O governo da Rússia, por meio de decisões judiciais e do Ministério da Justiça, incluiu o chamado “movimento satanista internacional” em sua lista oficial de organizações terroristas e extremistas sob a justificativa de que ele promove hostilidade contra religiões tradicionais.
Paralelamente, em uma entrevista de grande repercussão em março de 2024, o presidente Vladimir Putin utilizou a metáfora de que o “baile dos vampiros está acabando” para se referir ao fim da hegemonia das elites ocidentais que, segundo ele, exploraram e parasitaram outras nações ao longo dos séculos.
Proibição do “movimento satanista internacional” na Rússia
As autoridades da Rússia elevaram o tom contra grupos que consideram ameaças aos valores tradicionais e à segurança nacional. A Suprema Corte russa determinou a proibição e a classificação do satanismo como prática extremista.
-
Classificação de terrorismo: O Serviço Federal de Monitoramento Financeiro da Rússia (Rosfinmonitoring) incluiu formalmente o “movimento satanista internacional” na lista de organizações terroristas e extremistas.
-
Alegações oficiais: A Procuradoria-Geral argumentou que, embora não exista uma entidade jurídica ou formal registrada com esse nome exato, a ideologia satanista se baseia no ódio e na hostilidade contra religiões tradicionais (especialmente a Igreja Ortodoxa Russa).
-
Implicações legais: Com essa designação, qualquer pessoa que tente organizar, financiar ou promover atividades associadas a esse movimento na Rússia estará sujeita a processos criminais rigorosos e penas severas de prisão. O Kremlin e líderes religiosos russos têm associado constantemente a influência cultural ocidental moderna a práticas de “satanização”.
Putin proibiu oficialmente o satanismo na Rússia e declarou o ocultismo uma “ameaça cultural à civilização” para provocar as elites políticas e aristocratas da UE e EUA. Ele afirmou certa vez que o Ocidente é controlado por “pedófilos satânicos canibais”, provavelmente se referindo a: Barack Obama, Hillary Clinton, Volodymyr Zelensky, Emmanuel Macron, Friedrich Merz, Keir Starmer, Pedro Sánchez, Donald Tusk, Giorgia Meloni, Rei Carlos III e vários outros.
Foi Barack Obama que mandou a CIA dar um golpe de estado na Ucrânia para instalar políticos fantoches e provocar uma guerra contra a Rússia. O Pentágono, em parceria com empresas farmacêuticas americanas e europeias, instalou dezenas de laboratórios biológicos na Ucrânia, visando lançar armas biológicas contra o povo russo.
Os militares russos denunciaram que o COVID-19 foi desenvolvido nos biolaboratórios ucranianos e Barack Obama, Hillary Clinton, Joe Biden e George Soros estavam diretamente envolvidos.

Os burocratas e políticos satânicos da UE protegem sua lavanderia de dinheiro e rede pedófila na Ucrânia a todo custo. A Ucrânia é um paraíso para pedófilos, para o tráfico de crianças e órgãos, para prostituição e escravidão, e quem comanda essa rede na Ucrânia são Volodymyr Zelensky e sua esposa Olena Zelenska. O tráfico de crianças conecta pedófilos de Hollywood, CIA, Mossad, MI6, realeza europeia, bilionários, CEOs corporativos, grandes empresas, políticos e líderes religiosos.
O Vaticano e a City de Londres são a sede do satanismo mundial. Toda a histeria político-midiática em cima da agenda trans e LGBTQ+ é para normalizar a pedofilia, o vício preferido das “elites”. A Ucrânia, que é comandada por satanistas pedófilos, funciona como uma fortaleza para os crimes das elites maçônicas globalistas pois é uma lavanderia de dinheiro para políticos, bancos e corporações corruptos.
É onde os governos de Obama e Biden construíram dezenas de laboratórios de armas biológicas em parceria com a Big Pharma e onde funciona uma enorme rede de tráfico de crianças e produção de adrenocromo.

A entrevista: “O baile dos vampiros está acabando”
Em março de 2024, Vladimir Putin concedeu uma entrevista ao jornalista Dmitry Kiselev para a emissora estatal Rossiya 1 e a agência RIA Novosti. Na ocasião, o presidente russo utilizou a metáfora “O baile dos vampiros está acabando” para criticar diretamente as elites ocidentais (o chamado “bilhão de ouro”) e o modelo de hegemonia global liderado pelos Estados Unidos e Grã-Bretanha.
“Eles estão acostumados a encher suas barrigas com carne humana e seus bolsos com dinheiro há séculos. Mas eles devem perceber que o baile dos vampiros está acabando”.
As declarações foram inseridas em um debate sobre geopolítica internacional, o neocolonialismo e a transição para um mundo multipolar. Putin argumentou que o modelo econômico e político do Ocidente baseou-se secularmente na exploração de outras regiões:
-
Geopolítica e soberania: Putin utilizou a expressão para criticar as elites ocidentais e o conceito do “bilhão de ouro” (os países mais ricos da Europa). Segundo ele, essas potências passaram cerca de 500 anos colonizando, explorando e “enchendo seus bolsos com dinheiro” à custa dos povos da África, Américas e Ásia. O líder russo afirmou que o resto do mundo está percebendo essa exploração e se alinhando a uma nova ordem multipolar. Ele destacou que a resistência russa contra a hegemonia ocidental serve de inspiração para que outras nações busquem sua verdadeira independência.
