A Primeira Guerra Mundial foi o conflito ocorrido entre 1914 e 1918. A guerra deixou aproximadamente 20 milhões de mortos, entre militares e civis. De um lado do conflito lutaram as Potências Centrais, da qual faziam parte o Império Alemão, a Áustria-Hungria, o Império Turco-Otomano e a Bulgária; do outro lutaram os países da Entente, formada por França, Inglaterra, Rússia, Itália, entre diversos outros países. Em 1917, após uma revolução socialista, a Rússia saiu do conflito e, no mesmo ano, os Estados Unidos entraram na guerra do lado da Entente.
A guerra foi a primeira a utilizar em grande escala novas tecnologias bélicas, como metralhadoras, lança-chamas, aviões, artilharia de longo alcance e outras que deixaram um número de mortos até então nunca visto na história humana. A guerra terminou em 1918, com a derrota das Potências Centrais. O Brasil foi o único país sul-americano a participar ativamente.
Países participantes da Primeira Guerra Mundial
Os países que lutaram na Primeira Guerra Mundial estavam divididos em dois blocos. Faziam parte das Potências Centrais:
- Império Alemão;
- Império Austro-Húngaro;
- Império Turco-Otomano;
- Bulgária.
Do outro lado do conflito tivemos os países da Entente, aliança formada inicialmente pela:
- França;
- Reino Unido;
- Rússia.
Durante o conflito diversos países aderiram à Entente, entre eles a Itália, China, Estados Unidos, Brasil e diversos outros. Vale lembrar que os grandes impérios recrutaram a população de suas colônias para que participassem, dessa forma boa parte dos atuais países africanos e asiáticos também participou da guerra.
Em verde, os países da Entente; laranja, Potências Centrais; cinza, países neutros.

As guerras são projetadas para engenharia social, lucro para as elites financeiras, sacrifícios humanos para Lúcifer, trauma para a humanidade e órfãos para as redes pedófilas. As guerras são planejadas e financiadas por ambos os lados pelo culto satânico global. Chefes de Estado são atores que desempenham seus papéis roteirizados pela Maçonaria. Não há nada de orgânico nas guerras, e todos os países estão envolvidos no jogo, fazendo a sua parte roteirizada pelo clã bancário Rothschild.
As guerras não são orgânicas e não têm nada a ver com um país intimidando outro, e não são decididas por presidentes ou militares. Eles são roteirizados por banqueiros da City de Londres. A política é e sempre foi teatro para nos manter na ilusão de que vivemos numa “democracia” e temos escolha sobre quem nos lidera. Os verdadeiros líderes estão atrás do palco, os marionetistas puxando os cordões. Não há vencedores na guerra, exceto o culto satânico global.
Vivemos em uma Matrix onde a própria realidade é roteirizada. O clima é decidido por eles, a escassez é criada por eles, as pessoas são envenenadas e tem a mente controlada, os recursos estão sob seu controle, a educação e a mídia são suas ferramentas de engenharia social. Como os arquivos de Epstein deixaram claro, nosso mundo é governado por uma classe de predadores pedófilos satânicos e psicopatas. Por que continuaríamos a obedecer às suas maquinações malignas? Por que qualquer ser humano comum está lutando suas guerras, pulverizando seus rastros químicos, injetando venenos nas pessoas, preparando crianças para suas perversões e espalhando suas mentiras na mídia?
Podemos abrir os olhos para o estado de vigilância transumano da IA que se aproxima de nós? À destruição dos nossos países e culturas? Ao roubo flagrante de nossa renda, recursos e liberdade? Somos governados pelo consentimento e pela conformidade. É hora de se levantar e não dizer mais nada. Façamos deste o fim dos tempos para o culto satânico globalista e um novo começo para a humanidade.

As grande maioria das pessoas que passam anos na escola e universidade nunca serão ensinados como realmente funciona o mundo. Você é propriedade de seu governo corporativo. Todas as pessoas num país são ativos de seus governos. Se você compra um veículo ou imóvel, o governo te obriga a pagar IPVA e IPTU. Você está pagando aluguel ao governo pelo privilégio de ter um carro ou imóvel. Você não é dono de dana, nem de seu corpo sabia disso? Os brasileiros trabalham 8 horas por dia, 5 dias por semana, e eles tem que trabalhar 149 dias — quase cinco meses — apenas para pagar impostos federais, estaduais e municipais.
Você é um escravo do governo. E o que recebe em troca? Desprezo e humilhação dos tais “representantes do povo”. O governo é uma completa fraude, mas a maioria das pessoas não percebe o vasto esquema. Os escravos “educados” não se consideram escravos pois acreditam na farsa maçônica do voto da democracia liberal. Eles são ensinados a conduzir suas vidas em um status de submissão ao governo, que é controlado nos bastidores pela Maçonaria. Por que o governo nos obriga a pagar tantos impostos? Por que os falsos “representantes do povo” tratam a população com tanto desprezo? Parte dos nossos impostos está sendo enviado para o Banco da Inglaterra e o Banco do Vaticano?
A Liga das Nações foi uma organização intergovernamental criada na conferência de paz de Paris que encerrou a Primeira Guerra Mundial. O desenvolvimento de organizações internacionais devido a conflitos é uma forma de trapaça. A Organização das Nações Unidas (ONU) foi criada em 24 de outubro de 1945, logo após o término da Segunda Guerra Mundial. As Nações Unidas são um culto luciferiano controlado pelo Vaticano e City de Londres através de seus agentes Rockefeller e Rothschild.
Sempre que há um conflito global, algo é criado a partir desse conflito, para dar a ilusão de que o que quer que seja criado a partir desse conflito é uma solução direta para esse conflito. Esse é o sistema Problema-Reação-Solução. Você já pensou que aqueles que criaram o conflito estão fazendo isso para propor a solução? Que golpe seria, não é?
O “Barão Ladrão” Amschel Rothschild é conhecido pela citação: “O melhor momento para ganhar dinheiro é quando o sangue corre nas ruas”. Ele quis dizer que a guerra é uma ótima maneira de lucrar no mercado, emprestando dinheiro para ambos os lados que lutarão entre si, cujas dívidas serão pagas pela população através de mais impostos. Essa é a família bancária que patrocinou duas guerras mundiais, matando milhões de pessoas, para ter o pretexto para a fundação da ONU e do Estado Sionista de Israel.

