A Maçonaria utiliza a dualidade geopolítica e social para dividir a população, mantendo o controle sobre a percepção humana e preservando a ilusão de uma realidade limitada, conhecida como Matrix 3D. Os maçons utilizariam a estratégia da dualidade — criando opostos como esquerda e direita, ou bem e mal — para fragmentar a sociedade. Essa divisão sistemática mantém a população em constante estado de conflito, distraída da verdadeira manipulação nos bastidores.
Ao alimentar o medo e a polarização, o sistema drena a energia coletiva e impede a expansão da consciência humana. Essa dinâmica perpétua de forças opostas serve como uma ferramenta de controle mental para estabilizar a Matrix. Assim, a humanidade permanece aprisionada em uma ilusão materialista, acreditando ter escolhas livres dentro de um cenário totalmente moldado.
O objetivo final é perpetuar o poder das elites ocultas, impedindo que os indivíduos despertem para além da realidade tridimensional. E é fácil ver isso no teatro político dualista maçônico chamado “Direita X Esquerda” que serve para criar polarização e conflito entre as pessoas, na clássica tática do “Dividir para Governar”. Pessoas divididas e brigando entre si serve apenas aos interesses dos controladores.

De acordo com as fontes consultadas (principalmente transcrições taygeteanas e artigos baseados nelas), a Cabala Illuminati (estrutura de controle que inclui linhagens antigas, sociedades secretas como a Ordem dos Jesuítas, Maçonaria, Vaticano e elites globais) atua como proxy de seres não humanos como os etorthan (greys altos de Órion) e dos reptilianos kingu, que vivem em bases subterrâneas profundas.
Sua principal ferramenta é a exploração e amplificação da dualidade — a percepção de opostos (bem/mal, certo/errado, nós/eles, escassez/abundância, material/espiritual) — para manter a humanidade presa em baixa frequência, gerando Loosh, a energia emocional densamente baixa do medo, conflito e sofrimento, que alimenta as entidades sombrias do baixo astral (kingu e demônios) e os alienígenas regressivos de Órion.

O cérebro humano, operando de forma fragmentada em dois hemisférios, gera uma percepção de dualidade e separação. Em contraste com o cérebro unificado e holográfico dos taygeteanos, essa limitação biológica dos seres humanos, que foi crida na época da Atlântida, é explorada pela Cabala e por sociedades secretas como a Maçonaria.
Através da criação de polaridades artificiais na política (como Esquerda vs. Direita) e do uso da dialética hegeliana, os controladores mantêm a população dividida, distraída e facilmente manipulável.
O cérebro humano dualista vs. o cérebro unificado taygeteano
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A estrutura do cérebro humano (3D): Conforme as comunicações registradas no material de Swaruu (Swaruu de Erra, Yazhi e Aneeka de Temmer), o cérebro humano físico funciona sob uma severa limitação imposta pela Matrix de controle. Ele é dividido em dois hemisférios distintos (esquerdo e direito) que atuam quase de forma isolada devido a uma desconexão perceptiva. O hemisfério esquerdo processa a lógica, o tempo linear, a matemática e a separação, enquanto o direito processa a intuição, a criatividade e a síntese. Essa separação anatômica e energética atua como uma antena que força o indivíduo a perceber a realidade através de filtros rigidamente dualistas (bem contra o mal, luz contra a escuridão, o “eu” contra o “outro”), gerando uma ilusão crônica de separação do Campo Unificado.
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O cérebro unificado dos taygeteanos (5D): Em contrapartida, os seres de Taygeta e outras raças avançadas possuem uma biologia cerebral completamente unificada. Não há uma barreira divisória funcional ou de frequência que fragmente o pensamento. O cérebro deles opera como uma unidade holográfica integrada. Eles não compreendem o universo através de opostos excludentes, mas sim como gradações de frequência de uma única e mesma Fonte (não-dualidade). Essa integração biológica confere-lhes capacidades telepáticas naturais, processamento de dados em múltiplos níveis e a habilidade de perceber que o que os humanos chamam de “positivo” e “negativo” são apenas partes necessárias do Todo.