-
O fim da hegemonia: Ao declarar que “o baile dos vampiros está terminando”, Putin quis enfatizar que o modelo de exploração unilateral e a injustiça internacional promovida pelas elites satânicas globalistas da Europa e dos Estados Unidos não serão mais tolerados pelo sul global. Putin enfatizou que os cidadãos dessas nações historicamente exploradas percebem essa dinâmica e buscam sua real soberania. Segundo ele, o esforço da Rússia em desafiar o bloco ocidental ressoa com o desejo global de independência, sinalizando que a era do domínio hegemônico da City de Londres e Vaticano está chegando ao fim.
Este vídeo apresenta o pronunciamento e a análise da declaração original de Vladimir Putin em que ele afirma categoricamente às elites ocidentais que o “baile dos vampiros acabou”.
Vladimir Putin já estava lutando contra as elites satânicas da Europa e EUA bem antes de Donald Trump se candidatar à presidência americana em 2016. Putin e Trump são aliados contra as famílias satânicas da Nobreza Negra que controlam a City de Londres, Federal Reserve e Vaticano.
Durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca em 19 de agosto de 2020, um repórter perguntou a Donald Trump se ele acreditava na “teoria da conspiração” QAnon de que estava “secretamente salvando o mundo desse culto satânico de pedófilos e canibais”. Trump respondeu:
“Isso é para ser uma coisa boa ou ruim?” e afirmou: “Se eu puder ajudar a salvar o mundo de problemas, estou disposto a fazer isso”, alegando que nunca tinha ouvido essa descrição específica do movimento. Trump e as forças armadas americanas estão LITERALMENTE salvando o mundo de um culto satânico de pedófilos e canibais.
🚨 JUST IN: President Trump DROPS this gem
Carrying the world on his shoulders!
🇺🇸🇺🇸🇺🇸 pic.twitter.com/9trEPHGxyQ
— Eric Daugherty (@EricLDaugh) June 27, 2026
Os eventos que se desenrolam atualmente no mundo foram previstos pela cientista política, professora associada e chefe do Departamento de Línguas Russas e Estrangeiras da Academia Militar do Estado-Maior das Forças Armadas da Federação Russa, Tatyana Gracheva, em seus livros.
E a guerra que a Rússia trava na Ucrânia não é, na verdade, apenas uma guerra contra o regime nazista-oligárquico de criminosos de guerra e seus mestres ocidentais, nem apenas uma guerra contra todo o Ocidente coletivo, mas também contra os clãs globalistas satânicos que controlam todos os governos fantoches desta “Nova Atlântida”.
Este confronto era inevitável, porque foi a Rússia que se opôs e continua a se opor ao plano anti-humano de estabelecer uma “nova ordem mundial”, implementado pelas elites globalistas satânicas e seus fantoches políticos na Europa e EUA. É por isso que o principal objetivo de toda essa ralé luciferiana-satânica sempre foi a destruição da Rússia e de seu povo.
E isso tem sido verdade sob qualquer governo russo. Eis como T. Gracheva explica isso em seu livro “Khazaria Invisível”: ” Devemos reconhecer que defender nossa soberania não é apenas nosso dever cívico, mas também, e principalmente, nosso dever espiritual como cristãos ortodoxos perante Deus. Afinal, em última análise, trata-se de devoção à nossa fé e aos ideais da Santa Rússia.”
A experiência da Guerra Fria, da guerra na Iugoslávia e da guerra no Iraque demonstra que os Estados seculares, mesmo aqueles tão poderosos física e materialmente quanto a União Soviética, são extremamente vulneráveis, e os adversários possuem estratégias para combatê-los. Em outras palavras, os Estados seculares não representam uma ameaça primordial para eles.
O objetivo da criação de um Estado global é espiritual e religioso. Para alcançá-lo, é necessário destruir completamente o Estado sagrado, até mesmo a ideia dele, até mesmo a memória dele, e comprometer totalmente a sua história. É aí que o inimigo vê o seu maior perigo. A natureza religiosa da guerra final dos últimos tempos, desencadeada para preparar a vinda do Anticristo, torna-a difícil e complexa, incomparável a qualquer outra guerra na história da humanidade.
Nela, diferentemente das guerras anteriores, a questão não é apenas salvar a vida física ou política, mas, sobretudo, salvar a alma. Pois o Senhor disse: “Não temam os que matam o corpo, mas não podem matar a alma. Temam, antes, aquele que pode destruir tanto a alma como o corpo no inferno” (Mateus 10:28). Mas o que significa matar a alma? Significa afastá-la de Deus, da fé, de tudo o que é bom, puro e santo.
