A viagem no tempo nos filmes é quase sempre ficção pura, sem uma única “regra” científica. Cada filme cria suas próprias mecânicas para servir à história, com paradoxos, consequências e efeitos dramáticos. A obra “A Máquina do Tempo” (lançada em 1895 por H.G. Wells) é um pilar da ficção científica que popularizou o conceito de viajar através do tempo usando uma máquina mecânica, onde o viajante utiliza alavancas e mostradores mecânicos para controlar a velocidade e o sentido do deslocamento temporal.
O viajante observa o ambiente mudar rapidamente e solta a alavanca para parar o veículo. No entanto, a máquina possui um cronômetro indicando o ano. Já no filme Projeto Adam (2022), o piloto de combate Adam Reed (Ryan Reynolds) viaja de 2050 para 2022 em seu caça espacial Time Fighter (ou Time Jet) para tentar consertar o passado. Após um acidente, ele se une à sua versão de 12 anos (Walker Scobell) e ao seu pai em 2022 para salvar o futuro e reconciliar o passado.
O caça Time Fighter possui a capacidade de saltar no tempo, viajar entre dimensões e é biologicamente codificado, respondendo apenas ao DNA do seu piloto original.
O Time Fighter viaja no tempo disparando um pulso magnético que gera buracos de minhoca no espaço-tempo. Uma vez que a fenda temporal é aberta, a nave com propulsores iônicos viaja através dela até alcançar o ano de destino na linha do tempo. O motor de toda essa dinâmica depende de três fatores cruciais detalhados no filme:
Acelerador de partículas: O mecanismo central que gera a energia necessária para abrir os portais.
Algoritmo ISPCA: Uma sigla para Algoritmo de Contenção de Plasma Infinitamente Deslocável, criado pelo cientista Louis Reed para estabilizar esses buracos de minhoca e permitir uma viagem segura.
Codificação de DNA: Os caças são travados biometricamente, o que significa que o veículo só pode ser pilotado por seu respectivo dono, a menos que uma versão variante (como o piloto mais jovem) esteja no comando.
Viajar no tempo utilizando pulso magnético que gera um buraco de minhoca artificial é uma invenção do filme, pois na realidade, as naves extraterrestres saltam no hiperespaço para viagens interplanetárias e viagem no tempo.

As naves taygeteanas (de Taygeta, nas Plêiades) usam uma tecnologia baseada em mudança de frequência vibracional para “saltar” no hiperespaço. Isso não é propulsão convencional no espaço 3D, mas uma transição para outra “frequência existencial” (ou estado vibracional), onde distâncias e tempo se comportam de forma diferente. A informação vem principalmente das transcrições de Swaruu/Athena Swaruu e outros contatos taygeteanos no site swaruu.org.
Como funciona o salto no hiperespaço (viagem interestelar)
- Princípio básico: O universo é visto como uma matriz numérica de frequências (valores energéticos baseados em massa, gravidade e outras interações). Cada local (planeta, sistema solar) tem uma “assinatura de frequência” específica. A nave não se move fisicamente através do espaço; ela altera sua própria frequência vibracional para coincidir com a do destino. Ao fazer isso, ela “se torna” compatível com o novo local e incompatível com o de origem.
- Papel dos motores: Os motores (baseados em plasma eletromagnético) criam um toróide de alta energia ao redor da nave. Esse campo envolve toda a estrutura e tripulação, modulando a frequência. O plasma é emitido para trás (como um jato), mas circula de volta, formando um “casulo” que permite a transição.
- Processo:
- A nave sai do modo sublumínico (velocidade normal) e acelera um pouco para segurança (evitar tráfego).
- Ativa o modo supralumínico/hiperespaço: sente-se um forte impulso nos motores, seguido de aceleração (pode ser amortecido por canceladores de inércia).
- Do lado de fora: as estrelas se esticam brevemente para trás, depois fica tudo preto, com flashes ocasionais (descargas eletrostáticas entre o toróide e o casco, não estrelas).