Como a Cabala explora a limitação humana
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A armadilha da percepção fragmentada: A Cabala e seus aliados regressivos (os etorthan e kingu) moldaram a sociedade terrena para explorar diretamente o cérebro dividido. Sabendo que o ser humano tende a pensar de forma binária (Sim/Não, Certo/Errado), eles programam a mente coletiva para reagir emocionalmente a falsos dilemas. Ao trancar a percepção humana na dualidade, os controladores bloqueiam o raciocínio holístico superior (pensamento de 5ª dimensão), mantendo a humanidade em frequências baixas como o medo, a culpa e o julgamento.
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Ativação do cérebro reptiliano: Diante de dilemas dualistas intensos, o cérebro humano ativa predominantemente o tronco encefálico (cérebro reptiliano) ligado à sobrevivência, luta ou fuga. Quando isso ocorre, o córtex frontal superior é desativado, anulando a capacidade do indivíduo de raciocinar com clareza, conectar-se com sua própria alma e enxergar a manipulação por trás dos eventos.
A Maçonaria e a exploração da dualidade na política
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O simbolismo do pavimento mosaico: Dentro da simbologia maçônica, o famoso piso quadriculado em preto e branco (pavimento mosaico) representa perfeitamente a dualidade do plano físico. As sociedades secretas que servem à agenda da Cabala Illuminati detêm o conhecimento oculto de que, para governar o mundo físico, é necessário controlar e alimentar as duas polaridades de qualquer espectro.
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O teatro político e a Dialética Hegeliana: A Maçonaria e seus aliados aplicam esse princípio criando e financiando os dois lados do cenário político global. Através da chamada Dialética Hegeliana (Tese + Antítese = Síntese), eles estabelecem um falso teatro: o lado A (Esquerda/Progressismo) e o lado B (Direita/Conservadorismo). O cérebro dualista humano é condicionado a escolher um desses lados e combater o oposto com fervor. O cidadão comum acredita piamente que está exercendo o “livre-arbítrio” e defendendo a sua verdade.
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Dividir para Governar (Divide et Impera): Enquanto a população se desgasta em discussões estéreis, ódio mútuo e polarização nas redes sociais e nas urnas, ambos os lados políticos são secretamente controlados pelas mesmas elites nos bastidores. O objetivo real nunca é a vitória da esquerda ou da direita, mas sim manter as massas divididas e enfraquecidas. O conflito constante gera o caos necessário para que a Cabala Illuminati apresente a “solução” planejada por eles (a Síntese), que invariavelmente consiste na perda de liberdades individuais e em uma maior centralização do controle global.
Através do controle de linhagens de sangue específicas, os reptilianoos kingu estabeleceram dinastias governantes que criaram as divisões geopolíticas, econômicas e religiosas que persistem até hoje. A Cabala deliberadamente cria cenários de escassez artificial, crises econômicas, pandemias, guerras e terrorismo cultural. Eles exploram a dualidade e o medo para manter a mente humana presa nas frequências de sobrevivência biológica mais baixas.

Toda a estrutura da sociedade moderna — desde os filmes e entretenimento violento e a mídia de massa baseada no medo, até as guerras, pandemias e o sistema financeiro opressor — foi minuciosamente desenhada pela Cabala. O objetivo único é manter a humanidade em um estado de perpétuo sofrimento e estresse, garantindo uma colheita contínua, farta e ininterrupta de Loosh para os seus mestres interdimensionais.
Loosh é uma energia sutil, altamente concentrada, gerada por seres conscientes quando experimentam medo, terror, sofrimento, ansiedade, raiva ou desespero extremos. Para os seres regressivos como os etorthan, kingu e entidades sombrias do baixo astral 4D, que perderam sua conexão com a Fonte, o Loosh funciona como alimento vibracional, droga e fonte de energia tecnológica.
