Existem várias raças extraterrestres que tem anatomia e fisionomia idênticas às dos humanos da Terra e elas fazem parte da família lyriana, a qual os humanos pertencem. A Federação Galáctica utiliza extraterrestres de aparência humana para diversas missões na Terra, como os alfrateanos ou centauri.

Os objetivos principais dessas incursões envolvem missões diplomáticas secretas e operações de espionagem, viabilizadas pela camuflagem biológica natural que possuem e por tecnologias avançadas de transferência, transporte e comunicação interplanetária.

Infiltração humanoide na Terra pela Federação Galáctica

A Federação emprega estratégias sofisticadas para interagir com a Terra sem causar pânico na população ou violar as diretrizes de não-intervenção abertamente. Para cumprir missões diplomáticas sigilosas e atividades de espionagem, a Federação seleciona agentes de civilizações cujos habitantes são visualmente indistinguíveis dos seres humanos da Terra: os alfrateanos, originários do planeta Alfrata no sistema de Alpha Centauri A, o sistema estelar mais próximo da Terra, a ~4,25 anos-luz de distância.

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A vantagem biológica dos alfrateanos

  • Aparência idêntica: Tanto os alfrateanos, também chamados de centauri, compartilham da mesma base morfológica e genética externa que a humanidade terrestre. Eles possuem os mesmos traços faciais, tons de pele, cabelos e estruturas corporais.

  • Camuflagem natural: Devido a essa equivalência física, esses seres não precisam de procedimentos de alteração biológica ou holográfica pesada para caminhar entre a população humana. Um agente alfrateano pode vestir trajes civis modernos e transitar por qualquer cidade humana sem levantar a menor suspeita.

Processo de inserção e envio à superfície

O transporte e a alocação desses agentes na superfície da Terra seguem protocolos de segurança e furtividade extremamente rígidos:

  • Descida em naves espaciais: Os agentes pousam em áreas isoladas na superfície do planeta com suas naves camufladas no módulo invisibilidade, como florestas, desertos ou áreas urbanas pouco movimentados nas proximidades de seus alvos.

  • Documentação e histórico falso: Antes de pisarem na superfície, a inteligência da Federação providencia identidades falsas perfeitamente integradas aos sistemas burocráticos globais, históricos de vida simulados e moedas locais. Os agentes são treinados exaustivamente em idiomas, sotaques, expressões idiomáticas e costumes regionais para evitar falhas de comportamento social.

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Missões diplomáticas ocultas

  • Contatos de alto nível: Disfarçados como civis comuns, jornalistas, acadêmicos ou funcionários públicos, os agentes diplomáticos operam nas sombras, realizando reuniões e contatos discretos com líderes governamentais específicos, cientistas de ponta, líderes militares, indivíduos influentes ou membros de sociedades secretas. O objetivo dessas missões é repassar diretrizes da Federação, que é a controladora final da Terra.

  • Tecnologia invisível: Para reportar suas descobertas à Federação Galáctica, esses infiltrados utilizam dispositivos de comunicação subespacial microscópicos, muitas vezes implantados em suas próprias roupas, permitindo a transmissão de relatórios sem que os sistemas de monitoramento por satélite ou de telecomunicação da Terra detectem as frequências utilizadas.

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Existem extraterrestres vivendo de forma disfarçada entre nós? É claro que sim e isso vem acontecendo há milhares de anos. Existem várias raças estelares que tem a mesma aparência que os humanos da Terra. Vestindo jeans, camiseta e tênis eles podem caminhar tranquilamente pelas ruas das nossas cidades sem serem notados.

E podem se comunicar em qualquer língua humana. Na segunda temporada da série “Star Trek: Enterprise”, há um excelente episódio chamado Carbon Creek, que foi ao ar pela primeira vez em 25 de setembro de 2002, e que mostra a interação de uma tripulação de vulcanos que caíram na Terra nos anos 1950 e tiveram que fingir ser humanos enquanto aguardavam o resgate. Saiba mais no link abaixo:

Os extraterrestres que vivem disfarçados como humanos na Terra.

Situada na Terra de 2419, a série de “ficção científica” The Orville (2017) acompanha as aventuras da Orville, uma nave espacial exploratória de nível médio. Sua tripulação, tanto humana quanto alienígena, enfrenta as maravilhas e perigos do espaço sideral. The Orville é uma homenagem a Stark Trek, mas além de tudo, ela tem suas particularidades.

Num dos episódios da série, um pequeno grupo da tripulação da Orville desce disfarçados até o planeta Sargus 4 para pesquisar os costumes e cultura de sua sociedade de perto.  Na sociedade “primitiva” de Sargus 4 as pessoas usam dinheiro, então os tripulantes da nave Orville tiveram que usar dinheiro pela primeira vez em suas vidas.

Essa cena é exatamente o que acontece quando raças de “humanos espaciais” visitam a sociedade da Terra. Eles tem que se disfarçar, falar na língua dos nativos e usar dinheiro. A Cabala esfrega na nossa cara o que acontece com os “humanos espaciais” que visitam a Terra, mas oculta como ficção.