A Primeira Guerra Mundial começou logo depois que John Davison Rockefeller fez seu fantoche, o presidente Woodrow Wilson, assinar o Federal Reserve Act, que criou o Federal Reserve Bank (FED) em 1913, que era de propriedade privada dos Rockefeller e outros banqueiros europeus que eram agentes dos Rothschild, City de Londres e Vaticano.
A Primeira Guerra Mundial causou a morte de 16 a 40 milhões de pessoas, incluindo militares e civis, e a Segunda Guerra Mundial causou a morte de 70 a 85 milhões de pessoas, incluindo militares e civis. Essas duas guerra foram orquestradas pelos jesuítas/Vaticano e financiadas pelos Rockefeller e Rothschild.
O Império Britânico governa as nações ocidentais por meio de acordos firmados entre si. A democracia liberal, a Maçonaria e a Ordem dos Advogados foram criados por aristocratas britânicos para se infiltrar e controlar as nações do mundo. E seu centro de comando é a City de Londres.
As famílias bancárias que controlam o FED

Declarações de falência de 1933 e o escravo da dívida: o que você precisa saber.
Fonte: thebridgelifeinthemix
Em 1933, todas as nações envolvidas na Primeira Guerra Mundial declararam falência, mas entraram em processo de administração judicial. Isso incluía os Estados Unidos da América, que entraram na Primeira Guerra Mundial como retaliação ao governo britânico, por parte do movimento sionista.
Foi nesse ponto que ocorreu uma mudança que levou à incorporação de governos e conselhos, da entidade original ou de jure que o representava, para uma entidade de fato que não o representava. Isso aconteceu em todas as nações que ainda não operavam nessa posição. Os estados dentro dos Estados Unidos caíram nessa armadilha bancária em 1933, com o Federal Reserve chamando-a de New Deal. A partir dessa mudança, os bebês passaram a receber certidões de nascimento e números de segurança social, e os nomes passaram a ser apresentados em letras maiúsculas.
Isso simbolizou a mudança da jurisdição dos tribunais para a jurisdição do Direito Marítimo como padrão. A educação seguiria essa linha após o envolvimento das ONGs. (Consulte Norman Dodd). Com essa medida, o Banco Central estimaria o imposto a ser gerado e pago por cada novo ATIVO (seu investimento) ao longo de sua vida útil e emitiria títulos no valor correspondente.
O número em sua certidão de nascimento é o título sobre seus ganhos futuros, que é negociado na Bolsa de Valores e usado como garantia para obter crédito em um formato que entendemos como moeda fiduciária, o dinheiro criado do nada e sem lastro, que hoje se resume basicamente a números em uma tela. No uso da moeda fiduciária, o negócio agora envolve usura e taxas; o governo corporativo então se apropria de você como um título/nota promissória para obter crédito, e então socializa a dívida e as taxas para o contribuinte legal.
Você é um ativo do British Accredited Registry, ou BAR. (Incorporated Crown) [1]. Assim, quando você entra em um tribunal, você não entrou no tribunal, você foi forçado a entrar em um tribunal marítimo, você foi sequestrado e está sob as ordens de uma embarcação (navio) de outra pessoa. Na jurisdição marítima, “Sua Pessoa” é acusada, o que significa que você já é considerado culpado e, como réu, deve provar sua inocência. Você está sob o Código Napoleônico, considerado culpado até que se prove o contrário, uma inversão do Direito Inglês (Bíblico), que se baseia no princípio de que um homem é inocente até que se prove o contrário. (Você não está qualificado para atuar como réu a menos que consinta/celebre um contrato).
No Tribunal Marítimo, você é tratado como uma embarcação da Marinha, você não tem direitos. Todo o dinheiro arrecadado globalmente por meio de impostos é enviado ao sistema bancário central e, em seguida, para a City de Londres. O Banco da Inglaterra fica com 40%, e os 60% restantes vão para o Banco do Vaticano, que sempre esteve nas mãos da Casa de Médici, passou para a Casa Fugger e, posteriormente, para os Rothschild e o Banco de Compensações Internacionais.
Lei bancária de emergência, 9 de março de 1933
A transcrição a seguir explica muito bem como o império corporativo escravizou os Estados Unidos sob protocolos de falência corporativa. O mesmo ocorreu na Europa, no Japão e em outros lugares, à medida que as nações devastadas pela Primeira Guerra Mundial recorriam ao fundo fiduciário privado, o Banco de Compensações Internacionais ( BIS ), em busca de crédito para reconstruir suas nações e economias. Essa cisão na economia e nas finanças naturais garantiu o sustento de todas as nações por meio dos Bancos Centrais já estabelecidos, com as populações dessas nações escravizadas pelo fundo fiduciário corporativo formado no momento do registro de sua carne e sangue.
O Deputado James Traficant Jr. (Ohio), Presidente da Câmara, discursando perante a Câmara:
“Senhor Presidente, estamos aqui agora no Capítulo 11. Os membros do Congresso são os administradores judiciais oficiais, presidindo a maior reorganização de uma entidade falida na história mundial: o Governo dos EUA. Esperamos estar estabelecendo um plano para o nosso futuro.”
Há quem diga que é o relatório do legista que levará à nossa ruína.
É um fato comprovado que o Governo Federal dos Estados Unidos foi dissolvido pela Lei Bancária de Emergência de 9 de março de 1933, 48 Stat. 1, Lei Pública 89-719; declarada pelo Presidente Roosevelt, estando falido e insolvente. A Resolução Conjunta nº 192 da 73ª legislatura do Congresso, em sessão de 5 de junho de 1933, para suspender o padrão-ouro e revogar a cláusula-ouro, dissolveu a autoridade soberana dos Estados Unidos e as funções oficiais de todos os órgãos, funcionários e departamentos do governo dos Estados Unidos, sendo mais uma prova de que o Governo Federal dos Estados Unidos existe hoje apenas de nome.

Os administradores da falência dos Estados Unidos são os banqueiros internacionais, por meio das Nações Unidas, do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional. Todos os escritórios, funcionários e departamentos dos Estados Unidos agora operam de fato, apenas nominalmente, sob poderes de emergência de guerra. Com a dissolução da forma republicana constitucional de governo, os administradores da falência adotaram uma nova forma de governo para os Estados Unidos.
Essa nova forma de governo é conhecida como “Democracia”, sendo uma ordem socialista/comunista estabelecida sob um novo governador para os Estados Unidos. Essa lei foi instituída e estabelecida transferindo e/ou atribuindo o cargo de Secretário do Tesouro ao de Governador do Fundo Monetário Internacional. A Lei Pública 94-564, página 8, Seção HR 13955, diz em parte: O Secretário do Tesouro dos EUA não recebe remuneração por representar os Estados Unidos?
O ouro e a prata eram moedas tão poderosas durante a fundação dos Estados Unidos da América que os pais fundadores declararam que somente moedas de ouro ou prata poderiam ser usadas como moeda nos Estados Unidos.
Como as moedas de ouro e prata eram pesadas e inconvenientes para muitas transações, elas eram armazenadas em bancos e um cheque de resgate era emitido como substituto do dinheiro. As pessoas trocavam seus cupons por dinheiro, ou moeda corrente. Moeda corrente não é dinheiro, mas um substituto do dinheiro. Moeda resgatável deve prometer pagar o equivalente a um dólar em ouro ou prata. As Notas do Federal Reserve (FRNs) não fazem tais promessas e não são dinheiro. Uma Nota do Federal Reserve é uma obrigação de dívida do governo federal dos Estados Unidos, não dinheiro.
O momento em que pararam de imprimir “Nota dos Estados Unidos” e a substituíram pela “Nota do Federal Reserve” foi o momento em que a América mudou para a pior, ao tornar os americanos, e o mundo todo, escravos dos banqueiros da City de Londres.

