Segundo o pesquisador alternativo Michael Tsarion, o faraó Akhenaton não criou um monoteísmo pacífico, mas sim o Culto de Aton (Atonismo), uma seita tirânica de controle mental e social. Após serem expulsos do Egito, os sacerdotes desse culto (associados aos Hicsos e à figura bíblica de Moisés) fundaram redes secretas e linhagens de poder.
Mesclando a adoração solar com a astrologia oculta de Saturno (o Sol Negro), essas linhagens se perpetuaram ao longo dos séculos e hoje formam o núcleo da Cabala Illuminati (Nobreza Negra/City de Londres/Vaticano/Jesuítas/Maçonaria), controlando as finanças, as religiões organizadas e as instituições globais.
Aqui está uma análise detalhada das teses de Michael Tsarion apresentadas em suas pesquisas, especialmente em sua extensa obra “The Irish Origins of Civilization, Volume Two: Akhenaton, the Cult of Aton & Dark Side of the Sun”:
Uma espécie diferente: Homo Capensis e os Elohim
As representações artísticas do período de Amarna mostram Akhenaton, Nefertiti e suas filhas com crânios extremamente alongados. Para os defensores dessa vertente, isso não era estilização artística, mas um retrato físico real. Eles argumentam que Akhenaton não era humano. Akhenaton e sua linhagem de sacerdotes pertenciam a uma raça conhecida como Homo Capensis ou os Elohim bíblicos. Os Homo Capensis são na verdade a raça Elohi da estrela Asterope nas Plêiades e se diferenciam dos humanos pelas suas grandes cabeças alongadas.

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Os Elohim e o judaísmo: Essa linhagem não humana é frequentemente equiparada aos Elohim (traduzido como “Deuses” no plural nos textos originais do Antigo Testamento) ou aos “Vigilantes”. Os sacerdotes mais próximos de Akhenaton também seriam dessa mesma raça.
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A criação das religiões abraâmicas: Segundo essa teoria, ao serem expulsos do Egito (um evento espelhado na narrativa do Êxodo), alguns sacerdotes Homo Capensis, os Elohim, migraram para Canaã e estruturaram o monoteísmo primitivo. Eles se posicionaram como as “divindades” ou os intermediários divinos para a humanidade, codificando leis de controle que moldaram o judaísmo e as religiões ocidentais posteriores.

A verdadeira natureza de Akhenaton e o Atonismo
Na história oficial, Akhenaton é visto como um visionário “iluminado e poético”, foi o primeiro a criar o conceito de um Deus único e amoroso para a humanidade, abolindo o panteão de deuses egípcios em favor de Aton, o disco solar. Tsarion contesta isso, afirmando que o Atonismo, a teocracia de Amarna, foi a primeira ditadura espiritual e um experimento severo de engenharia social e controle mental em massa.
O “Deus único” de Akhenaton (Aton, representado pelo disco solar com mãos em suas extremidades) exigia obediência cega e centralizava todo o poder espiritual, político e econômico na figura do próprio faraó. Para Tsarion, tratava-se de um culto despótico focado na supressão do livre-arbítrio e na destruição deliberada das ricas tradições espirituais mais antigas e descentralizadas do Egito (como o sacerdócio de Amon).
O Sol Negro e o Culto Saturnino
Na perspectiva de Tsarion, o deus “Aton” não representava o sol físico e benéfico, mas sim o “Sol Negro” ou as forças planetárias de Saturno. Este simbolismo está ligado à ordem, limitação, tempo e controle material absolutos. Tsarion argumenta que os símbolos usados pelas elites atuais escondem uma dupla interpretação. Enquanto o público comum (exotérico) adorava o Sol físico (a luz visível e o Salvador), os iniciados do alto escalão (esotérico) adoram o “Lado Escuro do Sol” ou o “Sol Negro”.
Na astroteologia esotérica profunda, Saturno é historicamente identificado como o “Sol Primevo” ou o governante da matéria, da ordem rígida, do tempo, das limitações e do confinamento. O Culto de Aton fundiu a adoração da luz solar com a geometria e a ordem implacável de Saturno, criando uma matriz de controle psicológico baseada no medo, na culpa e no distanciamento da natureza.