Os “humanos espaciais” descendentes dos humanos da Terra

Mas qual a diferença marcante entre os alfrateanos e outras raças lyrianas da galáxia, como os taygeteanos, antarianos, engans e outros, que são membros da Federação Galáctica? os alfrateanos são descentes de humanos que foram sequestrados na Terra pelos reptilianos de Órion e enviados para o planeta prisão Phaeton, no sistema de Alpha Centauri A. Após a libertação dos alfrateanos pela Federação Galáctica, o planeta foi renomeado para Alfrata.

Segundo informações dos taygeteanos, contidas no site swaruu.org e mariswa.co/, a Federação Galáctica conta a história de que, por vários séculos, os regressivos reptilianos de Órion sequestram pessoas da raça lyriana de diferentes planetas e os levaram á força para o planeta prisão Phaeton, para serem explorados como escravos e fonte de alimento.

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Phaeton era uma “fazenda humana”. Mas a maioria das pessoas sequestradas pelos reptilianos eram do planeta Terra. Eles capturaram humanos de diferentes etnias e países que acabaram se misturando naquele planeta. Segundo dos taygeteanos, os alfrateanos se parecem com os latino americanos devido a miscigenação racial (ou mestiçagem) que é o processo de mistura de diferentes etnias e grupos populacionais por meio de casamentos, relações e procriação.

A Federação Galáctica fez uma ofensiva militar de larga escala contra os reptilianos, culminando na libertação oficial do planeta Phaeton/Alfrata entre os anos 1560 e 1570 e da qual há uma imagem famosa de um evento, ou luta, sobre o céu de Nuremberg na Alemanha, no ano de 1561, e que se supõe ter sido uma batalha que teve muito a ver com a libertação do povo alfrateano.

Alfrateanos, a raça extraterrestre de Alpha Centauri mais comum na Terra. 3

Após uma operação militar sangrenta, mas bem sucedida, o planeta Phaeton foi libertado dos reptilianos opressivos e as pessoas foram capazes de voltar a habitar o planeta livremente, sendo fortemente aconselhados e guiados pela própria Federação Galáctica, que lhes ensinou como dar o passo para o sistema político holístico de conselhos, amplamente utilizado por todas as raças membro da Federação.

O planeta Phaeton foi renomeado para Alfrata, daí o nome de seu povo, os alfrateanos ou centauri. Eles receberam tecnologias avançadas para desenvolver rapidamente sua nova sociedade, e depois de um tempo, foram aceitos como membros da Federação Galáctica. Devido a sua conexão histórica com a Terra, os alfrateanos são de longe a raça estelar mais utilizada pela Federação para missões na órbita e superfície do planeta.

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Eles se tornaram a raça estelar com o maior número de naves na órbita da Terra e são enviados pela Federação para missões secretas na superfície pois são iguais aos humanos. O “Cavaleiro Negro”, que alguns acham ser um satélite extraterrestre na órbita baixa da Terra, é na verdade uma nave de combate alfrateana classe L. Eram 20, mas algumas naves caíram na Terra. Essas naves estão na órbita a mando da Federação, para manter o bloqueio da Terra.

Essa é uma foto tirada pela NASA na órbita baixa da Terra da nave de combate alfrateana classe L.

O Cavaleiro Negro seria um satélite extraterrestre orbitando a Terra 1 O Cavaleiro Negro seria um satélite extraterrestre orbitando a Terra 2

Qual a verdadeira história do povo alfrateano?

Segundo a taygeteana Mari Swaruu, os alfrateanos são um povo artificial que foi criado pela Federação Galáctica para usá-los secretamente como “piratas espaciais” por trás da fachada de uma sociedade holística avançada. E quem esteve manipulando as raças positivas da Federação, usando os andromedanos como idiotas úteis? Os etorthan de Órion, os mesmos que influenciaram a criação da Matrix 3D na Terra para torná-la uma fazenda de extração de Loosh.

Os etorthan (que são uma das espécies de greys) são membros do regressivo Conselho de Órion, que é inimigo da Federação Galáctica, e se tornaram membros da Federação com ajuda dos andromedanos, uma das três raças fundadoras da Federação e que tem maior influência nessa organização. A história de como os etorthan foram aceitos pelos andromedanos você pode ler aqui.

Diferentes espécies de reptilianos regressivos (ex: dracos, usungal, naga) são membros do Conselho de Órion e foram eles que sequestraram lyrianos de vários planetas, principalmente da Terra, e levaram para Phaeton. Os etorthan decidiram que seria mais estratégico “libertar” os escravos humanos em Phaeton, através de uma intervenção militar da Federação, para criar um povo artificial que amaria cegamente a Federação e obedeceria todas as suas regras, pois sente firmemente que lhes deve sua liberdade e lealdade. A Federação “libertou” esses escravos, gerando gratidão e submissão eterna.

