Nas cosmovisões partilhadas através do site swaruu.org e mariswa.co, as civilizações empáticas e altruístas da Federação Galáctica operam sob uma perspectiva espiritual e filosófica integrada. A ética moral e o “serviço aos outros” não são vistos como obrigações religiosas ou regras sociais impostas, mas sim como a evolução natural da consciência coletiva. Ao compreender que todas as almas fazem parte da Fonte (Unidade), estas civilizações entendem que ajudar o próximo é, fundamentalmente, ajudar a si mesmo.

A estrutura benevolente de civilizações positivas, baseada na consciência de unidade, empatia, altruísmo e serviço ao próximo gera uma “ingenuidade crônica”, criando uma assimetria psicológica que coloca as raças positivas em desvantagem tática frente às manipulações e à malícia demoníaca das raças regressivas de Órion que controlam a Cabala da Terra.

A ética moral e o conceito de Serviço aos Outros (comumente associado à polaridade positiva) nas sociedades avançadas e holísticas da Federação são descritos através dos seguintes pilares fundamentais:

  • A consciência da unidade (Lei do Uno): Para estas sociedades, a separação é uma ilusão dimensional. A moralidade não se baseia no medo da punição ou na busca por recompensas divinas, mas sim na compreensão literal de que o outro é uma extensão de si mesmo. Portanto, causar dano a outro ser ou a um ecossistema é reconhecido como um ato autodestrutivo.

  • Empatia telepática e conexão: Sendo civilizações que operam na 5D, pois tudo o que está fora da Terra está em 5D, e que utilizam a comunicação telepática, os sentimentos, dores e alegrias de um indivíduo são vivenciados e compreendidos pelo coletivo. Essa transparência natural elimina a dissimulação e a malícia, tornando a compaixão e o respeito mútuo a base imediata de qualquer interação.

  • Serviço aos Outros como autorrealização: O “Serviço aos Outros” não é um sacrifício pessoal ou uma negação do “Eu”. Pelo contrário, o crescimento espiritual e o status dentro dessas sociedades são medidos pela capacidade de um ser em contribuir para a expansão, bem-estar e liberdade dos demais. O serviço é uma expressão de amor incondicional e uma busca espontânea por trazer harmonia ao universo.

  • Respeito ao Livre-Arbítrio e Não-Intervenção: Um dos pontos mais debatidos nas comunicações de Swaruu é a ética da não-intervenção direta (frequentemente associada à Primeira Diretriz). A ética moral superior dita que, embora o desejo de ajudar civilizações em desenvolvimento (como a Terra) seja imenso, deve-se respeitar o livre-arbítrio e o processo de aprendizado de cada alma e coletivo, intervindo apenas de formas codificadas ou sutis para não anular a evolução cármica dos envolvidos.

  • Organização social holística: Essas diretrizes éticas moldam os sistemas de governança (como os Conselhos de Anciãos ou Conselhos Holísticos). Não existem leis punitivas complexas ou sistemas monetários de escassez; os recursos são compartilhados livremente (sociedades pós-escassez) e a justiça baseia-se na restauração do equilíbrio e na orientação espiritual do indivíduo, visando sempre a reintegração harmônica na comunidade.

Mari Swa argumenta que o principal erro das raças positivas da Federação em relação à Terra é a profunda ingenuidade. Vindo de sociedades baseadas na confiança, serviço aos outros e desprovidas de qualquer malícia, essas raças falham em compreender a psicologia manipuladora e psicopática da Cabala terrestre e de seus controladores de Órion, o que resulta em uma constante desvantagem tática e em uma incapacidade crônica de intervir de forma eficaz no planeta.

Foi a Federação Galáctica que criou a Matrix 3D da Terra após a catástrofe do dilúvio, há 12.500 anos. Para você entender o problema da humanidade tem que entender o que está acontecendo fora do planeta. A humanidade é 100% controlada tanto pelas raças regressivas de Órion como pelas raças benevolentes da Federação. É um cabo de guerra pelo controle da humanidade. A sociedade humana é uma completa e total farsa.

