Segundo as análises de Susan Kokinda e do grupo Promethean Action (fundamentadas na tradição de análise geopolítica de Lyndon LaRouche), o sistema mundial de “livre comércio” não é uma prática espontânea de mercado, mas sim uma ferramenta geopolítica e financeira criada pela City de Londres e pela Coroa Britânica (o Império Britânico moderno).
O livre comércio visa desmantelar a soberania e a capacidade industrial dos Estados Unidos e de outras nações, transferindo o poder produtivo e financeiro para regimes de mão de obra barata e controle estatal centralizado, como a China comunista, mantendo assim a oligarquia financeira britânica no controle global dos recursos, do transporte marítimo e da energia.

A origem teórica do “Livre Comércio”: O modelo Imperial Britânico
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Ideologia de Adam Smith vs. Sistema Americano:
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Susan Kokinda e o Promethean Action argumentam que a doutrina do “livre comércio” — concebida no século XVIII por teóricos do Império Britânico como Adam Smith e a Companhia das Índias Orientais — foi desenhada para impedir que outras nações desenvolvessem capacidade manufatureira e soberania econômica.
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Enquanto o “Sistema Americano” de economia política (defendido por Alexander Hamilton, Henry Clay e Abraham Lincoln) utilizava tarifas protetivas, crédito público e investimento em infraestrutura para construir uma nação industrial forte e independente, a City de Londres promoveu o livre comércio para forçar o resto do mundo a atuar como mero fornecedor de matérias-primas e comprador de produtos manufaturados britânicos.
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A City de Londres e o Império Financeiro Offshore
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O controle da moeda, seguros e commodities:
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O Promethean Action destaca que o Império Britânico moderno não opera mais por meio do domínio colonial direto, mas através da City de Londres, da Coroa Britânica e de uma rede financeira offshore (incluindo paraísos fiscais nas Ilhas Cayman, Bermudas e Virgens).
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Cartéis e instituições com sede em Londres — como a Lloyd’s of London (seguros marítimos e de risco de guerra), as bolsas de commodities (como a London Metal Exchange) e os grandes bancos globais — controlam as rotas de comércio, o crédito global e a precificação da energia e das matérias-primas essenciais em todo o planeta.
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Saiba mais: O protótipo globalista: Como o Império Britânico moldou o destino geopolítico da China.

A desindustrialização dos EUA e a ascensão da China comunista
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A estratégia de deslocalização produtiva:
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A partir da década de 1970, a oligarquia financeira da City de Londres e de Wall Street promoveu a globalização neoliberal sob a bandeira do “livre comércio” sem tarifas.
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O objetivo foi desmantelar a base fabril e industrial de ponta dos Estados Unidos e Europa, transferindo a infraestrutura produtiva para a China e outros países asiáticos pobres.
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Essa mudança aproveitou a mão de obra barata, a ausência de regulações ambientais e o controle governamental chinês, criando uma dependência crítica dos EUA em relação a cadeias de suprimento estrangeiras, minerais raros e produtos de alta e baixa tecnologia.
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O papel do Partido Comunista Chinês no modelo globalista:
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Segundo o Promethean Action, a ascensão da China comunista não foi um acidente de mercado, mas o resultado de uma parceria planejada entre a oligarquia financeira globalista britânica e o regime chinês.
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O modelo chinês de capitalismo de Estado sob controle do PCC ofereceu o ambiente ideal para a elite oligárquica extrair lucros exorbitantes, drenar o capital produtivo do Ocidente e manter a população ocidental subjugada pelo endividamento, desemprego industrial e desestabilização social.
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O que realmente está por trás da disputa tarifária? Susan Kokinda
A resistência tarifária e a ruptura promovida pelo Movimento MAGA
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Tarifas como instrumento de liberdade nacional:
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Susan Kokinda aponta que a política de tarifas, a soberania energética e o protecionismo defendidos por Donald Trump representam um ataque direto a esse arranjo imperial de 300 anos montado por Londres.
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Ao rejeitar a ideologia de livre comércio e exigir a reindustrialização dos EUA e o regresso das empresas do território chinês, quebra-se o mecanismo pelo qual a City de Londres e a Coroa Britânica exercem a hegemonia sobre a economia americana e global.
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Entrevista sobre o papel da inteligência e do sistema imperial britânico
Nesta entrevista no PBD Podcast, Susan Kokinda detalha o funcionamento do sistema imperial e financeiro controlado pela elite britânica e suas implicações nos conflitos e na geopolítica global contemporânea.






































