A sociedade de Taygeta é uma civilização matriarcal de origem humana lyriana estabelecida principalmente em quatro planetas (Temmer, Erra, Procyon e Dakote) do sistema estelar de Taygeta, nas Plêiades, e em uma colônia chamada Cyndriel, no sistema de Aldebaran, baseia-se em um modelo político e social conhecido como sociedade monárquica holística de conselhos escalonados (em níveis).
Os taygeteanos são uma sociedade avançada, que viaja pelo espaço, há mais de 850.000 anos. Eles são uma das várias raças membros do Conselho de Alcyone nas Plêiades, que é membro da Federação Galáctica. Eles tiveram colônias na Lemúria, antes do dilúvio, e ajudaram a criar a primeira civilização humana no Egito, após o dilúvio.
Os taygeteanos eram uma das diferentes raças estelares que utilizavam o espaçoporto da Federação no Planalto de Gizé no Egito. Eles eram um dos “deuses que vieram do céu para a terra” que os sumérios chamavam de Anunnaki, e os povos do levante cananeu chamavam de Elohim.

Abaixo está a descrição detalhada de como essa estrutura funciona na prática e de como a tecnologia elimina completamente a escassez de recursos. Não existem nações, religiões, culturas e idiomas diferentes em Taygeta. Também não existe sistema político e econômico. Os taygeteanos tem a aparência de pessoas nórdicas da Europa pois são todos brancos.
A estrutura dos conselhos escalonados
Ao contrário dos sistemas políticos da Terra, a sociedade de Taygeta não possui um governo centralizado ou a necessidade de eleições e partidos políticos. A organização ocorre de forma orgânica e ascendente por meio conselhos escalonados. Os membros de todos esses conselhos são cidadãos que ocupam os cargos voluntariamente:
- Conselhos Locais: Cada pequena vila ou cidade nos cinco planetas tem o seu próprio conselho. Qualquer cidadão local que sinta que tem algo a contribuir para o assunto em pauta pode caminhar até a reunião e participar. Não há votações. Os temas são debatidos sob a ótica da lógica e da razão pura, por semanas ou meses se necessário, até que se atinja um consenso absoluto e lógico. Votar é visto como um erro, pois o voto tende a impor a vontade de uma maioria sobre uma minoria, gerando desigualdade.
- Conselhos Regionais (Distritos): Se um problema é complexo demais para o conselho de uma vila (por exemplo, um grande sistema de infraestrutura regional), a questão é levada ao conselho do nível seguinte, que cuida de uma área geográfica maior.
- Conselho Planetário: Caso um problema seja de maior magnitude e afete um nível planetário, ele é tratado neste conselho.
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O Alto Conselho da Civilização: Quando a demanda afeta toda a civilização, ela atinge o nível máximo: o Alto Conselho de Taygeta. Ele cuida dos interesses integrados da população de milhões de habitantes distribuídos pelos cinco planetas (Temmer, Erra, Procyon, Dakote e a colônia Cyndriel).
Para questões técnicas ou problemas específicos de uma área, o conselho convoca voluntários especialistas. Se o problema for o suprimento de alimentos, chamam-se agricultores, se for na rede de energia, chamam-se engenheiros. Nesse sistema de conselhos escalonados, as pessoas são emponderadas, elas participam e tomam decisões sobre o que acontece em sua sociedade e isso tem dado certo há mais de 850.000 anos.