Muitos pessoas associam a Federação Galáctica à ficção científica, já que ela aparece em inúmeros filmes, séries, videogames e literatura, sendo a mais famosa a saga Star Trek. Mas isso é apenas uma máscara para a verdadeira Federação Galáctica, como forma de manter uma presença constante, preservando uma negação plausível para salvaguardar a integridade da Matrix na Terra.

Como a empatia e altruísmo de raças positivas se tornaram uma desvantagem tática contra as raças regressivas. 1

Muitos seguidores da Nova Era acreditam que extraterrestres benevolentes têm vidas perfeitas e só existem em planos superiores. Mas não, eles tem corpos biológicos como os humanos e estão longe de serem perfeitos. Sim, eles possuem alta tecnologia e podem viver vários séculos mas isso não os impede de fazerem várias idiotices, como é o caso da Matrix 3D da Terra.

A dinâmica entre as forças estelares positivas e as estruturas de controle na Terra é fortemente afetada por uma assimetria psicológica fundamental:

  • O viés de projeção positiva: Mari explica que as raças de densidades mais elevadas que compõem a Federação vivem em realidades de cooperação mútua, transparência e empatia. Por operarem sob essa perspectiva, elas sofrem de um “viés de projeção”, isto é, tendem a acreditar que todos os seres — inclusive os controladores da Terra — possuem um nível mínimo de ética, palavra de honra e racionalidade benevolente.

  • Incapacidade de compreender a maldade pura: Para essas raças positivas, os conceitos de mentira sistêmica, crueldade deliberada, malícia psicopática, tortura psicológica e manipulação maquiavélica, que a Cabala da Terra e os grupos regressivos de Órion utilizam diariamente, são virtualmente incompreensíveis. Elas não têm o arcabouço mental ou a “malícia” necessária para prever as armadilhas e as agendas ocultas das forças regressivas pois vivem numa bolha ilusória de felicidade em sua cultura e sociedade.

  • A vantagem tática dos regressivos: Enquanto a Federação segue regras estritas, protocolos burocráticos rígidos e o princípio da não-intervenção (ou Primeira Diretriz), a Cabala e os seres de Órion operam sem qualquer barreira moral. Eles usam a própria burocracia e o legalismo da Federação contra ela, manipulando acordos e apresentando justificativas falsas que as raças positivas aceitam pela sua ingenuidade e boa-fé.

Mari enfatiza que, embora as raças da Federação possuam tecnologia incrivelmente avançada e poder militar superior, elas são constantemente enganadas a nível estratégico. Elas agem como “diplomatas inocentes” lidando com criminosos altamente perigosos e psicopatas, o que perpetua o aprisionamento da humanidade na Matrix da Terra, pois a Federação frequentemente falha em perceber que está sendo manipulada e usada para validar o status quo do planeta.

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A Federação, como qualquer outra instituição, não é um bloco único. É composto por pessoas, o que significa uma grande variedade de ideias, opiniões e intenções. A maioria dos membros da Federação são pessoas benevolentes e amorosas, envolvidas em muitas ações positivas e fazendo o melhor que podem. Mas o problema estava acontecendo nos níveis mais altos da Federação.

Eram essas camadas ocultas que puxavam os cordões e tomavam decisões importantes em relação à Terra. E não havia transparência suficiente nesses níveis para saber o que realmente estava acontecendo lá. Muitos, se não a maioria, dos membros da Federação de todos os tipos de raças, especialmente aqueles de nível inferior, são muito positivos e têm boas intenções para a Terra. Mas quem estava nas sombras “puxando os cordões” para manipular as demais raças? Os etorthan de Órion, que usavam os ingênuos andromedanos como fachada para seus planos malignos.

Cada alma carrega consigo seus sistemas de crenças aonde quer que vá e, portanto, carrega consigo a Matrix à qual pertence. Pessoas más podem ir a lugares e planetas positivos e causar muitos estragos, manipulando e explorando a boa vontade e a ingenuidade de seus habitantes positivos que não conseguem ver como alguém pode ser tão mau.