Origem da dualidade no ser humano (Legado Atlante e Controle Mental)
O cérebro humano bipartido (dois hemisférios separados por sulco profundo) não é mero acidente evolutivo, mas reflexo físico de uma predisposição mental coletiva à dualidade, reforçada por milênios de programação regressiva.
- Durante a época da Atlântida, os reptilianos de Órion capturaram milhares de lyrianos na Lemúria para tentar modificá-los geneticamente, criando uma raça de escravos obedientes. Mas a tentativas genéticas diretas falharam devido à forte conexão dos lyrianos com a Fonte. As modificações feitas em laboratório eram desfeitas em pouco tempo. Então os reptilianos mudaram para controle mental: separavam crianças, impunham crenças de obediência, limitação, medo e dualismo (senhor/escravo, deus/homem, possível/impossível). Esse experimento de manipulação da percepção durou 2.500 anos.
- Isso fez com que as crianças lyrianas manifestassem limitações no seu DNA e no corpo: o pensamento dualista crônico se materializou como cérebro dividido. Raças como taygeteanos têm cérebro unificado (massa única), permitindo pensamento holístico, ambidestria natural e integração de lógica + intuição. Essa auto-limitação genética causada por controle mental dualista acabou gerando uma raça secundária, que a ciência chama de Homo Sapiens, com seu cérebro divido em dois hemisférios.

Os reptilianos da Atlântida conseguiram modificar o cérebro unificado dos lyrianos para dividi-lo em dois hemisférios com o objetivo de desconectar o córtex pré-frontal do sistema límbico, para limitar a percepção multidimensional. Essa separação drástica visava isolar a lógica da intuição, gerando uma fragmentação interna que facilitava o controle mental e a submissão da nova raça, o Homo Sapiens.

Essa separação impede o fluxo direto de dados conscientes entre a mente racional e a conexão com a Fonte, gerando dúvidas constantes e enfraquecendo o poder de manifestação natural do ser humano. Ao quebrar a percepção unificada da consciência, os seres humanos tornaram-se dependentes de estímulos externos e de sistemas de crenças rígidos, tornando a sociedade facilmente manipulável pelos controladores.
A Cabala mantém e explora esse “hardware” dualista para que a mente separe, polarize e entre em conflito, em vez de integrar a realidade como um todo.

Estratégias de manipulação da dualidade pela Cabala
A Cabala não cria a dualidade do zero, mas a amplifica, polariza e institucionaliza para gerar divisão perpétua e colheita de Loosh:
- Religiões e dogmas monoteístas: A partir de Akhenaton/Nefertiti (implantação de monoteísmo totalitário no Egito, rompendo com politeísmo tolerante), introduziram conceitos de pecado original, obediência cega, céu e inferno, salvador externo e julgamento final. Isso cria dualidade extrema: Deus/homem, céu/inferno, fiel/herético. As religiões dogmáticas canalizam o medo e a culpa para as egrégoras sombrias do baixo astral, alimentando parasitas.
- Política, ideologias e engenharia social: Criação de polarizações artificiais (esquerda/direita, liberal/conservador, nacionalismo/globalismo, ciência/religião). Mídia, educação e narrativas oficiais (ex.: pandemias, crises climáticas, guerras) são usadas para dividir a população em tribos hostis. “Dividir para governar” maximiza conflitos e a colheita de Loosh.
- Economia de escassez e materialismo: Dualidade abundância/escassez. Sistema bancário, dívida e consumismo reforçam a ideia de que recursos são limitados, gerando competição, ansiedade e medo. Isso contrasta com a abundância natural da consciência criadora ligada à Fonte.
- Ciência dogmática vs. espiritualidade: Separação rígida entre “ciência materialista” (que nega o sutil) e “religião dogmática” (que rejeita razão). Isso fragmenta o conhecimento holístico, impedindo que humanos acessem seu potencial criativo pleno.