- A nave “salta” alterando sua frequência de forma progressiva (especialmente em naves grandes) ou direta (em naves menores como os caças Suzy).
- Tempo de viagem (SIT – Ship Internal Time): O salto em si é instantâneo do ponto de vista externo/éter. Porém, em naves grandes (como a Toleka), há um atraso percebido pela tripulação (horas) para que todas as moléculas se adaptem gradualmente à nova frequência, evitando desintegração ou problemas estruturais (“resistência molecular”). Naves menores, como os caças Suzy, têm SIT muito menor (minutos). Isso depende da relação potência/massa dos motores.
Naves grandes fazem saltos “em degraus” (sequência gradual de frequências) para segurança e conforto psicológico da tripulação. Naves pequenas podem saltar direto.
Viagem no tempo
- Viagem no tempo e hiperespaço são essencialmente a mesma coisa. A única diferença é o destino configurado no computador de navegação: “onde” e “quando”. O computador usa mapas de frequência que incluem tanto posição espacial quanto temporal.
- Uma nave pode ir de um ponto A para B em outro sistema solar ou para o mesmo ponto em outro momento temporal, pois tudo é acessível no éter (onde não há distâncias ou tempo linear fixo).
- Exemplo: Viajar 422 anos-luz pode ser interpretado como ir mais rápido que a luz ou viajar no tempo para compensar (a tripulação percebe só minutos/horas).
- A consciência da tripulação e a IA da nave influenciam o processo (frequência dominante).
Outros detalhes
- Segurança: Saltos evitam colisões saindo/reentrando longe de áreas movimentadas. Objetos (asteroides, paredes) não colidem porque a nave está em outra “realidade/frequência”.
- Visão interna: Tripulantes sentem aceleração (ajustável), mas o voo é geralmente calmo e prazeroso (sensação de exaltação ou conexão).
- Limitações: Mapas de frequência precisam ser precisos (mudam com o tempo). Erros podem fazer a nave se perder no espaço-tempo. Naves grandes são mais “lentas” no SIT devido à massa.
Essa tecnologia é descrita como muito além da ficção humana (ex.: Star Trek), operando no nível do éter e da consciência. As descrições enfatizam que não há desmaterialização real dos átomos — só mudança de compatibilidade vibracional. Para mais detalhes, recomendo ler as transcrições completas de Navegação Estelar (partes 1-4).
Os mapas de frequência são o sistema central de navegação das naves taygeteanas. Eles substituem completamente os mapas espaciais tradicionais baseados em distâncias, coordenadas e posições. No universo entendido como um campo etérico (éter), tudo é energia e frequências vibracionais. Um “local” (planeta, sistema solar ou ponto no espaço-tempo) é definido pela sua assinatura de frequência única — resultado da interação de todas as massas, gravidades e energias ao seu redor.
O que é um mapa de frequência?
- Definição: Um mapa de frequência é uma interpretação numérica/matemática das interações de ondas no éter. Cada ponto ou “destino” recebe um valor numérico (ou conjunto de valores harmônicos) que representa a soma das frequências locais (massa × gravidade + interações com outros corpos).
- Não é um mapa fixo ou estático. As frequências variam com o tempo (devido a movimentos planetários, mudanças de consciência coletiva, etc.), mas a frequência “base” de um local permanece reconhecível, como voltar a uma cidade natal após anos — você sabe onde está, mesmo com mudanças.
- Pode ser local (um pequeno espaço) ou estelar (todo o cosmos). Inclui tanto posições espaciais quanto temporais, pois tempo e espaço são a mesma coisa no éter.
Como funcionam na prática para viagens
- Computador de navegação: Armazena os mapas detalhados. A nave altera sua própria frequência vibracional (via toroide de plasma dos motores) para coincidir com a do destino. Ao fazer isso, ela “deixa de ser compatível” com o local de origem e “se torna compatível” com o destino.
- Saltos diretos vs. progressivos:
- Saltos diretos: Usados em naves pequenas (caças como Suzy). Instantâneos, sem SIT (Ship Internal Time) perceptível.