A ingenuidade e inocência das pessoas é o que fortalece as forças regressivas.

Eles caem no pensamento de que, se não são capazes de fazer coisas tão ruins ou qualquer coisa ruim, ninguém mais o faria também. Os povos de sociedades holísticas avançadas estão demasiado habituados à sua paz e ordem, uma vez que não acontece coisas ruins em seus planetas, pelo menos não em comparação com tudo o que acontece na Terra.

O texto a seguir analisa como a ingenuidade e a inocência, embora frequentemente vistas como virtudes puras, andam de mãos dadas com a ignorância e a imprudência. Explica-se que a falta de malícia (inocência) e a excessiva credulidade (ingenuidade) resultam diretamente do desconhecimento da realidade (ignorância), o que inevitavelmente conduz a ações impensadas e perigosas (imprudência).

A relação entre inocência, ingenuidade, ignorância e imprudência

A frase em questão traça uma linha psicológica e comportamental direta entre quatro conceitos que, à primeira vista, parecem pertencer a categorias morais diferentes. Enquanto a inocência e a ingenuidade são socialmente vistas de forma terna, o ditado alerta para o perigo prático que elas carregam.

  • A base da relação (inocência e ignorância): A inocência e a ingenuidade não existem no vácuo; elas são filhas diretas da ignorância. Uma pessoa é inocente ou ingênua em relação a algo simplesmente porque ignora os riscos, a malícia ou a complexidade do mundo real. Sem o conhecimento prévio (ignorância), a mente assume que a realidade é simples e benevolente.

  • O desdobramento prático (imprudência): É justamente esse desconhecimento que gera a imprudência. Quem não tem consciência do perigo (ignorante/ingênuo) acaba agindo sem cautela. A imprudência, portanto, é o comportamento inevitável de quem caminha pelo mundo sem os filtros da experiência e do discernimento, tomando decisões arriscadas por pura incapacidade de prever as consequências.

A inocência e a ingenuidade são a mentalidade; a ignorância é a causa dessa mentalidade; e a imprudência é o resultado prático e perigoso de agir sob o efeito delas. O ditado serve como um alerta filosófico: para nos protegermos, precisamos transcender a ingenuidade através do conhecimento, transformando a fragilidade da inocência na força da sabedoria consciente.

O texto a seguir detalha como a ingenuidade e a inocência atuam como catalisadores da ignorância e da imprudência dentro do cenário exopolítico documentado no site swaruu.org. Analisa-se como os maliciosos e regressivos etorthan, uma espécie de grey de Órion, que são movidos por lógica pura e desprovidos de empatia e emoções, usaram a narrativa de “amor e luz” para manipular psicologicamente as raças positivas da Federação Galáctica, convertendo a ingenuidade e a passividade dessas raças em armas de controle estratégico sobre a própria Federação e o planeta Terra.

A relação entre a ingenuidade cósmica e o controle regressivo

Dentro da cosmologia e dos relatos partilhados na plataforma swaruu.org, a dinâmica de controle exopolítico reflete perfeitamente a premissa de que a ingenuidade e a inocência são aliadas perigosas da ignorância e da imprudência. Embora na Terra essas características sejam frequentemente romantizadas como virtudes puras, no tabuleiro geopolítico galáctico elas funcionam como brechas psicológicas profundas, sistematicamente exploradas por inteligências de viés regressivo.

A natureza calculista dos etorthan frente às raças emocionais

  • Os etorthan (uma espécie de greys altos originários de sistemas como Betelgeuse) operam com base em uma estrutura de lógica pura e fria, sendo essencialmente desprovidos de emoções e empatia. Essa ausência de flutuação emocional permite que operem com um pensamento puramente calculista, estratégico e voltado a objetivos específicos de controle. Eles se utilizam da infiltração e controle mental telepático para confundir e manipular as raças altruístas.