O governo federal dos Estados Unidos e o Congresso americano não foram, e nunca foram, autorizados pela Constituição a emitir qualquer tipo de moeda, exceto dinheiro legal – moedas de ouro e prata. É essencial que entendamos a diferença entre dinheiro real e substitutos de papel-moeda. Ninguém enriquece acumulando substitutos de dinheiro; pelo contrário, só se endivida cada vez mais. Agora você entende por que se sente sem dinheiro?
As Notas do Federal Reserve (FRNs, na sigla em inglês) são cheques não assinados emitidos contra uma conta encerrada. As FRNs são um sistema de papel-moeda inflável, projetado para criar dívida por meio da inflação (desvalorização da moeda). Sempre que há um aumento na oferta de um substituto monetário na economia, sem um aumento correspondente no lastro em ouro e prata, ocorre inflação. A inflação é uma forma invisível de tributação que governos irresponsáveis impõem a seus cidadãos. O Banco do Federal Reserve, que controla a oferta e a circulação das FRNs, engana a todos.
Ele tem acesso a uma oferta ilimitada de FRNs, pagando apenas pelos custos de impressão do que precisa. As FRNs nada mais são do que notas promissórias de títulos do Tesouro dos EUA (T-Bills), uma promessa de pagamento da dívida ao Banco do Federal Reserve. Existe uma diferença fundamental entre pagar e liquidar uma dívida. Para pagar uma dívida, é preciso usar algo de valor ou substância (ou seja, ouro, prata, troca ou uma mercadoria). Com as FRNs (Notas Regionais Federais), você só pode liquidar uma dívida.
Não é possível pagar uma dívida com uma moeda lastreada em dívida. Não se pode pagar uma dívida com uma moeda que não tenha lastro em valor ou substância. No direito consuetudinário, nenhum contrato é válido a menos que envolva uma troca de contraprestação válida e valiosa. A dívida impagável transfere poder e controle para a estrutura de poder soberana que não tem interesse em dinheiro, lei, equidade ou justiça, pois já possui riqueza em excesso. Sua sede é por poder e controle.
Desde a criação do sistema bancário central, os bancos têm controlado o destino das nações. O Sistema do Federal Reserve baseia-se no Direito Canônico e nos princípios de soberania protegidos pela Constituição e pela Declaração de Direitos. De fato, os banqueiros internacionais utilizaram um Fundo Fiduciário de Direito Canônico como modelo, adicionando ações e denominando-o Fundo Fiduciário de Ações Conjuntas. O Congresso dos EUA aprovou uma lei em 1873 que tornava ilegal a duplicação de um Fundo Fiduciário de Ações Conjuntas por qualquer pessoa jurídica.
A Lei do Federal Reserve foi promulgada retroativamente (em 1870), embora leis retroativas sejam estritamente proibidas pela Constituição. O Sistema do Federal Reserve é uma estrutura de poder soberana, separada e distinta do governo federal dos Estados Unidos. O Federal Reserve é uma instituição financeira marítima e/ou seguradora marítima dos Estados Unidos, operando exclusivamente sob a lei marítima. O credor ou a seguradora assume os riscos, e a lei marítima que exige o cumprimento específico no pagamento de juros ou prêmios é a mesma. Os ativos do devedor também podem ser hipotecados (dar algo como garantia sem tomar posse do mesmo) como garantia pelo credor ou pela seguradora.
A Lei do Federal Reserve estipulava que os juros da dívida deveriam ser pagos em ouro. Não havia nenhuma estipulação na Lei do Federal Reserve sobre o pagamento do principal. Antes de 1913, a maioria dos americanos possuía títulos de propriedade claros e irrestritos, livres e desembaraçados de quaisquer ônus ou hipotecas, até que a Lei do Federal Reserve (1913) hipotecou todas as propriedades dentro dos Estados Unidos federais ao Conselho de Governadores da Reserva Federal, no qual os administradores (acionistas) detinham o título legal. O cidadão americano (inquilino, franqueado) era registrado como beneficiário do fundo fiduciário por meio de sua certidão de nascimento.
Em 1933, o governo federal dos Estados Unidos hipotecou todos os bens, ativos e trabalho presentes e futuros de seus súditos, os cidadãos americanos, conforme a 14ª Emenda, ao Sistema do Federal Reserve. Em contrapartida, o Sistema do Federal Reserve concordou em fornecer ao governo federal dos Estados Unidos todo o crédito necessário. Como qualquer outro devedor, o governo federal dos Estados Unidos teve que oferecer garantias e segurança aos seus credores como condição para o empréstimo.
Como os Estados Unidos federais não possuíam ativos, eles cederam a propriedade privada de seus escravos econômicos, os cidadãos americanos, como garantia para a dívida federal impagável. Eles também ofereceram como garantia os territórios federais não incorporados, parques nacionais, florestas, certidões de nascimento e organizações sem fins lucrativos, como garantia da dívida federal. Tudo já foi transferido como pagamento aos banqueiros internacionais.
Sem perceber, os Estados Unidos retornaram às suas raízes feudais pré-Revolução Americana, onde toda a terra pertence a um soberano e o povo comum não tem direito à propriedade alodial. Mais uma vez, nós, o povo, somos os arrendatários e meeiros que alugam suas próprias terras de um soberano disfarçado de Banco Central. Nós, o povo, trocamos um senhor por outro. Isso vem acontecendo há mais de oitenta anos sem o conhecimento do povo americano, sem que uma voz proteste com força suficiente.
Agora é fácil entender por que os Estados Unidos estão fundamentalmente falidos. Por que mais pessoas não possuem suas propriedades integralmente? Por que 90% dos americanos estão endividados até o pescoço e têm poucos ou nenhum patrimônio depois de todas as dívidas e obrigações serem pagas? Por que parece que você está trabalhando cada vez mais e recebendo cada vez menos?
Estamos colhendo o que plantamos, e o resultado dessa colheita é uma falência dolorosa e a execução de hipotecas sobre propriedades americanas, liberdades preciosas e um modo de vida. Poucos de nossos representantes eleitos em Washington, D.C., ousaram dizer a verdade. Os Estados Unidos federais estão falidos. Nossos filhos herdarão essa dívida impagável e a tirania para obrigá-los a pagá-la.
Os Estados Unidos faliram completamente em liderança mundial, crédito financeiro e em sua reputação de coragem, visão e direitos humanos. Esta é uma guerra econômica não declarada, falência e escravidão econômica da mais corrupta ordem! Acorde, América! Recupere seu país.
Do Registro do Congresso dos Estados Unidos, 17 de março de 1993: Vol. 33, página H-1303
Observação
[1] História do Templo da Coroa.
A Temple Church (Igreja do Templo) foi construída pelos Cavaleiros Templários em duas partes: a Redonda e o Coro. A Igreja Redonda foi consagrada em 1185 e modelada segundo a Igreja circular do Santo Sepulcro em Jerusalém. O líder deste exército é o Rei de Jerusalém, é o reino da Cabala e da inversão, aperfeiçoada através da filosofia de Shabbatai Tzvi séculos depois. O coro foi construído em 1240.
A Igreja do Templo serve tanto o Templo Interior quanto o Templo do Meio e está localizada entre a Fleet Street e o Victoria Embankment, às margens do Rio Tâmisa. Seus terrenos também abrigam os Escritórios da Coroa, na Crown Office Row. Esta “Igreja” do Templo está fora de qualquer jurisdição canônica. O Mestre do Templo é nomeado e assume o cargo por meio de uma patente selada (não pública), sem posse ou instituição.
Todos os advogados licenciados devem lealdade e prestam juramento solene ao Templo da Coroa, tenham consciência disso ou não. Isso se deve simplesmente ao fato de que todas as associações de advogados do mundo são signatárias e franqueadas da associação internacional de advogados localizada nos Inns of Court do Templo da Coroa, que fica fisicamente situado em Chancery Lane. Embora neguem veementemente, todas as associações de advogados nos EUA, como a American Bar Association, a Florida Bar ou a California Bar Association, são franqueadas dessa Coroa.