A expulsão do Egito e a identidade de Moisés
Quando o reinado de Akhenaton colapsou devido à sua tirania e à negligência com as fronteiras do império, ele e seus seguidores devotos (os Atonistas) foram expulsos do Egito pelas forças nacionalistas egípcias. Tsarion defende que esse grupo expulso estava intimamente ligado aos Hicsos (os reis pastores estrangeiros que já haviam dominado partes do Egito).
Alinhando-se a teses também propostas por Sigmund Freud e historiadores como Ahmed Osman, Tsarion sustenta que o Moisés bíblico não era um escravo hebreu, mas sim o próprio Akhenaton (ou seu sumo sacerdote de Aton). O Êxodo, portanto, não teria sido a libertação de “escravos oprimidos”, mas sim a retirada estratégica de uma elite teocrática deposta que levou consigo tesouros, tecnologia extraterrestre (Arca da Aliança), segredos de manipulação psicológica e profundos conhecimentos ocultos.
A Cabala Illuminati e as sociedades secretas
Quando o reinado de Akhenaton e Nefertiti colapsou e eles foram banidos do Egito junto com seus milhares de seguidores atonistas, seus sacerdotes e sua linhagem não desapareceram. Eles migraram para a Europa e o Oriente Médio, mudando de nome e estabelecendo a base oculta para as futuras sociedades secretas que hoje são associadas à “Cabala Illuminati”.
Impedidos de governar abertamente após a expulsão, os Atonistas moveram-se para as sombras da história. Eles migraram para o Levante, a Europa e, eventualmente, as Ilhas Britânicas, estabelecendo redes de comércio e misturando-se com linhagens reais europeias (a chamada Nobreza Negra).
Segundo Tsarion, essa elite exilada usou seu conhecimento sacerdotal para moldar as principais religiões abraâmicas como ferramentas de controle comportamental para as massas. Ao mesmo tempo, estruturaram o sistema bancário global e infiltraram e subverteram ordens esotéricas como a Maçonaria e os Cavaleiros Templários.
Os símbolos que vemos hoje em abundância em logotipos corporativos, moedas, monumentos e na heráldica de famílias reais (como o leão de Judá, o olho que tudo vê, pirâmides e os raios solares estilizados) são, na visão de Tsarion, assinaturas diretas do Culto de Aton. A elite global ou “Cabala Illuminati” seria a herdeira direta, genética e ideológica, desse antigo império saturnino tirânico.
A tese central de Michael Tsarion e pesquisadores correlatos é que o poder político, financeiro e religioso do mundo moderno permanece nas mãos dos descendentes literais ou ideológicos desse Culto de Amarna. Símbolos utilizados por governos, corporações, sociedades secretas e o culto a Saturno e sua representação simbólica, o Cubo Negro (frequentemente disfarçados em datas comemorativas e rituais públicos) — seriam assinaturas diretas deixadas por essa elite para sinalizar sua lealdade contínua ao Elohim chamado Akhenaton.

A sinergia das elites ocultas: Da Nobreza Negra italiana ao Império Britânico
O fio condutor das pesquisas alternativas conecta o antigo sacerdócio atonista às linhagens que controlam os eixos de poder financeiro, religioso e político do mundo atual. Essa rede opera por meio de uma estrutura hierárquica e interconectada:
A Nobreza Negra e o Vaticano
As famílias conhecidas como Nobreza Negra (as dinastias oligárquicas venezianas e genovesas que se infiltraram em Roma) assumiram o controle das finanças papais e do Vaticano durante a Idade Média e o Renascimento. Elas são descritas em investigações independentes como as verdadeiras guardiãs dos segredos iniciáticos babilônicos e egípcios.