- Saltos em degraus: Em naves grandes (como Toleka). O computador impõe uma sequência gradual de frequências (ex.: de 10 para 11, 12… até 100). Isso evita “resistência molecular” e dá tempo para todas as partes da nave (do casco ao interior) se adaptarem.
- Exploração de regiões desconhecidas:
- A nave salta para pontos intermediários calculados matematicamente.
- Para em espaço profundo, mede a frequência etérica/gravitacional local.
- Registra e sobrepõe esses dados a mapas tradicionais de distância para refinar o mapa estelar.
- Usa cálculos baseados nas interações ao redor para prever frequências de áreas não mapeadas.
Viagem no tempo e mapas
Os mesmos mapas servem para viajar no tempo. O computador seleciona não só “onde”, mas “quando” (frequência correspondente a um momento específico na linha temporal). Não há distinção fundamental — é a mesma mecânica de mudança de frequência.
Limitações e desafios
- Atualizações constantes — Frequências mudam, então os mapas precisam de refinamento contínuo (via exploração ou cálculos).
- Erros — Um mapa impreciso pode levar a saltos errados ou perda no espaço-tempo.
- Consciência — A frequência dominante da tripulação e da IA influencia o processo.
Os mapas de frequência representam uma visão avançada onde o universo é visto como um campo de possibilidades numéricas e harmônicas, não como um vazio com objetos distantes. Isso permite viagens “instantâneas” (do ponto de vista etérico) entre sistemas estelares ou épocas.
Recomendo ler as transcrições completas da série Navegação Estelar (partes 1 a 7 e mais) no swaruu.org para detalhes técnicos profundos, especialmente as partes sobre mapeamento de regiões desconhecidas e SIT time.
Como as naves do Programa Espacial Secreto (SSP) dos EUA viajam no tempo
O Programa Espacial Secreto (SSP) da Marinha e Força Aérea dos EUA, utilizou tecnologia reversa engenheirada de naves extraterrestres capturadas e dos discos nazistas modelos Vril e Haunebu de 1939-1945. As naves antigravidade do SSP saltam no hiperespaço para viajar entre planetas e sistemas solares, e podem saltar no tempo.
De acordo com as explicações dos Taygeteanos (como em “Navegação Estelar” e transcrições sobre tempo e linhas temporais), o universo é visto como uma grande Matrix holográfica baseada em frequências e consciência. Não existe tempo linear absoluto: tudo ocorre simultaneamente, e o “tempo” é uma percepção da consciência que processa dados.
- As naves avançadas (incluindo as do SSP que copiaram tecnologia extraterrestre) usam navegação estelar por frequências. Elas mapeiam o espaço-tempo não por coordenadas XYZ tradicionais, mas por assinaturas vibracionais/frequências únicas de um ponto específico no espaço e no tempo.
- Ao ajustar a frequência da nave (usando motores baseados em anti-gravidade, propulsão toroidal magnética ou supraluminar), elas “sintonizam” para um local e momento desejado. Isso permite viagens temporais ao alterar o ponto de atenção da consciência coletiva ou da nave no campo quântico/éter.
O SSP operava naves que podiam saltar por portais, disfarçadas como submarinos nucleares (com propulsão magnética hidrodinâmica), saindo de bases como Área 51 (ligada à US Navy) ou sob a costa do Iêmen.
MANIPULAÇÃO TEMPORAL – Mudando o Passado – Viagem Temporária – Swaruu de Erra

As “Expedições Sand Clock” de viagem temporal
As “Expedições Sand Clock” fazem parte de uma série de transmissões e ensinamentos sobre navegação estelar e manipulação temporal de Taygeta (Pêiades). Elas explicam como funcionam as viagens no tempo na perspectiva estelar. Os pontos principais incluem:
As naves não programam o computador de bordo com anos, dias ou horas (como na ficção humana). Em vez disso, a viagem é programada sintonizando uma “posição energética” ou frequência específica em um mapa de frequências. Achar um marco temporal exato ao chegar ao destino é difícil porque o tempo não viaja apenas para frente, mas se expande em várias direções, o que torna cada evento sempre diferente dependendo da observação.