Os Inns of Court
As instituições mais antigas do Reino Unido para formação jurídica são as Inns of Court na City de Londres, que oferecem educação e treinamento jurídico para advogados desde o século XIV. As quatro Inns of Court, até o Crown Temple, utilizam o sistema bancário e judicial da City de Londres, que é um “território” soberano e independente, não fazendo parte da Grã-Bretanha. Washington, como era conhecida no século XIX e hoje é chamada de D.C., também não faz parte dos estados norte-americanos, nem é um estado.
Seu papel é fraudar, coagir e manipular o povo americano. Esses banqueiros e advogados da Fleet Street cometem crimes na América sob o disfarce e a aparência da lei. Eles são conhecidos coletivamente como a “Coroa”. Seus advogados são, na verdade, advogados da Ordem dos Templários, não advogados. A primeira associação de advogados se originou na City de Londres que é controlada há séculos pelo Vaticano.
A Grã-Bretanha se considera “a principal potência branda do mundo”. Para expandir o seu domínio pelo mundo, os britânicos aceitaram estudantes estrangeiros nas escolas e universidades do Reino Unido, um esforço que é considerado uma prioridade de segurança nacional. Os estrangeiros que foram estudar direito nas Inns of Court retornaram aos seus países e fundaram associações de advogados.
Ao longo do tempo, milhões de estrangeiros recebem educação britânica e vários líderes mundiais estudaram no Reino Unido. Após a formatura, esses ex-alunos são observados de perto pelo governo britânico com o propósito de formar uma rede de pessoas em posições de influência em todo o mundo que possam promover os objetivos da política externa britânica, e a advocacia foi o meio perfeito para os britânicos se infiltrarem no sistema de justiça de outros países, e corrompê-los por dentro. O judiciário é 100% controlado pela Maçonaria, que é controlada pela Coroa ou o Templo da Coroa.

A falecida Rainha da Inglaterra não é a “Coroa”, como todos fomos levados a acreditar. Na verdade, são os banqueiros e advogados que constituem a verdadeira Coroa ou o Templo da Coroa. Os monarcas aristocratas da Inglaterra não são soberanos desde o reinado do Rei João, por volta de 1215. Toda a soberania real da antiga Coroa Britânica, desde então, passou para o Templo da Coroa na Chancelaria. O motivo pelo qual essa farsa funciona é que a realidade da situação nunca chegou ao conhecimento do público em geral.
O Crime Perfeito: o sistema jurídico de quase-trust
Um “quase” é uma cópia da coisa real, uma falsificação, também “de fato”, como em governo de fato. O CRIME de Apropriação Indevida: conversor o Credor em Devedor e o administrador em Credor, fazendo com que todo o lucro vá para a Ordem dos Advogados da Coroa e, em instância, para o sistema bancário privado.
As pessoas que prestaram juramento à Ordem dos Advogados, ocupando o cargo de Administrador, como Juiz, Magistrado ou quem prestou juramento perante a Ordem, jamais poderão devolver ao cargo de Devedor ou Credor. A Ordem Maçônica. Execução bem-sucedida da FRAUDE PERFEITA que desvia a energia e a riqueza do público da carga de Credor para a carga de Administrador por meio de um falso quase-trust enganoso, orquestrado por uma empresa privada que se faz passar pelo governo.
Estratégia para as Três Guerras Mundiais
O Administrador deve matar o Devedor antes que este perceba que, na verdade, era o Credor o tempo todo, e é por isso que a Guerra foi inventada: para enganar os Credores e levá-los a se matarem uns aos outros, de modo que o Administrador nunca precisa liquidar as dívidas, pois os verdadeiros Credores se mataram sem deixar testamento. Albert Pike e Giuseppe Mazzini eram os líderes da Maçonaria nos Estados Unidos e na Europa, respectivamente. Como tal, frequentemente trocavam correspondências para coordenar a agenda estabelecida pelo Priorado de Sião.
A guerra permite que a elite, por meio de qualquer meio que uma nação possua para a administração do sistema interno, expanda a regulamentação, regulamentação essa sobre a qual alegam ter autoridade. A expansão da regulamentação equivale a maior controle sobre as comunidades; no Ocidente, isso foi alcançado por meio de governos “democráticos”. Os governos são o meio pelo qual as sociedades secretas desmantelaram a infraestrutura e dilapidaram a riqueza das nações.

