A NASA é frequentemente celebrada como um símbolo das conquistas humanas – como levar homens à Lua e explorar os confins do nosso sistema solar. Mas por trás das supostas “missões espaciais” existe uma história muito mais sombria, repleta de segredos da Guerra Fria, cientistas nazistas, encobrimentos mortais e experiências eticamente questionáveis.
O vídeo abaixo mostra o lado oculto do passado da NASA: desde a Operação Paperclip, onde ex-oficiais nazistas da SS, como o engenheiro aeroespacial alemão Wernher von Braun, foram recrutados para construir o programa de foguetes da América, até o trágico incêndio da Apollo 1 que ceifou a vida de três astronautas devido a falhas de segurança negligenciadas. Veja como a política, a espionagem e as agendas militares moldaram os primeiros dias da NASA, criando uma complexa rede de ambição, sigilo e sacrifício.
Os nazistas não perderam a guerra, eles se mudaram para os Estados Unidos e assumiram o controle de seu complexo militar industrial e governo, sem disparar um tiro sequer. Após a derrota da Alemanha nazista, cerca de 2000 cientistas e engenheiros alemães foram levados para os EUA, onde assumiram cargos em diversas agências governamentais, e a NASA foi criada para abrigar alguns deles.

As histórias que a NASA não destaca em sua imagem pública – as vítimas esquecidas dos testes em humanos, a corrida armamentista da Guerra Fria que alimentou a corrida espacial e as controvérsias em torno de missões como Challenger e Columbia. Teorias da conspiração, documentos desclassificados e fatos pouco conhecidos mostram como a história da NASA está entrelaçada com operações militares e a paranoia da Guerra Fria.
Este não é apenas um vídeo sobre exploração espacial; é um mergulho profundo na história sombria da NASA, onde ciência, política e moralidade colidiram de maneiras que ainda hoje levantam questões. O nazista Wernher von Braun foi reinventado como “herói” e o “pai” do programa espacial da NASA/NAZI com seu falso “pouso na Lua”.
A produção do filme “2001: Uma Odisseia no Espaço” do cineasta Stanley Kubrick se assemelha ao Programa Apollo da NASA. A produção do filme começou em 1964 e prosseguiu até seu lançamento em 1968. Enquanto isso, o programa Apollo também começou em 1964 e culminou com o suposto pouso na Lua em 20 de julho de 1969.
Os mesmos efeitos especiais e anomalias visuais podem ser vistos claramente tanto em “2001: Uma Odisseia no Espaço” quanto no pouso da Apollo 11 na Lua. Após o assassinato do presidente Kennedy em 1963, a NASA contratou Stanley Kubrick para dirigir as cenas de ficção por acreditarem que ele era o mais habilidoso no uso de efeitos especiais para cinema na década de 1960.
O que Kubrick fez foi usar a produção do filme “2001: Uma Odisséia no Espaço” como um projeto de pesquisa e desenvolvimento para desenvolver a tecnologia de cinema necessária para fazer as filmagens lunares. Essa matéria é uma continuação da anterior: A NASA construiu uma Lua falsa para filmar o falso pouso da Apollo 11 na Lua.
Parece que Kubrick negociou em troca um orçamento quase ilimitado para fazer seu filme de ficção científica, 2001: Uma Odisseia no Espaço, e um acordo que lhe permitia fazer qualquer filme que quisesse pelo resto de sua vida, sem qualquer supervisão. 2001: Uma Odisseia no Espaço foi a produção mais cara de sua época (10 a 12 milhões de dólares), e o presidente da MGM declarou publicamente que nunca viu uma versão bruta nos quatro anos que levou para ser feita.

Os “atornautas” da NASA pisaram na superfície lunar feita num estúdio de cinema. O pouso da Apollo 11 na Lua em 20 de julho de 1969 foi, na verdade, filmado em um estúdio por Kubrick, que foi contratado pelo governo dos EUA. Afinal, esse mestre do cinema chocou inúmeros públicos com as cenas realistas do espaço sideral criadas no clássico filme de ficção científica de 1968 “2001: Uma Odisseia no Espaço”. Um documentário “falso” sobre o pouso na Lua foi filmado em estúdio com tecnologia cinematográfica.
A NASA contratou muitos artistas e cenógrafos para criar instalações semelhantes a estúdios durante o projeto Apollo 11, e a escala e o impulso foram grandes. A NASA alegou que tudo isso fez parte do trabalho de suporte ao treinamento de pouso na Lua, codinome LOLA, o nome completo é simulador “Lunar Orbit and Landing Approach/LOLA”, que é especialmente usado para estudar os problemas relacionados ao pouso lunar. É uma obra-prima dos primeiros simuladores de grande escala da vida real.
O simulador LOLA exigia a criação de um sistema visual realista da superfície lunar para os astronautas, de modo que os operadores da espaçonave possam ter a mesma experiência visual de quando pousaram na Lua. Para isso, a NASA convidou especialistas técnicos e artísticos do Centro de Informações de Mapeamento Aéreo e do Departamento de Cartografia do Exército para usar fotos e pincéis na criação de um conjunto de quatro modelos em grande escala, com um custo total de 2 milhões de dólares.
Os cenários em diferentes tamanhos da superfície da Lua do LOLA ajudaram na farsa do programa Apollo 11 e a NASA montou um estúdio para Stanley Kubrick que fosse realista o suficiente para enganar o mundo inteiro. Interesses políticos geram o desejo de mentir. O objetivo do programa Apollo era mostrar o quão poderoso o governo americano era em termos de realmente fazer as coisas e manipular a percepção das massas globalmente.
Naquela época, a maioria das pessoas não acreditavam que o governo e a mídia poderiam mentir numa escala tão grande. Mas é exatamente isso o que os governos e a grande mídia fazem o tempo todo. Mentir e manipular em grande escala, pois a mentira e a ingenuidade das massas é a fonte de poder deles. O nazista Wernher von Braun, e os outros nazistas que trabalhavam na NASA ajudaram nesse golpe.
A NASA construiu uma Lua falsa para filmar o falso pouso da Apollo 11 na Lua.
Em seu filme “O Iluminado”, Stanley Kubrick mostrou seu envolvimento na farsa Apollo 11 da NASA.
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O filme “Capricórnio Um” de 1978 denunciou a fraude das missões da Lua pela NASA






































