Um megatsunami é uma onda colossal com mais de 100 metros de altura, rara e destrutiva, gerada por eventos catastróficos como grandes deslizamentos de terra, explosões de vulcões ou impactos de asteroides. Diferente de tsunamis sísmicos, estas ondas causam destruição extrema, mas geralmente localizada. Um caso recente ocorreu na Groenlândia em 2023, com 200m de altura.
Principais Características e Exemplos:
Definição: Ondas que excedem 100 metros de altura, muito superiores aos tsunamis comuns causados por terremotos.
Baía de Lituya (1958): No Alasca, um deslizamento de terra gerou uma onda que atingiu a marca impressionante de 524 metros de altura, derrubando árvores em altitudes elevadas.
Groenlândia (2023): Um deslizamento de rocha e gelo gerou uma onda de 200 metros que durou 9 dias, movendo-se pelo Fiorde de Dixon. Este evento foi ligado ao derretimento de glaciares.
Assista esses dois vídeos antes de ler o texto a seguir, para ter uma ideia do poder destrutivo dessas ondas gigantes.
Os maiores tsunamis da historia…
Os maiores tsunamis em filmes…..
Muitos canais do YouTube dedicam muito tempo ao tema da Tartária, que é uma das maiores minas de informação disponíveis como tema, indicando que grande parte, se não toda, da história “oficial” é falsa. O Vaticano e a City de Londres fizeram todo o possível para apagar a maior nação que já existiu, provavelmente em escala global, substituindo-as por uma narrativa oficial eurocêntrica. Embora hoje as evidências da existência da Grande Tartária estejam transbordando por toda parte, fazendo com que todos questionem a narrativa oficial.
Tudo isso nos leva a concluir que todas as evidências sugerem que algo grande, algo de impacto global, como uma redefinição social e geopolítica, ocorreu entre 1775 e 1917. Este é o momento em que muitos especialistas afirmam, com razão, que a Tartária foi apagada da história. Um megatsunami causou o apagamento conveniente da Tartária e de toda a sua rica cultura, mas conhecendo a mentalidade dos psicopatas da Cabala Illuminati, eles aproveitaram esse desastre para assumir o controle do planeta, pois seu slogan preferido é: “Nunca deixe uma boa crise ser desperdiçada”.
Nessa matéria mostro o que causou o colapso da Grande Tartária, o maior país que já existiu e que foi apagado dos mapas e livros de história no século XX. A região da Sibéria, com suas grandes e ricas cidades de pedra branca foi durante século o centro da “Velha Ordem Mundial” enquanto a Europa Ocidental era apenas uma região pouco habitada, com apenas duas grandes cidades, Praga e Lutécia (Paris).
Houve uma grande reinicialização global entre o final do século XV e início do século XVI, evento que destruiu a antiga ordem. A Tartária teve uma influência global e enquanto os tártaros prosperavam, a Europa Ocidental estava sob a repressão retrógrada da Igreja Católica de Roma. A civilização siberiana é muito antiga, pessoas viviam na Sibéria quando a Atlântida e Lemúria ainda existiam. O cataclismo que destruiu a Tartária teria sido causado por forças alienígenas hostis à humanidade?
Um megatsunami causou o colapso da Grande Tartária, a maior nação do mundo.
Entre 1492 e 1502 houve a queda de um asteroide no Oceano Ártico, perto da costa da Sibéria Oriental, cujo explosão causou um megatsunami que inundou grandes áreas na Rússia (Sibéria), Estados Unidos (Alasca), Canadá e Groenlândia. O impacto foi tão poderoso que o eixo de rotação da Terra se deslocou, e o Polo Norte, anteriormente localizado próximo à Groenlândia, acabou em sua posição atual. Isso explica por que muitos edifícios construídos antes desse evento estavam orientados em direção a esse polo antediluviano.
O maior perigo é a onda de choque que o asteroide cria quando entra na atmosfera, provocando terremotos e tsunamis. Em menos de uma hora, milhares de fragmentos do asteroide caíram sobre a região do hemisfério norte, causando incêndios subsequentes e a liberação de partículas na atmosfera, que bloquearam a luz solar numa vasta área, causando uma redução brusca da temperatura, que congelou os mamutes e outros animais instantaneamente. O gelo causou a extinção várias espécies de animais no hemisfério norte, entre eles o mamute que não suporta clima frio.
E foi após essa catástrofe que o chamado “permafrost” se formou em grande parte da Sibéria e iniciou uma “Pequena Idade do Gelo” que foi um período de resfriamento relativo global que se estendeu de 1500 a 1817. Após a inundação causada pelo impacto catastrófico, uma severa onda de frio atingiu vastas áreas do Círculo Polar Ártico. Os povos que viviam em um clima tropical na Sibéria, Groelândia e Alaska morreram pela inundação ou pelo resfriamento.
As cidades da metrópole siberiana, ou melhor, o que restou delas junto com os restos mortais de seus habitantes, estão enterradas não apenas sob uma espessa camada de sedimentos trazidos pelo megatsunami, mas também sob uma camada desse “permafrost”. Mas quanto mais a oeste se vai, menos severas foram as consequências dessa catástrofe. Por exemplo, a mesma camada de sedimentos trazidos pelas enchentes na Sibéria Ocidental tem uma média de no máximo 30 metros, e nos Urais, ainda menos.

Antes de 1492, o clima do Hemisfério Norte, onde estão a Sibéria, Groelândia, Alaska e Canadá, era subtropical. O Oceano Ártico era chamado de Oceano Cita. Não havia gelo nos mares e na terra, mas vastos campos verdes e florestas. O polo Norte magnético, para onde aponta a agulha das bússolas, ficava na Groelândia. O nome Groenlândia (do nórdico antigo Grœnland e dinamarquês Grønland) significa literalmente “Terra Verde”.

A Rússia também foi afetada por essa catástrofe, mas, obviamente, a escala da destruição e das vítimas não foi tão crítica. No entanto, todos os territórios europeus que faziam parte da confederação perderam contato com a metrópole siberiana após sua destruição, e suas províncias começaram a se desintegrar em entidades estatais separadas, assim como a URSS entrou em colapso em 1991. Os cientistas acreditam que o permafrost se formou há 1–2 milhões de anos. Mas a verdade é que ele surgiu pouco mais de 500 anos com a inundação da região ártica e rápido resfriamento causado pela inclinação do eixo do planeta.

O permafrost (ou pergelissolo) é um tipo de solo que permanece congelado a 0 °C e é comum no Ártico, em áreas como a Rússia (Sibéria), Estados Unidos (Alasca), Canadá e Groenlândia. Cobre cerca de 25% da superfície terrestre do Hemisfério Norte. O permafrost é composto por rocha, terra e sedimentos unidos por gelo. A profundidade de congelamento do solo pode ultrapassar 500 m.
Esta versão do mapa do permafrost de 2012, foi digitalizada e simplificada para mostrar permafrost contínuo, permafrost descontínuo/esporádico, manchas isoladas de permafrost, bem como camadas de gelo e geleiras. O permafrost foi o resultado de uma onda gigante vinda do Mar Ártico que invadiu essa extensa faixa de terra, soterrando as cidades que existiam nessa vasta região. Milhões de pessoas e animais morreram.
Os mamutes e as florestas na Sibéria, Groelândia, Alaska e Canadá foram soterrados e congelados. Os cientistas dizem que os mamutes foram extintos há mais de 5 mil anos, na verdade eles foram extintos há pouco mais de 500 anos.

Na Rússia, a zona de permafrost ocupa 60–65% do território, são principalmente a Sibéria e a Transbaikalia: da Península de Kola, a leste, quase ao longo do Círculo Polar Ártico, até os Urais, depois a leste e sul, com exceção do sul de Kamchatka, Ilha Sakhalin, Primorye e algumas outras áreas. O permafrost é mais comum nas regiões árticas, subárticas e na maior parte da Sibéria Central e Oriental, onde o solo permanece congelado abaixo da superfície.

A Tartária era uma região poderosa que estava baseada no que hoje é a Rússia central, em direção à parte sul da Sibéria, e que se estendia até a atual Moscou, a oeste. E a leste pode ter ido até o atual Alasca e o território de Yukon no Canadá. Ao sul, pode ter ido até o centro da China, com as montanhas do Himalaia como uma espécie de fronteira geográfica.
E ao norte se estendia até a maior ilha do mundo, que os gregos e romanos chamavam de Hiperbórea ou a mítica “Thule”, que conhecemos como Groenlândia, que antes do cataclismo era coberta de áreas verdes e livre de gelo. O nome Groenlândia (do nórdico antigo Grœnland e dinamarquês Grønland) significa literalmente “Terra Verde”. Algumas cidades na Sibéria eram maiores e mais ricas do que Roma e Constantinopla. A Roma Antiga foi contemporânea da Tartária.
O clima uniforme da Terra mudou drasticamente após a catástrofe, que causou a glaciação. Os mamutes se banqueteavam com frutas doces, o que significa que o clima no norte era completamente diferente, subtropical. É óbvio que, com tanto peso corporal, os mamutes nunca teriam sobrevivido em um clima rigoroso.
A onda gigante carregou tudo o que podia: vegetação e árvores quebradas, corpos de pessoas e animais mortos, e agora toda essa massa jaz congelada no permafrost nas vastas extensões da Sibéria. O lugar onde havia florestas e cidades se tornou taiga e pântanos. O repovoamento de terras vazias na Sibéria ocorreu algumas décadas depois.
Este post complementa as informações que apresentei no post sobre o mapa-múndi criado em 1459 pelo cartógrafo veneziano Fra Mauro, que retrata a Sibéria (Tartária) como uma região densamente povoada, com várias cidades de pedra tanto na metrópole siberiana quanto na Rússia europeia, incluindo toda a costa da Rota Marítima do Norte. Nesse mapa antediluviano, os mares do norte são designados como navegáveis e mostra o oceano do norte não como “Ártico”, mas como “Cita”.
Uma onde gigante vinda do até então “Oceano Cita” soterrou com lama e sedimentos tudo o que encontrou pelo caminho. Esse cataclismo global ocorreu precisamente na virada dos séculos XV e XVI. E é precisamente a essa catástrofe que o jesuíta e historiador Atanásio Kircher se referiu como um “inundação local da Tartária”.