  • Para a maioria das raças positivas da Federação Galáctica, que são intrinsecamente altruístas, compassivas e emocionais, a existência de uma mente baseada em pura simulação e falsidade estratégica é algo difícil de conceber. A ingenuidade de várias dessas raças as impediu de antecipar segundas intenções ou agendas duplas, pois elas tendem a projetar sua própria benevolência nos outros, falhando em aplicar o filtro do discernimento crítico e agindo com extrema imprudência ao confiar em tais entidades.

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A propaganda de “Amor e Luz” como ferramenta de controle mental

  • Valendo-se dessa desconexão empática, os manipuladores etorthan conseguiram exercer uma forte influência sobre as demais raças da Federação Galáctica, através dos andromedanos, uma das três raças fundadoras da Federação e a que tem mais peso político dentro dela. A principal ferramenta utilizada por eles foi o controle dessas raças sob o efeito de uma duradoura propaganda de “amor e luz”, que funciona como um entorpecente ideológico e espiritual. As raças positivas jogavam o jogo e pensavam que a Federação era tudo “amor e luz”.

  • Esse discurso atua como um mecanismo de controle mental altamente sofisticado. Ao pregar uma passividade cega disfarçada de evolução espiritual, os etorthan garantiram que as raças benevolentes permanecessem inertes e submissas, aceitando diretrizes sem questionar as engrenagens políticas e as decisões de bastidores que moldam o destino de quadrantes inteiros.

  • Foi a Federação Galáctica, com todo o seu “amor, luz e benevolência” segundo os crentes da Nova Era, quem causou todos os problemas na Terra para depois se vender como “salvadora da humanidade“, na clássica estratégia de criar um problema para vender a solução. É exatamente assim que a Cabala opera pois quem esteve, por muito tempo, manipulando a Federação eram os etorthan, os mesmos que manipulam a Cabala hoje.

Federação Galáctica – Porque Taygeta não sabia antes o que era? Transcrição

A ingenuidade e a inocência como armas contra a Federação e a Terra

  • É neste ponto que a ingenuidade e a inocência se revelam como as verdadeiras irmãs da ignorância e da imprudência. Ao ignorarem os perigos reais da infiltração ideológica (ignorância) e agirem com base em uma confiança sem critérios (imprudência), as raças positivas da Federação inadvertidamente fortaleceram os seres regressivos e lhes entregaram as chaves do comando.

  • Os etorthan converteram o altruísmo e o desejo de paz das raças da Federação em uma arma de engenharia psicológica. O resultado prático dessa falta de malícia cósmica foi o estabelecimento e a manutenção do controle manipulador sobre os conselhos da Federação e, por consequência direta, sobre o planeta Terra, mantendo a humanidade sob uma matriz de restrições alimentada pela passividade de seus supostos protetores.

Este panorama serve como um alerta crítico: o verdadeiro avanço e a soberania de uma civilização não residem na ignorância disfarçada de pureza. A compaixão sem sabedoria e a inocência sem o conhecimento da sombra apenas abrem as portas para que lógicas predatórias assumam o controle do destino coletivo. Os etorthan utilizaram a sua elevada capacidade intelectual e estratégica para manipular os conselhos da Federação Galáctica.

Ao explorarem o respeito estrito das raças positivas, como os andromedanos, pelas leis cósmicas, os etorthan distorceram a aplicação da Primeira Diretriz. Eles convenceram a Federação de que a intervenção direta na Terra violaria o livre-arbítrio da humanidade, transformando uma regra de proteção numa ferramenta de isolamento (quarentena) que, na prática, serve para blindar e perpetuar o controle da Cabala no planeta.

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A estratégia dos etorthan e a manipulação da Federação

  • Infiltração ideológica nos Conselhos: Os etorthan possuem uma mentalidade extremamente lógica e burocrática, o que lhes permitiu alcançar posições de grande influência e aconselhamento dentro da Federação pois os andromedanos também são muito lógicos e burocráticos. Sabendo que os andromedanos operam sob uma ética de estrito cumprimento de regras e carecem da malícia necessária para detectar agendas ocultas, os etorthan usaram a própria estrutura legal da Federação para atingir os seus objetivos.

