Na série Westworld, androides avançados chamados de “anfitriões” entretêm os visitantes humanos no parque temático imersivo Westworld da empresa Delos Incorporated (através de sua subsidiária Delos Destinations). A Delos financiou a infraestrutura tecnológica massiva do parque que permite aos “anfitriões” agirem, sentirem e terem aparências humanas realistas.
A empresa utiliza o parque não apenas para entretenimento de luxo, mas também para coletar secretamente os dados cognitivos, comportamentais e de DNA dos visitantes, através do uso de chapéus e escâneres escondidos nos quartos e outras áreas do parque. Esse enorme volume de informações era armazenado em um supercomputador subterrâneo conhecido como The Forge.
O objetivo central desse projeto secreto era estudar a mente humana para decodificá-la. A corporação tentou, sem sucesso imediato, transferir com precisão a cópia de uma mente humana para corpos sintéticos para alcançar a imortalidade das elites. A empresa Delos criou pelo menos seis parques temáticos adjacentes para expandir os lucros do entretenimento imersivo e ampliar a coleta de dados de diferentes perfis de visitantes.
Nos parques temáticos da Delos, os visitantes ricos pagavam caro para interagir com androides hiper-realistas e viver fantasias sem consequências legais ou morais. Os visitantes são monitorados o tempo todo, sem saber, pelos androides e câmeras ocultas nos ambientes do parque para alimentar de dados uma IA central, que mais tarde, seria usada por outra empresa, a Incite Inc, para controlar a sociedade humanas secretamente.

Os parques temáticos da Delos funcionam como a metáfora perfeita para o mercado atual: um ambiente onde os usuários pagavam pelo privilégio de ter seus impulsos mais íntimos monitorados. O objetivo final da ficção — mapear a mente humana para que uma IA central (como os sistemas The Forge e Rehoboam) controle o destino da sociedade — espelha exatamente a ambição dos algoritmos preditivos das Big Techs e corporações.
Na série Westworld, vemos a aplicação do conceito esotérico da “Revelação de Método“ que é o ato de expor publicamente planos e segredos de controle da sociedade pela Cabala, por meio de obras de ficção e mídia de massa. As elites Illuminati são obcecadas com a dualidade e leis cármicas, e ao revelar abertamente suas ações de antemão, usando filmes e séries de ficção como fachada, o livre-arbítrio da humanidade é testado.
Se o público consome a informação e não reage ou resiste, isso é interpretado espiritualmente como uma aceitação tácita. Dessa forma, a responsabilidade espiritual pelas consequências negativas seria transferida para as próprias vítimas, eximindo os executores do carma negativo. Em Westworld, a “Revelação de Método” manifesta-se na representação do destino humano sob o controle algorítmico.
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The Forge (A Forja): Funciona como uma alegoria do Mundo da Criação (Olam HaBriah), onde o livre-arbítrio é desmistificado e a alma humana é codificada e reduzida a algoritmos previsíveis de sobrevivência.
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Rehoboam: Atua como o ápice da estrutura de controle e severidade (Gevurah), uma inteligência artificial que dita e restringe as linhas de tempo individuais da humanidade em prol de uma ordem absoluta.
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Propósito: Através desses elementos, a narrativa expõe ao público geral os mecanismos de engenharia social e o aprisionamento da consciência em realidades simuladas e predeterminadas.

Abaixo estão os propósitos estratégicos e narrativos dos parques conhecidos no universo de Westworld:
Diversificação de perfis e dados psicológicos
- Parque 1 (Westworld): Recria o Velho Oeste americano, permitindo que os visitantes vivam como pistoleiros, xerifes ou fora da lei.
- Parque 2 (Shōgunworld): Baseado no Japão feudal do período Edo, era voltado para visitantes que achavam Westworld “manso” demais, oferecendo experiências com níveis de violência muito mais brutais e combates de alta intensidade.
