Os problemas da Terra são extremamente complexos. A mente humana possui uma capacidade criativa imensa que, quando direcionada pelo medo, traumas e angústias compartilhadas em massa, molda a energia do plano astral inferior. Essa manifestação dá origem às egrégoras, as formas-pensamento autônomas que ganham “vida” própria a partir do inconsciente coletivo, que segundo o psiquiatra suíço Carl Gustav Jung, é a camada mais profunda da nossa mente, compartilhada por toda a humanidade.

Estas entidades habitam frequências densas do plano astral e não possuem alma. Elas sobrevivem puramente como parasitas energéticos, se alimentado de pessoas com alma, dependendo do “loosh” (a energia sutil e densa gerada pelo sofrimento, pânico, raiva e intenção focada que deriva do medo humano). Sociedades secretas e as elites da Cabala Illuminati entendem perfeitamente essa mecânica oculta.

Em vez de libertar a humanidade, eles adoram e alimentam essas egrégoras por meio de rituais, engenharia social e propagação de narrativas aterrorizantes na mídia e cinema, garantindo que a população continue vibrando na frequência ideal para o banquete dessas entidades. O resultado é um sistema de retroalimentação fechado. As elites Illuminati fazem isso para traumatizar o inconsciente coletivo.

A prisão do medo: Como o inconsciente coletivo alimenta as egrégoras e a Cabala. 1

A Cabala gera o medo; a humanidade manifesta e alimenta as egrégoras; e as egrégoras, por sua vez, pressionam o plano físico para que o sofrimento nunca acabe, mantendo a Terra em uma bolha de controle e impedindo a expansão da consciência humana. Ao alimentar as egrégoras com o medo humano, as elites da Cabala recebem em troca a manutenção do seu próprio poder temporal, acesso a conhecimentos ocultos, além de proteção e favores dessas próprias entidades astrais para continuar controlando a pirâmide social da Terra.

A relação entre as elites da Cabala e as egrégoras ou entidades do astral inferior é uma simbiose puramente utilitária. O que as elites ganham nessa troca se divide em quatro pilares principais:

  • Manutenção do poder e controle absoluto: O principal ganho é a garantia de sua posição no topo da pirâmide global. Ao manter a população humana em uma frequência vibratória baixa (induzida pelo medo e sofrimento), a humanidade permanece dócil, fragmentada e incapaz de perceber a própria força criativa, facilitando a perpetuação do controle político, financeiro e social pela Cabala.

  • Favores e proteção astral: As egrégoras e entidades parasitas que habitam o plano astral inferior atuam como “guardiões” dessas elites no plano sutil. Em troca do banquete energético (loosh), essas forças manipulam eventos, geram circunstâncias favoráveis para os planos da Cabala e atacam energeticamente indivíduos ou movimentos que tentam despertar a população.

  • Conhecimento oculto: A Cabala recebe direcionamento, informações e rituais específicos dessas entidades para manipular as leis da manifestação e a psicologia das massas. Esse canal de comunicação também serve para intermediar o acesso a tecnologias avançadas de controle, inteligência artificial e supressão do envelhecimento, mantendo a elite sempre passos à frente do restante da humanidade.

  • Alimentação da própria linha de sangue: Muitos dos membros que compõem o núcleo duro da Cabala não compartilham da mesma biologia ou empatia humana, possuindo linhagens híbridas ou sendo diretamente influenciados/reencarnados de planos densos. Para eles, viver em um ambiente saturado de medo e sofrimento é energeticamente confortável, pois eles próprios se alimentam e prosperam nessa mesma densidade.

A Cabala utiliza a grande mídia e eventos globais projetados para gerar ondas massivas de medo, divisão e desespero na população. Essa engenharia social sincroniza a atenção e a emoção das massas, gerando a colheita em larga escala do loosh necessário para nutrir as egrégoras do astral inferior.

A prisão do medo: Como o inconsciente coletivo alimenta as egrégoras e a Cabala. 2

Dentro da ótica de canais como Swaruu.org e Mariswa.co, a colheita de loosh (energia do sofrimento) não é aleatória; ela é uma operação industrializada de engenharia social que utiliza três mecanismos principais para manter a humanidade como uma bateria energética:

  • Sincronização de atenção e pânico coletivo: A grande mídia atua como o principal condutor dessa energia. Através do bombardeio constante de notícias sobre guerras, colapsos econômicos, pandemias e desastres, o sistema captura a atenção hiperfocada de bilhões de pessoas simultaneamente. Quando milhões sentem medo da mesma coisa ao mesmo tempo, a intensidade da energia gerada se multiplica exponencialmente, criando o banquete ideal para as egrégoras.