A figura da realeza
Embora seja uma sociedade de conselhos, Taygeta possui uma monarquia ativa (atualmente liderada pela Rainha Mari Swa, que vive na órbita da Terra). No entanto, o conceito de realeza lá difere drasticamente do histórico monárquico e narcisista da Terra. A monarquia em Taygeta não é hereditária como na Terra (onde o título é automático). Ela se aproxima mais de uma “liderança por mérito”:
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Dignidade e mérito: Não basta ser de uma linhagem real antiga; a candidata deve provar sua sabedoria, nobreza e valor pessoal ao longo de anos. Se ninguém for digno, o posto permanece vago.
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Papel da Rainha: Ela não é uma governante que explora o povo. Sua função é ser uma mãe/guia, um exemplo a seguir. Ela atua como um elo direto entre o povo e os Conselhos, integrando-se ao Alto Conselho. Ela carrega muita responsabilidade pois representa o melhor de Taygeta, seus valores, sua sabedoria. A rainha tem uma equipe atrás dela, bem como uma guarda real de Shinonim (militares mulheres), e às vezes Hashmallim (militares homens).
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A Coroa: A coroa em Taygeta é uma ferramenta tecnológica (uma “antena”). Composta por metais e minerais específicos (como diamantes/quartzos), ela serve para conectar o usuário a planos energéticos superiores, auxiliando na clareza e na tomada de decisões.
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Poder limitado e diplomacia: A Rainha não tem poder absoluto e atua primordialmente como a presidente do Alto Conselho. Suas decisões passam pelo crivo dos conselheiros. Em situações excepcionais, ela tem a autoridade para vetar uma resolução do Alto Conselho, mas o motivo desse veto deve passar por investigação e processamento rigorosos.
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Representação e treinamento: A monarca serve como a personificação dos valores éticos de sua cultura e atua como embaixadora em reuniões exopolíticas de grande alcance (como na Federação Galáctica). Para assumir o cargo, exige-se altíssima integridade, ética e profundo conhecimento político.
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Preparação rigorosa e conexão com a Terra: O substituto da coroa é escolhido pelo monarca vigente e apresentado ao Alto Conselho. Ele passa a atuar como aprendiz direto. Como parte crucial desse treinamento de resiliência, autodisciplina e liderança, muitos futuros reis e rainhas estelares encarnam ou vivem temporariamente na Terra como Step Downs — extraterrestres vivendo disfarçados com identidades humanas comuns. As rainha Alenym e Mari viveram na Terra sob uma identidade humana normal por vários anos para aprender a lidar com dinâmicas complexas de resolução de problemas de forma direta.
Abundância, automatização e a ausência de economia
O pilar socioeconômico de Taygeta é a total inexistência de dinheiro ou sistemas financeiros. Não há comércio, bancos, salários, trabalho ou qualquer mentalidade de carência e acúmulo de riqueza. Isso funciona devido à combinação de três fatores:
1. Demografia reduzida vs. recursos abundantes
A população total de Taygeta é de apenas 38 milhões de pessoas espalhadas por cinco mundos (com a maioria vivendo nos planetas ideais: 20 milhões no planeta marinho Temmer e 17 milhões no planeta florestal Erra). Com tanto espaço e matéria-prima para uma população tão reduzida, a escassez física simplesmente não existe. Casas, alimentos, transporte e artigos tecnológicos são abundantes e estão livres para quem quiser pegar.
2. Automatização avançada e Inteligência Artificial
Nenhum cidadão de Taygeta é obrigado a exercer trabalhos degradantes, perigosos, chatos ou meramente repetitivos para sobreviver. Toda a infraestrutura pesada, reciclagem de materiais, manipulação de resíduos, construção e manutenção essencial são realizadas por máquinas automatizadas e robôs controlados por IA. Geradores de energia ponto zero fornecem energia ilimitada e limpa para todo o planeta.
Complementando este ecossistema, os replicadores de matéria manipulam a energia a nível atômico para manifestar instantaneamente qualquer objeto inorgânico ou ferramenta necessária. Sem a necessidade de extração predatória de recursos, comércio ou dinheiro, essa sinergia tecnológica garante de forma gratuita habitação, sustento e bem-estar para toda a população.

As cápsulas médicas podem curar todo tipo de doença física e regenerar partes do corpo danificadas. Isso elimina o estresse da sobrevivência básica e libera o tempo da população para se dedicarem ao que quiserem: artes, ciências, exploração espacial, engenharia, tecnologia, educação e no desenvolvimento da consciência individual e coletiva.
3. Mentalidade de serviço e trabalho voluntário
Quando um trabalho manual pesado precisa ser realizado em nível comunitário, os cidadãos atuam de forma colaborativa e voluntária. Eles entendem que o bem-estar da comunidade é o seu próprio bem-estar. Em raras situações extremas, o conselho local pode convocar a população para ajudar, limitando o esforço a um intervalo de poucas horas por semana até que o problema seja resolvido.
Mesmo nesses casos, se alguém optar por não participar por motivos pessoais, sua escolha é totalmente respeitada e a pessoa é deixada em paz. Os militares e as equipes de busca e resgate (SAR) — que substituem a necessidade de uma força policial — também são inteiramente compostos por voluntários motivados pela busca de aventura ou pelo desejo genuíno de auxiliar outras civilizações.

A dinâmica do crescimento pessoal
Sem a necessidade de trabalhar para conseguir dinheiro e sobreviver, e com as todas as necessidades geridas por máquinas, a educação em Taygeta também é livre. Não existem escolas como na Terra, são as próprias crianças que determinam seu tempo de estudo, o método pedagógico e os tópicos que desejam aprender, focando primeiro em técnicas de sobrevivência e independência.
Os taygeteanos podem viver 1000 anos ou mais com aparência jovem, e para eles, a infância é sagrada, por isso as crianças são incentivadas a brincar e se divertir pois quando completam 13 anos, todos se lembram de quem foram em suas vidas passadas e habilidades adquiridas.. Não faz sentido educá-los demais se elas vão se lembrar de como tudo funciona.
Algumas se lembram antes dos 13 anos, outras raramente depois, mas todas se lembram. Algumas pessoas se lembram apenas de suas vidas passadas imediatas, ou duas, mas um taygeteano pode se lembrar de três a cinco vidas passadas em média.
A ausência do egoísmo econômico faz com que a busca por objetivos e interesses estritamente pessoais acabe resultando, de forma direta e automática, em um serviço que enriquece toda a sociedade.

Fontes de pesquisa:
https://swaruu.org/transcripts/sociedad-en-taygeta-estructura
As enormes diferenças entre a educação na Terra e em Taygeta.






