- Controle mental e mídia: Uso de símbolos, rituais e narrativas que reforçam opostos. O “olho que tudo vê” e estruturas piramidais simbolizam hierarquia dual (topo/base). Os etorthan usam telepatia invasiva para influenciar as elites Illuminati, que por sua vez programam as massas via propaganda.
- Reencarnação e véu do esquecimento: A Matrix 3D (ancorada pela Lua) apaga memórias, induzindo as almas, que tem forte apego as ideias, crenças e conceitos limitados criados pelas sociedades secretas da Cabala, a reencarnarem em ciclos de aprendizado via sofrimento/opostos. A Cabala gerencia o sistema terreno, garantindo que as almas permaneçam presas na roda de Samsara.
A dualidade explorada pela Cabala mantém a humanidade presa: hemisférios cerebrais refletem pensamento fragmentado, facilitando divisão, medo e geração de Loosh. Religiões dogmáticas, economia de escassez, conflitos e transumanismo perpetuam o ciclo.

Como Isso mantém a prisão na Matrix
O cérebro dualista facilita “separar para entender”, mas reforça percepção fragmentada: em vez de ver conexões e unidade (como em raças mais avançadas), humanos polarizam e conflitam. Isso gera energia densa que os regressivos não conseguem produzir sozinhos. A Cabala age como gerenciadora local dessa “fazenda de Loosh”, sob ordens dos etorthan e kingu.
Mesmo com DNA lyriano (potencial criador), o condicionamento faz as pessoas manifestarem sua própria prisão via crenças limitantes da Matrix.
Transcendência: Saindo da dualidade
A dualidade é uma ferramenta de aprendizado, não prisão eterna. Transcendê-la envolve:
- Fortalecer o corpo caloso (integração hemisférica) via elevação de frequência, meditação, pensamento holístico.
- Reconhecer a ilusão dos opostos rígidos da Cabala e adotar perspectiva unificada (tudo é consciência).
- Recusar consentimento às narrativas polarizadoras.
- Despertar individual dissolve a Matrix coletivamente (incompatibilidade vibracional).
A armadilha lógica: Como os etorthan manipularam os andromedanos na Federação
De acordo com as narrativas exopolíticas compiladas nos materiais de Swaruu.org e mariswa.co, os etorthan (uma das espécies de greys de Órion, altamente telepáticos e sem emoções) conseguiram manipular a liderança política dos andromedanos dentro da Federação Galáctica ao explorar a própria natureza hiperlógica, dogmática e pouco emocional dessa raça. Os andromedanos detêm o maior peso político na Federação, por isso foram o principal alvo dos etorthan.
Ao utilizarem conceitos distorcidos como a “Primeira Diretriz” (não-intervenção) e a ideia de que a Terra é uma “escola” onde o sofrimento é necessário para a “evolução das almas”, os Etorthan transformaram os andromedanos em defensores burocráticos do status quo, impedindo a libertação da Terra e validando indiretamente os abusos cometidos pela Cabala sob o pretexto de respeitar o Carma e a evolução das almas.
Abaixo está o detalhamento de como essa dinâmica de manipulação é descrita nas fontes mencionadas:
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A vulnerabilidade psicológica dos andromedanos: Os andromedanos são seres de imensa capacidade lógica e grande influência política na Federação, mas que possuem uma grave limitação na compreensão de nuances emocionais e da malícia psicopática. Por serem obcecados pela ordem, por leis universais e pelo Carma, eles tendem a ver o universo de forma geométrica e matemática. Os etorthan, com sua alta capacidade manipulativa e frieza estratégica, identificaram essa rigidez e a usaram como uma arma psicológica, sabendo que os andromedanos seguiriam regras ao pé da letra, sem questionar a moralidade dos resultados práticos.