Devemos considerar que aqueles cujas mãos escrevem a história das nações podem muito bem estar apontando o dedo para quaisquer personagens que se encaixem no roteiro atual, quando se trata de apontar os arquitetos de um plano tão nefasto de Revolução Mundial. A essência do plano, no entanto, pode ser vista como o “Ato” se desenrolando ao longo do século XX. Uma questão a ser ponderada diz respeito à menção de uma terceira guerra: trata-se de uma guerra futura ou foram as guerras silenciosas travadas por todos os lados sob o pretexto da Guerra Fria “nuclear”?
Em uma carta datada de 15 de agosto de 1871, de Pike para Mazzini, consta que Pike apresentou o plano de consolidar o mundo sob a direção de Lúcifer, que seria alcançado por meio de três guerras mundiais:
“A Primeira Guerra Mundial deve ser desencadeada para permitir que os Illuminati derrubem o poder dos Czares na Rússia e transformem aquele país em uma fortaleza do comunismo ateu. As divergências causadas pelos agentes dos Illuminati entre os impérios britânico e germânico serão usadas para fomentar essa guerra. Ao final desta guerra, o comunismo será construído e usado para destruir os outros governos e enfraquecer as religiões.”
“A Segunda Guerra Mundial deve ser fomentada aproveitando-se da diferença entre os fascistas e os sionistas políticos. Essa guerra deve ser desencadeada para que o nazismo seja destruído e o sionismo político se fortaleça o suficiente para instituir um Estado soberano de Israel na Palestina. Durante a Segunda Guerra Mundial, o comunismo internacional deve se fortalecer o suficiente para equilibrar a cristandade, que então seria contida e mantida sob controle até o momento em que precisaríamos dela para o cataclismo social final.”
“A Terceira Guerra Mundial deve ser fomentada aproveitando as diferenças causadas pelos agentes dos Illuminati entre os sionistas políticos e os líderes do mundo islâmico. Esta guerra deve ser conduzida de tal forma que a Islã e o sionismo político se destruam mutuamente. Enquanto isso, como outras nações, mais uma vez divididas sobre esta questão, serão obrigadas a lutar até a completa exaustão física, moral, espiritual e econômica.”
“Libertaremos os niilistas e os ateus, e provocaremos um formidável cataclismo social que, em todo o seu horror, mostrará claramente às nações os efeitos do ateísmo absoluto, origem da selvageria e de seus mais sangrentos conflitos. A multidão, desiludida com o cristianismo, receberá a verdadeira luz através da manifestação universal (sistema jesuíta do Vaticano II) da doutrina pura de Lúcifer, finalmente revelada ao público. (Externalização da Hierarquia, Blavatsky) Isso se seguirá à destruição do cristianismo e do ateísmo, ambos conquistados e exterminados simultaneamente.”
Após a terceira e última guerra mundial, os Illuminati planejam criar a maior catástrofe social de todos os tempos, deixando uma cristandade à mercê do movimento maçônico e, portanto, jesuíta/Illuminati, que foi apoiado pelo Papa Francisco, para que este absorva o restante da população por meio de contratos legais. A ideia é separar crianças de seus pais para escravizá-las e, pior ainda, para redes alimentares de pedofilia, após receberem três doações de bancos de alimentos. Mas os militares patriotas dos EUA e Donald Trump destruíram seus planos.
A partir do uso de uma certidão de nascimento
O Livro de Registro de JOHN PAUL e o Livro de Registro de SMITH estão ambos na lápide. JOHN PAUL nasceu com data de registro, e o Livro de Registro de SMITH nasceu com data de nascimento; é por isso que ambos aparecem, para simbolizar o fim do Fundo Fiduciário. A data de nascimento identifica que você tem o Livro de Registro de Devedor (Sobrenome) e nunca retornou à Árvore da Vida.
A Degradação da Linguagem
Segundo Rudolf Steiner, é característico da cultura atual do cientificismo ahrimânico e do imperialismo econômico anglo-americano que a linguagem tenha perdido seu significado espiritual instintivo; ou seja, perdeu-se a conexão entre a palavra literal e o impulso espiritual que constitui o significado. Sem conteúdo espiritual real, a linguagem consiste apenas em “frases vazias”, como governo pela vontade do povo, mundo livre, liberdade individual e assim por diante.
Essas frases são em grande parte desprovidas de realidade em nossa estrutura sociopolítica; aqui, a realidade predominante é o poder do dinheiro sobre os homens e sobre a vida. E onde a frase vazia reina na linguagem, meras convenções — em vez de contato humano vivo — regem a vida social, e a mera rotina — em vez de interesse humano genuíno — reina na vida econômica.
E: “Da frase vazia à mentira é um pulo.” Novamente, isso é especialmente verdadeiro na política e na economia, pois a prevalência de palavras vazias possibilita a falsificação da realidade — uma arma poderosa nas mãos daqueles com intenções ocultas e conscientes de manipular pessoas para fins nefastos. Em nossa época, as pessoas em massa agem como se estivessem possuídas por forças malignas, porque, de certa forma, estão. Os demônios do materialismo falam por meio de palavras vazias. Uma linguagem na qual os demônios do materialismo tomaram o lugar dos impulsos espirituais humanos só pode levar à destruição.
Certamente, Steiner não foi o único a perceber esse aspecto da linguagem moderna. George Orwell foi talvez o escritor mais proeminente a denunciar essa tendência. Veja, por exemplo, seu ensaio clássico “Política e a Língua Inglesa”. Ele previu a desumanização da linguagem sendo deliberadamente intensificada na “novilíngua” do pesadelo ahrimânico de 1984. Sem nenhum conhecimento aparente de ciência espiritual, e trabalhando apenas com observação aguçada e amor pela verdade, ele viu o que estava acontecendo no discurso político da Europa Ocidental e levado ao extremo nos regimes totalitários.
No âmbito sociopolítico, o antídoto para esse veneno de palavras vazias é a libertação da vida cultural, especialmente da educação, do poder político e financeiro. (Conforme delineado no conceito de Steiner da “tríplice comunidade”: a separação entre o Estado político-direitos, a esfera espiritual-cultural e o setor econômico — juntamente com a eliminação do egoísmo e da coerção da economia.)
No nível individual-pessoal, o antídoto é a infusão de pensamento ativo e criativo na linguagem, criando assim uma linguagem em que as palavras apontam para os pensamentos, evocando o pensamento vivo nos ouvintes. Se não nos esforçarmos para criar nossos próprios pensamentos originais, então pseudo-pensamentos prontos, palavras e frases banais, vêm automaticamente à mente e nos arrastam consigo, resultando em um “pensamento quase que totalmente sem pensamentos”.
Podemos ao menos nos esforçar para resistir a essas frases prontas e generalizações que vêm à mente sem esforço, e para formar imagens mentais de pessoas, coisas e eventos específicos — e, além disso, criar formulações originais que descrevam essas coisas e imagens a partir de diferentes pontos de vista. O ponto essencial é não deixar que nossa fala e escrita sejam determinadas por influências inconscientes, mas sim evocar, por meio de nossos próprios esforços, novas criações de pensamento originais e expressá-las com formulações de palavras originais, fluidas e artísticas.
Nem sempre teremos sucesso pleno; nem todos somos poetas o tempo todo; mas se fizermos esse esforço conscientemente, avançaremos muito na recuperação da espiritualidade humana perdida da linguagem e, consequentemente, na humanização da cultura. (Falarei mais sobre esse assunto em outro contexto.)
E, não por acaso, progrediremos assim rumo a uma vida consciente, livre do pensamento literal, que é a “linguagem” do mundo espiritual em que viveremos após a morte. “Os homens precisam aprender a enxergar além das palavras; terão que adquirir a capacidade de captar o gesto na linguagem.”
[Do sintoma à realidade na história moderna, p. 124]
O primeiro fundo fiduciário do mundo
A bula papal “Unam Sanctam” é um dos documentos mais assustadores da história e o mais citado como o principal documento dos papas reivindicando seu poder global. Trata-se de uma escritura de fideicomisso expressa. A última linha diz: “Além disso, declaramos, proclamamos e definimos que é absolutamente necessário para a salvação que toda criatura humana esteja sujeita ao Pontífice Romano”. Não é apenas a primeira escritura de fideicomisso da história, mas também o maior fideicomisso já concebido, pois reivindica todo o planeta e tudo o que nele existe, transmitido em fideicomisso.
Tríplice Coroa de Baal, também conhecida como Tiara Papal e Triregno.
Em 1302, o Papa Bonifácio emitiu sua infame bula papal Unam Sanctam – o primeiro Fundo Expresso. Ele reivindicou o controle sobre todo o planeta, o que o tornou o “Rei do Mundo”. Em comemoração, encomendou um cocar folheado a ouro em forma de pinha, com uma coroa elaborada na base. A pinha é um antigo símbolo de fertilidade e tradicionalmente associada a Baal, bem como ao Culto de Cibele. Ela também representa a glândula pineal no centro do nosso cérebro – de natureza cristalina – que nos permite o acesso à Fonte, daí a pinha de 4 metros de altura na Praça de São Pedro, no Vaticano. Pense por que os Pontífices idolatravam uma pinha.