A região da Tartária foi a “Velha Ordem Mundial” mas o cataclismo causado pelo megatisunami que inundou a maior parte de seu território, destruindo várias cidades e seus habitantes, causando o colapso daquela outrora grande civilização. Mas algumas regiões povoadas, especialmente no sul e oeste, sobreviveram a inundação. O herdeiro da Grande Tartária foi o Império Russo.
Os mapas antigos mostram numerosas cidades na Sibéria antes do cataclismo e isso sugere que a densidade populacional ali era bastante alta na época. Várias cidades foram reduzidas a escombros e enterradas profundamente na Sibéria, ajudando a apagar a memória de um passado inteiro que era tão importante que deveria estar nos livros de história. Na Europa, a Tartária esteve associada à Rússia por muito tempo.
Segundo os historiadores, “Tartária” era um termo geográfico vago usado pelos cartógrafos ocidentais dos séculos XIII a XIX para descrever a vasta e “amplamente desconhecida” região habitada por diversos povos da Ásia Central e da Sibéria, e não um estado centralizado único. Em 1888, o uso de “Tartária” em mapas havia cessado em grande parte, sendo substituído por termos geográficos mais precisos, como Império Russo, Sibéria e Turquestão.
Mas será que essa vasta região habitada por diversos povos chamada de Tartária era “amplamente desconhecida” pelos gregos, romanos e outros povos antigos? Hiperbórea, na mitologia grega e romana, era uma terra mítica localizada no extremo norte. Descrita como um paraíso “ensolarado e fértil”, era habitada pelos hiperbóreos, um povo lendário que adorava Apolo e vivia mil anos em paz. Essa Hiperbórea era a Groelândia, a maior ilha do mundo e seu nome significa “Terra Verde”. A Sibéria tinha florestas subtropicais, pradarias e matas ciliares.
Na Rússia não se usava a palavra “Tartaria”, mas “Sibéria”. O Vaticano, que se tornou a “Nova Ordem Mundial”, aproveitou o caos para colocar seu protegido, o primeiro Romanov, Mikhail Fedorovich, no trono russo em 1613. A palavra Romanov significa “Roma Nova”. Até o final do século XVIII, um gigantesco estado existiu na Eurásia, um estado que foi excluído da história mundial no século XIX. Fingiu-se que ele nunca existiu. A Grande Tartária sofreu um cataclismo, depois uma derrota militar e por últimos perdas territoriais.
Mapa de 1754 “Ie Carte de l’Asie”, onde a Grande Tartária está representada.

Por que não há menção à Tartária e ao dilúvio que a destruiu nos livros oficiais de história? Porque, após a destruição da Tartária, seu arqui-inimigo, o Vaticano, ou como era chamado na época, “Santa Roma”, tornou-se o novo “centro do mundo”. E após outro cataclismo global em meados do século XIX, houve mais uma mudança na “elite” global e mais uma reescrita da história. E a partir desse momento, a “palma da primazia” foi tomada pela City de Londres e seus verdadeiros donos, o Vaticano.
Mas essa não é a única razão para o ocultamento da existência da Tartária e de sua misteriosa destruição. Muito provavelmente, essa catástrofe foi provocada artificialmente por uma força alienígena hostil à humanidade, e o Vaticano e a City de Londres estão ocultando esse fato porque servem a essa mesma força. E o mesmo fazem todos os charlatões contratados que defendem as histórias fantasiosas da “história oficial”. Mas nenhum deles é capaz de impedir que a verdade sobre o nosso verdadeiro passado seja revelada.
Com frequência, os “defensores” da versão oficial da história e seus associados do projeto “desmascarador”, cuja missão é negar a existência não apenas de grandes catástrofes globais em nosso passado, mas também das civilizações altamente desenvolvidas que elas destruíram, afirmam que essas catástrofes supostamente não são mencionadas em nenhuma fonte escrita do passado, citando fontes “corrigidas” pela censura dos falsificadores e que são de livre acesso.
No entanto, na verdade, tais referências e evidências existem, embora não sejam de domínio público. Por exemplo, o jesuíta e historiador do Vaticano, Athanasius Kircher, teve acesso a documentos secretos da Biblioteca do Vaticano. Foi lá que ele extraiu fontes para seus livros incríveis, mas agora pouco conhecidos. E em seu livro “O Mundo Subterrâneo” (MUNDUS SUBTERRANIUS), publicado em 1664, ele menciona um certo dilúvio que destruiu a civilização antiga.

Athanasius Kircher descreveu claramente o dilúvio, que muitos estudiosos alternativos associam ao colapso da civilização antiga. Ele chamou esse dilúvio de “inundação local da Tartária”, onde podemos ver uma referência direta à Tartária (Sibéria) como o epicentro desse desastre.

No Capítulo 13 do livro, A. Kircher menciona um poderoso megatsunami vindo do Oceano Ártico, que varreu inúmeras cidades da Tartária e também afundou sua parte nordeste. Este último fato é claramente visível pela mudança na linha costeira do nordeste da Sibéria em mapas medievais. Além disso, foi durante esse dilúvio que a água do oceano vinda do Norte inundou um vasto território da Ásia Central, aumentando significativamente o nível dos mares Cáspio e Negro.
Acredita-se que o nordeste da Sibéria tenha sofrido mais, a ponto de sua linha costeira ter sido alterada, como mostram os mapas europeus pós-dilúvio no século XVII. Mas mesmo na Sibéria Ocidental, vestígios desse dilúvio, que destruiu quase todas as cidades antigas e sepultou seus restos sob uma camada de vários metros de sedimentos depositados pelo megatsunami, devem ter permanecido por séculos. Europeus que visitaram a Sibéria Oriental em 1805, a descreveram como o “maior pântano da Terra”. O epicentro do desastre foi na Sibéria Oriental, enquanto na Europa a inundação foi muito menos severa.
Esses pântanos tóxicos só poderiam ter se formado após uma grande inundação que matou inúmeras criaturas vivas, cujos corpos em decomposição criaram todas as condições necessárias para a emissão de gases tóxicos e o surgimento de doenças. A parte mais escura no mapa é a Sibéria Oriental mas existe um vasto pântano no sul da Sibéria Ocidental.

Apesar da oposição de parasitas e de pessoas ingênuas que acreditam cegamente em livros didáticos, o panorama informativo do nosso passado está sendo gradualmente reconstruído a partir de fragmentos de informação. E isso explica muito bem onde as numerosas cidades siberianas, marcadas em mapas europeus medievais, de fato desapareceram. E por que as vastas extensões da Sibéria se tornaram repentinamente “selvagens e pouco povoadas” da noite para o dia?
Existam diferentes versões de pesquisadores independentes sobre quando esse dilúvio aconteceu. No entanto, a julgar pelo livro de A. Kircher, em meados do século XVII essa catástrofe ainda era bem lembrada. Mas a “limpeza” e a remoção das fontes que a mencionaram provavelmente surgiram na segunda metade do século XIX, quando começou a segunda etapa da completa falsificação da história pela Grã-Bretanha. Logo após assumir o controle do país por meio de uma operação fraudulenta na Bolsa de Valores de Londres em 1816, o clã bancário judaico Rothschild, sediado na City de Londres, passou a ditar toda a sua política.
E é precisamente por isso que o fio condutor de muitas revoluções e guerras mundiais pode ser rastreado até esse clã bancário, que, de fato, está por trás da falsificação generalizada da história na segunda metade do século XIX. É por isso que tantas falsificações históricas datam desse período. E a Loja Maçônica Satânica de Londres claramente teve participação nelas. É por isso que tantos mapas falsos e outras “fontes históricas” falsas acabaram se originando na Grã-Bretanha. Você sabia que o Darwinismo e os dinossauros são falsificações britânicas do século XIX? Veja aqui e aqui.
A inundação medieval na Sibéria, ou quando os mamutes viviam na Sibéria.
Fonte: Interlocutor na bancada
Ivan IV, conhecido como Ivan, o Terrível (1530–1584), que foi o primeiro Czar da Rússia (1547-1584), enviou a expedição de Yermak às terras do Reino da Sibéria, com as quais o contato havia sido perdido após a inundação. Segundo a lenda, em 1581, quando Yermak chegou à Sibéria encontrou enormes “elefantes peludos” na densa taiga. O embaixador do imperador austríaco Sigismund Herberstein, tendo visitado a Rússia, escreveu nas suas “Notas sobre a Moscóvia”: “na Sibéria existe uma grande variedade de aves e vários animais, como, por exemplo, zibelinas, martas, castores, arminhos, esquilos e no oceano o animal morsa… Além disso, Ves, tal como os ursos polares, os lobos, as lebres…”.
Estamos falando de um animal chamado “Ves”. Os residentes locais disseram a Yermak que os “elefantes peludos” podem ser uma excelente fonte de alimento se de repente não houver outros animais de caça. É possível combinar essas duas evidências e pensar que o “elefante peludo” e “Ves” são um animal que chamamos de mamute? Mas sobre quem mais o embaixador austríaco poderia escrever?
E aqui está o que o enviado de Pedro, o Grande, Eberhard Ibrannedes (Evert Izbrant) Eades, (na Rússia era chamado de Elizariy Elizariev), enviado de Moscou ao Catai (não confundir com a China), escreve em seu relatório de 1692:
“Os antigos siberianos e russos acreditam que mamutes e elefantes são a mesma coisa, embora os dentes dos mamutes sejam mais tortos e os dentes dos elefantes sejam mais fortes nas bochechas, o que eles raciocinam da seguinte forma: antes do dilúvio, dizem eles, seus lugares eram supostamente muito quentes, e havia muitos elefantes lá, que, junto com todas as outras criaturas, foram afogados, e flutuando na água enquanto ela foi esquecida, e também esses elefantes na lama e permaneceram nos pântanos, mas depois do inundação, seu clima mudou e, portanto, estava muito frio e esses pântanos estavam congelados com elefantes, mas à medida que o ar da primavera derrete, o que surge, e seu congelamento os preserva da podridão … “
O megatsunami eliminou a maioria dos mamutes na Sibéria. Poucos sobrevieram até 1800.

