Esse texto foi baseado no vídeo “O Vaticano, a Divulgação sobre OVNIs e Quem Controla a Humanidade?” do pesquisador sobre ocultismo e sociedades secretas Jordan Maxwell.

Segundo Jordan Maxwell, a humanidade possui um potencial quase ilimitado. Ele lembra a passagem bíblica da Torre de Babel, em que Deus observa que, se a humanidade agir unida, “não há nada que ela não possa fazer”. Por isso, as línguas foram divididas. Hoje, esse mesmo potencial se manifesta na conquista do espaço: já estamos lá, realizando feitos que a maioria das pessoas nem imagina.

Maxwell afirma que a última oportunidade real de reiniciar o destino da humanidade ocorreu nos anos 1770, com a fundação dos Estados Unidos. Thomas Paine foi o grande ideólogo por trás da Revolução Americana, da Declaração de Independência e da Constituição. Na visão de Paine, 1776 oferecia a chance de recomeçar o mundo com base na liberdade individual, na razão e na dignidade humana. Se esse experimento tivesse prosperado plenamente, a liberdade se espalharia pelo planeta e transformaria a história da raça humana.

No entanto, a realeza europeia e as elites que controlavam a Europa, as famílias da Nobreza Negra, não queriam escravos livres. Como disse Martin Luther King, escravos nunca pedem liberdade aos senhores; eles a tomam. Em 1776, milhões de pessoas se rebelaram contra reis e rainhas. Mas as mesmas forças que dominavam a Europa — sociedades secretas, ordens religiosas e poderes financeiros — infiltraram-se silenciosamente nos Estados Unidos.

Trouxeram dinheiro, influência política e redes de poder. Resultado: a tirania e a criminalidade europeias se reinstalaram em solo americano. Hoje, segundo Maxwell, essas forças controlam o país. Os Pais Fundadores sabiam quem eram seus verdadeiros inimigos. Dois grupos, em especial, não deveriam ter espaço na nova nação: a Igreja Católica e o Vaticano.

Maxwell descreve o Vaticano como o maior inimigo da liberdade, dignidade e honra que o mundo já conheceu — um sistema romano de totalitarismo, fascismo e escravidão, responsável por guerras, revoluções e sangue derramado. Os fundadores não queriam a Igreja Católica e os Jesuítas operando em território americano. Ainda assim, ela entrou, e com ela vieram a máfia, a Cosa Nostra e organizações do submundo ligadas à religião católica, especialmente provenientes da América do Sul e Central.

Maxwell conecta Nova York ao Império Romano. Quando Roma dominou a Inglaterra, o centro de operações era York. Daí surgiu “Nova York” — o “Empire State”, o Estado do Império. De lá saem o Partido Comunista, o tráfico de drogas, os cartéis bancários internacionais e as religiões “pagãs e sujas” herdadas de Roma. O governo dos Estados Unidos, na visão dele, é um sistema fascista jesuíta romano de tirania.

A América está em declínio, assim como o Império Romano no século V: perdeu liberdades, base industrial, inteligência e quase tudo o que havia construído. O Papa, segundo Maxwell, usa a mitra que representa o deus cananeu Dagon (ou Dagan), uma divindade antiga de 4 ou 5 mil anos, sem qualquer relação com Jesus ou o cristianismo. O Vaticano não representa o cristianismo; representa Roma. “Todas as estradas levam a Roma.”

O Vaticano, a divulgação sobre OVNIs e quem controla a humanidade?

Ele traça a origem da Igreja Católica Romana oficialmente em 325 d.C. Após a queda do Império Romano no século V, o caos reinou na Europa. Por trás das cenas, cartéis bancários internacionais — as famílias poderosas da época, equivalentes aos Rothschilds e Rockefellers de hoje — reconstruíram o poder sob a forma do Vaticano.

Os Césares eram apenas a face pública; os verdadeiros governantes eram os banqueiros e as dinastias como a dos Pisos. Quando o império caiu, eles simplesmente abriram uma nova operação: o Vaticano. Os Rothschilds, afirma Maxwell, eram os banqueiros judeus do Vaticano.

A riqueza deles veio do dinheiro da Igreja. Por 1.600 anos o Vaticano dominou a Europa, e a Europa dominou o mundo. Os jesuítas, ordem militar dentro da Igreja (com generais e soldados, não com “amor a Jesus”), estariam por trás de revoluções, violência e o que hoje chamamos de terrorismo: explosões, assassinatos, caos planejado para assustar as massas e fazê-las se voltar para a Igreja.

A Propaganda Due (P2), sociedade secreta maçônica ligada ao Vaticano, reunia banqueiros, assassinos e mafiosos. O filme O Poderoso Chefão 3 trata exatamente disso: o Vaticano negociando com o crime organizado mundial, tráfico de drogas, heroína, escravidão branca e infantil. Tudo, segundo Maxwell, é orquestrado a partir de Roma. O Vaticano é a sede da satânica Cabala Illuminati.

O Vaticano, a divulgação sobre OVNIs e quem controla a humanidade? 2

As universidades mais importantes do mundo seriam controladas ou influenciadas por jesuítas. A própria palavra “college” vem de “collegia” romana (Colégio de Cardeais). “Sophomore” significava, no mundo antigo, “idiota”. O diploma é, na prática, uma “licença para trabalhar”. O sistema educa as pessoas para obedecer o sistema corrupto do Vaticano, não para questionar.

Maxwell acredita que o controle é tão antigo, profundo e sofisticado — milhares de anos aperfeiçoando o domínio sobre a mente humana — que a humanidade sozinha não consegue se libertar. Ele cita Albert Pike (maçonaria) e a ideia de tratar a humanidade como “um homem, uma mulher e uma criança”: aprenda a controlar um, e controlará todos.

O poder real não está nos políticos visíveis, mas em sociedades secretas, ordens fraternais e forças financeiras que operam nas sombras, em salas escuras e prédios bancários às 3 da manhã. Há algo ainda maior: uma presença alienígena ou espiritual extremamente poderosa, inteligente e maligna que “sombreia” o destino humano. Maxwell compara isso à ideia cristã do diabo e dos demônios — não exatamente como a religião ensina, mas com um núcleo de verdade.

Essa força dirige ditadores, violência e a loucura coletiva. Ninguém chega ao poder sem a permissão dela. Hollywood e o complexo militar-industrial sabem disso e preparam a população com filmes de invasão alienígena. Pode ser um engodo para instaurar uma Nova Ordem Mundial, ou pode ser a preparação real para algo que realmente virá. Maxwell se declarou pessimista por experiência.  A única esperança que vislumbra é uma intervenção de um poder superior — Deus, o Grande Espírito, ou forças que criaram a humanidade.

Sem isso, ou sem um despertar massivo em que as pessoas mostrem que não querem mais esse sistema, o destino da raça humana parece sombrio. Ele insiste: é preciso despertar, descobrir quem são realmente os inimigos invisíveis da humanidade e entender que o conhecimento é poder. As elites maçônicas satânicas pedófilas canibais não querem que esse conhecimento chegue ao povo.

Em resumo, para Jordan Maxwell, todas as estradas levam a Roma. O Vaticano, os jesuítas, a maçonaria, as sociedades secretas e uma presença alienígena oculta mais antiga e poderosa ainda controlam a humanidade. A América quase escapou em 1776, mas foi reconquistada. Hoje, só um despertar coletivo — ou uma intervenção divina — poderia mudar o curso.

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