  • A armamentização da Primeira Diretriz: A Primeira Diretriz foi originalmente criada como uma lei universal de não-intervenção para garantir que nenhuma civilização em desenvolvimento fosse influencida ou corrompida por raças mais avançadas. No entanto, os etorthan distorceram este princípio ao argumentar que o sofrimento humano e o controle exercido pela Cabala na Terra eram, na verdade, “experiências de aprendizagem” escolhidas pelas próprias almas humanas antes de encarnar.

  • Os etorthan ignoraram completamente a lei de não-intervenção quando se reuniram inúmeras vezes, por hologramas ou presencialmente, com as elites da Cabala, para lhes repassar ordens. Os etorthan usaram a Primeira Diretriz para impedir uma intervenção direta de raças positivas contra a Cabala, enquanto eles mesmos estavam ajudando e controlando a Cabala.

  • Exploração da ingenuidade e do altruísmo:

    • Os etorthan convenceram os Altos Conselhos da Federação de que qualquer tentativa de libertação física ou militar da Terra retiraria aos humanos a oportunidade de alcançar a ascensão espiritual pelo seu próprio mérito.

    • Ao apelarem ao altruísmo das raças positivas, argumentaram que intervir geraria um pesado carma cósmico para os próprios libertadores, pois estariam a quebrar o livre-arbítrio coletivo da humanidade.

    • Como as raças positivas tendem a ser muito literais e idealistas, aceitaram o argumento de que a humanidade “desejava” ou “precisava” daquela opressão para evoluir, falhando em ver que o livre-arbítrio humano já estava completamente comprometido pela manipulação mental e tecnológica da Cabala, que era totalmente controlada de fora da Terra pelos etorthan.

  • A proteção da Cabala e o isolamento da Terra: Através deste estratagema legal e filosófico, a Federação Galáctica instituiu uma quarentena severa em redor da Terra. O resultado prático desta política foi duplo: por um lado, impediu que raças positivas com frotas táticas (como os taygeteanos, antarianos e urmah) removessem a Cabala de forma direta; por outro lado, permitiu que as forças regressivas continuassem a explorar a superfície terrestre de forma oculta, uma vez que a Federação considera que a Cabala faz “parte” da sociedade humana e que o seu domínio é um assunto interno do planeta. Sendo que as elites humanas Illuminati são portais orgânicos dos reptilianos kingu e obedientes aos etorthan de Órion.

Os habitantes da Terra são levados ao desespero absoluto, como no caso de uma nova guerra mundial, e então lhes é vendido um “salvador”, assim como venderam qualquer messias religioso no passado, para que toda a atenção e toda a energia mental e até espiritual da população da Terra se voltem para eles. E a Cabala quer que esse “messias salvador” seja um alienígena, já que bombardearam a população com filmes e séries de OVNIs e alienígenas.

Para os habitantes da Terra, toda a dor e todos os problemas que enfrentam em suas vidas vêm deles, os controladores da Terra, assim como todas as figuras de esperança e as soluções para esses problemas. E os controladores da Terra, em última análise, são a Federação Galáctica. Como você pode ver, eles também operam com uma dualidade clara, tendo um lado maligno, bem como um lado benevolente e amoroso, assim como a Cabala na Terra opera com suas sociedades secretas fantoches, porque são simplesmente mais níveis da mesma coisa.

Mas mesmo essas sociedades secretas na Terra e a própria Federação Galáctica têm elementos positivos, porque tudo se resume às pessoas em cada nível. No entanto, até mesmo esses elementos positivos estavam sincronizandos com os negativos para criar uma narrativa coerente com um objetivo final: o controle total sobre a população humana.

