Imagine uma civilização na qual quase tudo o que uma pessoa precisa para viver tem um preço.  A casa precisa ser comprada ou paga (aluguel). A comida e a água custa dinheiro. A energia elétrica custa dinheiro. O transporte custa dinheiro. A educação custa dinheiro. O tratamento médico custa dinheiro. O acesso à tecnologia custa dinheiro. Até viajar depende de quanto dinheiro uma pessoa tem para gastar.

Em uma sociedade assim, existe uma pergunta que raramente fazemos: quanto do potencial humano permanece inexplorado simplesmente porque não existe dinheiro suficiente para colocá-lo em prática? Essa é uma das questões centrais por trás da crítica ao sistema econômico apresentada nesta matéria.

Segundo essa visão, o dinheiro não é apenas um meio de troca. Ele se transforma no mecanismo que determina quem pode construir, pesquisar, inventar, viajar, estudar, empreender ou simplesmente ter tempo para desenvolver seus próprios talentos.

A consequência seria uma sociedade na qual a capacidade de realização de um indivíduo fica frequentemente condicionada à sua capacidade financeira. O ser humano é a única espécie sob a face da Terra que precisa de dinheiro para sobreviver. E é a única espécie na galáxia também.

A prisão do dinheiro: Como a escassez monetária limita o potencial humano. 1

O dinheiro como limite para o potencial humano

  • Uma pessoa pode ter uma ideia revolucionária, mas precisa de um laboratório.
  • Um inventor pode imaginar uma tecnologia revolucionária, capaz de transformar determinado setor, mas precisa de capital para construir o primeiro protótipo.
  • Um cientista pode ter uma hipótese extraordinária, mas precisa de financiamento para realizar a pesquisa.
  • Um cineasta pode ter um roteiro espetacular, mas precisa pagar atores, equipamentos, estúdios, computação e pós-produção.

E até mesmo na atual revolução da inteligência artificial encontramos esse limite pois gerar um filme ou utilizar outros recursos da IA, esbarra na limitação dos créditos de computação. A tecnologia está disponível mas o recurso computacional é que tem um preço.

Esse pequeno exemplo revela uma questão muito maior: mesmo quando a humanidade desenvolve tecnologias capazes de ampliar enormemente sua capacidade criativa, o acesso a elas continua condicionado pelo dinheiro.

Dinheiro, escassez e concentração

Na visão apresentada pelas fontes taygeteanas, esse é precisamente um dos problemas fundamentais da sociedade terrestre. Mari Swa afirma que o dinheiro e a economia, da maneira como funcionam na Terra, produzem acumulação de riqueza e concentração de recursos nas mãos de poucos. Ela chega a descrever o dinheiro como o maior mecanismo de controle da sociedade terrestre, acima até da religião.

Essa interpretação parte de uma lógica simples. Quando recursos essenciais são distribuídos por meio de uma economia monetária, quem tem a capacidade de criar dinheiro do nada, e possui mais dinheiro, tem maior capacidade de acesso aos recursos.

  • Quem possui o capital pode adquirir propriedades.
  • Pode financiar empresas.
  • Pode comprar tecnologia.
  • Pode comprar a grande mídia.
  • Pode contratar especialistas.
  • Pode investir em pesquisa.
  • Pode comprar influência política na “democracia liberal”.
  • Pode censurar ideias e inovações que ameassem seu poder.
  • E pode utilizar a própria riqueza para produzir ainda mais riqueza.

Dessa maneira, a acumulação tende a produzir concentração de poder.

É essa dinâmica que transforma o dinheiro em muito mais do que uma ferramenta econômica: ele se torna uma ferramenta de poder social que limita em muito o potencial e a evolução humana. O sistema econômico gera escassez, acumulação e concentração de riqueza. As elites Illuminati e suas sociedades secretas utilizam o poder financeiro para controlar cada aspecto da vida humana.

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Quem controla o dinheiro controla o acesso

É aqui que entra a dimensão política da questão. De acordo com vários pesquisadores e sites alternativos, as estruturas financeiras não funcionariam isoladamente. Elas estariam conectadas a uma rede mais ampla de instituições políticas, corporativas e sociedades secretas, frequentemente associadas aos Illuminati.