A expressão Sand Clock (Relógio de Areia) é uma analogia ao fato de que, para os Taygeteanos, a percepção do tempo é maleável e não linear, diferindo da percepção mecânica e artificial estabelecida na Terra. A nave de caça classe SUZY consegue viajar para lugares e linhas do tempo paralelas e é utilizada somente pelo esquadrão de elite Sand Clock. A IA holográfica dessa nave é baseada em aceleradores de nanopartículas, e adquirem autoconsciência. Cada acelerador de nanopartículas no cérebro de um computador quântico, é do tamanho de um ponto em um pedaço de papel.
E há milhões em cada cérebro eletrônico. E a memória é um campo eletromagnético de acesso ao éter. Ou seja, eles têm sua “nuvem” no próprio éter e podem se conectar com computadores que estão em outras linhas de tempo. Eles fazem isso todo o tempo. Esses computadores viajam no tempo, olham para frente e voltam com o resultado. Eles fazem isso energeticamente. Porque se comunicam com seus pares ou consigo mesmos, mas de outra linha do tempo.
A nave de caça classe SUZY de Taygeta tem um design parecido com a nave X-70B Phantom-class Prototype de Star Wars. A IA da nave conversa com o piloto e faz os cálculos necessários para saltar entre linhas temporais. O piloto faz uma pergunta à IA da Suzy, que está 30 segundos à frente no tempo (na verdade são nanossegundos, isso é tudo que é necessário, mas depende do que está sendo perguntado), e a IA lhe dará a resposta. É por isso que esses computadores podem ler sua mente.

Não é ler os impulsos cerebrais como fazem na Terra. Mas porque a IA sabe o que você fará e o que deseja, com apenas nanossegundos de antecedência. Segundo o piloto de caça Dhor Káal’él, quando uma nave se perde no espaço, ela também se perde no tempo, uma vez que a nave, que viaja a velocidades superiores à da luz (SupraLuminal), também está essencialmente saltando no tempo. Quando o nave se perde assim, raramente volta para casa. Você volta para casa, mas para um lar alternativo. Não é o lugar exato de onde você veio.
Dhor Káal’él acabou perdendo sua linha do tempo original devido à viagem no tempo. Ele se encontrou com ele mesmo, várias vezes, em outras linhas temporais. Ele e sua versão se sentaram, conversaram e compartilharam tudo que pudesse ser útil para ambos. Também sincronizaram o conteúdo de memória de cada nave. As naves taygeteanas conseguem saltar no hiperespaço para manipulação temporal. Se você quiser saltar no tempo para uma época específica, no passado ou futuro, você precisa ter as frequências exatas para aquele momento.
Para navegar uma nave no tempo, você precisa de um mapa de frequência e combinar a frequência de destino com os motores da nave. Não importa se você vai a um ponto no espaço hoje, ontem, 10.000 anos atrás ou 10.000 anos à frente. A nave e seus motores não se importam. Embora aparentemente tenham capacidade total, o total de onde e quando é restrito à capacidade de emulação de frequência da própria nave. Ou seja, o design e a capacidade da nave determinam sua capacidade de viagem temporal.
Você viaja para aquele ponto específico, passado, presente ou futuro, e a partir daí, de acordo com a percepção da nave e de sua tripulação, o “tempo” começará a avançar. A nave pode pular de um destino para outro. O computador determina aos motores qual frequência exata gerar e, assim, envolve toda a nave na mesma frequência equivalente à do destino. E como é equivalente ao do destino, a nave deixa de existir no seu local de origem e salta para o éter (dentro de seu toroide, pois é do éter que tudo se manifesta) e, estando em frequente equivalência com seu destino, desce do éter para ele, completando assim a jornada ou salto.