Embora os andromedanos sejam uma raça positiva e altruísta, sua extrema lógica, poucas emoções e obsessão pelo Carma os tornam ingênuos e vulneráveis. Essa combinação fez com que se tornassem o “elo mais fraco” e o alvo perfeito para a manipulação telepática dos etorthan de Órion. Os etorthans usaram os andromedanos como “idiotas úteis” para convencer as demais raças da Federação a manter a Terra isolada sob pretextos espirituais e cármicos, gerando conflitos diplomáticos com raças emocionais e críticas, como os taygeteanos e outros.

Perfil dos andromedanos e conflitos de percepção

  • Os andromedanos são uma raça positiva e altruísta, detentora de grande avanço tecnológico. No entanto, sua estrutura psicológica é rigidamente baseada na lógica pura, possuindo um espectro emocional muito reduzido se comparado a raças mais emocionais, como os taygeteanos, antarianos e urmah. Eles acreditam que a lógica é inerentemente superior às emoções, o que gera profundos atritos com as raças de natureza marcadamente emotiva dentro da Federação Galáctica. Quando são contrariados em discussões, a sua incapacidade de processar emoções de forma convencional se reflete fisicamente, fazendo com que sua pele mude de um tom azul-claro para uma tonalidade arroxeada.

  • Essa postura hiperlógica é acompanhada por uma profunda ingenuidade em relação a agendas ocultas e por uma forte obsessão com as leis do Carma e da reencarnação. Para os andromedanos, as dificuldades e o sofrimento vivenciados pelas almas na Terra são vistos de forma fria e esquemática: meros acordos pré-encarnatórios e ajustes cármicos necessários. Essa visão inflexível impede que eles manifestem uma empatia ativa para intervir nos problemas humanos na superfície, preferindo a conformidade cega com as regras estritas de não-intervenção estabelecidas por eles mesmos na Federação.

O peso político e a manipulação dos etorthan de Órion

  • Dentro da estrutura governamental da Federação, os andromedanos detêm o maior peso político nos conselhos locais, servindo frequentemente como os representantes e administradores imediatos das diretrizes organizacionais na órbita da Terra. Apesar desse enorme poder de influência, a sua rigidez lógica combinada com a ingenuidade exopolítica faz com que eles sejam, paradoxalmente, o elo mais fraco da organização. Essa vulnerabilidade foi estrategicamente explorada pelos maliciosos etorthan, uma raça de greys de Órion, que possui intenções de controle e manipulação.

  • Os etorthans usaram sua capacidade telepática invasiva para confundir e moldar a percepção dos andromedanos. Através desse controle mental sutil, os etorthans transformaram os andromedanos em “idiotas úteis” perfeitos. O objetivo dessa manobra foi usar a autoridade e a imagem benevolente da raça andromedana para propagar e validar a narrativa de que a Terra deve permanecer rigidamente isolada de qualquer contato externo, camuflando interesses obscuros por trás de desculpas espirituais e cármicas.

Desdobramentos e incidentes diplomáticos com Taygeta

  • A Auditoria de Janeiro de 2024: Sob a liderança do destacamento etorthan na nave Viera, a Federação Galáctica iniciou auditorias altamente invasivas nas naves estelares em órbita da Terra, sob o pretexto de combater o tráfico de humanos por greys regresivos. Quando a liderança de Taygeta (a Rainha Alenym e suas conselheiras) se recusou a abrir suas naves por razões éticas e de soberania, os representantes locais andromedanos intervieram ativamente em defesa dos etorthans. Os andromedanos acusaram os taygeteanos de serem cruéis e de estarem “magoando os sentimentos” dos etorthans (uma raça que sequer possui emoções), demonstrando como a percepção andromedana estava completamente instrumentalizada pela agenda de Órion.