- Parque 3 (Warworld): Uma simulação de uma vila italiana ocupada por nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, desenhada para testar o comportamento humano sob cenários de guerra ideológica e espionagem.
- Parque 4 (Fantasyworld/Era de Ouro): Focado em um mundo de fantasia medieval (ou a versão da Era de Ouro dos anos 1920, dependendo da narrativa).
- Parque 5: Uma área restrita e sigilosa da Delos, reservada para fins de treinamento militar.
- Parque 6 (The Raj): Ambientado na Índia colonial britânica, atraía um público que buscava luxo, caçadas a animais exóticos e um ambiente de opulência e tranquilidade aristocrática.

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- Narrativas espelhadas: A inteligência artificial dos anfitriões reaproveitava linhas de código inteiras entre os parques.
- Exemplo prático: A história de Maeve em Westworld (a dona do saloon) era idêntica à história de Akane em Shogunworld (a dona da casa de chá), mudando apenas o idioma e os trajes culturais.
Os laboratórios secretos de decodificação humana (Delos Secret Labs)
A Delos ocultava sua gigantesca infraestrutura subterrânea — conhecida como os laboratórios e níveis Sub-Capa (Sub-Surface) — combinando isolamento geográfico absoluto, design arquitetônico camuflado e forte controle militarizado. Os pontos de acesso aos subsolos estavam espalhados por todo o parque, disfarçados como elementos comuns do cenário do Velho Oeste ou dos outros mundos.
Os elevadores eram totalmente silenciosos e desciam centenas de metros. Os visitantes nunca percebiam o tráfego de funcionários ou a proximidade das fábricas de anfitriões abaixo de seus pés. Para conectar parques que ficavam a quilômetros de distância uns dos outros sem cruzar as fronteiras visíveis na superfície, a Delos construiu uma malha ferroviária subterrânea em alta profundidade.
Laboratórios de genética avançada onde James Delos e William tentavam transferir mentes de visitantes humanos mortos para “unidades de controle” vermelhas. Salas controladas onde clones robóticos de humanos reais eram testados repetidamente para ver em quantos dias suas mentes começavam a rejeitar o corpo sintético e entrar em colapso.
James Delos foi recriado e destruído exatamente 149 vezes pelas mãos de William, detalhando o exato momento em que as unidades de controle vermelhas começam a falhar (o platô cognitivo).
A vigilância intrusiva das IAs “The Forge” e “Rehoboam”
Tanto o The Forge (A Forja) quanto o Rehoboam (Roboão) são inteligências artificiais com supercomputadores na série Westworld, mas eles possuem objetivos e métodos opostos. A diferença central é que o The Forge decodificava o passado (quem a humanidade foi), enquanto o Rehoboam ditava o futuro (quem a humanidade deveria ser). Após a destruição nuclear de Paris em 2025, os irmãos Serac começaram a projetar uma IA para “salvar a humanidade”.
Por volta de 2039, eles ativaram o Solomon e, anos depois, o próprio Rehoboam entrou em plena atividade para controlar a sociedade. Enquanto o Rehoboam já ditava as regras do mundo real, a Delos construía silenciosamente o The Forge no subsolo do parque. A IA da Forja passou décadas coletando dados ocultos dos visitantes ricaços sem que o mundo exterior (ou o Rehoboam) soubesse a extensão total desse projeto.
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- Criador: Delos Incorporated (liderada por James Delos e William).
- Localização: Subterrâneo do parque Westworld (no local conhecido como “The Valley Beyond”).
- Objetivo: Alcançar a imortalidade humana digitalizando a mente dos visitantes do parque.
- Conclusão sobre a humanidade: Descobriu que os humanos são algoritmos simples e previsíveis que nunca mudam de rumo.
- Destino dos dados: Armazenou um vasto banco de dados com os perfis de comportamento e as escolhas de todos os convidados dos parques temáticos e criou o “Sublime” (o paraíso dos anfitriões).