A Ordem dos Jesuítas e a Maçonaria
A Companhia de Jesus (Jesuítas) e os altos graus da Maçonaria Internacional (especialmente o Rito de Misraim ou do Egito) funcionam como os braços executores e intelectuais dessa elite. A Maçonaria, em sua ala oculta, reverencia Akhenaton como um arquiteto místico que tentou unificar a humanidade sob uma única ordem espiritual. A filiação de figuras políticas da história do Brasil a essas ordens justificaria a influência desses símbolos na construção de Brasília.
A City de Londres e as famílias Illuminati
O topo dessa pirâmide de comando financeiro se concentra na City de Londres, um território soberano e independente dentro do Reino Unido que opera como o coração financeiro global. Juntamente com o Império Britânico e as famílias que compõem os Illuminati, essas corporações e sociedades secretas utilizam a geopolítica moderna para replicar os antigos mapas de poder energético do passado, transformando cidades planejadas como Brasília em antenas de captação e centralização de poder político-esotérico no Hemisfério Sul.

Os maçons construíram Brasília em homenagem a Akhenaton
Em 1956, o presidente Juscelino Kubitschek resolveu erguer Brasília, a capital maçônica do Brasil, em homenagem ao faraó Akhenaton, o grande herói das elites maçônicas do mundo. Brasília é o centro do poder das elites políticas, jurídicas, bancárias e corporativas maçônicas, e não do povo brasileiro. Brasília foi construída numa área completamente isolada no Planalto Central, no estado de Goiás, bem longe do povo.
Juscelino, maçom iniciado em 1936, na Grande Loja Comércio e Artes, de Minas Gerais, recebeu uma famosa colher de pedreiro do então presidente dos EUA, Dwight D. Eisenhower, durante a inauguração de Brasília — um símbolo com forte significado maçônico que hoje está exposto no Memorial JK.

Dentro da historiografia alternativa e do esoterismo geopolítico, a construção da capital administrativa do Brasil, Brasília, em 1960 é vista como a materialização moderna de Akhetaton (atual Tell el-Amarna), a capital construída pelo faraó Akhenaton no Antigo Egito por volta de 1340 a.C. Os paralelos apontados por pesquisadores independentes e grupos de misticismo (como a Eubiose e correntes teosóficas) sustentam que a nova capital brasileira foi projetada por maçons com fins estritamente sagrados e ocultistas.
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O planejamento em 4 anos: Tanto Akhetaton quanto Brasília foram erguidas no interior de seus respectivos países em um período recorde de aproximadamente quatro anos, rompendo com as capitais anteriores (Tebas e Rio de Janeiro).
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O desenho do pássaro: O Plano Piloto de Brasília, projetado em formato de avião ou pássaro voltado para o Leste, espelha o traçado urbano de Akhetaton, feito em homenagem ao pássaro Íbis.
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O lago artificial: Akhenaton mandou construir o Lago Moeris, o primeiro lago artificial registrado do mundo; JK implementou o Lago Paranoá na mesma proporção geométrica e climática.
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Simbologia piramidal: A arquitetura monumental da capital brasileira é rica em geometria sagrada. O Teatro Nacional e o Templo da LBV possuem formatos piramidais, enquanto o próprio Memorial JK reflete as dimensões exatas de estruturas de sepultamento egípcias, com o sarcófago de Kubitschek localizado precisamente no centro do ápice.
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O destino dos construtores: Teorias místicas apontam que a fisionomia de JK se assemelhava à iconografia de Akhenaton, alimentando a tese de reencarnação. Além disso, ambos faleceram exatamente 16 anos após a inauguração de suas respectivas capitais, sob fortes suspeitas de conspiração e assassinato. Na verdade Akhenaton não “faleceu” no Egito. Após serem expulsos, ele e Nefertiti foram de barco para a Europa.
Brasília Secreta- Akhetaton
Michael Tsarion aponta conexões genealógicas e simbólicas profundas entre o Culto de Aton (criado por Akhenaton) e a atual Coroa Britânica. Do ponto de vista genealógico, ele se apoia na lenda medieval da Princesa Scota (uma filha de faraó que teria migrado para as Ilhas Britânicas) e no rastreamento das linhagens da chamada Nobreza Negra europeia (como a Casa de Hanover/Windsor).