A 1ª Coroa de Terras da Coroa.
O Papa Bonifácio VIII foi o primeiro líder na história a criar o conceito de um Fundo Fiduciário, mas o primeiro Fundo Fiduciário Testamentário, por meio de uma escritura e testamento que criava um Patrimônio do Falecido, foi criado pelo Papa Nicolau V em 1455, através da Bula Papal Romanus Pontifex. Esta é apenas uma das três (3) bulas papais que incluem a frase com o incipit “Para uma memória perpétua”.
Esta Bula teve o efeito de transferir o direito de uso da terra como Propriedade Imobiliária, do Fundo Fiduciário Expresso Unam Sanctam, para o controle do Pontífice e seus sucessores em perpetuidade. Portanto, toda a terra é reivindicada como “terra da Coroa”. Esta 1ª Coroa é representada pelo 1º Fundo Fiduciário Cestui Que Vie, criado quando uma criança nasce. Ele nos priva de todos os direitos e benefícios sobre a terra.
A 2ª Coroa da Commonwealth
A segunda Coroa foi criada em 1481 com a bula papal Aeterni Regis, que significa “Coroa Eterna”, de Sisto IV, sendo apenas a segunda de três bulas papais como escrituras de fideicomisso testamentário. Esta bula papal criou a “Coroa de Aragão”, mais tarde conhecida como Coroa da Espanha, e é a suprema soberana e a maior administradora de todos os escravos romanos sujeitos ao domínio do Pontífice Romano.
A Espanha perdeu a coroa em 1604, quando foi concedida ao Rei Jaime I da Inglaterra pelo Papa Paulo V, após a aprovação da “União das Coroas”, ou Comunidade, em 1605, na sequência da operação de falsa bandeira da Conspiração da Pólvora. A Coroa foi finalmente perdida pela Inglaterra em 1975, quando foi devolvida à Espanha e ao Rei Carlos I, onde permanece até hoje.
Esta 2ª Coroa é representada pelo segundo fundo fiduciário “Cestui Que Vie”, criado quando uma criança nasce e, pela venda da certidão de nascimento como um título ao banco central privado da nação, nos priva da propriedade de nossa própria carne e nos condena à servidão perpétua, como pessoa romana, ou escravo.
A 3ª Coroa da Sé Eclesiástica
A 3ª Coroa foi criada em 1537 por Paulo III, através da bula papal Convocation, também destinada a abrir o Concílio de Trento. Trata-se do terceiro e último testamento e escritura de um fundo fiduciário, estabelecido para a reivindicação de todas as “almas perdidas” para a Santa Sé. Os venezianos auxiliaram na criação do primeiro Ato Cestui Que Vie de 1540, para usar esta bula papal como base da autoridade eclesiástica de Henrique VIII.
Esta Coroa foi secretamente concedida à Inglaterra para a “colheita” das almas perdidas. A Coroa foi perdida em 1816, devido à falência deliberada da Inglaterra, e concedida à Ordem dos Advogados do Templo, que passou a ser conhecida como Ordem dos Advogados da Coroa, ou simplesmente Coroa, sediada na City de Londres. Desde então, as Associações de Advogados têm sido responsáveis por administrar a “colheita” das almas dos perdidos e condenados, incluindo o registro e a coleta de certidões de batismo que representam as almas coletadas pelo Vaticano e armazenadas em seus cofres.
Esta 3ª Coroa é representada pelo 3º Fundo Cestui Que Vie, criado quando uma criança é batizada. Trata-se da outorga, pelos pais, da certidão de batismo – título da alma – à igreja ou ao cartório de registro civil. Assim, sem o título legal sobre a própria alma, seremos privados de legitimidade processual e seremos tratados como coisas – carga sem alma – sobre as quais a Ordem dos Advogados agora pode legalmente aplicar a lei marítima do almirantado.

O Fundo Cestui Que Vie
Um Fundo Cestui Que Vie é um conceito fictício. Trata-se de um Fundo Testamentário Temporário, criado inicialmente durante o reinado de Henrique VIII da Inglaterra, por meio da Lei Cestui Que Vie de 1540, e atualizado por Carlos II, através da Lei CQV de 1666, que permite a constituição de um patrimônio em benefício de uma pessoa presumida perdida ou abandonada no mar e, portanto, considerada morta após sete (7) anos. Presunções adicionais, pelas quais tal Fundo pode ser constituído, foram acrescentadas em leis posteriores, incluindo falidos, menores, incapazes, hipotecas e empresas privadas.
O propósito original de um Fundo CQV era constituir um patrimônio temporário em benefício de outrem, visto que algum evento, situação ou condição o impedia de comprovar seu status de vivo, capaz e presente perante uma autoridade competente. Portanto, quaisquer alegações, histórico, estatutos ou argumentos que se desviem em termos da origem e função de um CQV Trust, conforme estabelecido por esses cânones, são falsos e automaticamente nulos e sem efeito.
Um beneficiário de um espólio pode ser tanto um beneficiário direto quanto um membro de um Fundo Fiduciário CQV. Quando um beneficiário perde o benefício direto de qualquer bem do espólio principal colocado em um Fundo Fiduciário CQV em seu nome, ele não “possui” o Fundo Fiduciário CQV; ele é apenas o beneficiário daquilo que os administradores do Fundo Fiduciário CQV decidirem prover. Como todos os Fundos Fiduciários CQV são criados com base em presunções, fundamentadas na finalidade e função originais, tal Fundo não pode ser criado se essas presunções puderem ser comprovadas como inexistentes.
Desde 1933, quando uma criança nasce em um Estado (Fazenda Humana) sob a lei romana inferior, três (3) Cestui Que (Vie) Trusts são criados com base em certas presunções especificamente concebidas para negar, para sempre, à criança quaisquer direitos de propriedade real, quaisquer direitos de ser livre e quaisquer direitos de ser conhecido como homem ou mulher, em vez de criatura ou animal, reivindicando e possuindo sua alma ou espírito.