Do éter não há distâncias, tudo está entrelaçado no mesmo espaço, tudo existe no mesmo espaço apenas separado por um véu de percepção. Ao saltar no hiperespaço, a nave pode ir de um destino para outro ou para uma época específica no passado ou futuro, usando a frequência exata. As naves classe Suzy de Taygeta funcionam com computadores quânticos holográficos controlados por uma IA super avançada, o que faz com que cada nave tenha consciência própria.
No modo de voo supraluminar, a nave pula de um planeta para outro, eliminando as distâncias, como também pode pular entre linhas temporais, basicamente manipulando o tempo e o espaço. A velocidade hiperespacial/supraluminal não é propulsão. Não é uma nave que anda em alta velocidade. É uma mudança repentina e controlada na frequência de toda a nave e no conteúdo. Ele deixa de estar na frequência específica em que estava antes de deixar sua origem.
Torna-se então a frequência do destino. Saltar para o hiperespaço é o mesmo que saltar para o modo de voo supraluminar. A nave salta para o éter (dentro de seu toroide, já que tudo se manifesta a partir do éter) e, sendo equivalente em frequência à de seu destino, desce do éter até ele, completando assim a jornada ou salto. Não há movimento através do espaço, nenhum deslocamento, nenhuma distância a percorrer, porque a partir do éter, tudo simplesmente é.
O Ankh é um antigo hieróglifo egípcio que significa “chave da vida” ou “cruz ansata”, que simboliza a vida eterna, a imortalidade e o equilíbrio. Segundo os Taygeteanos, o verdadeiro significado do Ankh é manipulação temporal. É por isso que o chamaram de vida eterna. Esse símbolo se parece com um joystick de nave espacial e é segurado na mão da mesma forma. Segurar esse símbolo na mão significa ter o controle de uma nave espacial que viaja no tempo.
Uma nave espacial Suzy e um caça britânico Spitfire usam praticamente o mesmo joystick. Abaixo estão os controles de cabine de um caça britânico Spitfire. O controlador principal é o manche ou joystick, que é usado para dirigir a aeronave durante o voo.

Segundo os Taygeteanos, viajar no tempo para conferir eventos históricos na Terra se mostrou um pesadelo. Na Terra, os jesuítas e outros agentes do Vaticano convenientemente adicionam ou subtraíram anos de eventos e inventam figuras históricas. Isso cria a impossibilidade de compreender sua localização dentro de um período de tempo baseado em calendários e datas.
Porque mesmo que você registre que vai ver uma figura que a história da humanidade situa no ano, digamos, de 1700, você ainda precisa inserir a correlação do mapa de frequência com esse ano. Descobriu-se que a figura foi inventada para atender a alguma agenda ou narrativa, ou simplesmente viveu em uma época diferente, o que confunde o computador de navegação.
Esse problema se agrava quando duas figuras reais viveram no mesmo ano, digamos, 1700, mas a história oficial as situa em anos muito diferentes. Isso resulta em uma confusão de datas impossível de decifrar. Somente com dados coletados por meio de múltiplas viagens de várias naves, ou até mesmo da mesma nave, é possível começar a entender a cronologia dos eventos. Novamente, isso é feito contrastando, correlacionando ou comparando as datas de um evento com o que o mapa de frequência e as posições de massa-gravidade indicam.
E o que os Taygeteanos observaram é que a história da humanidade é inteiramente fabricada, usando personagens ou eventos colocados em diferentes pontos no tempo para se adequarem a uma narrativa. E não apenas os tempos e as datas não correspondem, mas tudo ocorre dentro de um período de tempo muito mais compacto. Ou seja, o que aconteceu nos últimos 2.000 anos, na verdade, aconteceu em menos de 600 anos, ou até menos. Essa correlação ainda está sendo desenvolvida.