A Federação Galáctica sabia tudo o que estava acontecendo em Phaeton e teria agido ali permissivamente, como faz hoje com a Terra e seus problemas. A história toda é uma cópia do que está acontecendo na Terra, mas adaptada ao planeta Phaeton. Para manipular as demais raças da Federação, os etorthan precisavam apenas controlar os andromedanos, e eles fizeram isso através de tramas e mentiras elaboradas, drama emocional falso e controle mental através de telepatia. Os etorhan usaram os andromedanos e alfrateanos como idiotas úteis para controlar a Federação Galáctica indiretamente.

Os andromedanos tem pele azul e os etorthan tem pele cinza. São espécies diferentes, mas altamente telepáticas e de mentalidade lógica. Os andromedanos são pouco emocionais e os etorthan não tem emoções. E eram justamente essa duas raças que estava decidindo tudo relacionado aos humanos da Terra.

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Diferente dos taygeteanos e outras raças de humanos lyrianos fora da Terra, que têm um cérebro unificado de uma única massa (sem lobos direito e esquerdo, pensamento holográfico), os alfrateanos mantêm um cérebro com dois lobos/hemisférios, similar ao humano, mas com poucas diferenças. Isso se deve à sua origem e frequência vibracional ainda alinhada a uma percepção dualista, a qual foi condicionada os humanos da Terra. Mesmo estando em 5D e com DNA ativado os alfrateanos continuam presos na dualidade.

A genética reflete consciência e prioridades. Foi exatamente por ter um cérebro com dois lobos/hemisférios como os humanos da Terra, que os etorthan resolveram utilizar os alfrateanos como idiotas úteis para manipular as raças da Federação. Os alfrateanos servem como “garoto de recado” entre os etorthan e a Cabala da Terra. O seu cérebro dualista, como os humanos, é mais fácil para os etorthan controlarem mentalmente, pois eles são seres muito telepáticos.

Um cérebro divido em hemisférios comparado a um cérebro unificado.

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A Federação Galáctica possui uma Primeira Diretriz clara de não intervenção em planetas como a Terra, que ainda não alcançaram status interestelar. Ela proíbe interferir no desenvolvimento natural cultural, espiritual e tecnológico das sociedades, incluindo contato direto, fornecimento de tecnologia avançada, provas da existência de ETs ou qualquer ação que altere o curso “natural” da evolução. Violações só seriam permitidas em casos excepcionais (ex.: corrigir contaminação anterior).

Como a Federação desrespeita essa diretriz ao envolver alfrateanos e os etorthans com a Cabala:

  • Alfrateanos: Segundo Mari Swaruu, os taygeteanos e outras raças positivas enfrentam restrições severas impostas pela Federação quando tentam interagir com humanos na Terra (ex.: proibições de fala direta, vídeo ou contato aberto, barreiras tecnológicas, centralização de comunicações através da nave andromedana Viera). No entanto, outros grupos (incluindo membros da Cabala e aliados) tem mais liberdade ou contatos seletivos. Isso cria uma aplicação seletiva hipócrita da Primeira Diretriz: raças “positivas” são limitadas para não “perturbar” a Matrix 3D, enquanto a Federação permite interações dos alfrateanos e etorthan com a Cabala, o que beneficiam o status quo.

  • Etorthans (Grays de nariz grande, de Betelgeuse/Orion): Foram membros por longo tempo da Federação, descritos como seres lógicos, sem emoções e usam sua telepatia intrusiva para manipular e confundir outras raças. Eles participam de auditorias e reuniões de alto nível com as elites humanas da Cabala usando tecnologia remota holográfica ou fisicamente em bases subterrâneas secretas na Antártida e Austrália. Esses contatos ocorrem nos bastidores, longe dos olhos do público humano e das demais raças da Federação, e historicamente precedem mudanças sociais importantes na Terra.

    Segundo os felinos urmah de Vega, os etorthans se juntaram à Federação como tática para ganhar controle. A Federação, através da influência dos andromedanos, permitiu por décadas que os etorthan e alfrateanos se reunissem com as elites da Cabala, o que configura intervenção indireta, influenciando a política, sociedade, tecnologia e cultura sem violar abertamente a diretriz para o público geral. Isso contradiz o “não interferir em assuntos internos” e a proibição de contatos com “raças em desenvolvimento”.

Saiba mais: A batalha feroz entre raças extraterrestres pelo controle da Terra.

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Pontos principais de hipocrisia:

  • A Federação aplica a Primeira Diretriz de forma seletiva: restringe raças positivas (como os taygetanos, antarianos, urmah e outras) que querem contato aberto ou ajuda direta, mas permite reuniões secretas e fechadas dos etorthans e alfrateanos com as elites humanas da Cabala, mantendo o controle da Matrix 3D.
  • Contatos com políticos, militares, bilionários, CEOs corporativos, aristocratas e outros membros da Cabala Illuminati ocorrem face a face ou usando tecnologia remota holográfica, enquanto o público é mantido na ignorância (“suprimir rumores”).
  • Isso é visto como manutenção do status quo (Matrix, controle), não verdadeira não-intervenção. A Federação age como um “governo galáctico” burocrático com agendas próprias, similar ao terrestre.