Os executores ou administradores do patrimônio superior, de forma voluntária e consciente:
1. Transferir os direitos de propriedade da criança, como Beneficiária, para o 1º Fundo Fiduciário Cestui Que (Vie) sob a forma de um Número de Registro, mediante o registro do Nome, criando assim também a Pessoa Jurídica e negando à criança quaisquer direitos sobre Bens Imóveis; e,
2. Reivindicar o bebê como propriedade do Estado (Fazenda Humana). O contrato de escravização do bebê é então criado honrando a antiga tradição de registrar a impressão dos pés do bebê na certidão de nascimento, ou uma gota de seu sangue, além de enganar os pais para que assinem a transferência do bebê por meio dos significados legais enganosos da certidão de nascimento, que é uma nota promissória, convertida em um título de escravo, vendida ao banco de reserva privado do Estado e, em seguida, transferida para um segundo Fundo Fiduciário CQV separado, por criança, pertencente ao banco. Quando a nota promissória vence e o banco não consegue “apreender” a criança escravizada, um privilégio marítimo é legalmente emitido para “recuperar” a propriedade perdida e é monetizado como moeda emitida em série contra o Fundo Fiduciário CQV.
3. Reivindicar a alma da criança através da Certidão de Batismo. Desde 1540 e a criação da 1ª Lei CQV, que deriva seu poder da Bula Papal do líder do Culto Romano, Papa Paulo III, de 1540, quando uma criança é batizada e uma Certidão de Batismo é emitida, os pais doam, concedem e transferem a alma do bebê para um “3º” Fundo CQV pertencente ao Culto Romano, que desde então detém essa propriedade em seus cofres. Desde 1815, esta 3ª Coroa do Culto Romano e o 3º Fundo CQV, representando a Propriedade Eclesiástica, têm sido administrados pela BAR como uma “Galla” reconstituída, responsável, como Ceifadores, por ceifar as almas.
Cada Fundo Cestui Que Vie, criado desde 1933, representa uma das 3 Coroas que simbolizam as três reivindicações de propriedade do Culto Romano:
- Propriedade Imobiliária (na Terra),
- Propriedade Pessoal (corpo) e
- Propriedade Eclesiástica (alma).
Cada uma corresponde exatamente às três formas de direito disponíveis para os Galla dos Tribunais da BAR: direito comercial corporativo (o juiz é o ‘proprietário’), direito marítimo e canônico (o juiz é o banqueiro) e direito talmúdico (o juiz é o sacerdote).
Os escravos modernos
Por que existe um Ministério da “Fazenda”? Esse é um órgão do Governo Corporativo brasileiro, sendo responsável pela arrecadação de tributos (Receita Federal), controle do Tesouro Nacional, dívida pública e planejamento econômico. Os países são fazendas de (escravos) pagadores de impostos. As fazendas de escravos no Brasil foram a base da economia colonial e imperial, especialmente nos ciclos do açúcar e do café. Elas eram estruturadas para o controle total da mão de obra escravizada.
Com o passar do tempo, o Estado (Fazenda) brasileiro passou a explorar o escravo moderno, a mão de obra assalariada, dando-lhes a ilusão maçônica do voto e da democracia para acreditarem que eram “livres”.
“A melhor maneira de evitar que um prisioneiro escape é garantir que ele nunca saiba que está na prisão.”
Fiódor Dostoiévski
A escravidão no mundo desenvolvido opera através do que poderíamos chamar de “modelo da luva branca” — polido, confortável e comercializado como benefício em vez de servidão. Os escravos tradicionais são considerados propriedade, os escravos modernos são considerados “clientes”. Os escravos tradicionais são controlados pelo medo, escravos modernos por conveniência. Os escravos tradicionais são mantidos na ignorância, os escravos modernos são sobrecarregados com informações selecionadas que moldam sua percepção do mundo.
O dono da plantação nunca convenceu seus escravos de que correntes eram joias. O senhor da guerra congolês não finge que a mina de cobalto é um centro de bem-estar. Mas fomos convencidos de que vigilância é segurança, que dívida é prosperidade, que controle algorítmico é empoderamento. A escravidão tradicional era economicamente ineficiente — era preciso abrigar, alimentar, vestir e proteger sua propriedade.
A escravidão moderna é autossustentável: os escravos assalariados pagam por seus próprios dispositivos de monitoramento, pagam por suas moradias, roupas e alimentos, competem entre si por suas posições, pagam impostos a um governo que os engana e rouba o tempo todo e atacam qualquer um que sugira que eles não são “livres”. Essa é a chamada CORRIDA DOS RATOS!

Roma controla a nova ordem: UNIDROIT, a farsa legal
O Ocidente e a Cristandade pós-Cruzadas foram construídos sobre o Direito Canônico. Controlar o Cânon significa controlar a Cristandade. A batalha terminou e o Papa é o seu simbolismo, ou a batalha ainda está em curso? Quem é dono da sua alma? A busca pelo fator de controle para a Nova Ordem Mundial é uma tarefa gigantesca quando se olha para a história, as sociedades secretas, as religiões e os impérios. Dediquei cerca de vinte e quatro anos da minha vida a essa tarefa e, como diz o velho ditado, “quem procura acha”, posso confirmar que essa afirmação é verdadeira.

São os sionistas, são os católicos, é o Império Britânico… Em suma, sim a esta acusação, mas é através de um engano e coerção para seguir o engano como realidade, cuja consequência faz com que todos os povos hoje sejam culpados de seguir o caminho de Mammon, aceitando um valor corporativo em título legal .[1]
Segue abaixo uma lista de governos que aderiram à armadilha do Império Romano, que leva à renúncia dos direitos de domínio sob a autoridade de Deus, concedidos ao Homem, para permitir que uma entidade falsa e fictícia se torne quem e o que você é, enquanto você percorre esta vida maravilhado com tudo isso. O governo mundial em constante expansão se interliga através da UNIDROIT, e é isso que causa as guerras de invasão atuais; eles estão impondo esse sistema legal ao mundo.
O papel das organizações internacionais e da cooperação

Para a sensibilização, a promoção de instrumentos jurídicos, o desenvolvimento de ferramentas práticas, a formação de profissionais e o reforço da cooperação internacional, as organizações internacionais desempenham um papel crucial. O Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC) reconhece oficialmente um grupo internacional de especialistas composto por seis organizações que trabalham em estreita colaboração para combinar a sua experiência nesta área:
O Conselho Internacional de Museus (ICOM), a Organização Internacional de Polícia Criminal (INTERPOL), o Instituto Internacional para a Unificação do Direito Privado (UNIDROIT), a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) e a Organização Mundial das Alfândegas (OMA).
Eis aí, portanto, todos os órgãos derivados das Nações Unidas se movem conforme a dança de uma estrutura jurídica institucionalizada, uma estrutura que deriva do Tratado de Roma. A Rússia não está nesta lista, mas concordou com o Acordo de Paris sobre o clima? O Estado de Israel está na lista, o que nos permite perceber melhor que todo o movimento sionista nada mais é do que um braço de Roma. Os Rothschild, longe de serem os “deuses todo-poderosos” da Terra, são financiadores indiretos dos escolhidos da sociedade secreta que hoje controla Roma.
Começo a perceber aqui o roteiro global de alto nível. As Profecias de Fátima podem muito bem ser a manobra esotérica para atrair a Rússia para o novo sistema global que é a UNIDROIT; essa manobra também cria o inimigo necessário para desencadear a Terceira Guerra Mundial. A China também está na lista, pois participou da reunião do Bilderberg de 2017 e é a razão pela qual Roma está promovendo a imigração em massa e a guerra contra a civilização ocidental.
Destrua o Ocidente e o império poderá se transferir para a China, como já aconteceu antes. Da Holanda à Inglaterra, aos Estados Unidos, cada nação serve bem a Roma em sua busca pelo controle mundial. É um direito que eles reivindicam. O Ocidente ainda está pagando pela transferência da indústria do Ocidente para o Oriente, juntamente com todas as perdas projetadas e custos de instalação. A China é uma construção bancária dos Rothschild e Rockefeller.
A adesão ao UNIDROIT é restrita aos Estados que aderem ao Estatuto do UNIDROIT.
Mapa dos Estados-Membros da UNIDROIT*:

As regiões geográficas em que os 63 Estados-membros da UNIDROIT estão divididos são as seguintes:
África:
- Egito
- Nigéria
- África do Sul
- Tunísia
As Américas
- Argentina
- Bolívia
- Brasil
- Canadá
- Chile
- Colômbia
- Cuba
- México
- Nicarágua
- Paraguai
- Estados Unidos da América
- Uruguai
- Venezuela
Região Ásia-Pacífico
- Austrália
- China
- Índia
- Indonésia
- Irã (República Islâmica do)
- Iraque
- Japão
- Paquistão
- República da Coreia
- Arábia Saudita
Europa
- Áustria
- Bélgica
- Bulgária
- Croácia
- Chipre
- República Checa
- Dinamarca
- Estônia
- Finlândia
- França
- Alemanha
- Grécia
- A Santa Sé
- Hungria
- Irlanda
- Israel
- Itália
- Letônia
- Lituânia
- Luxemburgo
- Malta
- Países Baixos
- Noruega
- Polônia
- Portugal
- Romênia
- Federação Russa
- San Marino
- Sérvia
- Eslováquia
- Eslovênia
- Espanha
- Suécia
- Suíça
- Turquia
- Reino Unido
O Brasil se tornou membro do UNIDROIT em 18/06/1940

Observação
Pessoa Artificial, Pessoa Natural e Título Dividido: Qual é a sua posição? … Seriam esses dois elementos realmente a divisão de um só?
Mil páginas de texto podem explicar a diferença entre a pessoa artificial e a pessoa natural (o ser humano), mas será que existem páginas que expliquem a diferença na prática entre as duas entidades? Depois de ler todas essas informações sobre a diferença entre pessoas naturais e artificiais, qual delas você é? Porque você só pode ser uma ou outra… O código de Adão e Eva explica isso claramente: Árvore da Vida ou Árvore do Conhecimento? O Éden oferecia a escolha entre dois livros contábeis? E Adão teve a opção de ser devedor ou credor? Mas ele foi avisado de que se juntaria às fileiras dos mortos ao escolher comer o fruto da árvore (a Casa) do conhecimento (possuir o título legal).
Essa mesma “divisão de título” também é explicada no Novo Testamento, onde Cristo é dividido em duas entidades na cruz (a passagem do Antigo para o Novo Testamento) pela “Lança Sagrada” romana, o poder de Roma, dividindo o homem em sangue e água. (Divisão de propriedade, acordo fiduciário, laços de sangue, lei da terra, direito consuetudinário, água, direito do mar, direito marítimo).
Você entende por que agora existem dois nomes? (Nome e sobrenome) e duas certidões de nascimento, sendo elas: o LIVRO DE CRÉDITO e o LIVRO DE DÉBITOS, e a morte de Cristo no ponto de transição do antigo para o novo sistema foi a solução para salvar o homem de ser devedor no novo contrato (NOVO TESTAMENTO), mas somente se tal homem puder “Ler os Sinais” e viver segundo o código de Cristo, para que o nome de Cristo (apenas seu nome cristão) possa salvá-lo do mundo morto do Direito Marítimo Militar Romano de Contratos Privados, sendo este a lei da água.
Qual é, então, o segredo para saber como se posicionar corretamente no “terreno plano” dos contratos em papel? Como se posicionar como pessoa física e não como pessoa jurídica? Uma é um nome próprio e a outra um símbolo? Como “John Paul Smith” e “JOHN PAUL SMITH”? Muitos podem presumir isso, mas eu não acho! É um pouco mais complexo e cheio de segredos! … Se existem duas posições em relação à “titularidade dividida”, devem existir dois LIVROS REGISTRADOS correspondentes!
Presume-se que seja o LIVRO REGISTRADO do credor e o LIVRO REGISTRADO do devedor… (A escolha é sua se você compreender o sistema de Cristo). Lembre-se, a Pessoa deve ter um nome próprio identificado como um “substantivo”, e isso é corroborado pelo Manual de Estilo de Oxford. O “nome” da pessoa é a “conta”, e cada conta tem o LIVRO REGISTRADO. Se você é o “titular” do LIVRO REGISTRADO, você, e seu direito de primogenitura, torna-se o “fiduciário” da dívida da pessoa-conta a ela vinculada.
A artimanha suja é vincular o LIVRO DE DÍVIDAS do devedor ao nome do credor sem que este jamais compreenda o que aconteceu. Este é o “engano” para ludibriar o credor e o beneficiário, fazendo-os quitar suas próprias contas com seu próprio sangue, suor e lágrimas, permitindo que o primeiro devedor se esquive de sua obrigação de pagar as contas do credor! Assim, a Pessoa Física seria o credor original e a Pessoa Jurídica, o devedor.
Portanto, se eu fosse o primeiro devedor fiduciário, sendo o VATICANO, detentor dos títulos legais de um homem, e tivesse concordado em liquidar as dívidas do mundo em nome do credor (Pessoa Física), enganar o credor para que pagasse suas próprias dívidas me deixaria, como o primeiro devedor acordado, sem dívidas, mas ainda desfrutando da remuneração por ter atuado como o primeiro devedor! … E eu, como o primeiro devedor, sendo o VATICANO, me tornaria a corporação mais rica do mundo! Às custas dos enganados! Espere aí? Isso já não aconteceu?
Então, o que são a pessoa natural e a pessoa jurídica? Vejamos o exemplo: “John Paul Smith” e como elas se apresentam no papel?
Observe o seguinte: analisando apenas os fatos que constam em suas certidões de nascimento (são duas certidões emitidas pelo Estado) e até mesmo em sua certidão de batismo, seu nome de batismo é: “John Paul” (o sobrenome ou nome de família não faz parte do seu nome completo). E na CERTIDÃO DE NASCIMENTO (Certidão de nascimento do REGISTRO cristão na data do registro) aparece outro nome escrito como um nome próprio: “John Paul Smith”… (Mas este nome aparece na margem, identificando o Registrador Geral como o Custodiante (Fiduciário) do nome próprio “John Paul Smith”)… veja, está tudo aí para você ver.
Aí estão! A pessoa física é “John Paul” e a pessoa jurídica é: “John Paul Smith”… observe, não “John Paul” e “Smith”, mas “John Paul” e “John Paul Smith”. Atenção! … O “nome” é o nome próprio, mas o “REGISTRO” do nome é a GLOSSA ou LÍNGUA TEXTO DE DEVEDOR ESTRANGEIRO EM LÍNGUA LETRAS MAIÚSCULAS E LETRAS MAIÚSCULAS. Fonte
Leia mais:
O dinheiro dos seus impostos está sendo enviado para o Banco do Vaticano?
Direito Marítimo do Almirantado: A estrutura oculta que controla o mundo.
Dinheiro do nada: a verdade secreta sobre como os bancos criam novo dinheiro e te cobram juros.
O Direito Marítimo e escravidão por meio de convenções administrativas.






