  • O confronto de Agosto de 2024: As tensões culminaram em um incidente diplomático quando um influente representante andromedano realizou uma videoconferência com Mari Swaruu para pressioná-la a interromper as transmissões de seu canal no YouTube. O representante acusou Mari de caluniar a Federação Galáctica e de arruinar anos de propaganda voltada a construir uma imagem de “amor e luz” quanto aos motivos de não intervir na Terra. Durante a discussão, ficou evidente o choque político: Mari denunciou que a Federação (que estava sendo controlada pelos etorthan através dos andromedanos) atua de forma tirânica e dualista, gerando os próprios problemas para depois se vender como salvadora, além de sabotar e restringir a ação de raças dissidentes que tentam ajudar a humanidade de forma direta.

Federação Galáctica assediando Taygeta. 23 de janeiro de 2024

Federação Galáctica, Situação Atual, Exopolítica Taigetana e Incidente Diplomático

A manipulação dos etorthan dentro da Federação Galáctica durou milhares de anos mas finalmente, em 2025, foi interrompida. Uma tríade militar e política de peso — composta por Taygeta, Antaria e Urmah — uniu-se para desmascarar a agenda oculta desta raça manipuladora e regressiva. Através de um confronto que combinou exposição política e força operacional, os etorthan foram derrotados, destituídos das suas posições de poder na Federação e fisicamente expulsos da órbita da Terra, abrindo uma fresta importante no isolamento do planeta.

Os links abaixo são vídeos e transcrições de Mari comentando sobre os acontecimentos envolvendo os etorthan e a Tríade, e sobre a Matrix 3D.

Notícias Espaciais 78. Tensões no espaço, mais sobre resgates, Etorthan, Urmah, Antaria.

Notícias Espaciais 81. 7 horas de terror e tudo mudou.

Notícias Espaciais 88. Notícias de hoje. Vários tópicos discutidos.

Notícias Espaciais 104. Situação atual da Terra, exopolítica e muito mais.

Por que a Terra não pode ser libertada pela força e uma introdução ao lado astral do problema.

Será aconselhável eliminar a Cabala? 

A queda dos etorthan e a ação da Tríade 

  • A união das forças rebeldes: Cansados da paralisia burocrática dos andromedanos na Federação que apenas servia para perpetuar o sofrimento humano, os taygetianos aliaram-se aos urmah (a poderosa raça felina de guerreiros) e aos antarianos (conhecidos pela sua retidão e força). Juntos, formaram uma tríade com poder militar e autoridade moral suficientes para desafiar as diretrizes manipuladas pelos etorthan, que usavam os andromedados como fachada.

  • O desmascaramento da agenda regressiva: A inteligência militar de Taygeta, Antaria e Urmah conseguiu reunir provas irrefutáveis de que a “neutralidade filosófica” defendida pelos etorthan era uma fachada. Foi demonstrado perante os conselhos que os etorthan estavam a colaborar secretamente com fações reptilianas de Órion e com a própria Cabala, usando a Primeira Diretriz como uma arma jurídica para impedir que a humanidade recebesse ajuda real.

  • Confronto físico e expulsão da órbita terrestre: Quando a via diplomática se esgotou nos corredores da Federação, a tríade partiu para a ação direta. As formidáveis frotas de combate dos urmah, taygeteanos e antarianos, encurralaram e enfrentaram as forças etorthan que operavam na órbita e nos bastidores do sistema solar. Incapazes de fazer frente ao poder bélico combinado destas três raças, os etorthan foram derrotados militarmente e forçados a retirar as suas naves da vizinhança da Terra.

  • Expulsão oficial da Federação Galáctica: Com a conspiração exposta e a derrota militar consumada, o Conselho Superior da Federação não teve alternativa senão ceder à pressão da tríade. Os etorthan foram formalmente destituídos dos seus altos cargos de aconselhamento e expulsos da Federação. Esta vitória alterou significativamente o equilíbrio de poder no espaço profundo, removendo o principal escudo burocrático que protegia a Cabala terrestre das raças estelares positivas.

Abaixo coloquei trechos da transcrição de um vídeo de Mari chamado: Por que a Terra não pode ser libertada pela força e uma introdução ao lado astral do problema.