Os alfrateanos, que são usados como força de trabalho/logística/patrulha para a Federação, são os principais “ajudantes” ou executores dos etothan. Mari Swaruu os descreveu como permissivos, com maus hábitos (álcool, etc.), facilmente manipuláveis ou cooperativos demais com os etorthan. Já os andromedanos são retratados como “idiotas úteis” ou excessivamente cooperativos/ingênuos com os etothan, que usam manipulação contra raças dissidentes, e defendem a narrativa oficial da Federação Galáctica.

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Apesar de poderosos, os andromedanos estiveram influenciados ou alinhados com os regressivos etorthan, ajudando a isolar ou deslegitimar vozes críticas. Eles fazem parte da fundação da Federação Galáctica junto com os arcturianos e lyrianos, e estão presentes em todos dos Conselhos. Sua nave biosfera Viera, que fica escondida atrás da Lua, é a sede do Alto Conselho local da Federação, que decide tudo relacionado ao planeta Terra.

Nem todos os alfrateanos são ruins e problemáticos, mas o contingente na órbita e superfície da Terra é criticado por importar hábitos negativos, serem facilmente influenciados e servirem involuntariamente (ou semi-voluntariamente) a agendas ocultas da Cabala e dos etorthan. Sua origem terrena e semelhança facilitam isso.

Como os etothan usaram os alfrateanos e andromedanos para manipular a Federação e proteger o Cabala:

De acordo com as transcrições (especialmente atualizações de 2024 sobre a “auditoria”):

  1. Auditoria como ferramenta de controle: Os etothan enviam equipes (majoritariamente alfrateanos) para inspecionar naves estelares orbitais (centenas visitadas). Isso serviu para monitorar, intimidar e limitar ações independentes (ex.: os taygeteanos estavam sendo restringidos em voos, extrações, comunicações). Os alfrateanos atuavam como a “polícia boa” local, executando o trabalho sujo.
  2. Manipulação via andromedanos: Os andromedanos (hospedeiros na Viera) interviam diplomaticamente, pintando as raças dissidentes, com os taygeteanos e urmah, como “não cooperativos” ou cruéis. Usaram de empatia/telepatia para pressionar e normalizar a agenda dos etothan. Isso dividia a Federação local, mantendo a maioria obediente e marginaliza críticos que questionam o encobrimento de abusos.
  3. Proteção à Cabala e seus crimes: A auditoria era puro teatro — alegaram parar o tráfico de humanos feito por greys regressivos de Órion, mas sem provas tangíveis de melhoria na Terra. Em vez disso, protegem o sistema da Cabala (elites, tecnologias de controle, DUMBs, etc.) ao limitar intervenções reais. Promessas de “grande mudança” serviam para pacificar as raças da Federação, ganhando tempo. Os etothan se reuniam com os líderes da Cabala (presença remota ou presencialmente na Antártida e Autrália), enquanto os alfrateanos e andromedanos reforçavam a narrativa de “positivos” e “auditoria benéfica”.
  4. Dinâmica de “idiotas úteis”: Alfrateanos são úteis por sua aparência humana, presença frequente na Terra e números. Andromedanos, por influência e imagem “espiritual/ética”. Ambos foram manipulados pelos etothan para manter a Federação local totalmente omissa, permissiva e negligente com a Terra, impedindo unidade contra os crimes contra a humanidade da Cabala (ex.: tratados alternativos como o Pleiadiano-Urmah-Antariano surgem como reação).

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O controle por baixo da mesa: Os etorthan e a Cabala 

  • A aliança secreta: O alto escalão do governo alfrateano não opera de forma independente. Ele é controlado nos bastidores por uma aliança entre os etorthan e a própria Cabala, as elites humanas Illuminati, que são biotrajes dos kingu, e os Programas Espaciais Secretos da Terra.

  • Mecanismos de infiltração: Esse controle “por baixo da mesa” ocorre por meio de acordos tecnológicos, infiltração de agentes e manipulação ideológica. O governo de Alpha Centauri foi moldado para parecer um aliado confiável das forças positivas da Federação, mas suas diretrizes políticas e militares respondem diretamente aos interesses daqueles que desejam manter a Terra sob um regime de isolamento e exploração, ou seja, os etorthan.

O papel de “idiotas úteis” na Federação Galáctica

  • A fachada humana: Por serem biologicamente humanos e possuírem um histórico de cooperação militar, os alfrateanos tornaram-se os intermediários perfeitos para as forças regressivas. Eles funcionam como “idiotas úteis” dos etorthan dentro da Federação. Suas lideranças — algumas conscientes da traição, outras manipuladas por falsos preceitos de segurança — são usadas para preencher cargos de fiscalização e patrulhamento.

  • Manipulação de relatórios: Quando raças benevolentes da Federação tentam intervir ou investigar as anomalias e o sofrimento na Terra, os alfrateanos são frequentemente enviados para a linha de frente. Eles geram relatórios distorcidos, burocratizam os processos e pacificam as demais raças positivas, garantindo que nenhuma intervenção real ameace o domínio dos etorthan e da Cabala Illuminati (Vaticano/Jesuítas/Maçonaria) sobre a população terrestre.