Acontece que no século 17 viviam na Sibéria pessoas que sobreviveram ao dilúvio. Não foi o Grande Dilúvio Bíblico, mas ainda assim um dilúvio que afetou vastos territórios. Você só precisa descobrir: quando foi e por que não há informações oficiais sobre isso. E sobre “elefantes peludos” – também muito interessante! Esses eram realmente mamutes? Também me pergunto se o território da Sibéria sempre foi uma área escassamente povoada.
Se assumirmos que uma onda de tsunami veio do Norte e do Mar de Kara fez um avanço no local onde agora estão a Baía de Ob e o Golfo de Yenisei, e varreu a Sibéria até o Mar Cáspio. Aliás, lá, no Mar Cáspio, vivem tanto a foca-do-cáspio (Pusa caspica) quanto o esturjão – de forma alguma animais do sul, que poderiam muito bem ter sido trazidos para lá em grande número pela mesma onda, e os deixado lá para sempre, já que a onda, de acordo com todas as leis da natureza e da física, retrocedeu.
Então, na minha opinião, uma onda poderosa poderia ter passado pela Sibéria, atingindo as montanhas da Mongólia e indo em direção ao Mar Cáspio.

Presumo que depois desta catástrofe, muitas cidades da Sibéria, que podemos ver nos mapas medievais, deixaram de existir. O mapa de Daniel Keller de 1590 mostra muitas cidades siberianas. Quase cem anos após o “Inundação da Tartária”, os mapas europeus mostraram cidades siberianas reconstruídas não com pedras, mas com madeira, pelos mesmos habitantes sobreviventes da Tartária, os cossacos.
No passado, todas as cidades siberianas que foram soterradas pelo megatsunami, foram construídas em outros lugares, com um deslocamento de alguns quilômetros. Muitaas delas mantiveram os mesmos nomes. Os construtores da época acreditavam que as milhares de pessoas mortas nos locais das cidades soterradas, representavam um risco de epidemia. Mas esse crença mudou com o tempo.
Durante a Grande Guerra Patriótica (1941-1945), a Alemanha nazista e seus aliados destruíram total ou parcialmente cerca de 1.710 cidades e vilas, além de mais de 70 mil povoados na União Soviética. Como Stalingrado (atual Volgogrado), Leningrado (atual São Petersburgo), Sebastopol e Kiev. A reconstrução dessas cidades após a guerra foi um imenso esforço nacional, com muitas delas sendo reerguidas do zero nos mesmos locais.

1590 é o final do século XVI, e o relatório de Elizariy Elizariev é 100 anos depois (1692), ou seja, o século XVII. Acontece que foi entre o final do século XV e inicio do século XVI que tal catástrofe aconteceu?
Precisamos de mais fatos! E então me lembro de outra menção ao dilúvio. O monge jesuíta Athanasius Kircher escreveu o livro “O Mundo Subterrâneo” em 1664, onde no capítulo 13 do livro menciona um poderoso megatsunami que veio do Oceano Ártico, destruiu inúmeras cidades da Tartária e afundou sua parte noroeste. Este último é claramente visível nas mudanças na costa do Nordeste da Sibéria em mapas medievais (Bargu). Além disso, foi durante esta inundação que a água oceânica vinda do Norte inundou o vasto território da Ásia Central, reabastecendo significativamente o nível dos Mares Cáspio e Negro.

Athanasius Kircher relata que no século XVII esse desastre ainda era lembrado. E aqui está o que está escrito no livro “Memórias” de F. Wiegel, onde há uma descrição da planície de Barabinskaya, que ele suprimiu como parte de uma embaixada a caminho da China em 1805:
“Devemos dizer a verdade que os lugares por onde passamos não eram nada atraentes em beleza, que nas cabanas as baratas governavam e viviam em perfeita harmonia com as pessoas e, finalmente, que tudo isso era apenas uma preparação para os maiores problemas da viagem e para observar a verdadeira feiúra da natureza. Estávamos nos aproximando da estepe de Baraba. Não sei se é possível dar o nome de estepe ao maior dos pântanos do globo? Baraba, na Sibéria, é maior em escala que os pântanos Pontinos, na Itália.
As águas que caem dos Apeninos, em sua estagnação e supuração, produzem vapores nocivos perto de Roma; como deve ser quando um lugar baixo, com várias centenas de quilômetros de comprimento e largura, parece uma esponja, absorvendo toda a umidade das três cadeias de montanhas que o cercam a alguma distância dele, os cumes dos Urais, Stanovago ou Yablonnago e Altai.
Muitos acreditam, com grande probabilidade, que neste local existia um mar interior, semelhante ao Mar Cáspio e ao Mar de Aral, e que após alguma forte convulsão na terra, as suas águas correram para um destino desconhecido. Esta suposição é confirmada pela abundância de lagos espalhados ao redor de Baraba: muitos deles, próximos e ligados entre si sob o nome de Chanov, recebem o nome de mar.”
E a presença de lagos salgados chamados Chany. Você não acha que eles se formaram porque uma onda salgada encheu essas terras baixas e nelas permanece até hoje? Mesmo se você olhar para esses lagos salgados de cima, poderá ver que eles têm a mesma orientação, como se alguém tivesse rasgado a terra com suas garras:

E também tenho uma pequena ideia sobre o mar interior de que fala o autor. Este é um lago Cathay muito grande, que aparece em quase todos os mapas medievais até o século XVII:

E agora, em vez de um enorme lago, existem pântanos com uma área de 53.000 km2, como mostra o mapa de satélite.

Também é possível que o Lago Chany, que no século XVIII tinha uma área de mais de 12.000 km2, seja o que resta do grande Lago Cathay, que antigamente era até chamado de mar interior. Talvez já tenha sido salgado antes, mas ainda não tenho essa informação.
Isso significa que a inundação medieval na Sibéria, também chamada de inundação da Tartária, provavelmente ocorreu no período de 1490 a 1505, e este é o final do século XV e início do século XVI. E agora entendo porque nos mapas medievais do Norte nesta época o arquipélago que chamamos de Hiperbórea desaparece, as partes norte do território do nosso país, chamadas Bargu, tornam-se uma plataforma, ficando submersas, e apenas as Novas Ilhas Siberianas permanecem, etc.
Acontece que Yermak visitou a Sibéria décadas depois do dilúvio? E seus guerreiros também viram ali “elefantes peludos”, que foram mortos pela onda, amontoando-os e congelando-os. Aliás, ossos e presas de mamute começaram a ser extraídos no norte da Sibéria no final do século XVIII e início do século XIX. Aqui é preciso lembrar do ótimo medieval (aquecimento), quando os restos fósseis dos mamutes certamente teriam descongelado e apodrecido, não “sobrevivendo” intactos até hoje.

E ouvi dizer que os corpos são retirados do permafrost em tal estado que é como se o “elefante” estivesse comendo grama na campina ainda ontem. E no estômago, de fato, existem restos de comida não digerida. Isso diz que os animais morreram congelados repentinamente, e não por causa da geada, mas do elemento água, que instantaneamente os privou de vida, arrastando-os consigo até o “Mar Cita”.
Aqui está este mapa do século 18 escrito por Delisle de Salle. O mapa mostra o Mar Cáspio, com acesso ao Oceano Ártico, ao Mar Negro e ao Golfo Pérsico

Descobertas congeladas inexplicáveis de um antigo apocalipse
Em 1900, um caçador siberiano fez uma descoberta antiga incrível quando seus cães reagiram com medo a algo incomum perto do Rio Berezovka. O solo desabado revelou uma carcaça congelada, sugerindo uma criatura pré-histórica preservada no gelo. Mais tarde, pesquisadores escavaram e examinaram esses notáveis animais da era glacial, lançando nova luz sobre a vida antiga no permafrost russo.
Morte de mamutes e florestas siberianas. O que os cientistas estão escondendo…
Montanhas arborizadas nas Ilhas da Nova Sibéria e mamutes congelados em solo preto coletados em toda a Sibéria. O que impede os cientistas de dizer a verdade sobre o desastre?..
A Morte da Tartária
Por: Oleg Shushakov
A Grande Tartária desapareceu do mapa político mundial há cerca de duzentos anos. Foi apagada de forma tão completa que, durante quase duzentos anos, ninguém sequer ouviu falar dela. Ou sequer sabia algo a seu respeito. Até que a obra do Acadêmico Fomenko sobre a Nova Cronologia surgiu, trazendo de volta à circulação científica uma vasta gama de evidências da existência deste estado. O maior que já existiu em nosso planeta. A Grande Tartária sofreu um cataclismo, depois uma derrota militar e por últimos perdas territoriais.
No final do século XVIII (segundo o calendário moderno), tendo sucumbido à influência corruptora do monoteísmo (judaísmo, cristianismo e islamismo), a população da parte europeia da Grande Tartária mergulhou no horror sangrento de guerras religiosas e de agressão, intrigas políticas, rebeliões e revoluções. Assim, separou-se da Ásia, que conseguiu resistir ao ataque violento das novas religiões mundiais e preservou a pureza moral e a fé de seus ancestrais. A fronteira entre a Metrópole e as terras ocidentais assoladas pela peste estendia-se do Ártico ao Oceano Índico, ao longo dos Montes Urais, das margens do Mar Cáspio e dos picos dos Montes Zagros.
A última guerra de fronteira com a Grã-Bretanha e a Moscóvia (Romanov) foi malsucedida para os sobreviventes da Tartária. Tendo sofrido uma série de derrotas graves, foi obrigada a reconhecer a perda de alguns de seus territórios. Nos Montes Urais do Sul, na região norte do Mar Cáspio e no sudoeste da Sibéria, no centro e nordeste da Índia e na costa leste da América do Norte. Atualmente, vários episódios dessa guerra, verdadeiramente global em seu alcance e consequências, são conhecidos como a repressão da Rebelião de Pugachev e a conquista da Sibéria, a colonização da Índia e a Guerra de Independência das colônias britânicas na América.
Dada a propensão patológica à falsificação entre historiadores profissionais, poderíamos supor que esse não foi exatamente o caso. Mas mesmo que a coalizão anglo-russa tivesse vencido, no início do século XIX a Grande Tartária certamente teria permanecido o maior e mais poderoso estado do mundo. Os tártaros eram pessoas altas, de cabelos e pele claros, com olhos azuis ou castanhos. Eram eslavos arianos.
Um território designado como “Tartária Magna” era a área entre a Grande Muralha da China (que formava a fronteira da China) e a margem esquerda (sul) do rio Amur. Esse território ficava entre Pequim e Nerchinsk, fundada por cossacos russos em 1653. A Grande Muralha da China foi construída pelos tártaros para barrar uma invasão dos chineses. Essa era uma espécie de “zona tampão”. Isso confirma que o colapso da Grande Tartária ocorreu muito antes do surgimento da dinastia Romanov.
A Moscóvia mais tarde passou a ser chamada de Rússia. E os cossacos não conquistaram a Sibéria após a catástrofe. Eles reconstruíram cidades nos locais das cidades tártaras destruídas, especialmente porque os próprios cossacos já fizeram parte da população local, assim como os queldons, representantes da população branca nativa da Sibéria.