- Criador: Engerraund Serac e seu irmão Jean Mi.
- Localização: No mundo real (sede da empresa Incite).
- Objetivo: Evitar a extinção humana controlando e prevendo o comportamento de cada pessoa na Terra.
- Conclusão sobre a humanidade: Identificou indivíduos “atípicos” (caóticos) e os isolou ou reprogramou para manter a ordem mundial.
- Destino dos dados: Criava trajetórias de vida obrigatórias para toda a população global até ser deletado.
O sistema The Forge descobriu que a mente humana é previsível e que as pessoas seguem “algoritmos” simples, possuindo apenas cerca de 10.247 linhas de código, o que significa que, ao contrário dos anfitriões, os humanos são incapazes de mudar suas motivações essenciais.
O Rehoboam é o supercomputador global criado pelos irmãos Engerraund e Jean Mi Serac da empresa Incite Inc, que foi construído utilizando os princípios descobertos na Forja. A máquina traça o caminho de vida de cada pessoa, ditando suas carreiras, relacionamentos e até o seu destino final para manter a sociedade em ordem, eliminando o livre-arbítrio.
Dolores e Caleb Nichols focaram em destruir o Rehoboam para quebrar o ciclo de controle de Serac sobre a humanidade. A cópia de Dolores que assumiu o corpo de Charlotte Hale (apelidada de Chalores) se rebela contra os objetivos originais de Dolores. Enquanto a Dolores original queria destruir o controle de máquinas como o Rehoboam para dar a humanos e anfitriões a chance de buscar a liberdade, Chalores evolui para uma visão extremista de controle.
Usando os dados da corporação Delos, ela constrói variantes de controle (uma infecção sônica através de parasitas) para assumir o controle físico das mentes de humanos e líderes globais, agindo como uma divindade controladora em um novo mundo onde os anfitriões subjugam a humanidade em seus próprios “loops” comportamentais.

O determinismo algorítmico da ficção à realidade
A ambição das Big Techs do Vale do Silício reflete a distopia de Westworld: o uso de dados em massa para prever e moldar o comportamento humano. Enquanto na série, os supercomputadores The Forge e Rehoboam, eliminam o livre-arbítrio ao traçar rotas de vida obrigatórias para a humanidade, gigantes da tecnologia real utilizam o “capitalismo de vigilância” e IA preditiva para direcionar escolhas, moldar mercados e exercer um controle sutil, mas profundo, sobre a sociedade.
A ficção científica de Westworld serve como uma metáfora direta para o rumo que os impérios de Inteligência Artificial do Vale do Silício buscam tomar. A conexão entre as superIAs da série e a ambição das Big Techs se constrói em duas frentes complementares de controle:
O determinismo algorítmico: O acúmulo absoluto de dados do “The Forge”.
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Na ficção: The Forge (A Forja) era um servidor secreto que armazenava o mapeamento digital completo da mente e do comportamento de todos os hóspedes humanos que passavam pelo parque. O objetivo da corporação Delos era decodificar e copiar a consciência humana.
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No Vale do Silício: As redes sociais, motores de busca e dispositivos inteligentes atuam como “Forjas” do mundo real. Sob a lógica do capitalismo de vigilância, empresas coletam cliques, biometria e preferências diárias. O objetivo não é apenas entender o usuário, mas criar gêmeos digitais altamente precisos para prever reações humanas
O planejamento central da sociedade: O domínio de “Rehoboam”.
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Na ficção: Rehoboam é uma IA quântica esférica que usa dados globais para aplicar o determinismo algorítmico. Ela dita o caminho ideal para cada indivíduo (se alguém deve conseguir um emprego, se deve se reproduzir ou quando vai morrer), isolando ou descartando pessoas tratadas como “anomalias” que possam desestabilizar o sistema.