Corrupção cultural e o vício em álcool da Terra

  • Vulnerabilidade e contrabando: A degradação moral dos alfrateanos refletem-se diretamente no comportamento de suas patrulhas espaciais. Pilotos e militares alfrateanos que operam na órbita da Terra desenvolveram uma forte dependência e vício em bebidas alcoólicas e outras substâncias produzidas no nosso planeta. Esse vício os tornam vulneráveis (álcool facilita controle telepático/astral pelos etorthans e Cabala).

  • O álcool serve para enfraquecer a integridade espiritual, abrir portas para parasitismo astral e possessão. Os alfrateanos bebem excessivamente (compram na Terra, inclusive marcas baratas), pilotam bêbados e causam acidentes frequentes (choques contra montanhas, contra a Viera etc.). A Federação proíbe, mas não controla efetivamente.

  • Ferramenta de chantagem: Esse vício alimenta um mercado negro de contrabando de bebidas alcoólicas da Terra entre os pilotos e militares alfrateanos. Esse comportamento não apenas expõe a fragilidade disciplinar do governo alfrateano, mas serve como uma linha direta de suborno e chantagem. A Cabala terrestre utiliza essa fraqueza para corromper oficiais e garantir que os pilotos façam vista grossa para as atividades ilegais de naves da Cabala no espaço.

  • Os taygeteanos denunciaram que pilotos e militares alfrateanos estavam ajudando os mercenários da Cabala e se infiltrarem em planetas de população lyriana para sequestrar mulheres e trazê-las para as bases subterrâneas da Cabala. Milhares de mulheres de outros planetas foram sequestradas e trazidas à força para a Terra. Os alfrateanos também ajudaram a transportar agentes da Cabala para se infiltrar nos Alto Conselhos de raças membros da Federação nas Plêiades e em Antaria. A lista de crimes dos alfrateanos é longa.

Os etorthans mantinham uma equipe de suporte principal composta por militares alfrateanos, que monitoravam, escutavam transmissões e reportam tudo diretamente aos etorthans. Eles atuavam como “braço operacional” ou intermediários. Há intensa atividade de naves alfrateanas em torno da Antártida, onde etorthans se reúnem (via holograma ou fisicamente) com líderes da Cabala para discutir temas como mídia, IA, geoengenharia, vacinas, guerras, pandemias, energia, saúde, controle mental, recursos e poder global.

Existe uma “relação muito estranha” entre os pilotos e militares alfrateanos e Cabala: às vezes cooperam, às vezes conflitam (ex.: ataques com Arma de Energia Dirigida (DEW) da Cabala contra naves alfrateanas como a Valery, interpretados como acertos de contas internos). A Cabala teria acordos com facções alfrateanas.

A Cabala da Terra conseguiu infiltrar seus agentes nas civilizações da Plêiades e Antaria por meio da cooperação do Programa Espacial Secreto dos EUA (SSP) com os alfrateanos, que atuavam como peões e capangas dos 12 ex-representantes do Alto Conselho local da Federação que foram presos na nave Viera, e que recebiam ordens dos etorthan.

Há um grande tráfego espacial de naves alfrateanas entrando e saindo da Terra, então é muito provável que os agentes da Cabala tenham sido extraídos da Terra dessa maneira, embora o uso da tecnologia de portais de salto não possa ser descartado, já que a Cabala os utiliza com muita frequência. As naves do SSP estavam saindo da Terra e circulando pelo espaço usando códigos de transponder dos alfrateanos para enganar as raças da Federação.

Os Alfrateanos tem uma base de operações dentro da nave biosfera Viera, sede local da Federação, que fica escondida atrás da Lua. A mando dos etorthan, eles ajudaram milhares de mercenários do SSP a se infiltrarem dentro da Viera. Cerca de 6.000 mercenários do SSP montaram uma base subterrânea secreta dentro da área florestal da Viera sem o conhecimento dos andromedanos que vivem na nave. Esses mercenários da Cabala só conseguiram entrar na Viera dentro de naves dos alfrateanos e fingiram ser eles.

Ou seja, o governo de Alfrata ajudou os mercenários da Cabala a se infiltrarem dentro da Viera. Esse mercenários só foram descobertos depois que militares taygeteanos, antarianos e urmahs entraram na Viera para prender os 12 representantes do Alto Conselho da Federação Galáctica local que estavam sob controle dos etorthan e protegiam a Cabala. Os mercenários da Cabala provocaram uma batalha na área florestal da nave com a intenção de libertar os 12 que foram presos.

Essa é uma montagem que fiz da nave biosfera Viera que fica atrás da Lua, outra nave biosfera de construção andromedada e arcturiana. Toda a superfície da Lua é metálica e em seu lado voltado para a Terra estão projetores holográficos que simulam a superfície acidentada de uma lua.