Para onde foi a Grande Tartária?
Por: Oleg Shushakov
Mas ela nunca desapareceu! Quando este, o maior estado da história da humanidade, enfraqueceu pelo cataclismo, foi dividido. E então aqueles que o dividiram fingiram que sempre fora assim. Ou seja, que a Tartária nunca existiu. Porque tomar o que não lhe pertence é errado. E, no entanto, precisavam de alguma forma salvar as aparências. Isto é, de alguma forma disfarçar. Seja como for, após a divisão da Tartária, o Norte da Ásia (os Montes Urais, a Sibéria e o Extremo Oriente) e o Turquestão passaram para a Rússia.
E os colonizadores europeus (Inglaterra, Espanha, Portugal, França, Holanda, Dinamarca e outros) se lançaram sobre o Sul da Ásia (Índia), o Sudeste Asiático (Indonésia e Indochina), o Leste Asiático (China) e a América do Norte, que se separara do supercontinente asiático. Em meados do século XVIII, a Grande Tartária ainda era o maior país do mundo.
Embora há muito tivesse deixado de ser unificada e fosse percebida mais como uma parte do mundo, na qual se localizavam diversos estados independentes. Unidos por uma história comum, com laços culturais e econômicos tradicionais, nomes e sistemas políticos semelhantes (Pequena Tartária, Tartária Livre, Tartária Moscovita, Tartária Chinesa).
A Enciclopédia Britânica, publicada em Edimburgo em 1771, afirma: “Tartária, um vasto país na parte norte da Ásia, fazendo fronteira com a Sibéria ao norte e oeste: que é chamada de Grande Tartária. Os tártaros que vivem ao sul da Moscóvia e da Sibéria são chamados de Astracã, Cherkassy e Daguestão, que vivem a noroeste do Mar Cáspio; os tártaros calmucos, que vivem entre a Sibéria e o Mar Cáspio; os tártaros uzbeques e os mogóis, que vivem ao norte da Pérsia e da Índia; e, por último, os tibetanos, que vivem a noroeste da China.”
Entre 1772 e 1775, durante a guerra contra os canatos da Crimeia, Kazan, Astracã, Circassiano e Calmuciano (a chamada “Rebelião de Emelka Pugachov”), que estavam insatisfeitos com a ascensão de “boiares traidores” ao trono de Moscou, a Moscóvia conseguiu capturar a região do Volga (Canato de Astracã, Canato de Kazan e Bulgária), enquanto o Império Russo conquistou a região de Azov (Tartária Circassiana) e os Montes Urais Meridionais (Canato Calmuciano e Horda Cossaca).
No início do século XIX, os czares Romanov conquistaram a parte noroeste da região do Mar Negro (Pequena Tartária, Sich Zaporíjia e Bessarábia) e, posteriormente, durante a guerra agora conhecida como a “Invasão Napoleônica”, também conquistou o Czarado de Moscou. Os últimos remanescentes da Tartária Menor (a região ocidental do Mar Negro) foram anexados pela Rússia somente em 1878.
A parte norte da Tartária Livre (a Tartária Jovem, Média e Grande) foi anexada pelo Império Russo entre 1731 e 1818, enquanto a parte sul (o Canato de Bukhara, o Canato de Kokand, o Canato de Khiva e o Sultanato de Ghulja) foi conquistada entre 1853 e 1895. Em meados do século XIX, iniciou-se a conquista da parte oriental da Tartária Chinesa. Em 1860, o Império Russo anexou suas periferias continentais (a região do Amur, Primorye e Sacalina) e, em 1869, o Império Japonês emergiu nas periferias insulares da Tartária Chinesa (o arquipélago japonês).

Em 1905, o Império Japonês capturou Liaodong (que se tornou parte da República Popular da China em 1945) e, em 1910, a Península Coreana (onde a República Popular Democrática da Coreia, no norte, e a República da Coreia, no sul, foram estabelecidas em 1948). Em 1932, o Império Manchu fantoche foi estabelecido na Manchúria ocupada pelos japoneses (que foi anexada à República Popular da China em 1949).
As partes sul (Tibete) e central (Mongólia Interior e Exterior) da Tartária Chinesa foram divididas em 1911. No território da Mongólia Exterior, foi criada a Mongólia Bogd Khan (desde 1924, República Popular da Mongólia), o território da Mongólia Interior foi conquistado pela República da China (em 1947, tornou-se parte da República Popular da China) e, no território do Tibete, foi criado o Estado Tibetano (em 1953, foi conquistado pela República Popular da China).
O Império Mughal foi finalmente conquistado pela Companhia Britânica das Índias Orientais em 1858. Após isso, a Índia passou para o controle direto da Coroa Britânica como uma colônia do Império Britânico, e a própria Companhia das Índias Orientais, criada em 1600 por decreto da Rainha Elizabeth I especificamente para a conquista da Índia e somente para esse fim, foi extinta após essa conquista.
Quanto às vastas extensões do norte da Ásia (dos Montes Urais à Kamchatka, de oeste a leste, e de Taimir às Montanhas Sayan, de norte a sul), há 250 anos, ninguém se interessava por elas. Portanto, ninguém contestava os direitos do Império Russo sobre esse território. Os estados europeus estavam ocupados saqueando os “territórios ultramarinos” conquistados, deixando os russos, apáticos, com os inúteis desertos gelados da Sibéria, cuja fabulosa riqueza em hidrocarbonetos ninguém suspeitava na época. Principalmente porque essas riquezas tinham acabado de surgir.
Um cataclismo destruiu a Grande Tartária?
As fronteiras da Tartária, que ocupava todo o Hemisfério Norte no início da Idade Média, eram as margens do oceano. Por essa razão, esse vasto estado não tinha inimigos externos. Assim, desde tempos imemoriais, a graça reinou em todos os lugares. Glória a Deus nas alturas, e paz na terra e boa vontade entre os homens. Isso era garantido pela autoridade central, representada pelo Grande Khan. Os vice-reis mantinham a ordem nas províncias, e as autoridades locais, nas cidades e vilas. O clima ameno permitia duas colheitas por ano, mesmo em altas latitudes.
O artesanato e o comércio prosperavam. As pessoas viviam em harmonia com a natureza. Longa e felizmente. Até que pereceram. Quase da noite para o dia. Mas não por causa de uma invasão inimiga. Porque, como mencionado anteriormente, o Grande Khan não tinha inimigos externos. E não por causa de conflitos civis. Porque também não havia inimigos internos capazes de esmagar o poder do Khan. Pois no antigo Estado eslavo-ariano não havia malditos, nem famintos, nem escravos. Assim, restam apenas duas opções. Ou a Tartária pereceu por causas naturais, isto é, devido a um desastre natural global, ou por causas não naturais, ou seja, como resultado de um bombardeio atômico massivo. Um bombardeio alienígena, é claro, já que ninguém além de alienígenas poderia tê-lo realizado naquela época.
A teoria sobre alienígenas malignos com bombas nucleares à disposição parece absolutamente fantástica. Embora a possibilidade da destruição da Tartária pelas mãos de outros humanos não possa ser completamente descartada, afinal, ninguém ainda provou que eles não existem. Muito pelo contrário. Mas não consideraremos a hipótese de um apocalipse provocado pelo homem mas uma catástrofe natural. De fato, o mecanismo desse cataclismo já não é um mistério. O conjunto de consequências existentes aponta claramente para uma lista de causas.
Um olhar para um mapa do Hemisfério Norte revela características que o distinguem nitidamente do Hemisfério Sul. Em primeiro lugar, vastos territórios submersos. A plataforma continental abrange 32 milhões de quilômetros quadrados (um décimo da área oceânica mundial)! E a plataforma é mais extensa na extremidade norte da Eurásia, onde sua largura chega a 1.500 quilômetros, assim como no Mar de Bering e na Baía de Hudson.
Em segundo lugar, o permafrost cobre vários metros de profundidade no norte da Ásia e na América do Norte, abrangendo uma área total de 35 milhões de quilômetros quadrados. Isso corresponde a um quinto da área terrestre do planeta! O permafrost é mais disseminado na Sibéria Oriental, atingindo profundidades de 1.370 metros perto do rio Vilyui. Além disso, a composição química indica uma origem marinha para o gelo e as rochas que o sustentam. Em outras palavras, todo esse permafrost é salino e de origem marinha (oceânica). A 1.000 quilômetros do litoral!
Terceiro, extensos sítios de sepultamento de mamutes e outros animais da megafauna na costa do Oceano Ártico, os restos mortais de milhões de indivíduos preservados no gelo e sal do permafrost. Somente na Iacútia, as reservas de marfim de mamute chegam a 450.000 toneladas, o que permitiu a mineração em escala industrial por mais de um século. Quarto, significativa salinidade do solo na planície do Cáspio e na Ásia Central.
Quinto. A orientação latitudinal das zonas de solo do Hemisfério Norte, indicando duas localizações do polo geográfico: a atual (no Oceano Ártico central) e a anterior (na Groenlândia). Sexto. Um fenômeno natural único: florestas de pinheiros em fita – florestas de pinheiros da Sibéria Ocidental que variam de 10 a 50 km de largura e de 100 a 550 km de comprimento. Os eventos que levaram ao surgimento dessas características no Hemisfério Norte ocorreram em tempos bastante recentes, considerando os padrões históricos.
Uma catástrofe cósmica extrema.
A ciência oficial tornou-se tão repleta de mentiras hoje em dia que é simplesmente espantoso! Parece que os cientistas em todos os níveis consideram sua tarefa principal não a busca pela verdade, mas a simulação dessa busca. E a fabricação de falsificações. Com o objetivo de ganho pessoal e satisfação de suas próprias ambições. Os famosos “cientistas britânicos”, que já se tornaram proverbiais, obtiveram o maior sucesso nessa pseudobusca. Outros não estão muito atrás. Não é surpresa que a ciência fundamental moderna (pesquisa teórica e experimental sobre fenômenos naturais fundamentais) esteja estagnada, atolada em uma profunda crise sistêmica.
A burocratização e a comercialização da atividade científica atingiram níveis sem precedentes. Enquanto isso, os chefes de equipes de pesquisa e líderes de escolas, áreas e programas científicos, usando sua autoridade e recursos financeiros para influenciar a opinião pública e as agências governamentais, fazem tudo o que podem para dificultar o trabalho de cientistas independentes e entusiastas que não são controlados pelo establishment científico corrupto que está sob controle das elites maçônicas financeiras.
O establishment suprime os resultados de suas pesquisas. Além disso, declara esses resultados como pseudocientíficos. Voltemos, porém, ao desaparecimento da Grande Tartária. A julgar pelos resultados de pesquisas independentes, o seguinte ocorreu. E provavelmente aconteceu há cerca de 500 anos. A colisão de um asteroide no Oceano Ártico que causou um megatsunami catastrófico, com maais de 100 metros de altura, que causou inundações massivas e poderosos fluxos de lama, erupções vulcânicas colossais, terremotos devastadores e emissões maciças de gases vulcânicos causaram inúmeras vítimas e destruição.