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A farsa da “escola de almas” e a deturpação do Carma: Para justificar a não-intervenção no sofrimento humano, os etorthan introduziram a narrativa metafísica de que a Terra é uma “escola” onde o sofrimento é um mal necessário para a expansão da consciência. Dentro dessa lógica aceita pelos andromedanos, se um ser humano sofre, é porque sua alma “escolheu” essa experiência antes de encarnar para queimar Carma ou evoluir. Sob essa ótica distorcida, interferir para salvar a humanidade seria o equivalente a invadir uma sala de aula e dar as respostas de uma prova aos alunos, roubando-lhes a oportunidade de aprendizado.
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A Primeira Diretriz como escudo para a Cabala: A Federação Galáctica é guiada pela Primeira Diretriz, que proíbe estritamente a interferência no desenvolvimento de civilizações em evolução. Os etorthan usaram o peso político dos andromedanos para transformar essa diretriz em um dogma intransponível. Argumentava-se que a Cabala (e as forças que controlam a Terra) operava com o “consentimento implícito” dos humanos através do livre-arbítrio e da aceitação de contratos de alma coletivos. Com isso, qualquer intervenção militar ou tecnológica direta da Federação contra a Cabala passou a ser vista como uma violação da lei cósmica, blindando os opressores.
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O papel de “idiotas úteis” da Federação: Ao convencerem os andromedanos de que o sofrimento na Terra é uma escolha espiritual legítima, os etorthan conseguiram que a própria liderança da Federação policiasse e impedisse que raças mais empáticas e benevolentes (como os taygetanos ou os pleiadianos em geral) interviessem diretamente para libertar o planeta. Os andromedanos tornaram-se os burocratas perfeitos: defendem as regras com base em uma lógica abstrata de “amor e luz”, enquanto, na prática, suas decisões protegem a estrutura de exploração e os crimes contra a humanidade, acreditando piamente que estão agindo de forma espiritualmente correta e politicamente neutra.
Os taygeteanos e outras raças altamente emocionais e empáticas contrastam com os andromedanos, seres mentais e lógicos que não compreenderem o espectro emocional dos humanos, e são incapazes de processar a dor psicológica alheia de forma empática. Essa limitação cognitiva reflete-se na atuação de sua liderança na Federação Galáctica, que passa a tratar os problemas humanos com frieza burocrática.
Consequentemente, a Federação encara o sofrimento da população da Terra apenas como uma equação ou aprendizado cármico, resultando em omissão e severa negligência ética. A Federação (influenciada pelos andromedanos e similares) adota uma visão de “escola cósmica” de não-intervenção direta, permitindo o sofrimento humano como “lição de amadurecimento”, o que na verdade só beneficia e protege os crimes contra a humanidade da Cabala e seus aliados de Órion.

Os etorthan e kingu: Infiltração, soft power e Divide et Impera na Terra e na Federação Galáctica.
Os etorthan de Órion e os kingu (reptilianos secundários, criados geneticamente na Atlântida como servos das castas superiores de Órion) não possuíam superioridade militar para conquistar a Federação Galáctica ou a Terra.
Em vez disso, adotaram táticas de infiltração, soft power (poder brando cultural, ideológico e mental) e “dividir para governar” (divide et impera). Essas estratégias transformaram a Terra em uma “fazenda de Loosh” — energia emocional densa gerada por medo, sofrimento, conflito e ansiedade.
Os etorthan atuaram de fora, manipulando as raças da Federação Galáctica através dos andromedanos, enquanto os kingu operaram nos subterrâneos da Terra, usando figuras como Akhenaton e Nefertiti para infiltrar o controle terrestre, originando estruturas que levaram à Cabala Illuminati.
Contexto histórico: Derrota militar e mudança de estratégia
Após guerras antigas, como a destruição de Tiamat (planeta entre Marte e Júpiter) e o dilúvio universal há 12.500 anos, raças regressivas de Órion (incluindo dracos, usungal e naga) foram enfraquecidas. A Federação Galáctica (fundada por andromedanos, arcturianos e lyrianos) interveio na Terra, reconstruindo civilizações no Egito pós-dilúvio com bases em Gizé, pirâmides como geradores de energia e portais.