Do ponto de vista simbólico, ele destaca elementos da heráldica real, como o Leão Coroado (que ele identifica como o Leão Solar de Aton/Judá), o próprio design da coroa que imita os raios solares, e o uso ritual da Pedra do Destino nas coroações. Aqui estão as principais evidências e argumentos que Tsarion desenvolve em suas pesquisas sobre essa conexão histórica oculta:
Evidências genealógicas
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A linhagem e o mito da Princesa Scota: Tsarion recorre a antigas crônicas medidais irlandesas e escocesas (como o Livro de Leinster e a Historia Brittonum) que narram a saga de Scota, uma filha de faraó egípcio. Na tese de Tsarion, ela era uma figura central da corte atonista de Akhenaton que fugiu do Egito após a queda da 18ª Dinastia. Ela teria levado consigo imensos tesouros, segredos e relíquias, navegando até a Espanha e, posteriormente, colonizando a Irlanda e a Escócia (que herdou seu nome, Scotland). Suas linhagens de sangue teriam fundado as dinastias de reis gaélicos que, séculos mais tarde, se fundiram e deram origem à realeza britânica.
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Os reis hicsos e a Nobreza Negra europeia: O pesquisador afirma que as elites sacerdotais atonistas e os soberanos hicsos (os “reis pastores” estrangeiros que governaram parte do Egito) migraram em massa em direção à Europa Central e ao Norte após serem banidos. Essas famílias mantiveram sua coesão e reemergiram séculos depois como a Nobreza Negra veneziana e germânica (como a Casa de Guelph e Hanover). Através de casamentos arranjados e alianças estratégicas, essa mesma linhagem de sangue focada no controle centralizado assumiu o trono britânico, hoje representado pela Casa de Windsor.
Evidências simbólicas e heráldicas
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O Leão de Judá na Heráldica Britânica: O brasão de armas oficial da Coroa Britânica destaca um leão coroado de ouro. Tsarion argumenta que a presença desse animal na heráldica de uma ilha fria do norte da Europa não faz sentido geográfico, mas sim esotérico. Ele aponta que este é o Leão de Judá, um símbolo solar herdado diretamente dos faraós hicsos e do Culto de Aton, que representa a autoridade suprema do sol sobre o mundo material.
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A Pedra do Destino: Os monarcas britânicos são tradicionalmente coroados sentados na cadeira de Santo Eduardo, que abriga a Pedra do Destino em sua base. A lenda esotérica afirma que essa rocha sagrada (associada ao travesseiro de Jacó na Bíblia) foi trazida do Egito por ninguém menos que a Princesa Scota. Para Tsarion, a manutenção física dessa pedra no centro do ritual de coroação mais importante do Reino Unido é uma aceitação e uma assinatura de que aquela monarquia deriva sua legitimidade espiritual diretamente da antiga teocracia solar egípcia.
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O design da coroa como os raios de Aton: Na iconografia egípcia clássica, o deus Aton era representado como um disco solar cujos raios desciam em linha reta, terminando em pequenas mãos que tocavam e coroavam apenas o Faraó e a Rainha. Tsarion afirma que o design das coroas imperiais britânicas — com seus arcos dourados curvados que sobem das bordas e se encontram no topo — é uma estilização tridimensional exata desses raios solares de Aton, simbolizando visualmente que o rei ou rainha é o representante físico e exclusivo do Sol na Terra.
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A Geometria Sagrada da Union Jack: Até mesmo a bandeira do Reino Unido (a Union Jack) é interpretada pelo pesquisador como um talismã geométrico. Segundo ele, as linhas cruzadas que formam a bandeira vão muito além das cruzes dos santos padroeiros; elas ocultam eixos de uma matriz astroteológica saturnina e solar antiga, usada para projetar poder psicológico e heráldico sobre as colônias e os povos dominados pela Coroa Britânica.