Os alfrateanos não constituem uma raça de desenvolvimento natural, mas sim um povo artificial concebido por meio de uma elaborada trama arquitetada pelos etorhan de Órion. Longe de possuírem autonomia, sua sociedade e seu governo funcionam estritamente como uma fachada, que é controlada de forma oculta e absoluta “por baixo da mesa” pelos etorhan e pela Cabala instalada na Terra.

O propósito central por trás de sua criação é servir como ferramenta estratégica para proteger os interesses da Cabala e manipular as raças positivas que integram a Federação Galáctica. Atuam como força de ocupação/patrulha “aceitável” que enganar as raças positivas, mantendo a humanidade sob controle indireto enquanto fingem proteger o planeta de forças hostis. Os “bêbados espaciais” seriam o elo fraco perfeito para operações de sombra.

De acordo com as análises do tigre Arisha, uma liderança do povo urmah, os alfrateanos foram inteiramente moldados por meio de técnicas profundas de controle mental para que os etorhan pudessem utilizá-los na manipulação das forças da Federação, operando essa complexa rede de influência por intermédio dos andromedanos.

  • A escravidão em Phaeton e a farsa da libertação humana: Durante séculos, raças reptilianas de Órion realizaram o sequestro sistemático de humanos da Terra, transportando-as para Phaeton, o segundo planeta do sistema Alpha Centauri A, onde foram mantidas sob regimes severos de escravidão. Para consolidar seu poder psicológico, os etorhan utilizaram o aparato e a influência da Federação para encenar a libertação desses humanos escravizados. Esse movimento foi meticulosamente calculado para gerar um sentimento de gratidão eterna e submissão voluntária absoluta dos humanos resgatados em relação à Federação, garantindo uma dependência de longo prazo.

  • Pirataria espacial, denúncias e infiltração nas Plêiades: Na realidade prática do cenário galáctico, os alfrateanos atuam essencialmente como piratas espaciais inteiramente subordinados e a serviço dos etorhan e da Cabala. Suas atividades clandestinas foram formalmente denunciadas pelos taygeteanos, que expuseram a cumplicidade do governo alfrateano no sequestro de indivíduos em diversos outros planetas para enviá-los à força para as Bases Subterrâneas Profundas (DUMBs) na Terra. Além disso, os alfrateanos desempenharam um papel crítico de sabotagem política ao viabilizar a infiltração de centenas de agentes humanos leais à Cabala nos planetas de Taygeta, Antaria e outros mundos pertencentes às Plêiades, com o objetivo coordenado de assumir o controle político e administrativo de seus respectivos Altos Conselhos.

Palestras sobre por que a Terra deve ser mantida isolada do resto da comunidade galáctica

A Federação Galáctica local organizou em 2024 uma série de conferências e palestras sobre por que a Terra deveria ser mantida isolada do resto da comunidade galáctica, bem como contida no seu próprio sistema de crenças, incluindo a sua cosmologia e ciência limitada.

Essas conferências tiveram como objetivo esclarecer as crescentes preocupações, dúvidas e controvérsias que vêm crescendo entre as raças estelares na órbita baixa da Terra, a maioria das quais também são membros ativos da Federação. O número de raças estelares que declararam não concordar com a forma como a Federação está lidando com os problemas da Terra vem aumentando há cinco ou seis anos, e ainda mais nos últimos dois anos.

Os membros ativos mais proeminentes da Federação que discordam são os yahyel e seus primos, os sassani, bem como os antarianos e alguns membros do conglomerado siriano, entre outros. E sem mencionar todo o Conselho de Alcyone, que representa todas as raças estelares no sistema estelar M45 das Plêiades, e os felinos urmah, que têm uma forte antipatia pelos ethortans e companhia.

Todo este crescente descontentamento e dúvida sobre a veracidade e ética da Federação Galáctica levou-os a organizar uma série de conferências destinadas a informar todas as raças estelares sobre todos os detalhes de como estão a gerir a Terra e os seus planos para o futuro, declarando abertamente que não há nenhum problema real na Terra porque supostamente tudo é apenas uma encenação altamente controlada para dar às almas uma experiência de aprendizado.

De acordo com o relatório do Capitão Gori’el (transcrito por Mari Swa/Swaruu Official), na primeira conferência introdutória realizada em 29 de junho de 2024 na nave biosfera Andromedana Viera, sobre “por que a Terra deve permanecer como está“, os representantes do governo alfrateano, que organizaram a conferência e falaram em nome da Federação Galáctica, ou seja, dos etorthan e da Cabala, apresentaram três argumentos principais:

1. Expansão da consciência e evolução espiritual das almas através do sofrimento e da resistência

  • As almas encarnam na Terra por vontade própria para experimentar dificuldades extremas, que atuam como ferramenta para a expansão da consciência, progressão espiritual e ascensão pessoal.
  • O planeta funciona como um “escola para a evolução das almas” com desafios intensos. Sem esse nível de resistência e sofrimento, não haveria um ambiente adequado para almas (principalmente de níveis mais baixos de evolução) saírem do estancamento espiritual.
  • Melhorar as condições de vida na Terra eliminaria esse espaço único de crescimento acelerado via adversidade.