Nessa interpretação, as elites utilizariam o sistema financeiro que elas mesmas criaram e controlam para influenciar governos, corporações, mídia, tecnologia e outras instituições. Dentro dessa visão, não seria necessário controlar diretamente cada indivíduo. Bastaria controlar os mecanismos que determinam quem tem acesso aos recursos necessários para fazer alguma coisa.

O dinheiro funcionaria, portanto, como uma espécie de filtro.

  • Você pode ter talento, mas precisa de dinheiro.
  • Pode ter uma invenção, mas precisa de investimento.
  • Pode ter uma empresa, mas precisa de capital.
  • Pode ter uma pesquisa, mas precisa de financiamento.
  • Pode querer produzir um filme, mas precisa pagar pela produção, pelo método tradicional ou geração computacional de IA.

A consequência seria uma sociedade na qual uma quantidade enorme de potencial humano permanece condicionada por uma variável externa: a capacidade de pagar.

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A sociedade taygeteana como contraste

É nesse ponto que os relatos sobre Taygeta apresentam uma alternativa radicalmente diferente. Segundo Mari Swa, a sociedade taygeteana é uma sociedade holística baseada na abundância de recursos. Por essa razão, ela afirma que os taygetanos não necessitam de sistema monetário nem de economia interna: os recursos necessários à população estariam disponíveis para todos.

Mari descreve uma sociedade holística na qual a sobrevivência não depende de um trabalho para conseguir dinheiro, pois todos nessa sociedade tem acesso a alta tecnologia que lhes fornece tudo o que precisam. Assim, os indivíduos podem dedicar mais tempo aos próprios interesses, ao desenvolvimento pessoal, à criatividade e ao crescimento espiritual.

Essa ideia aparece também em descrições anteriores da sociedade holística taygeteana: quanto maior a consciência e a responsabilidade individual da população, menor seria a necessidade de uma estrutura governamental coercitiva.

E onde estão os políticos?

A diferença política é tão importante quanto a econômica. Segundo os relatos taygeteanos, Taygeta não teria um governo convencional como o humano. A sociedade seria organizada por uma estrutura de conselhos, desde comunidades locais até conselhos de nível planetário e civilizacional. A participação não dependeria de eleições convencionais, e qualquer cidadão poderia participar.

Isso muda completamente a relação entre poder político e dinheiro. Na Terra, política e economia estão profundamente entrelaçadas.

  • Campanhas políticas precisam de financiamento.
  • Partidos precisam de recursos.
  • Empresas fazem lobby junto aos políticos.
  • Grandes investidores possuem capacidade de influência.
  • Bilionários podem exercer enorme influência econômica e política.

No modelo descrito para Taygeta, a ausência de uma economia monetária elimina justamente uma das principais ferramentas de corrupção utilizadas para acumular poder material. Em civilizações avançadas fora da Terra não existem bilionários acumulando recursos enquanto a maior parte da população luta para sobreviver.

E onde estão os banqueiros?

A resposta, segundo Mari Swa, é ainda mais simples: não existe uma economia interna que necessite de banqueiros para funcionar. Ela descreve uma sociedade em que os recursos são abundantes e disponibilizados à população, tornando desnecessária a estrutura monetária que conhecemos na Terra.

Mari esclareceu que as civilizações estelares utilizam formas limitadas de troca entre sí. O ponto fundamental é que as sociedades holísticas avançadas, internamente, não utilizam dinheiro ou uma economia monetária. Essa distinção é importante. A questão não é simplesmente destruir o dinheiro. É criar uma sociedade na qual ele deixa de ser necessário.

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E onde estão as corporações?

Na economia humana, uma corporação:

  • Precisa gerar receita.
  • Precisa competir.
  • Precisa reduzir custos.
  • Precisa conquistar mercados.
  • Precisa aumentar produtividade.
  • Precisa remunerar investidores.
  • Precisa subornar políticos.

E, em muitos casos, precisa crescer continuamente para sobreviver. Na sociedade taygeteana descrita pelas fontes, a motivação seria diferente. Mari afirma que os taygetanos não possuem uma mentalidade de escassez e que acumular riqueza não constitui a principal motivação de suas vidas. A automação também realizaria grande parte dos trabalhos desagradáveis ou pesados, liberando tempo para outras atividades.