Michael Tsarion – Akhenaton e o Culto de Aton
Tsarion explica que o choque entre os atonistas e os druidas foi uma guerra secreta pela gnose e pelo controle territorial. Na sua tese revisionista, as Ilhas Britânicas (especialmente a Irlanda) eram o berço original da alta civilização espiritual pré-diluviana. Os druidas, guardiões dessa tradição naturalista, eram aliados dos amenistas (o clero egípcio original de Amon).
Quando o culto tirânico de Akhenaton (os atonistas, associados aos invasores milesianos) foi expulso do Egito, eles recuaram para as ilhas ocidentais com o objetivo de vingança e conquista material. Para dominar a população sem resistência total, os atonistas infiltraram-se no sistema druídico, roubaram seus mitos e símbolos e manufaturaram o Cristianismo como uma falsa cópia do druidismo para substituí-lo e destruí-lo por dentro.
Segundo a obra “The Irish Origins of Civilization”, o processo de infiltração e destruição da tradição druídica pelos atonistas baseia-se nos seguintes pilares:
A geopolítica oculta e a invasão milesiana
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A Irlanda como o centro do tabuleiro: Tsarion inverte a história tradicional ao afirmar que o conhecimento oculto e a alta civilização não nasceram no Oriente Médio, mas sim no Ocidente (Irlanda e Grã-Bretanha). Os Druidas originais não eram meros sacerdotes tribais, mas sim uma casta espiritual de magos e cientistas remanescentes da antiga Atlântida, que foi destruída pelas águas que caíram do espaço, vindas do planeta destruído Tiamat.
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O retorno dos banidos: Quando a elite solar de Akhenaton foi escorraçada do Egito, ela moveu-se estrategicamente em direção ao norte e oeste da Europa. Sob o nome histórico de milesianos (as linhagens que invadiram a Irlanda na mitologia celta), os atonistas sabiam que precisavam controlar a “fonte original” do conhecimento para restabelecer seu império global.
O ódio velado e a ganância material
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A aliança com os amenistas: Os druidas britânicos e irlandeses mantinham contato e colaboravam ativamente com os sacerdotes de Amon (os amenistas), que eram os arqui-inimigos de Akhenaton no Egito. Por isso, os atonistas nutriam um ódio profundo pelos druidas.
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A cobiça pelas riquezas da Terra: Além da vingança espiritual, a nobreza atonista operava com uma mentalidade puramente corporativa e materialista. Eles desejavam o acesso irrestrito às ricas minas de minerais, ouro e minérios das Ilhas Britânicas. No entanto, essas minas ficavam localizadas exatamente ao lado dos bosques e monumentos de terra considerados sagrados pelos nativos e protegidos pelos druidas.
A engenharia religiosa: criando o cristianismo
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A inviabilidade da força bruta: Os atonistas perceberam que tentar erradicar o druidismo apenas pela espada geraria uma rebelião eterna, pois o povo era profundamente devoto à sua espiritualidade conectada à natureza e ao princípio feminino.
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A camuflagem teológica: A solução encontrada foi a guerra psicológica. Os líderes do Culto de Aton começaram a assimilar a gnose dos seus predecessores e projetaram uma nova religião que parecia, superficialmente, uma continuação aceitável do druidismo.
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O plágio de “Iesa” para “Jesus”: Tsarion afirma que os atonistas pegaram divindades e conceitos druídicos ancestrais — como a figura solar e sacrificial de Iesa (ou Iusa) — e os repaginaram para criar o Jesus Cristo bíblico. O cenário da história foi posteriormente transplantado da Grã-Bretanha para a Galileia e a Judeia, garantindo que a nova religião de controle mental não parecesse visivelmente druídica para os intelectuais da época.
A Ordem dos Culdees e a destruição dos bosques sagrados
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A infiltração monástica: Com a criação desse “misticismo híbrido”, os atonistas fundaram a Ordem dos Culdees (monges que misturavam práticas ascéticas com a nova teologia). Esses agentes infiltrados atuaram como cavalos de Troia intelectuais na sociedade celta.