Dizem que a história é escrita pelos vencedores, e isso não só é totalmente verdade, como a situação piora, pois esses vencedores não apenas distorcem os fatos para atender aos seus próprios propósitos, como também inventam, de forma aberta e descarada, personagens e situações que simplesmente nunca aconteceram. Eles também apagam completamente muitas pessoas e eventos que de fato ocorreram, mas que são simplesmente inconvenientes ou contradizem suas narrativas de controle populacional e suas agendas de impor um sistema de crenças à população para explorá-la.
Esse tipo de dado só pode ser obtido por meio da intervenção de uma ou mais espaçonaves com capacidade de viagem no tempo, que vêm registrando a história da humanidade usando mapas de frequência-massa-gravidade. E o resultado é que agora está claro que toda a narrativa sobre a origem da humanidade, o que aconteceu e o que não aconteceu é completamente falsa. Quem está falsificando a história? A Cabala Illuminati, cuja sede é o Vaticano, para impor sua própria narrativa para servir a seus interesses pessoais.
Ao fazer isso, eles destroem a linearidade histórica que os precede. E isso nem se trata de distorcer a história, mas simplesmente de garantir que as circunstâncias de seu tempo e lugar se alinhem com seus desejos imediatos. Um exemplo disso é a adição de 300 anos que o Vaticano impôs ao calendário gregoriano, essencialmente saltando do ano 700 para o ano 1000. No entanto, este é apenas um dos muitos eventos semelhantes, alguns mais graves, que ocorreram.
O resultado final é que a versão oficial da história humana não se encaixa nem de longe na sequência de eventos que pode ser corroborada de outra forma. A história oficial foi simplesmente escrita e imposta para controlar as pessoas e fornecer um contexto crível. Mas não tem nada a ver com o que realmente aconteceu. Ao estudar o passado via viagens temporais, os Taygeteanos descobrem que a narrativa histórica oficial não bate com o que observam.
Isso reforça que a história ensinada foi construída pelos vencedores/controladores, incluindo as várias reinicializações da sociedade humana feitas no passado, censura e destruição de bibliotecas antigas. Os Taygeteanos notam que até as raças estelares recebem narrativas falsas adaptadas sobre a história da humanidade.
As cinco mulheres extraterrestres que se disfarçaram de médiuns para ajudar os cientistas alemães a construíram discos voadores.
Um exemplo marcante de viagem no tempo para mudar eventos históricos na Terra foi o caso das cinco mulheres taygeteanas que saltaram no tempo, de 1954 para 1917, para ensinar os cientistas da Alemanha nazista a construíram discos voadores antigravidade. A Alemanha nazista foi a primeira nação a explorar o espaço entre as décadas de 1930 e 1940.
De acordo com alguns pesquisadores, a médium Maria Orsitsch (Orsic) e a Sociedade Vril iniciaram pesquisas para construir um disco voador na década de 1920, com base em informações canalizadas recebidas de uma suposta raça extraterrestre baseada no sistema estelar Aldebaran. Isso levou à criação de um programa espacial secreto inicialmente financiado pela Sociedade Thule (um grupo ocultista alemão), que envolveu o Professor Winfried Otto Schumann já em 1924.
Figuras centrais da Sociedade Thule, como Anton Drexler e Karl Harrer, foram os verdadeiros fundadores do Partido Alemão dos Trabalhadores (DAP) em 1919, mas em 1920 foi renomeado para Partido Nacional Socialista Alemão dos Trabalhadores (Partido Nazista).

Um pequeno grupo de cinco mulheres de Taygeta, lideradas por Rashell de Temmer e Savya de Erra, chegaram a órbita da Terra na nave Toleka em 1952. Rashell e um grupo de Taygeteanos chegaram aqui como reação aos testes atômicos e à campanha dos militares americanos para abater naves de extraterrestres naqueles anos e nos anteriores. Os Taygeteanos podem viver séculos com a aparência jovem.
Foi Rashell quem falou com o presidente americano Eisenhower na Base Edwards, na Califórnia, em 18 e 20 de fevereiro de 1954. Esse foi o primeiro contato que um presidente americano fez com uma raça estelar que é membro da Federação Galáctica. Rashell foi uma das cinco mulheres da Sociedade Vril, liderada por Maria Orsic, cujo nome verdadeiro é Savya de Erra. Todas as cinco “médiuns” da Sociedade Vril são Taygeteanas. Rashell se passava por Sigrun.