Ninguém consegue libertar a Terra militarmente porque seus problemas são tão complexos que não há nada concreto o suficiente para ser alvo. Em primeiro lugar, sim, pode haver alvos, mas, em última análise, o que oprime a Terra é a sua Matrix, e esses alvos potenciais são meros produtos dessa mesma Matrix. Portanto, eliminá-los só fará com que reapareçam mais tarde, pois é como tentar apagar um incêndio jogando água nas chamas em vez de na sua origem.

Existem alvos úteis, como algumas da bases subterrâneas militares profundas (DUMBs), porque contêm pessoas mantidas contra a sua vontade, mas essa é uma história à parte, embora relacionada. Alguns desses DUMBs também contêm parte do mecanismo que controla mentalmente a população da Terra para manifestar a Matrix, que é a sua realidade experiencial. Mas eles estão sendo manipulados para criar o que for conveniente para aqueles que controlam o planeta por dentro e por fora. E isso me leva ao ponto mais importante deste vídeo.

Ninguém pode libertar a Terra militarmente, nem impondo suas próprias ideias à população humana, nem mesmo com as melhores intenções, porque não temos o direito de impor nossos valores, nossa ética ou nossa espiritualidade a ninguém. E é isso que a Matrix da Terra manifesta: o conjunto de valores, percepções e níveis de consciência e conhecimento da população humana que, juntos, criam a Matrix neste planeta, assim como em qualquer outro.

O problema da Matrix na Terra, que a distingue da Matrix em outros planetas, é que ela opera como um sistema fechado, autossuficiente e autogerador, sustentado por um ciclo de auto-corroboração. A realidade que ela incorpora — o conjunto de regras e ideias que definem o que é real e o que não é — não reflete a cosmologia mais ampla e expansiva na qual a Terra é simplesmente um dos muitos planetas que abrigam vida humana.

Essa bolha da Matrix em que a Terra se encontra a isola do resto da comunidade galáctica, proporcionando aos seus habitantes uma experiência poderosa, dramática e única. Mas esse isolamento também facilita que seus habitantes sejam usados ​​e abusados ​​por seres malignos e imorais que só querem explorar essa situação. Um exemplo disso é o “véu do esquecimento” que a maioria dos terráqueos possui, um componente chave da Matrix.

Se as pessoas tivessem memórias abundantes de suas vidas passadas na Terra e em outros planetas, a Matrix autogeradora e auto-corroboradora simplesmente não seria possível. As pessoas na Terra precisam esquecer quem eram antes de sua encarnação atual para terem uma experiência completa. E isso é explorado com maestria por oportunistas regressivos de fora e de dentro do planeta.

A principal forma de exploração e abuso dos habitantes da Terra se dá por meio da percepção e do controle mental, de onde surgem quase todos os outros problemas. Esse controle mental externo os impede de desenvolver uma progressão na consciência espiritual que, em circunstâncias normais, lhes permitiria manifestar coisas melhores, uma vida melhor. E é por isso que ninguém consegue libertar a Terra militarmente, porque, em última análise, são as próprias pessoas que manifestam sua realidade e sua Matrix.

A única coisa que podemos fazer é eliminar a interferência externa regressiva que está impedindo seu progresso espiritual e de consciência. Sem interferência regressiva externa, a humanidade superaria rapidamente seus problemas e amadureceria o suficiente para se integrar de forma harmoniosa e eficiente ao restante da comunidade galáctica em paz e harmonia.”

O relato de Bill Cooper: O pacto de Eisenhower com os greys de Betelgeuse.

Os alienígenas Etorthan usam a Cabala Illuminati para escravizar a população!

Em outubro de 2024, o rei Carlos III participou de reuniões com extraterrestres na Austrália.

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Renato Cunha
Renato Cunha Oliveira é o fundador e editor do Stylo Urbano. Desde 2014, publica conteúdos independentes sobre tecnologia, cultura, ficção científica, teorias alternativas, traduções e opiniões, sempre deixando ao leitor a liberdade de refletir e concluir por conta própria.

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