A produção, nesse modelo, não precisaria existir primordialmente para gerar lucro. Poderia existir simplesmente porque alguém gosta de criar alguma coisa e essa criação beneficia outras pessoas. Essa diferença é gigantesca. Na Terra impera o “serviço a si mesmo”, e em civilizações estelares avançadas impera o “serviço aos outros”.

O dinheiro como “imposto” sobre a criatividade

Talvez seja aqui que a questão se torne mais interessante. Quando uma pessoa precisa de dinheiro para transformar uma ideia em realidade, existe um custo invisível além do preço financeiro. Existe o custo das oportunidades que nunca chegam a existir.

  • Quantos inventores desistiram?
  • Quantos pesquisadores não conseguiram financiamento?
  • Quantos artistas nunca produziram suas obras?
  • Quantas ideias potencialmente transformadoras nunca se tornaram realidade?
  • Quantas tecnologias ficaram restritas a laboratórios porque ninguém estava disposto a financiar sua comercialização?

Não temos como medir esse universo de possibilidades perdidas. Mas podemos imaginar sua dimensão. A humanidade costuma medir o progresso pelas coisas que conseguiu construir. Talvez devêssemos também perguntar: quantas coisas incríveis poderiam ter sido construídas para o bem da sociedade, mas nunca foram?

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O brilhantes inventor Nikola Tesla é um exemplo perfeito. A história de Tesla, que sonhava em dar à humanidade energia gratuita e limpa, é semelhante ao de muitos outros cientistas e inventores notáveis. E todos eles demonstram claramente que, durante séculos, uma força hostil tem interferido ativamente no progresso da humanidade, em seu desenvolvimento intelectual, espiritual e tecnológico.

Essas elites da Cabala Illuminati, que lucram enormemente com energia obsoleta e prejudicial ao meio ambiente e com motores de combustão interna, são os principais responsáveis na censura a ideias e tecnologias revolucionárias que poderiam melhorar a qualidade de vida da população.

Em 1905, Nikola Tesla fez uma declaração profética sobre tudo isso, que diz o seguinte:

“Talvez no mundo moderno seja considerado de bom tom impedir descobertas revolucionárias e sufocá-las pela raiz, em vez de apoiá-las e ajudá-las. Interesses egoístas, pedantismo, estupidez e ignorância atacam e condenam os cientistas a provações amargas e sofrimento, a uma difícil luta pela existência. Tal é o destino do Iluminismo. Tudo o que foi grandioso no passado foi primeiro ridicularizado, desprezado, suprimido e humilhado – para depois renascer com maior força, para conquistar com um triunfo ainda maior…”

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É claro que, apesar de toda a sua genialidade, Tesla era um homem muito ingênuo no dia a dia, acreditando que o problema residia simplesmente na “estupidez e ignorância” dos chamados “combatentes da pseudociência”. Ele não compreendia os motivos egoístas dos clãs bancários e industriais da chamada “elite global”, que odiavam sua ideia de energia livre para a humanidade.

É por isso que ainda exploram as pessoas comuns com aumentos anuais nas tarifas de energia tradicional. Como seria o mundo hoje, se Tesla tivesse conseguido implementar seu sistema mundial de energia livre sem fio? Muito melhor com certeza.

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A Invention Secrecy Act (Lei de Sigilo de Invenções) de 1951 é utilizada pelo governo americano como uma ferramenta jurídica e corporativa para suprimir inovações tecnológicas de inventores independentes. Dados estatísticos oficiais obtidos junto ao USPTO (Escritório de Patentes e Marcas dos EUA), revelam que existem atualmente mais de 6.500 ordens de sigilo ativas.

Existe um mecanismo chamado “John Doe”, que impõem restrições severas a criadores privados sem qualquer financiamento estatal, impedindo a comercialização de tecnologias energéticas e biomédicas disruptivas sob o pretexto de “segurança nacional”, alimentando a percepção de que a estrutura estatal opera como uma corporação privada a serviço de elites financeiras. O governo americano usa a desculpa da “Segurança Nacional” para confiscar e suprimir milhares de invenções.