Rashell disse que a Federação Galáctica recebeu um alarme sobre o que havia acontecido desde a Segunda Guerra Mundial, especificamente a detonação de armas nucleares sobre Hiroshima e Nagasaki. As raças mais semelhantes aos humanos sempre foram mais próximas, intervindo mais do que aquelas que não o são. Portanto, foi a vez de Taygeta. Vendo a situação da órbita, duas tripulações de 7, com 14 no total, formada por homens e mulheres, usaram duas naves espaciais para viajar no tempo, para deter o avanço nazista que desencadeou a Segunda Guerra Mundial e o desenvolvimento de armas nucleares.
Um duas equipes partiu de 1952 para 1917, onde se infiltraram na sociedade alemã e interagiram com os ocultistas alemães de 1917 a 1945. A intenção deles era tentar alterar a história. Eles eram “step-downs”, ou seja, extraterrestres que viajam para a Terra numa missão de curta ou longa duração. Eles se infiltraram na sociedade local fingindo serem humanos, usando roupas, falando a língua e aprendendo a cultura local.
Segundo Rashell, Savya era a líder da expedição. Os Taygeteanos queriam impedir o progresso da investigação alemã sobre bombas nucleares, e o avanço dos laboratórios nazistas de água pesada foi interrompido. Mas a missão não foi bem-sucedida pois o resultado seria o mesmo se os alemães tivessem a bomba primeiro, por que a Alemanha perdeu a guerra, mas os nazistas venceram. Eles só migraram para os Estados Unidos. Contei essa história em: A médium Maria Orsic ajudou a criar o programa espacial secreto nazista!

Segundo informações encontradas na internet, a Sociedade Thule foi formada em 17 de agosto de 1918 em Munique pelo Barão Rudolf von Sebottendorf. Dizem que foi no café Schopenhauer de Viena, em 1917, que o ocultista Karl Haushofer, o Barão Rudolf von Sebottendorf, o piloto da Primeira Guerra Mundial Lothar Waiz, o bispo Gernot, da secreta “Societas Templi Marcioni” (Os Herdeiros dos Cavaleiros Templários) e a suposta médium Maria Orsic se conheceram.
Maria Orsic se reuniu com os membros da Sociedade Thule para discutir assuntos associados às suas comunicações telepáticas. Consequentemente, os líderes da Sociedade Thule estavam cientes das notáveis habilidades telepáticas de Orsic, que podia entrar em estado de transe completo e era capaz de se comunicar com uma série de outros seres não humanos. Orsic mudou-se para Munique em 1919 e fez contato com a Sociedade Thule.
Os líderes da Sociedade Thule acreditavam que Orsic, e outras jovens como ela, teriam pistas importantes para entender e usar a força Vril. Eles apoiaram com entusiasmo Orsic e o grupo de jovens que ela formou ao seu redor em Munique, que também eram psiquicamente talentosas. Este é o período em que Orsic supostamente criou a “Alldeutsche Gesellschaft für Metaphysik” (Sociedade Pan-Alemã de Metafísica), que mais tarde foi renomeada como Sociedade Vril (Sociedade de Mulheres Vrilerinnen).
A história do grupo de Rashell e Savya é muito estranho pois elas basicamente colaboraram com os nazistas, ficaram vários anos saltando no tempo com uma nave Sand Clock para ajudar os cientistas alemães a construírem discos voadores que depois foram usados para tentar invadir colônias de Taygeta em Aldebaran. Essa história será tema de outro post que farei.
Além de Star Trek – Como as naves extraterrestres viajam pelo espaço?
Casa Branca disse que possui tecnologia que pode “manipular o tempo e espaço”.






