Os Kingu, sobreviventes da destruição da Atlântida, refugiaram-se em bases subterrâneas (DUMBs). Sem poderio militar direto, optaram pela infiltração longa da sociedade humana na superfície. Os etorthan, por sua vez, se aproveitaram do caos da batalha de Tiamat e dos ataques das naves de Órion que danificaram seriamente uma nave biosfera dos andromedanos chamada Creiddilad, que conhecemos como Lua, e se aproximaram dos líderes andromedanos propondo um acordo secreto.

As grandes naves biosfera, que são o lar dos andromedanos (raça muito lógica, pouco emocional e obcecada por carma), não seriam atacadas pelas forças militares de Órion se os andromedanos aceitassem os etorthan como membros da Federação Galáctica, a acatassem suas ordens. Como os andromedanos são uma raça pacífica e sem força militar eles aceitaram, mas esconderam esse acordo das demais raças da Federação.
Dessa forma os maliciosos etorthan se infiltraram na Federação e começaram a manipular os andromedanos com telepatia invasiva e narrativas de “proteção” ou “equilíbrio cármico”. Isso permitiu que controlassem a Terra e sua população. A Lua (antiga nave andromedada que foi avariada na batalha de Tiamat) foi posicionada na órbita da Terra como âncora da Matrix 3D.
Representação dos etorthan (seres cinza) e os andromedanos (seres azuis).

Geradores de frequência reduzem a vibração da Terra de 5D para 3D, instalam o véu do esquecimento (apagamento de memórias de vidas passadas, origens estelares e conexão com a Fonte) e criam isolamento cósmico. Isso transforma o planeta em uma prisão de reencarnações (Samsara), onde almas geram Loosh continuamente.
Toda a superfície da Lua é metálica, pois é uma grande espaçonave, e no lado voltado para a Terra foram instalados refletores holográficos que imitam a superfície acidentada de uma lua para que os humanos na superfície do planeta não desconfiassem.
Táticas de soft power e infiltração
- Infiltração humana e diplomática: O etorthan e aliados usaram os alfrateanos (descendentes de humanos sequestrados da Terra e “libertados” por uma operação controlada) como agentes na superfície. Eles operam como “humanos comuns” (com identidades falsas), realizando missões secretas da Federação na Terra. O alfrateanos servem como “garotos de recado” entre os etorthan e Cabala.
- Cabala Illuminati como proxy: A Cabala (raízes em Akhenaton/Nefertiti, que implantaram monoteísmo dogmático, pecado e obediência, rompendo com tradições politeístas egípcias) é o braço terreno. Após expulsão do Egito, seguidores migraram e fundaram estruturas que levaram a Roma, Vaticano, Jesuítas, Maçonaria etc. O kingu e etorthan a usam para rituais que canalizam Loosh para egrégoras astrais. Religiões, ciência dogmática e mídia mantêm dualidade (bem/mal, elites/povão, escassez/abundância) e medo.
- Exploração da dualidade: O cérebro humano bipartido (herdado de condicionamento atlante) reflete e reforça pensamento dualista, facilitando divisão. A Cabala explora polarizações políticas, religiosas, raciais e ideológicas via mídia e engenharia social. Isso gera conflitos perpétuos, maximizando Loosh.
- Na Federação: Os etorthan usaram soft power com os andromedanos (influenciando conselhos via telepatia e dramas emocionais falsos). Os alfrateanos atuam como infiltrados “leais”. Isso permitiu que regressivos operassem sob “proteção” da Federação, justificando não-intervenção na Terra com Primeira Diretriz, Carma e “livre-arbítrio coletivo”.