Essa é uma das maiores contradições do sistema jurídico e econômico ocidental. O que é promovido publicamente como a “terra da liberdade e da inovação” possui, nos bastidores, um aparato legal perfeitamente desenhado para congelar o progresso científico sempre que este ameaça os monopólios de energia, saúde e infraestrutura controlados pela elite globalista.

O capitalismo e o socialismo operam como uma falsa escolha (a dialética hegeliana) criada e controlada pela mesma elite financeira global. Ambos os sistemas servem como engrenagens de um mesmo mecanismo de centralização de poder, cujo principal objetivo é conter o verdadeiro progresso científico, tecnológico e social da humanidade através da censura de inventores, do congelamento de patentes revolucionárias e da manutenção de uma escassez artificial.

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Da escassez para a abundância

É justamente nesse ponto que a revolução tecnológica pode mudar tudo. Robótica, inteligência artificial, automação, energia avançada, fabricação automatizada e sistemas de produção altamente eficientes podem reduzir drasticamente a quantidade de trabalho humano necessária para produzir bens e serviços.

Se a tecnologia continuar avançando, surge uma questão inevitável: por quanto tempo será necessário manter uma sociedade baseada na premissa de que os recursos precisam ser escassos para que o sistema econômico funcione?

Os relatos taygeteanos apresentam uma resposta radical: a sociedade humana deveria abandonar a mentalidade de escassez e substituí-la por uma mentalidade de abundância. Mari descreve justamente essa transição como uma das características fundamentais das sociedades holísticas. Nesse modelo, a tecnologia não existe principalmente para produzir lucro.

Ela existe para eliminar trabalho desnecessário, ampliar a liberdade e permitir que cada indivíduo desenvolva seu máximo potencial. O dinheiro cria uma hierarquia social, onde a maior parte da população é escrava de uma minúscula elite que concentra renda e poder financeiro.  

O verdadeiro limite talvez não seja tecnológico

Essa perspectiva também muda a maneira como enxergamos o futuro da inteligência artificial. Utilizar uma IA pode custar de zero a milhares de reais, dependendo da forma de uso. Versões básicas de chatbots como ChatGPT, Google Gemini e Microsoft Copilot são gratuitas. Planos intermediários para uso pessoal avançado custam em média R$ 90 a R$ 110 por mês, enquanto o uso profissional via API é cobrado por volume de dados processados (tokens).

Ferramentas populares oferecem recursos extras, maior velocidade e modelos mais inteligentes em suas versões pagas:

  • ChatGPT (OpenAI): Gratuito no plano básico; o plano Plus custa cerca de US$ 20/mês (aprox. R$ 106), e há opções mais avançadas ou corporativas que chegam a valores mais altos.
  • Google Gemini: Possui acesso gratuito, com planos pagos como o Google AI Pro na faixa de R$ 96,99/mês após o período promocional.
  • Claude (Anthropic): Gratuito em versão limitada, com o plano Pro custando cerca de R$ 90 a R$ 110/mês.
  • Microsoft Copilot: Acesso integrado gratuito ou plano Pro por cerca de R$ 110/mês para uso avançado no pacote Office.

Uso profissional via API

Se o objetivo é integrar IA em sistemas próprios ou criar automações (como robôs de atendimento), o custo muda de forma radical:

  • A cobrança ocorre por tokens (pedaços de palavras enviados e recebidos).
  • O preço varia por milhão de tokens conforme a complexidade do modelo escolhido (modelos simples são muito baratos; modelos de última geração para raciocínio complexo são caros).
  • O custo mensal pode ir de poucos reais para pequenos testes até mais de R$ 5.000 em ambientes corporativos de alto tráfego

Criar um filme completo utilizando IA pode custar caro se o projeto exigir alta qualidade visual, consistência de personagens e longas durações. Embora existam versões de testes e planos básicos, os custos de processamento de vídeo em alta definição escalam rapidamente.

O custo total para produzir um curta-metragem ou projeto audiovisual independente utilizando um ecossistema de IAs (geração de roteiro, imagens, vozes, música e vídeo) gira em torno de R$ 600 a R$ 1.200 por mês em assinaturas combinadas. O maior gasto na criação de filmes com IA não é o primeiro clique, mas sim o retrabalho.