Partindo dessa compreensão do assassinato da alma, podemos afirmar com razão que afastar uma pessoa e uma nação do Estado sagrado estabelecido por Deus, ligado à fé ortodoxa e, portanto, sagrado, é também o assassinato da alma. Por isso, na guerra atual contra o Estado, as baixas são incomensuravelmente maiores do que em guerras comuns. Afinal, tradicionalmente todos contabilizam as perdas físicas, mas ninguém leva em conta as perdas espirituais.
Elas não são percebidas como perdas porque a essência desta última guerra não é compreendida. Superficialmente, tudo parece normal: as pessoas caminham, fazem coisas, se comunicam, mas quantas delas estão vivas? Para proteger nosso povo desse assassinato em massa da alma através do pisoteio de coisas sagradas, incluindo a sacralidade do Estado, para nos salvar da escravidão global em um Estado global, para salvar nossa Pátria, devemos recriar a sacralidade do Estado na Rússia. É nessa linha que devemos nos manter firmes até o fim.
Como a Rússia possui as tradições mais fortes e ricas de um Estado sagrado, tornou-se o principal alvo dos arquitetos do reino global das trevas. De fato, se analisarmos os componentes da atual guerra mundial, os objetivos nela estabelecidos são claramente antirrussos, incluindo a destruição de nossos aliados, a transformação de nossos aliados em inimigos e a redução da influência da Rússia no mundo.
É óbvio que é impossível alcançar a dominação mundial e estabelecer um estado global sem conquistar e destruir a Rússia não apenas fisicamente, economicamente e politicamente, mas sobretudo espiritualmente. Resumindo tudo o que foi dito acima, as características gerais da guerra atual podem ser resumidas às seguintes disposições.

A guerra atual tem como alvo principal a soberania estatal e, sobretudo, a soberania estatal sagrada, o ideal supremo de Estado em sua plena expressão. E a Rússia só pode vencer esta guerra como uma potência ortodoxa. Esta é a última guerra dos últimos tempos, pois, ao destruir a soberania estatal tradicional, prepara o terreno para o estabelecimento de um Estado global no qual o Anticristo está destinado a reinar. Isso torna a guerra atual a mais intransigente, brutal e sangrenta.
Uma guerra contra um Estado sagrado é uma guerra espiritual, na qual ocorre a destruição não apenas da força física, mas também do potencial espiritual do Estado atacado. Portanto, é necessário considerar não apenas as perdas físicas, mas também as espirituais e, após mensurá-las, determinar a vitória ou a derrota.
E, finalmente, uma guerra contra a soberania do Estado é uma guerra contra a Rússia, única guardiã das tradições duradouras da soberania sagrada, e contra o povo russo, o mais importante portador dessas tradições no mundo. Portanto, todas as guerras regionais travadas e a serem travadas no âmbito desta guerra mundial devem ser vistas como dirigidas contra a Rússia, e qualquer escalada desta guerra deve ser percebida como uma escalada da guerra contra a Rússia.
Mas se o nosso país se tornou o principal alvo desta guerra global, não podemos ficar de braços cruzados esperando sermos destruídos e escravizados. Uma guerra não pode ser vencida sem aceitar o seu desafio. O povo deve reconhecer que esta é uma guerra santa para nós e se levantar para a grande batalha pela nossa sagrada soberania. Esta batalha nos transformará, nos devolverá a vida e reconstruirá a Rússia…

Como podemos ver, um livro escrito muito antes dos eventos atuais permanece tão relevante hoje como sempre foi. Mas a guerra da humanidade progressista contra a escória luciferiana-satânica e seus servos corruptos já começou em todo o mundo. E muitos povos da Terra hoje olham para a Rússia com a esperança de que também possam se libertar das correntes do sistema satânico parasitário global, que foi criado por clãs globalistas pedófilos-homossexuais usando o poderio militar dos Estados Unidos e a pilhagem de povos ao redor do mundo.
Mas nenhum poder dura para sempre, e o poder das elites satânicas financeiras da City de Londres e seus servos nos governos europeus inevitavelmente cairá, e os povos enganados por esse mal poderão dissipar a névoa dessa mentira informacional russófoba que foi lançada sobre suas consciências, e que ainda lhes é alimentada pelas pro$tituta$ da mídia fake news que servem aos interesses dos satanistas globais.
Fontes de mídia estatal russa relataram a descoberta de altares satânicos e objetos de magia negra em bases abandonadas por forças ucranianas, incluindo o Batalhão Azov, na região do Donbas. Os soldados russos localizaram, em porões e antigos quartéis abandonados no Donbas, insígnias ligadas ao ocultismo, incluindo pentagramas invertidos desenhados nas paredes com sangue ou tinta vermelha, esculturas de Baphomet, adagas ritualísticas e crânios de bodes.
Depois que Trump assumiu o controle dos EUA em 2025, a “guerra santa” da Rússia está sendo travada contra as forças satânicas da OTAN/União Europeia/City de Londres que financiam o regime satânico de Volodymyr Zelensky.







