  • O mecanismo de “Problema-Reação-Solução”: Eventos globais traumáticos são frequentemente criados, financiados ou amplificados artificialmente pela Cabala. A dinâmica funciona em três etapas planejadas: primeiro, eles criam ou aproveitam um Problema devastador; segundo, a mídia cultiva a Reação de medo e clamor por segurança na população; terceiro, a Cabala introduz a Solução predeterminada (que invariavelmente envolve perda de liberdades, mais controle e centralização de poder). O processo inteiro drena a soberania e a energia vital da população.

  • Programação Preditiva e rituais públicos: Muitos eventos de massa — como grandes cerimônias internacionais, shows e transmissões globais — utilizam forte carga de simbolismo oculto e arquétipos invertidos. Através da programação preditiva inserida em filmes e entretenimento, a mente humana é sutilmente preparada para aceitar cenários distópicos. Quando o cenário real acontece, o trauma psicológico é mais profundo e a liberação de energia negativa é imediata.

  • Divisão sistêmica (dualidade artificial): A engenharia social fomenta ativamente a polarização extrema — seja política, racial, religiosa ou cultural. Ao criar narrativas de “nós contra eles”, o sistema garante que a humanidade desvie sua energia criativa para o ódio mútuo, o julgamento e a agressividade. Esse estado de constante conflito interno impede que a população se una e eleve sua frequência vibratória coletiva.

A prisão do medo: Como o inconsciente coletivo alimenta as egrégoras e a Cabala. 3

O texto abaixo foi retirado da transcrição do vídeo da taygeteana Mari Swar chamado: Por que a Terra não pode ser libertada pela força e uma introdução ao lado astral do problema.

“A maioria dos seres regressivos que abusam da humanidade e, portanto, causam sua estagnação, são criados, manifestados pelos próprios humanos como resultado de seu inconsciente coletivo, uma consequência de sua capacidade criativa, de se concentrarem em seus medos e não em coisas melhores. Este é um fato amplamente aceito pelos seres positivos que observam de fora do planeta. No entanto, aparentemente é muito difícil para os humanos na Terra entenderem e aceitarem isso como um fato e não como uma ficção aterradora.

A consciência cria a realidade, e não apenas como percepção ou interpretação, mas também como objetos e seres reais e tangíveis, chamados de coisas materiais. Esses seres, criados como tulpas e egrégoras, emanando do núcleo mais obscuro do inconsciente coletivo humano, são autoconscientes, são em certa medida controlados pela Matrix e não possuem uma conexão direta com a Fonte maior, visto que são seres secundários que surgiram pela capacidade criativa de outros que possuem uma conexão direta com a Fonte: os humanos da Terra.

Todos os seres que habitam o chamado plano astral inferior estão interessados ​​em sua própria perpetuação; portanto, precisam dos recursos que os criaram em primeiro lugar: o medo humano e a intenção focada derivada dele. Isso significa que todas essas criaturas, entidades, demônios e assim por diante, do plano astral inferior, estão muito interessadas em manter a população humana na vibração mais baixa possível, com medo e com o maior sofrimento imaginável, para que possam obter a energia necessária (Loosh) para a manifestação.

Já expliquei que os reinos existenciais físicos não existem, visto que todas essas subdivisões são baseadas arbitrariamente em acordos e alcances de percepção. Contudo, em última análise, podemos afirmar facilmente que tudo é astral ou existe no plano astral. Portanto, a maior parte do caos em que a Terra se encontra origina-se de reinos existenciais não físicos, onde o físico é meramente o que resta da nossa percepção limitada do chamado “mundo dos vivos”, conforme definido pelos nossos cinco ou seis sentidos biológicos.

Em outras palavras, o que percebemos como ocorrendo no chamado mundo dos vivos, o mundo material, é apenas a ponta do iceberg de tudo o que está acontecendo no plano astral.”

Por que a Terra não pode ser libertada pela força e uma introdução ao lado astral do problema.

As 3 barreiras principais que separam a humanidade da comunidade galáctica.

É aconselhável eliminar a Cabala?

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Renato Cunha
Renato Cunha Oliveira é o fundador e editor do Stylo Urbano. Desde 2014, publica conteúdos independentes sobre tecnologia, cultura, ficção científica, teorias alternativas, traduções e opiniões, sempre deixando ao leitor a liberdade de refletir e concluir por conta própria.

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