Como os modelos gerativos ainda “alucinam” ou mudam as feições dos personagens entre um corte e outro, os criadores precisam gerar a mesma cena dezenas de vezes até obter o movimento perfeito, o que queima créditos rapidamente. Apesar desses valores parecerem altos para um usuário comum, para a indústria do cinema eles representam uma redução drástica de custos.

Numa civilização pós-escassez e pós-capitalismo não haveria essa limitação financeira para utilizar a IA. Hoje, uma pessoa precisa convencer alguém de que sua ideia dará retorno financeiro. Em uma sociedade pós-monetária, a pergunta poderia ser simplesmente: “O que podemos criar com ela?”

Essa diferença pode parecer pequena. Na realidade, ela representa duas concepções completamente diferentes de civilização. Uma organiza a sociedade em torno da escassez, propriedade, competição e acumulação.

A outra, segundo o modelo holístico descrito pelos taygeteanos, organiza-se em torno da abundância, cooperação, responsabilidade individual e desenvolvimento humano.

A questão que permanece

É importante deixar claro que a existência de Taygeta, de sua sociedade holística ou das tecnologias atribuídas a ela não é algo comprovado independentemente. O que temos são os relatos publicados por Swaruu.org e mariswa.co, que devem ser entendidos como as alegações dessas fontes.

Mas mesmo tratando o modelo como uma hipótese, ele levanta uma pergunta extremamente real: Se a humanidade conseguir produzir energia, alimentos, moradia, conhecimento, entretenimento e bens praticamente sem trabalho humano, ainda precisaremos organizar nossa civilização em torno do dinheiro?

Talvez o verdadeiro salto civilizacional não seja simplesmente inventar computadores mais rápidos, inteligências artificiais mais poderosas ou robôs mais eficientes. Talvez seja descobrir como transformar toda essa capacidade tecnológica em abundância acessível a todos.

Porque uma tecnologia capaz de fazer quase qualquer coisa, mas acessível somente a quem pode pagar, continua presa à lógica da escassez. A verdadeira revolução começaria quando a tecnologia deixasse de ser apenas uma máquina de produzir riqueza — e passasse a ser uma máquina de libertar o potencial humano.

Elon Musk disse que nos próximos dez anos, o dinheiro desaparecerá completamente e você não possuirá dinheiro porque não haverá necessidade dele, pois robôs e IA fornecerão tudo o que você precisar. Musk compara IA e robôs a “um Deus pessoal” que fornecerá aos humanos tudo o que eles precisam, incluindo comida, moradia, cuidados médicos, transporte e entretenimento.

“Se robôs e IA fornecerem mais bens e serviços do que qualquer humano poderia possivelmente consumir, para que você precisa de dinheiro nesse caso?”

Em uma conversa com Peter Diamandis, Musk explicou que, se a produção superar amplamente aquilo que os seres humanos conseguem consumir ou desejar, a própria função do dinheiro como mecanismo de distribuição de trabalho e recursos perderia importância.

O interessante é que ele chega a uma conclusão surpreendentemente próxima daquilo que Mari Swa descreve, embora partindo de uma perspectiva completamente diferente:

Musk: Inteligência Artificial + robótica + automação → produção extremamente abundante → trabalho deixa de ser necessário → dinheiro perde relevância.

Relatos taygeteanos: Abundância de recursos + tecnologia avançada + IA e automação → não há necessidade de economia monetária interna → dinheiro não é utilizado como mecanismo de organização da sociedade.

Há, portanto, uma convergência conceitual interessante: uma civilização tecnologicamente avançada poderia eventualmente superar a necessidade do dinheiro justamente quando a escassez material deixar de ser o principal problema.

Elon Musk disse que a IA e robôs inaugurarão a “Era da Abundância” pondo fim ao dinheiro.

Sementes estelares e a sabotagem da Cabala: O legado de Nikola Tesla e a supressão tecnológica na Terra.

A máquina global oculta de extração da energia vital da população.

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Renato Cunha
Sou o fundador e editor do Stylo Urbano que desde 2014, publica conteúdos independentes sobre tecnologia, cultura, ficção científica, teorias alternativas, traduções e opiniões, sempre deixando ao leitor a liberdade de refletir e concluir por conta própria.

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