Terra, mais forte até do que as religiões.
As escolas são basicamente prisões, elas mantêm as crianças trancadas tanto física quanto mentalmente – para prepará-las para empregos que também são basicamente prisões. O dinheiro serve principalmente para controle populacional. Menos de 1% dos mais ricos do mundo detém 82% da riqueza mundial. E a maior parte da riqueza desses 1% provém da exploração da população global.
Nenhum ser humano deveria ser forçado a trabalhar apenas para sobreviver.
O capitalismo e o socialismo são os dois lados da mesma moeda. A escassez não é apenas uma condição da economia, é o mito que sustenta todo o sistema. O capitalismo precisa de sua crença fundamental: a de que não há o suficiente para todos. A abundância é o inimigo natural do capitalismo.
O capitalismo não precisa apenas da escassez, ele a cria ativamente. O sistema recompensa os jogadores que fabricam escassez com o objetivo de se perpetuar. O capitalismo e o socialismo são sistemas de exploração e escassez, e ambos dependem de dinheiro para funcionar e de governos para controlar as massas.
Saiba mais: Progresso sequestrado: Capitalismo, socialismo e a sabotagem oculta do desenvolvimento tecnológico.
A desigualdade econômica, por sua vez, é a diferença na distribuição de renda e riqueza entre indivíduos ou grupos. Ambas as formas de desigualdade podem levar a conflitos sociais, instabilidade econômica e dificuldades para atender às necessidades básicas da maior parte da população.
Tanto o capitalismo como o socialismo causam desigualdade social e econômica, mas no sistema socialista/comunista a desigualdade é ainda maior. Por isso as elites metacapitalistas (globalistas) apoiam as políticas da esquerda, que criam mais desigualdades na sociedade que beneficiam essas “elites” parasitas.

Mas a IA e robôs não são a única forma de criar uma “Era da Abundância”. O projeto da Torre Wardenclyffe de Nikola Tesla visava distribuir energia limpa e ilimitada sem fios pelo planeta, libertando a humanidade da dependência de combustíveis fósseis e do controle financeiro de monopólios energéticos. A implementação do sistema mundial de energia livre e sem fio de Tesla teria redefinido os rumos da civilização humana:
- Erradicação da escassez energética: A transmissão de eletricidade abundante e gratuita para todos os cantos do globo eliminaria a pobreza energética e democratizaria o desenvolvimento em regiões isoladas.
- Preservação ambiental e geopolítica: O fim da dependência do petróleo, carvão e gás evitaria guerras por recursos naturais e a contaminação do meio ambiente.
- Abolição do monopólio corporativo: Como a energia fluiria livremente pela atmosfera e pelo solo sem a necessidade de cabos ou medidores de consumo, as corporações teriam perdido o poder de precificar e controlar a subsistência humana.
- Emancipação e salto tecnológico: Com custos de energia zerados, a humanidade poderia redirecionar seus recursos e força de trabalho para a ciência, arte, inovação e bem-estar coletivo.

O texto a seguir detalha a visão de Elon Musk sobre a transição da humanidade para uma economia de superabundância. Impulsionada pelo avanço da inteligência artificial e da robótica, a sociedade deixaria para trás a necessidade do dinheiro em um período de dez anos, transformando máquinas em provedoras universais de todas as necessidades humanas fundamentais.
A Era da Abundância: Quando o dinheiro se torna obsoleto
A previsão de Elon Musk sugere uma ruptura radical com a estrutura socioeconômica que molda a civilização humana há milênios. A ideia central é que a evolução da inteligência artificial e da robótica avançada não apenas automatizará tarefas, mas alterará fundamentalmente a dinâmica da escassez.
A troca de paradigma: Da escassez à superabundância
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A função histórica do dinheiro: O dinheiro sempre funcionou como um mecanismo para racionalizar e distribuir recursos escassos. Quando bens e serviços dependem de trabalho humano limitado e matéria-prima restrita, o dinheiro serve como a métrica universal de valor e acesso.
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O impacto da automação ilimitada: Com robôs humanoides e inteligências artificiais assumindo a totalidade da cadeia produtiva — da extração de recursos à construção e distribuição, a capacidade de produção supera dramaticamente a capacidade de consumo de qualquer indivíduo.
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A perda do sentido monetário: Em um cenário onde o custo marginal para produzir comida, moradia, transporte, saúde e entretenimento tende a zero, a cobrança financeira deixa de fazer sentido lógico, tornando o dinheiro uma ferramenta obsoleta.

IA e robótica como um “Deus Pessoal”
A comparação feita por Musk entre a tecnologia e um “Deus pessoal” reflete a escala de atendimento às necessidades individuais que a IA e os robôs podem alcançar:
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Provedoria individualizada: Cada ser humano contaria com uma infraestrutura dedicada de sistemas inteligentes capazes de antecipar, gerenciar e executar todas as demandas da vida cotidiana de forma autônoma.
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Suporte à subsistência e ao bem-estar: Moradias seriam construídas e mantidas por robôs; a produção agrícola seria totalmente automatizada; sistemas de transporte autônomos operariam continuamente; e a medicina diagnóstica e preventiva seria gerenciada por IA em tempo real.
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Emancipação do trabalho forçado: A obrigação de vender a própria força de trabalho para garantir a sobrevivência básica deixaria de existir, abrindo espaço para a busca por desenvolvimento pessoal, arte, exploração científica e lazer.

Desafios da transição e a nova realidade humana
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Descentralização dos meios de produção: Para que esse modelo funcione sem gerar dependência extrema ou tirania, a tecnologia e a infraestrutura logística precisam ser acessíveis e distribuídas, sem o controle monopolístico de poucas entidades corporativas ou estatais.
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Reorganização dos valores sociais: A sociedade precisará ressignificar o conceito de “status” e “sucesso”, historicamente associados ao acúmulo de riqueza material e à posição no mercado de trabalho.
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A busca por propósito: Sem a necessidade de trabalhar pelo sustento diário, o principal desafio da humanidade mudará de como sobreviver para como encontrar significado e ocupação existencial em um mundo de necessidades plenamente satisfeitas.
Uma sociedade pós-capitalismo e sem escassez, guerras e pobreza é o futuro?
O fim dos políticos: Autogoverno por IA e computação quântica.






