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A substituição física: Convencendo a população de que o cristianismo era apenas a evolução natural e “iluminada” dos antigos ensinamentos, a elite atonista conseguiu permissão para derrubar os bosques sagrados druídas e erguer suas igrejas e mosteiros católicos exatamente em cima das ruínas e dos pontos nodais de energia da Terra que os druidas protegiam.
O desfecho dessa infiltração foi a quase total extinção do druidismo autêntico. A gnose libertadora e conectada à Mãe-Terra foi demonizada, dando lugar a uma matriz saturnina baseada na culpa, no pecado original e na obediência centralizada a uma hierarquia eclesiástica manipulada, desde as sombras, pela mesma elite que saiu do Egito.
A Aliança entre os hicsos e atonistas
Tsarion propõe uma linha histórica alternativa onde os hicsos e os “atonistas” liderados por Akhenaton e Nefertiti se uniram para impor o Culto de Aton como uma ferramenta totalitária de controle mental e astroteológico. Ao serem expulsos do Egito, esse grupo teria fundado o judaísmo primitivo. A associação dessa elite com a espécie Homo capensis e com os Elohim expande essa tese, interpretando as representações de crânios alongados da arte de Amarna como evidência de uma linhagem não humana que moldou as religiões abraâmicas.
Essa é uma das vertentes mais complexas e profundas da chamada “história oculta” ou revisionismo esotérico. Vamos organizar exatamente como o pesquisador Michael Tsarion costura essa narrativa em suas obras (como The Irish Origins of Civilization) e onde as teorias sobre o Homo capensis se fundem a esse cenário.
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Quem eram os Hicsos para Tsarion: Longe de serem meros invasores nômades comuns, como a egiptologia tradicional descreve, Tsarion aponta os hicsos como uma elite sacerdotal e guerreira exilada, portadora de conhecimentos ocultos antigos (que ele conecta a linhagens indo-europeias e druídicas ocidentais). Eles se estabeleceram no Baixo Egito (Avaris) e influenciaram os bastidores do poder por gerações.
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O golpe teocrático de Amarna: Akhenaton e Nefertiti canalizaram essa herança oculta dos hicsos para aplicar um verdadeiro golpe político-espiritual no Egito. Ao banir abruptamente o politeísmo tradicional focado em Amon-Ra e impor o Culto de Aton (Sol Negro/Saturno), eles removeram a influência dos sacerdotes de Amon e do culto aos antigos “deuses” extraterrestres da Federação Galáctica, e centralizaram todo o controle social, financeiro e religioso na coroa. Tsarion chama os membros dessa corte de atonistas.
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Aton como o Sol Negro ou Saturno: Na análise astroteológica de Tsarion, o Culto de Aton não adorava o sol físico como fonte de vida benevolente. O disco solar com raios que terminavam em mãos humanas era uma representação velada de Saturno (Sol Negro/Cubo Negro) — uma força geométrica de restrição, julgamento, tempo e controle absoluto sobre a consciência planetária.
A expulsão e o surgimento do judaísmo
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O êxodo verdadeiro: O povo egípcio e as antigas ordens sacerdotais eventualmente se rebelaram contra a tirania religiosa e econômica do período de Amarna, resultando na destruição da cidade de Akhetaton e na expulsão de Akhenaton, Nefertiti e seus milhares de seguidores. Tsarion argumenta que esse banimento em massa dos atonistas é o verdadeiro evento histórico distorcido que deu origem ao relato do êxodo bíblico.
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Akhenaton como Moisés: O faraó herético teria se tornado a figura histórica real por trás do arquétipo de Moisés (uma ideia originalmente sugerida por Sigmund Freud, mas expandida esotericamente por Tsarion). Os sacerdotes atonistas exilados tornaram-se a classe dos levitas, que codificaram o judaísmo primitivo no deserto como uma forma de preservar secretamente o Culto a Aton (Saturno) e manter sua agenda de dominação, que mais tarde se desdobraria no cristianismo, no islamismo e nas principais sociedades secretas ocidentais.