2. Isolamento do planeta para proteger o resto da galáxia

  • Como consequência do primeiro ponto, os graves problemas, a mentalidade destrutiva, tulpas, egrégoras e criações energéticas negativas da Terra precisam ser contidos no planeta.
  • A Federação mantém o planeta isolado (com leis e regulações próprias, tanto físicas quanto legais) para evitar que essa “infecção” se espalhe para sociedades estelares mais avançadas espiritualmente, moralmente e eticamente.
  • A Terra é tratada como um reino independente, cujas influências não devem afetar o resto da comunidade galáctica.

3. Manutenção do isolamento para evitar o colapso da Matrix terrestre

  • Derivado dos dois anteriores: se houvesse interação direta e não controlada com outras raças estelares, a Matrix atual da Terra (baseada em mentiras, dualidade forte e ilusões) colapsaria rapidamente.
  • Isso faria o planeta ser assimilado para um modelo “holístico progressista”, eliminando o ambiente de sofrimento/dualidade necessário para as encarnações espirituais específicas que ocorrem aqui.
  • Sem esse isolamento, não haveria mais um local para almas buscarem experiências curtas e intensas de evolução via polaridade extrema.

Mari destacou em seu vídeo a hipocrisia dos  três argumentos principais da Federação Galáctica para manter a humanidade isolada do contato com a comunidade galáctica, especialmente porque a Federação se diz “progressista e positiva”, mas usa desculpas para justificar não-intervenção.

1. Primeiro argumento (principal):

As almas escolhem a Terra voluntariamente para evoluir através do sofrimento e da “resistência” (um “parque de diversões” de dificuldades). Sem isso, não haveria lugar para almas menos evoluídas crescerem.

Hipocrisia apontada: É parcialmente verdade só para almas de baixa consciência. O sofrimento excessivo gera mais estancamento e um círculo vicioso (a pessoa foca no sofrimento e atrai mais). Almas mais avançadas evoluem melhor em paz e alta frequência, sem necessidade de dor e sofrimento constante. A Federação ignora isso para manter o status quo e proteger a Cabala.

2. Segundo argumento (derivado):

A mentalidade destrutiva da Terra (tulpas, egrégores, etc.) deve ser isolada para não “contaminar” sociedades estelares mais evoluídas.

Hipocrisia apontada: A Federação admite que a Terra é um problema que eles próprios ajudam a perpetuar (ao isolá-la), mas usa isso como desculpa para não ajudar, enquanto controla o planeta nos bastidores através da Cabala. É conveniente manter a quarentena em vez de resolver a raiz do problema.

3. Terceiro argumento (derivado):

Sem isolamento, a Matrix da Terra colapsaria e não haveria mais um lugar para experiências de forte dualidade/sofrimento.

Hipocrisia apontada: Isso revela a circularidade hipócrita: a Federação precisa do sofrimento da Terra para justificar sua existência como “guardiã” da humanidade, mas impede qualquer mudança real que poderia libertar o planeta. Se a interação direta ocorresse, a Matrix cairia naturalmente, o que eles evitam para não perder seu amado “jogo doentio” controlado.

Tom geral de Mari: Ela vê as conferências como demagogia política da Federação (especialmente os alfrateanos e etorhan), com separação suspeita de raças para controlar o debate. O texto prepara discussões mais profundas nas próximas conferências, com Gori’el representando os taygeteanos.

O capitão taygeteano Gori’el relatou que, durante uma segunda conferência da Federação Galáctica na nave Viera, os representantes alfrateanos utilizaram uma tática de manipulação emocional e isolamento para justificar o aprisionamento da Terra. Eles apresentaram uma projeção repleta de conteúdos de terror e atrocidades históricas humanas com o objetivo de retratar a população terrestre como inerentemente perigosa, alegando que o isolamento planetário serve para proteger as raças pacíficas da Federação contra a “maldade” da Terra.

De acordo com o relato de Gori’el apresentado, os alfrateanos agiram da seguinte forma para manipular as raças e justificar o estado da Terra:

  • Manipulação emocional e show de terror: Para influenciar emocionalmente os presentes, os alfrateanos transformaram a conferência em um “espetáculo de terror”. Eles exibiram fotografias e vídeos de atrocidades e violências cometidas ao longo da história humana — englobando desde a Idade Média, Primeira e Segunda Guerra Mundial, até a Guerra do Vietnã e os conflitos atuais contra o terrorismo.

  • Justificativa para o isolamento da Terra: A intenção por trás dessa exposição foi construir a narrativa de que a população da Terra carece de ética e habilidades sociais para ser aceita na comunidade galáctica. Sob o pretexto de impedir que “o mal se propague” para os planetas de raças consideradas pacíficas e amorosas da Federação, eles defenderam que a Terra deve continuar contida e isolada.