A enorme onda inundou a superfície da Sibéria, Canadá, Alaska e Groelândia com lama misturada com troncos de árvores, vegetação, restos de mamutes, rinocerontes-lanudos e outros animais, soterrando todas as cidades e pessoas que encontrou pelo caminho. O impacto do asteroide no Oceanos Ártico forçou uma inclinação no eixo do planeta, causando um resfriamento brusco do clima no hemisfério norte, principalmente na região do ártico. Antes da catástrofe, a Groelândia e Antártida eram cobertas por campos e florestas. Essa foi uma das várias catástrofes que causaram a reinicialização da sociedade humana.
De uma forma ou de outra, o cataclismo destruiu não apenas o poderio militar e econômico da Grande Tartária, mas também abalou a unidade dos povos que a habitavam. E, o mais importante, minaram sua fé. Foi disso que os sacerdotes das religiões abraâmicas se aproveitaram: da Igreja Ortodoxa Bizantina Autocéfala (também conhecida como “Igreja Ortodoxa Russa”), da Igreja Católica Romana e do Islã. Aproveitando-se do caos generalizado, as regiões menos afetadas do oeste e do sul do país declararam independência. Mas não conseguiram mantê-la por muito tempo. Sua conquista começou quase imediatamente, já no final do século XVII.
Assim, um século depois, apenas a parte nordeste da Eurásia fazia parte da Tartária. De oeste a leste – dos Montes Urais a Chukotka. De norte a sul – de Taimir ao Himalaia. E isso porque a maior parte desse território já era um deserto gelado. Completamente inabitável. E ainda sem utilidade para ninguém. A metrópole da Grande Tartária foi destruída praticamente da noite para o dia. A conquista e a redistribuição de suas províncias, no entanto, continuam até hoje.
Representantes da família Oldemburgo desempenharam um papel fundamental nesse processo. Os duques de Oldenburg enriqueceram cobrando pedágio pela passagem de navios pelo Canal de Stecknitz. O Canal de Stecknitz (também conhecido como Canal Elba-Lübeck) foi uma parte vital da rota medieval do sal, desde o Mar Báltico, passando por Lübeck, a capital da Liga Hanseática, e ao longo do rio Elba, através de Hamburgo, até o Mar do Norte e o Atlântico. Durante muito tempo, até o rompimento dos estreitos de Skagerrak e Kattegat, permaneceu a única via navegável ligando o Mar Báltico ao Mar do Norte.
No entanto, muito mais importante do que como essa família acumulou sua fortuna é como, ao contrário de outros, eles conseguiram preservá-la durante os desastres que assolaram o planeta. Ou talvez eles soubessem de algo? Com antecedência. As propriedades da Dinastia Oldemburgo provavelmente foram protegidas do megatsunami e dos fluxos de lama pela Península Escandinava. A Dinastia Romanov, que governou o Império Russo de 1613 a 1917, a partir de 1762, por casamentos, foi governada por uma ramificação da Casa de Oldemburgo.

Mas para não causar alarde entre o povo russo, continuou a usar o sobrenome Romanov e inclusive seus descendentes passaram a adotar o mesmo sobrenome (Romanov). A Noruega suportou o impacto mais forte da onda. A Grã-Bretanha sofreu muito. A dimensão da tragédia pode ser avaliada, por exemplo, pelo número de castelos de pedra britânicos destruídos, dos quais restaram apenas ruinas. Foi então que um ramo da dinastia mencionada, a Saxe-Coburg and Gotha, que em 1917 adotou o nome Windsor, se estabeleceu na Inglaterra.
Um megatsunami atingiu a Moscóvia (Rússia) vinda do norte, engolfando os estados bálticos e a Polônia, e chegando ao Mar Negro. Os famosos pântanos bielorrussos ainda servem como lembrança dessa catástrofe. E então, na entrada do Golfo da Finlândia, sobre as ruínas de uma grande cidade tártara devastada pela enchente, hoje chamada de São Petersburgo, desembarcou outro membro da Dinastia Oldemburgo, agora conhecido como Czar Pedro I.
A Suécia, o menos afetado de todos os países europeus, representava a ameaça mais séria na época. Isso foi demonstrado por seus saques na Europa ao longo do século XVII. A Moscóvia, profundamente preocupada com o poder de seu antigo vassalo, que havia crescido acentuadamente em meio ao declínio geral, apoiou o novo ator, um que estava preparado para resistir à expansão sueca. Pedro e seus sucessores conseguiram domar o Leão do Norte. No entanto, logo se tornaram uma séria ameaça.
Provaram isso ao conquistar não apenas os países bálticos, a Finlândia e a Polônia, mas também os Campos Selvagens, a Crimeia com Kuban, a região do Cáspio e os Montes Urais. Cercaram os domínios de seu suserano por todos os lados. E logo chegou a vez dele. Tendo dividido o planeta, os ramos direito e esquerdo da Dinastia Oldemburgo entraram em conflito em meados do século XIX. E desde então, um século dá lugar a outro. Os símbolos mudam. E os pseudônimos dos governantes. Mas os Oldemburgo ocidentais e orientais continuam a disputar o legado da Grande Tartária. Até hoje.
Mistérios do mapa de Athanasius Kircher.
Como mencionei antes, o jesuíta e historiador Athanasius Kircher teve acesso a documentos secretos da Biblioteca do Vaticano. Foi lá que ele extraiu fontes para seus livros pouco conhecidos. E em seu livro “O Mundo Subterrâneo” (MUNDUS SUBTERRANIUS), publicado em 1664, ele menciona um certo dilúvio que destruiu a Grande Tartária. Ele também possui algumas cartas muito interessantes.
E um deles remonta a 1675 e tem um nome muito interessante “Mapa geográfico do mundo após o dilúvio”, que foi criado com base em fontes antigas, antediluvianas da Biblioteca do Vaticano e levando em consideração a mudança no litoral dos continentes após o dilúvio global que destruiu a Tartária. Isto é, de acordo com os resultados “da era das descobertas geográficas”, que na verdade foi a era da restauração pós-inundação da navegação e da exploração da mudança da costa dos continentes.
Mapa geográfico do mundo após o dilúvio» de Athanasius Kircher de 1675

E vemos que quase todos os continentes antes do dilúvio tinham um território muito maior. Consequentemente, anteriormente o nível dos oceanos do mundo era muito mais baixo. A Antártida também está listada aqui com rios e conectada em um único continente com a Austrália. Ao mesmo tempo, o novo litoral de todos os continentes está claramente indicado, com o nível dos oceanos do mundo mais alto do que agora. É por isso que tanto o extremo sul da América do Sul quanto a parte norte do Alasca foram inundados.
Áreas inundadas da Tartária.

Em todos os continentes há um grande número de rios muito profundos e, no norte da Sibéria, você pode ver os territórios submersos da Grande Tartária. Ao mesmo tempo, como alguns pesquisadores observaram, o Mar Cáspio pós-inundação ainda forma um único mar com o Mar de Aral. Mas isto não é surpreendente, porque tal Mar Cáspio existe em muitos outros mapas medievais.
Um poderoso canal do Mar Cáspio para os mares do norte separa a Moscóvia da Tartária.

Preste atenção ao fato de que o Mar Cáspio está conectado por um poderoso canal através de um sistema de lagos aos mares do Norte da Rússia. E este canal separa a Moscóvia da Tartária. Mais tarde, quando o nível dos oceanos do mundo cai ligeiramente, é ao longo deste canal que se formam os leitos de rios como o Volga e o Dvina do Norte.
A questão é: quando essa enchente realmente aconteceu? Nós realmente não sabemos disso e só podemos adivinhar. Mas, pessoalmente, ainda sou da opinião de que isso ocorreu em algum lugar no período de 1492-1505, e o último mapa antediluviano conhecido é o mapa de Fra Mauro, de 1459.
Nele você ainda pode ver o Oceano Cita navegável e sem gelo, que após o desastre se tornará o Oceano Ártico, e muitas cidades no norte da Rússia e no norte da Sibéria, que não existem mais. E foi precisamente neste dilúvio que morreu a confederação siberiana, conhecida no Ocidente como “Grande Tartária”, que era o centro do mundo antediluviano.
A Grande Tartária era a “Velha Ordem Mundial”, e seus reis controlavam a maior parte da Asia e Europa. E mesmo os reis da Europa Ocidental, que viviam longe da Tartária (como no caso da Espanha), muitas vezes se consideravam vassalos ou, na melhor das hipóteses, aliados dos reis brancos da Tartária. A Europa Ocidental era uma periferia menos desenvolvida, cheia de pobreza, pestilência e medo causado pelas inquisições da repressiva Igreja de Roma.