Os “Nephilim” ou “Irmandade da Serpente” e os Elohim
O termo específico Homo capensis não é o jargão principal dos livros de Tsarion, que prefere os termos “Nephilim” ou “Irmandade da Serpente”. No entanto, na ufologia moderna e na arqueologia proibida (popularizada por nomes como Karen Hudes), a arte de Amarna — que retrata a família real com crânios alongados é interpretada de forma literal.
Dentro dessa síntese de conspiração, Akhenaton, Nefertiti e seus sacerdotes de elite não pertenciam à raça humana comum, mas sim à linhagem pura ou híbrida desses hominídeos de crânio alongado. Sob essa ótica, eles eram os Elohim do Antigo Testamento — entidades vistas como “deuses” legisladores pelo povo comum devido à sua inteligência superior e tecnologia. Eles teriam moldado as primeiras estruturas teológicas rígidas da humanidade para garantir que a população continuasse servindo à sua linhagem dinástica ao longo dos milênios.
O Sacerdócio de Amon, em Tebas, preservava o conhecimento estelar repassados pelos “deuses”, as raças da Federação. Akhenaton, apoiado por avatares humanos dos kingu, os hicsos, aboliu o culto aos múltiplos deuses e instituiu o Culto a Aton (Sol Negro/Saturno) distorcendo a espiritualidade egípcia em um sistema de controle mental e medo para acumular riquezas e poder político.
A reforma religiosa de Akhenaton gerou um colapso político interno que levou a Federação a desativar permanentemente o espaçoporto e as pirâmides, e aplicar a “Primeira Diretriz”, a lei de não-intervenção, isolando o planeta e deixando a humanidade entregue ao seu próprio destino.

Houve uma revolta da maioria do povo egípcio contra o culto monoteísta de Akhenaton, Nefertiti e seus apoiadores, os hicsos, e eles foram expulsos do Egito. Naquela época, o Egito não tinha uma religião no sentido moderno, com regras rígidas. Após sua queda e apagamento histórico, o Sacerdócio de Amon retomou o controle no Egito mas o estrago já tinha sido feito. Foi a partir do reinado de Ahkenaton e Nefertiti que tudo começou a se deteriorar na Terra.
Quando foram expulsos do Egito, eles e seus milhares de seguidores atonistas (12 povos de Israel-Egito) migraram para vários lugares do mundo, incluindo Irlanda, Escócia e País de Gales, França, Catalunha, Galileia, Malta, Grécia e Itália. É na Itália, onde eles se misturam com os etruscos para fundar Roma, que levou depois ao Império Romano… que, como sabemos, é atualmente a Cabala Illuminati (Vaticano, Jesuítas e Maçonaria).
Os hicsos eram controlados pelos reptilianos kingu
Os reptilianos kingu buscavam uma forma de quebrar a hegemonia que as raças positivas da Federação Galáctica exerciam sobre a sociedade humana do Egito, através do Sacerdócio de Amon. Para alcançar esse objetivo, os kingu apoiaram a ascensão de Akhenaton e Nefertiti ao trono do Egito utilizando seus fantoches humanos, os hicsos. Os líderes dos hicsos funcionavam como portais orgânicos dos kingu na superfície da Terra.


O objetivo dessa aliança era iniciar uma revolta religiosa monoteísta contra os vários deuses que os egípcios reverenciavam, as raças estelares da Federação Galáctica que fundaram a civilização egípcia após o dilúvio. O conflito resultante levou a Federação a fechar seus espaçoportos terrestres e a decretar a Primeira Diretriz (não-intervenção), isolando o planeta.
Esse recuo estratégico deixou a Terra vulnerável, permitindo que os kingu e a Cabala assumissem o controle absoluto do planeta, convertendo-o em uma fazenda de extração de energia emocional negativa (loosh). Akhenaton e sua esposa, Nefertiti, foram os veículos perfeitos para uma subversão política e espiritual que deu início aos problemas que a humanidade sofre até hoje.
A revolta religiosa de Akhenaton e o legado oculto dos kingu na Terra.






