  • Táticas de contenção e censura: O relato aponta que os alfrateanos segregaram as raças no evento para impedir que aquelas que mantêm relações amigáveis pudessem compartilhar ideias ou questionar a Federação. Além disso, as tentativas de Gori’el de indagar se o próprio isolamento não seria a causa geradora dessa maldade foram rudemente silenciadas e ignoradas pelo palestrante alfrateano.

O Capitão Gori’el disse que o representante alfrateano utilizou apresentações de atrocidades históricas da Terra, numa reunião na nave biosfera Andromedana Viera, para justificar o isolamento forçado da humanidade. Mari Swa criticou essa abordagem como uma imposição hipócrita de controle. Eles exibiram um “show de horror” com fotos e vídeos de atrocidades como justificativa oficial para impedir que a “maldade humana” se espalhe para as raças estelares pacíficas, mantendo a Terra isolada até que a humanidade desenvolva ética.

A crítica central de Mari Swa, exposta por meio das contestações de Gori’el, aponta que o isolamento e o aprisionamento impostos à Terra pela Federação Galáctica não são uma solução “benevolente”, mas sim a causa raiz que gera e perpetua mais anomalias e sofrimento no planeta. É destacado que a própria Federação (etorthan) e os alfrateanos manipularam a narrativa ao isolar as raças em reuniões para que não compartilhassem ideias contrárias à Federação.

Ao retratar os humanos exclusivamente como psicopatas e terroristas perigosos, eles criam uma justificativa moral para manter seus tentáculos de controle sobre a Terra através de um sistema disfarçado de “proteção cósmica”. Tudo não passou de um circo encenado pelos alfrateanos, a mando de seus senhores etorthan, para que a Cabala possa continuar a cometer crimes contra a humanidade sem ser ameaçada pelas raças positivas.

Mostrar imagens e vídeos horríveis de guerras e atrocidades passadas serviu para promover e usar o medo para controlar a percepção e as ações das raças estelares que participaram dessas reuniões. Os alfrateanos tentaram fazer com que as raças estelares temessem os humanos, para que concordem em manter a Terra isolada.

Onde está a Federação Galáctica de “amor e luz”? Tudo é mais do mesmo governo e mais da mesma Matrix encontrada na Terra. Essas imagens definitivamente não representam a população geral da Terra, e apresentá-las foi um ato de traição ao povo da Terra e aos membros da própria Federação Galáctica.

Toda aquela ladainha da Terra ser uma “escola para a evolução das almas” e de que o sofrimento constante é necessário para “tirar as almas da estagnação” não passam de desculpas patéticas criadas pelos demoníacos etorthan para manipular as raças ingênuas da Federação, para que sejam coniventes com os crimes contra a humanidade da Cabala e para manter a fazenda de extração de Loosh funcionando a pleno vapor. Foi para sustentar essa mentira que o povo artificial de Alfrata foi criado afinal.

Em seu último vídeo lançado em  10 de outubro de 2025, Mari Swa informou que a Federação Galáctica declarou o governo da Terra (Cabala) como ilegítimo e que os etorthans foram expulsos da órbita terrestre devido a manipulações e traições em cooperação com o Conselho de Orion. Membros seniores da Federação concordaram unanimemente que o atual governo que rege a Terra não é uma organização legítima.

Devido a esta deslegitimação, o planeta Terra não possui qualquer representante oficial perante a comunidade galáctica. Os etorthans, que alegavam ser a única ponte entre a Federação e a Cabala, foram desmascarados e banidos da órbita. A Federação descobriu que os etorthans atuavam secretamente em cooperação com o regressivo Conselho de Orion para fins exploratórios.

Apesar de estarem banidos a 5 milhões de quilómetros, os etorthans ainda usam portais de salto subterrâneos para manipular a Cabala, que passou a ser classificada como um governo altamente retrógrado e baseado na pirataria espacial por várias nações. Esta classificação agravou-se após ataques recentes promovidos pela Cabala contra naves civis de suprimentos antarianas e taygeteanas.

Legalmente, as regras burocráticas da Federação ainda veem os políticos da Terra como “representantes” eleitos pelo povo, gerando um impasse jurídico, pois esses políticos são fantoches da Cabala. O Conselho de Orion continua a usar os etorthans para isolar a Terra e impedir o contacto direto com raças benevolentes. Perante a situação, a Federação debate o isolamento e contenção total da Terra para evitar que a negatividade se espalhe.

Não sei o que aconteceu com os alfrateanos, os servos obedientes dos etorthan, se eles ainda continuam como membros da Federação, o que seria um completo absurdo tendo em vista os vários crimes que foram descobertos sobre eles. Da mesma forma que os etorthans, deveriam ser expulsos da Federação e da órbita da Terra.

O povo Alfrateano e o tráfico galáctico de escravos humanos da Terra.

Os pilotos espaciais Alfrateanos e seu vicio em bebidas alcóolicas da Terra.

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Renato Cunha
Renato Cunha Oliveira é o fundador e editor do Stylo Urbano. Desde 2014, publica conteúdos independentes sobre tecnologia, cultura, ficção científica, teorias alternativas, traduções e opiniões, sempre deixando ao leitor a liberdade de refletir e concluir por conta própria.

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