Os etorthan influenciaram a instalação/manutenção da Matrix 3D que criou o véu do esquecimento e o isolamento da humanidade. Eles usam a tática de soft power, controle mental telepático e infiltração para alcançar seus objetivos. A Cabala Illuminati é a ferramenta deles: elites humanas que servem de avatares dos kingu, rituais para extração de Loosh, guerras, mídia de medo, dualidade explorada (cérebro bipartido humano reforçando polarização bem/mal etc.).

Divide et Impera: Dividir para Governar
- Na Terra: Guerras, crises econômicas, pandemias e narrativas de escassez (orquestradas pela Cabala) mantêm humanidade dividida e em baixa frequência. Reset sociais apagam memória coletiva. Religiões dogmáticas e materialismo reforçam separação da Fonte.
- Na Federação: Semear desconfiança entre raças (ex.: taygeteanos emocionais vs. andromedanos lógicos) e usar “idiotas úteis” como alfrateanos. Isso enfraquece unidade, permitindo controle indireto sem confronto militar.
Os humanos, com alma criativa ligada à Fonte, são manipulados para manifestar sua própria prisão via crenças limitantes criadas pelas sociedades secretas da Cabala. A Matrix 3D é uma fazenda de extração de Loosh que alimenta as entidades regressivas parasitas que são incapazes de gerá-la sozinhos.
Consequências e perspectivas
Essa estrutura cria um dilema: distopia transhumanista (Cabala/Etorthan) ou utopia holística exigem colapso ou transição gradual. Fontes taygeteanas sugerem que despertar individual (elevação de frequência, recusa de consentimento) dissolve a Matrix sem violência direta — incompatibilidade vibracional expulsa parasitas.
Essas narrativas, derivadas de contatos pleiadianos/taygeteanos, apresentam uma visão coesa de controle multidimensional. Elas enfatizam que a soberania humana surge da consciência: reconhecer a infiltração é o primeiro passo para transcender a fazenda de extração de Loosh. A verdade permanece em evolução e convida ao discernimento pessoal
A Matrix 3D + Véu cria esquecimento, ilusão de separação e dependência. Almas reencarnam em loop, gerando energia via sofrimento (guerras, crises, mídia). Kingu (subterrâneos, rituais) e etorthan (via Cabala e Federação manipulada) colhem isso. A Cabala (herdeira de Akhenaton) gerencia o sistema visível: finanças, religiões, governos.
Resumo do processo passo a passo
- Guerra de Tiamat e Dilúvio (~12.500 a.C.): Uma batalha espacial entre raças de Órion e raças da Federação destruiu o planeta aquático Timat que ficava entre Marte e Júpiter. As águas de seus oceanos ficaram flutuando no espaço até serem atraídas pela gravidade da Terra e causar o dilúvio que destruiu as civilizações como Atlântida e Lemúria;
- Instalação da Matrix 3D: A nave biosfera andromedana (Lua) é instalada na órbita da Terra e baixa frequência do planeta de 5D para 3D, causando o véu do esquecimento. O isolamento foi justificado por carma/não-intervenção (manipulado por etorthan).
- Infiltração kingu: De suas bases subterrâneas os kingu usaram seus avatares humanos na superfície para ajudar Akhenaton/Nefertiti a chegar ao poder no Egito para impor o monoteísmo dogmático, divisão da sociedade egípcia e fechamento do espaçoporto da Federação em Gizé. Com a expulsão de Akhenaton/Nefertiti do Egito seus seguidores migraram para a Itália, o que deu origem da Cabala.
- Manipulação etorthan: Controle da Federação Galáctica através de idiotas úteis como os andromedanos e alfrateanos; telepatia sobre as elites humanas; manutenção da Matrix e extração de Loosh.
- Manutenção atual: Cabala (Illuminati) gerencia dualidade, crises e rituais; extração contínua de Loosh; planos distópicos (transumanismo, redução populacional etc)
A Cabala Illuminati explora a dualidade para manter a humanidade presa na Matrix.






