A tradição religiosa (cristã) da Grande Tartária não coincidia de forma alguma com a sombria tradição vaticana (greco-bizantina). A tradição cristã que reinava na Grande Tartária não estava sob o controle dos satanistas do Vaticano, por isso eles os odiavam. A Grande Tartária aderia exatamente à mesma antiga tradição cristã que chegou à Rússia.
Essa tradição era totalmente desprovida de três princípios fundamentais da tradição vaticano-bizantina:
(1) O dogmatismo filosófico;
(2) O domínio dos “Príncipes da Igreja” e suas lutas por poder contra os Czares; e
(3) O cerimonialismo ritualístico.
Os reis da Grande Tartária lutaram ativamente contra o sectarismo religioso e puniram severamente os governadores e as populações das cidades ou províncias onde uma seita religiosa, seja de origem islâmica ou cristã, tentou dominar e oprimir outros. A represália foi rápida e severa: reis destruíam mesquitas e igrejas se houvesse sinais de tentativas de semear conflitos religiosos ou tentativas de elevar uma tradição acima da outra.
Os cristãos de hoje também acharão estranho que, enquanto a Europa Ocidental “cristã” estabeleceu o ideal de pobreza, analfabetismo, submissão aos hierarcas da igreja, ascetismo, celibato, choro, a Tartária cristã estava banhada em prosperidade, estimulou a ciência e a educação, a economia e a medicina. Havia grande prosperidade das cidades siberianas que causava inveja aos reis amargurados dos países europeus sob controle dos papas do Vaticano.
Os reis da Grande Tartária eram o chefe de estado e o chefe da igreja. Usando o exemplo de Bizâncio e Roma, eles viram e entenderam que o desenvolvimento do sacerdócio como uma casta influente é suicida para o Estado. Em Roma, os clérigos, representados pelo Papa, tomaram o poder sobre o Estado — e não apenas sobre um, mas sobre todo um grupo de Estados, reduzindo o título de rei a uma formalidade, considerando os reis como servos do Papa e cardeais, removendo e humilhando reis com uma consistência surpreendente.
Os reis persas, Ciro e Dario, mandaram seus escribas zoroastristas criarem o judaísmo para os hebreus que viviam na Babilônia (538-332 a.C.). Os cinco primeiros livros — Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio — compõem a Torá, a história de Israel, desde a narrativa da criação em Gênesis até a morte de Moisés. Séculos depois, o general romano Tito Flávio Vespasiano mandou o historiador judeu Flávio Josefo criar a história do messias Iēsous Christos (Jesus Cristo) para manipular as pessoas na Judéia, Galiléia e Samaria e promover um ambiente antijudaico, visando isolar e interromper a rebelião dos judeus contra o domínio romano.
A ideia era fazer os convertidos a religião cristã acreditarem que os judeus eram os responsáveis pela morte de seu amado “messias salvador” dando motivo para atacá-los. Por séculos, os cristãos em reinos cristãos da Europa perseguiram os judeus, chamando-os de traidores e assassinos de Jesus. Em Roma a religião fazia parte do estado, ou um ramo do estado, e era controlada diretamente do trono. As religiões são criados pelas elites para controlar a multidão. As elites que estão no poder não acreditam em religiões. Eles sabem que a religião foi feita apenas para o povão crédulo e estúpido. As elites se consideram deuses…..
Séculos depois, o imperador romano Caio Flávio Valério Constantino (272 – 337 d.c) proibiu a perseguição romana aos cristãos, se tornou o primeiro imperador cristão e transformou o cristianismo na religião oficial do Império Romano para salvá-lo da extinção. Constantino favoreceu o cristianismo com o Edito de Milão (313 d.C.), mas a estrutura hierárquica, incluindo o primado do Bispo de Roma (Papa), já existia antes dele. A Igreja Católica Romana criou a Inquisição para perseguir e destruir grupos cristãos dissidentes e outras seitas que considerava “hereges”. Milhões de pessoas morreram por ordens do papas.
Séculos depois, o Vaticano criou o messias Maomé e o Islã a fim de possuir Jerusalém. Autoridades do Vaticano acharam particularmente útil explorar os muçulmanos no Oriente Médio, para matar e serem mortos em nome de sua agenda. Com sua esposa católica Khadija, e seu mentor católico, tio Loraqua, era fácil manipular Maomé. O Vaticano fez o seu melhor para permitir que os exércitos muçulmanos matassem judeus e cristãos dissidentes na sua missão de retomar Jerusalém, mas depois de terem tido sucesso, os muçulmanos chocaram os seus senhores ao recusarem entregar Jerusalém a Roma. Para tomar Jerusalém dos muçulmanos, o papado criou as cruzadas e os Cavaleiros Templários.
“Dividir para Governar” era o princípio de Roma e Bizâncio. As ambições políticas dos clérigos certamente os colocaram acima dos reis e, como resultado, serviram à queda dos outrora grandes impérios. A Grande Tartária, ou “Santa Rússia”, anexou centenas de outros estados e garantiu a sua segurança e prosperidade durante séculos.
Com o colapso da “Velha Ordem Mundial” da Tartária pelo cataclismo, o reino das trevas do Vaticano (Santa Roma) e City de Londres se tornou a “Nova Ordem Mundial” e estendeu seus tentáculos pelo mundo, escravizando todos os povos. Por isso vemos toda a histeria “russofóbica” promovida pelas pro$tituta$ da mídia e pelos corruptos líderes da Europa que são fantoches do Vaticano/City de Londres.

O Vaticano aproveitou o caos causado pelo cataclismo para infiltrar seus agentes Romanov (RomaNova) no trono russo.
Isso explica muitos dos eventos do século XVI, que os pesquisadores russos de história alternativa, Georgy Sidorov, Andrey Kadykchansky e Oleg Pavlyuchenko, identificaram corretamente como a tentativa de Ivan, o Terrível, de unir todos os “fragmentos” europeus da antiga confederação frouxa em um único Estado. Mas, embora essa tentativa tenha sido bem-sucedida com os reinos de Astracã, Kazan e Sibéria, a tentativa de recapturar as terras bálticas de Veliky Novgorod e Pskov, anteriormente perdidas para os vassalos do Sacro Império Romano-Germânico durante a Guerra da Livônia (1558-1583), fracassou devido aos ataques simultâneos ao império de Ivan, o Terrível, por dois poderosos vassalos do Sacro Império Romano-Germânico: a Polônia e a Suécia.
E os pesquisadores russos mencionados acima acreditam que o império de Ivan, o Terrível, conhecido na versão oficial da história como “Moscóvia”, era, na verdade, a mesma “Tartária Moscovita” mencionada em fontes ocidentais, sucessora da metrópole siberiana — a “Grande Tartária”. E vemos que foram os vassalos do Sacro Império Romano-Germânico, e não a Rússia dos czares Romanov, que lutaram contra a Tartária Moscovita.
Entretanto, o próprio Sacro Império Romano, aproveitando-se da situação desesperadora da Tartária Moscovita, atuou como mediador nas negociações de paz e tentou atrair Ivan, o Terrível, para o seu lado. Contudo, o czar rejeitou a oferta de Antonio Possevino (1533–1611), o primeiro jesuíta a visitar a Rússia, de catolicizar o país e escravizar seu povo em troca da coroa de “Imperador do Oriente” concedida pelo Papa da “Santa Roma”. Enfurecido com a única missão fracassada de sua carreira, Possevino começou a fabricar mentiras russófobas sobre o czar e seu império. Enquanto isso, os jesuítas vingativos, com a ajuda de seus servos, conseguiram envenenar o filho do czar e, em seguida, o próprio czar.
Mais tarde, como G. Sidorov escreve em seus livros, o Sacro Império Romano tentou colocar seus agentes de influência — os Zakharyin-Yuryevs, naturais da Lituânia, que mudaram seu nome para Romanov — no trono da Tartária Moscovita. No entanto, isso foi impedido por Boris Godunov, que começou a governar o império em nome de seu irmão, que sofria de deficiência intelectual. Nessa época, muitas terras inundadas pela cheia começaram a secar, e surgiu a oportunidade de enviar uma expedição militar de pesquisa à Sibéria Ocidental, liderada por Yermak. Seu principal objetivo não era a “conquista da Sibéria”, como afirmam os livros didáticos, mas determinar o destino da metrópole perdida e restabelecer contato com sua população sobrevivente.
A natureza exploratória dessa expedição foi observada por Andrey Kadykchansky, que a descreve detalhadamente em sua “Pequena Enciclopédia da Grande Tartária”. Contudo, parte da população da metrópole siberiana sobreviveu, principalmente nos Montes Urais e na Sibéria Ocidental. No entanto, quando a expedição de Yermak chegou (1581-1584), as terras da Sibéria Ocidental já haviam sido ocupadas pelos turcos de Kuchum, que vieram da Ásia Central após o desastre e impuseram tributos à população sobrevivente. E, claro, foi graças ao apoio da população nativa da Sibéria Ocidental (os Cheldons) que um destacamento relativamente pequeno de cossacos conseguiu expulsar esses invasores turcos.
Ao mesmo tempo, os soldados de Yermak, juntamente com a população local, estavam ocupados compilando mapas e reconstruindo fortalezas sobre os alicerces das cidades destruídas da metrópole siberiana. Mas, como escreve G. Sidorov, menos de vinte anos depois, em 1601, uma força alienígena hostil, a serviço do projeto do Sacro Império Romano-Germânico, desferiu outro golpe nas cidades da Tartária, que se erguiam das ruínas na Sibéria Ocidental e Meridional. E, segundo G. Sidorov, desta vez o ataque foi realizado usando asteroides ou armas de energia dirigida, que destruiu novamente todas as cidades reconstruídas. No território da Tartária Moscovita, as consequências desses ataques levaram a vários anos de quebra de safra, resultando em fome e nos “Grandes Problemas”.
Aproveitando-se disso, os vassalos do Sacro Império Romano-Germânico — Polônia e Suécia — lançaram uma intervenção militar para instalar seus protegidos no trono de Moscou. Embora essa intervenção tenha sido eventualmente derrotada, o Sacro Império Romano-Germânico conseguiu colocar seus “agentes de influência” — os Zakharyin-Yuryevs — no trono de Moscou, e em 1613, Mikhail Romanov foi eleito czar aos 16 anos. No entanto, o historiador russo Alexander Pyzhikov conseguiu descobrir documentos nos arquivos que confirmavam que Mikhail Romanov não tinha o direito de transmitir o poder por herança, embora nunca lhe tenha sido permitido tornar esses documentos públicos.
Mas isso explica por que as reformas pró-ocidentais e pró-Vaticano só começaram com a usurpação do poder por seu filho, Alexei Mikhailovich, que governou a Rússia de 1645 a 1676, e a supressão dos cossacos do Don e dos tártaros circassianos que se rebelaram contra ele. A julgar pelos mapas europeus da época, o Reino de Astracã e a região de Piatigori deixaram de estar sob o controle dos Romanov. Contudo, segundo outro historiador moderno, D. Belousov, o grifo, símbolo da Grande Tartária, permaneceu no trono dos czares moscovitas como símbolo de seus sucessores até o reinado conjunto de Pedro e Ivan.

“As Bandeiras de Todas as Nações” é uma publicação que faz parte de uma enciclopédia americana publicada em 1865. Esta obra tinha como objetivo fornecer uma visão geral abrangente das bandeiras usadas por vários países e regiões ao redor do mundo durante esse período. O livro incluía descrições detalhadas, ilustrações e contexto histórico para cada bandeira, servindo como um recurso valioso para a compreensão dos símbolos nacionais e seu significado.
A bandeira da Tartária estar representada em “As Bandeiras de Todas as Nações” destaca a importância histórica e cultural da região, explicando como o conceito de Tartária evoluiu ao longo do tempo. Em 1865, a Tartária já não era uma entidade política distinta, mas seu legado persistia na forma das diversas culturas e histórias dos povos que habitavam a região.

O czar Pedro, o Grande, resolveu fazer uma viagem a Europa Ocidental, a fim de se familiarizar com os conhecimentos, invenções e novos desenvolvimentos do Iluminismo europeu, e para entrar em contato com homens da ciência e da filosofia. A Grande Embaixada foi uma missão diplomática russa para a Europa Ocidental de 9 de março de 1697 a 25 de agosto de 1698 liderada por Pedro.
Até então, poucos monarcas russos haviam viajado ao exterior em tempos de paz e um número igualmente reduzido havia viajado ao exterior em tempos de guerra. Devido a seu interesse na expansão naval, o Czar escolheu a Inglaterra, a Holanda e Veneza como destinos. Em um selo, gravado antes de sua partida, a inscrição afirmava: “Eu sou um aluno e preciso ser ensinado”.
Durante sua estadia na Europa, alguns pesquisadores russos acreditam que o czar Pedro foi substituído por um impostor, um pirata holandês maçom, que foi enviado para a Rússia, se passando por “Pedro”. O impostor falava holandês fluentemente e seu russo era ruim. Em 1698, o falso Pedro executou diversos Streltsy – ex-guardas que que se rebelaram e tentaram derrubar seu governo. Com isso, muitos boiardos de alto escalão (que se juntaram à tentativa de golpe) foram demitidos do serviço.
Após esse evento, o símbolo do grifo desapareceu do simbolismo heráldico dos Romanov. Isso, aliás, corrobora indiretamente a ideia de que o czar Pedro foi substituído por um impostor. O interessante é que há alguns anos atrás, o presidente Vladimir Putin foi assassinado a mando dos banqueiros Rothschild e Rockefeller e foi substituído por um sósia, que tinha como missão destruir a Rússia por dentro. Mas o sósia acabou se rebelado e frustrando seus planos.
Um cavaleiro do Sacro Império Romano-Germânico matando o grifo da Tartária com uma lança, no brasão de armas de Moscou, 1770.

Juntamente com os outros “costumes ocidentais” que introduziu, o impostor holandês que fingia ser Pedro também alterou o brasão de armas de Moscou, substituindo a imagem de São Jorge Vitorioso matando um dragão com uma lança pela imagem de um cavaleiro do Sacro Império Romano-Germânico matando o grifo da Tartária, o símbolo heráldico oficial dessa entidade estatal.
Mas acontece que esse símbolo foi usado ativamente na Rússia até o momento em que o czar Pedro Alexeevich foi substituído por um maçom satânico ocidental durante a “Grande Embaixada” na Europa. Isso comprova ainda mais que, mesmo naquela época, não se podia confiar a própria segurança às elites satânicas ocidentais.

Aliás, a partir do momento em que Pedro Alexeevich foi deposto, o próprio impostor passou a ser ativamente retratado no Ocidente com a armadura de um cavaleiro do Sacro Império Romano-Germânico. Tudo isso nos permite concluir quando exatamente o território da Tartária moscovita passou para o controle do Sacro Império Romano-Germânico. Portanto, os Romanov não poderiam ter guerreado contra ela nos séculos XVIII e XIX.
Um dos retratos do impostor como cavaleiro do Sacro Império Romano-Germânico, pintado por um artista desconhecido em 1710.

Uma análise cuidadosa dos eventos ocorridos no território da Rússia durante o século XVI aponta claramente para o Sacro Império Romano (o Vaticano) e alguma potência externa que o apoiava, possuindo tecnologias que superavam até mesmo as capacidades da humanidade moderna. G. Sidorov escreve que o primeiro bombardeio da Tartária foi realizado com armas nucleares. Mas, pessoalmente, duvido muito disso. É altamente provável que um raio de energia direcionada, muito mais poderosa, tenha sido usada. Além disso, o próprio ataque pode ter sido disfarçado de catástrofe cósmica natural.
E não é sem razão que o segundo bombardeio dos remanescentes da metrópole siberiana em recuperação, segundo G. Sidorov, foi realizado com uma “arma meteórica”. Além disso, com base na teoria de O. Pavlyuchenko de que a catástrofe de meados do século XIX foi causada por fragmentos de um cometa desintegrado que caiu na Terra, eu, independentemente desses dois pesquisadores, concluí que essa catástrofe foi um uso deliberado de uma “arma meteórica”. Essa forma de ataque secreto é uma espécie de “cartão de visita” dessa força alienígena hostil à humanidade, que também está por trás da criação do Sacro Império Romano, bem como dos subsequentes “centros de controle” da civilização ocidental.
Agora, gostaria de mostrar a vocês evidências indiretas de que a catástrofe de 1492-1502 também pode ter sido resultado do uso de “armas espaciais”. E, o mais interessante, obtive essa evidência de um antigo discurso da acadêmica russa Lyudmila Konstantinovskaya na Astro TV, dedicado ao tema de catástrofes globais. Durante esse discurso, ela mostrou uma imagem interessante de uma gravura europeia do século XV. Como não consegui encontrar essa imagem online, vou fornecer uma captura de tela do discurso dela:
Imagem de uma gravura do século XV exibida por L. Konstantinovskaya.

Lyudmila também reconheceu que, durante aquela época, “um grande número de cometas de tamanho considerável foram observados”. Claro que, como cientista oficial, ela se ateve estritamente à versão oficial de que, apesar disso, nenhum evento catastrófico ocorreu. Mas já estabelecemos que, na verdade, todos esses fatores cósmicos poderiam ter causado eventos catastróficos no passado. E se as pessoas daquela época não apenas registraram inúmeros cometas e bolas de fogo, mas também fizeram uma espécie de classificação dessas imagens, então muitos deles foram observados no céu.
Imagem de dois cometas ou bolas de fogo observadas em 1456.

Eis, por exemplo, uma imagem muito estranha no céu de dois cometas ou bolas de fogo ao mesmo tempo, observada no território da atual Alemanha em 1456.
Representação da queda do meteorito de Ensisheim em 1492.

E aqui está uma imagem não apenas de um meteorito voador, mas que a rocha espacial caiu em Ensisheim, no território da atual França, precisamente em 1492.
Imagem de um cometa ou bólido extraída de crônicas europeias em 1506.

Se partirmos do pressuposto de que a inundação de 1492-1502 foi desencadeada pelo impacto de algum grande corpo celeste próximo à costa norte da Sibéria Oriental, causando um megatsunami, então a teoria do uso de uma “arma meteórica” torna-se totalmente plausível. É claro que o impacto principal atingiu o território da metrópole siberiana, mas também observamos que não apenas avistamentos de cometas e bolas de fogo, como também quedas isoladas de meteoritos foram relatadas na Europa Ocidental, a região menos afetada por essa catástrofe.
Após a catástrofe que destruiu a “Velha Ordem Mundial” da Grande Tartária, cerca de 100 anos depois o poder hostil das famílias satânicas do Sacro Império Romano-Germânico na Europa Ocidental se organizaram para organizar invasões e guerras contra a Rússia.
Bem, outra gravura retrata um cometa ou um meteorito caindo no céu sobre a Europa Ocidental em 1514.

A imagem abaixo é de uma xilogravura feita em 1566 pelo artista Hans Glaser para um jornal da época, que descreve um avistamento real de OVNIs ocorrido na cidade de Nuremberg, Alemanha, cinco anos antes, na hora do nascer do sol, em 14 de abril de 1561. Esta representação está preservada na coleção Wickiana, na Biblioteca Central de Zurique.
De acordo com o jornal de Nuremberg, a “terrível aparição” encheu o céu matinal com “formas cilíndricas das quais emergiram esferas branco-azuladas que se moviam rapidamente”. Este “espetáculo terrível” foi testemunhado por “muitos homens e mulheres”. Então, um “objeto preto em forma de ponta de lança” apareceu.
Os globos, cruzes e tubos começaram a lutar entre si, e isso durou uma hora. Então todos caíram no chão, como se estivessem em chamas, e desapareceram lentamente produzindo muito vapor. Depois disso, um objeto preto semelhante a uma lança foi visto, e todo o evento foi considerado um aviso divino. O que as pessoas viram no céu foi uma batalha entre as naves da Federação Galáctica contra as naves das raças regressivas de Órion. A grande lança preta vista no céu era a nave biosfera Viera, sede local da Federação Galáctica.

Esta xilogravura de Samuel Cocciu retrata grandes OVNIs esféricos em preto e branco sobre a cidade de Basileia, Suíça, em 1566. Observe a reação das pessoas. Está guardado na Coleção Wickiana, Biblioteca Central de Zurique. As xilogravuras de Nuremberg e Basileia foram feitas no mesmo ano, 1566, e retratam a mesma batalha nos céus em 1561. O que aconteceu realmente?
Existem inúmeras pinturas, gravuras e ilustrações, de várias épocas no passado, que retratam estranhos objetos nos céus que parecem muito com os OVNIs. As pessoas viam essas objetos com diferentes formas que emitiam luzes e faziam barulho. Elas não sabiam do que se tratava e ficavam apavoradas, achando que era uma praga ou castigo divino.
O que aconteceu realmente em 1561, e foi visto nos céus de Nuremberg e Basiléia, foi uma operação ofensiva e de libertação militar em grande escala da Federação Galáctica que aconteceu na Terra e no planeta Phaeton. Foi uma guerra contra os Reptilianos de Órion que vinham para a Terra sequestrar milhares de humanos e levá-los como escravos para Phaeton. Esse á a história do povo Alfrateano.
O mapa do monge Frei Mauro de 1459 revela que a Europa Ocidental era o subúrbio pobre da civilização naquela época, com apenas duas grandes cidades – Praga e Lutécia (Paris). E as áreas mais densamente povoadas são justamente Taimir, Iacútia, Kolyma, Chukotka na Rússia e o norte da África. A singularidade do mapa de Fra Mauro reside na representação do ambiente geográfico antes da catástrofe que causou a inversão dos polos geográficos.
Além disso, o antigo Polo Norte deslocou-se da Groenlândia para sua posição atual, e é precisamente em direção a esse polo antediluviano (como observam muitos pesquisadores independentes) que muitas estruturas da antiga civilização védica unificada, bem como o traçado dos bairros históricos de muitas cidades antigas, estão orientadas. Por exemplo, essa é a orientação das ruas e edifícios nas partes históricas de São Petersburgo, Kronstadt, Peterhof e até mesmo Yegoryevsk, perto de Moscou.
Tudo isso indica que essas cidades foram originalmente construídas muito antes do que se acreditava. Naturalmente, surge uma pergunta lógica: por que o litoral da Sibéria Oriental e do Extremo Oriente mudou tão drasticamente após essa catástrofe? Porque ali ocorreu o epicentro do impacto devastador desse megatsunami, que varreu inúmeras cidades antigas na Sibéria e no Extremo Oriente e sepultou seus vestígios sob uma camada de vários metros de rocha sedimentar.
É ali, sob essa camada (que em alguns lugares chega a 100 metros), que jazem essas cidades e seus habitantes, que a ciência oficial não conseguiu localizar. A dificuldade em encontrá-las é ainda maior devido à camada do chamado “permafrost” formada pelo dilúvio e o resfriamento abrupto. O mecanismo de sua formação foi descrito de forma mais lógica e plausível por Oleg Pavlyuchenko, um pesquisador independente dos mistérios do passado.
Mas estamos interessados na catástrofe que transformou a Sibéria e o Extremo Oriente em uma terra “selvagem e pouco povoada”. A “inundação local da Tartária” confirma que seu epicentro foi precisamente na Sibéria, onde a Tartária, representada em mapas medievais, estava localizada. O megatsunami destruiu todas as principais cidades da Sibéria e seus habitantes, no entanto, parece que um pequeno número deles sobreviveu na periferia, e a Europa Ocidental, devido à sua distância do epicentro do desastre, sofreu menos.
Muitas construções de pedra branca da antiga Rússia foram soterradas a uma profundidade de 7 metros ou mais, e seus habitantes sobreviventes começaram a construir casas de madeira devido à grande quantidade de “madeira submersa” deixada pela Inundação e à necessidade de reconstruir rapidamente suas casas num clima mais rigoroso e frio.
Os geógrafos europeus só começaram a reexaminar os desertos do Norte da África a partir de 1873, onde vemos novamente evidências indiretas de uma segunda catástrofe global no século XIX, que alguns pesquisadores alternativos datam de aproximadamente 1842 a 1852. O Dilúvio que destruiu a civilização antiga ocorreu entre 1492 e 1502 e foi acompanhado por uma série de poderosas catástrofes. E isso, precisamente, explica a inundação de lama que soterrou as cidades de Roma e Óstia.
— Stylo Urbano (@stylourbano9) April 23, 2026
Assim, por volta de 1550, as poucas pessoas que sobreviveram ao dilúvio haviam se recuperado das consequências da catástrofe, mas, ao fazê-lo, perderam muito do conhecimento da civilização antiga. Portanto, por um lado, viam estranhos obeliscos, estupas e outros dispositivos nas partes centrais dessas estruturas, mas seu verdadeiro propósito já havia se perdido. No entanto, é importante lembrar que essa era uma versão da história pós-dilúvio, uma nova versão que agora nos é apresentada como a “oficial”. Considerando que o Vaticano ainda possui o maior acervo subterrâneo de artefatos e livros anteriores ao desastre.
E quando as águas recuaram, revelando as ruínas de cidades siberianas que estavam submersas em rios ou lagos formados pelo dilúvio, elas começaram a ser restauradas e ganharam novos nomes. Foi assim que nasceram os mitos dos falsificadores sobre a suposta “reconstrução do zero” dessas cidades de pedra muito antigas da Tartária. E nos convencemos de que os falsificadores sempre se apropriam de todas as conquistas de uma civilização anterior.
Um exemplo disso é a cidade de São Petersburgo, a segunda maior cidade da Rússia. Segundo a lenda, São Petersburgo foi construída do zero em uma região pantanosa às margens do rio Neva, próximo ao Mar Báltico. Fundada em 27 de maio de 1703 pelo Czar Pedro, o Grande, a cidade foi planejada para ser a “janela para a Europa”, modernizando a Rússia, garantindo acesso marítimo estratégico e servindo como nova capital imperial.
São Petersburgo foi construída pouco tempo depois que o falso Pedro retornou de sua missão diplomática da Europa Ocidental. Por que o czar escolheu construir a nova capital russa numa área pantanosa de difícil acesso? O verdadeiro motivo, que não está nos livros de história, é que no mesmo local estava uma antiga e importante cidade de pedra branca da Tartária que foi inundada e ressurgiu após as águas diminuírem. O pântano foi drenado e depois escavado para que os grandes edifícios dessa antiga cidade fossem restaurados.
É absolutamente impossível explicar o surgimento da grandiosa Catedral de Santo Isaac e de uma série de outras construções imponentes que exigiam materiais que não estavam disponíveis a milhares de quilômetros de distância na área. Por isso Pedro conseguiu construir São Petersburgo tão rápido, ele apenas reformou e adaptou vários dos edifícios da antiga cidade. A Catedral de Santo Isaac e outros edifícios reformados em São Petersburgo estão posicionados na direção do antigo polo Norte magnético que ficava na Groelândia, antes do dilúvio.
Os colonizadores europeus construíram novas edificações sobre as antigas construções dos povos conquistados (como astecas, incas e maias nas Américas) por razões estratégicas, simbólicas, práticas e econômicas. Essa prática, conhecida como “palimpsesto colonial”, onde uma nova história é escrita sobre a antiga, servia para consolidar o domínio europeu sobre os povos conquistados. E esse foi o motivo de Pedro ter mandado construir a nova capital russa num pântano.
O falso czar Pedro afirmou a vitória suprema da “Nova Ordem Mundial” da Santa Roma sobre a “Velha Ordem Mundial” da Grande Tartária. Ele substituiu a imagem de São Jorge matando um dragão pela imagem de um cavaleiro do Sacro Império Romano-Germânico matando o grifo, o símbolo heráldico oficial da Tartária.
Vista aérea da Fortaleza de Pedro e Paulo – São Petersburgo.

Que força alienígena hostil à humanidade causou a destruição da Grande Tartária?
Muito provavelmente, a “inundação local da Tartária” foi provocada artificialmente por uma força alienígena hostil à humanidade, e o Vaticano e a City de Londres estão ocultando esse fato porque servem a essa mesma força maligna hostil. E o mesmo fazem todos os charlatões contratados que defendem as fantasias da “história oficial”. Mas nenhum deles é capaz de impedir que a verdade sobre o nosso verdadeiro passado seja revelada.
A Cabala Illuminati (Vaticano/Jesuítas/Maçonaria), cujos centros de poder são o Vaticano e a City de Londres, são controlados por seres não humanos, como os Kingu, mamíferos humanoides inteligentes de aparência reptiliana, que foram criados há milhares de anos pelos Reptilianos da Atlântida, antes do grande dilúvio, e que vivem escondidos em cavernas profundas na Terra.
Os Kingu tem a habilidade de se projetar astralmente para assumir o controle de corpos humanos na superfície que são compatíveis com sua baixa frequência vibracional. Se disfarçando de humanos, os malígnos Kingu vem manipulando e escravizando a humanidade há 3.000 anos. Mas os Kingu, e seus fantoches humanos Illuminati, são servos de outras raças alienígenas, os Reptilianos e Greys de Órion.

Provavelmente o cataclismo que aconteceu no hemisfério norte entre 1492 e 1502 foi causado pelos Reptilianos e Greys de Órion para causar uma reinicialização da humanidade, que atendia aos interesses dos Kingu e seus fantoches humanos no Vaticano e City de Londres. Eles podem ter causado esse desastre de duas maneiras:
- Usando o raio trator de uma nave espacial, eles capturaram uma grande rocha no cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter e a trouxeram para a órbita da Terra e depois a lançaram diretamente no Oceano Ártico, causando um megatsunami. Essa seria uma forma de ocultar o ataque como sendo um evento “natural”, no caso de outras raças estelares fossem averiguar o que aconteceu.
- Em vez de usar asteroides como arma, na órbita da Terra eles usaram os canhões de sua nave para lançar um raio de energia dirigida num local determinado no Oceano Ártico, cuja forte explosão causou o megatsunami. Mas o uso dessa arma de energia pode ser detectada posteriormente pelas raças estelares avançadas que são membros da Federação Galáctica.
Os Reptilianos e Greys de Órion conseguiram fazer isso pois o planeta Terra esteve praticamente sozinho por vários séculos sem ser vigiado de perto pelas raças da Federação Galáctica. Eles causaram vários desastres contra a população humana em diferentes épocas no passado. As raças da Federação só começaram a manter uma presença constante na órbita da Terra a partir de 1954, quando o governo americano começou com seus testes com bombas nucleares.
A Grande Tartária, que foi criada com a ajuda de alguma raça estelar positiva, era um grande impedimento a redefinição social e geopolítica que os Kingu, e as elites satânicas do Sacro Império Romano-Germânico, queriam realizar para escravizar todo o planeta. E para que seus planos dessem certo, a “Velha Ordem Mundial” da Tartária foi destruída para dar espaço a “Nova Ordem Mundial” da Santa Roma.
Os alienígenas Etorthan usam a Cabala Illuminati para escravizar a população!
Os donos invisíveis da Terra: a chocante verdade de Salvador Freixedo sobre o controle alienígena.
A civilização humana está sendo controlada por seres não humanos?
Por que as sociedades secretas ocultaram a verdadeira história da humanidade?






