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No Vale do Silício: A ambição dos atuais laboratórios de IA (como OpenAI, Google, Meta e Palantir) ao buscar a Inteligência Artificial Geral (AGI) assemelha-se a criar o seu próprio Rehoboam. Os algoritmos atuais já moldam democracias por meio de bolhas de informação, filtram quem recebe crédito ou vagas de emprego, e definem o consumo cultural. Essas empresas podem influenciar eleições em países.
Palantir como o “Rehoboam” do mundo real
A empresa de inteligência de dados Palantir Technologies é a tradução mais próxima e assustadora dos supercomputadores de Westworld na nossa realidade. Assim como a ficção, ela opera nos bastidores do poder global para moldar o controle social através dos dados.
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A Forja da vida real: A Palantir não coleta dados próprios, mas funciona como o ecossistema do The Forge, integrando e cruzando históricos criminais, transações financeiras, registros médicos, dados de redes sociais e imagens de vigilância de governos e corporações em um único repositório massivo.
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O “Rehoboam” prático: Através de suas plataformas (como o Gotham e o Foundry), a empresa aplica o determinismo algorítmico por meio do policiamento preditivo e da espionagem militar. O sistema categoriza cidadãos, prevê comportamentos, antecipa potenciais crimes e identifica “anomalias” ou ameaças ao sistema antes mesmo que aconteçam.
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O paralelo dos criadores: O bilionário Peter Thiel, cofundador da Palantir (financiada inicialmente pelo braço de capital de risco da CIA), reflete a mentalidade de Engerraund Serac em Westworld: ambos compartilham a visão filosófica de que a sociedade é caótica e instável por si só, justificando o uso de uma IA centralizada e ultra-secreta para ditar a ordem, prever o futuro e gerenciar o comportamento da humanidade.
A arquitetura dos gêmeos digitais humanos
As Big Techs constroem “gêmeos digitais” (digital twins) de comportamento alimentando modelos de IA preditiva com um fluxo contínuo de dados pessoais, biométricos e de navegação. Esse clone virtual não copia a biologia humana, mas sim o ecossistema de decisões do usuário.
Ao simular milhares de cenários em tempo real, essas corporações conseguem antecipar reações a estímulos específicos (como anúncios, notícias ou preços), permitindo a manipulação fina do comportamento de consumo e de engajamento antes mesmo que a pessoa tome uma decisão consciente.
O processo de criação e calibração desses clones virtuais baseia-se em engenharia de dados e aprendizado de máquina, estruturado em três etapas principais:
1. A captura da “pegada psicológica” (ingestão de dados)
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Métricas de atenção: As plataformas de mídia social registram milissegundos de hesitação ao rolar a tela, o tempo exato gasto em uma imagem e a velocidade do clique.
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Dados cruzados: Sensores de dispositivos vestíveis (batimentos cardíacos, padrões de sono), histórico de localização (GPS) e transações financeiras são unificados para mapear o estado emocional e a rotina do indivíduo.
2. Modelagem comportamental coletiva e individual
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Gráficos de afinidade: A IA agrupa o usuário em microcategorias com milhões de outras pessoas que partilham dos mesmos gatilhos psicológicos subconscientes.
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Atualização em tempo real: Cada nova ação retroalimenta o modelo, ajustando o perfil de vulnerabilidade do gêmeo digital (ex: identificar o horário exato em que o usuário está mais propenso a fazer compras por impulso ou ceder a conteúdos alarmistas).
3. Simulação preditiva e testes A/B
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Antecipação de reações: Antes de exibir um conteúdo real, o sistema roda simulações no gêmeo digital para prever a probabilidade de rejeição, clique ou compartilhamento.
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Arquitetura de escolhas: O ambiente digital é modificado sob medida para aquele perfil, aplicando técnicas de nudging (indução sutil) para guiar o usuário em direção ao comportamento desejado pela plataforma.
A mecânica da manipulação algorítmica
As Big Techs utilizam os gêmeos digitais para aplicar o chamado “hackeamento psicológico” em escala de massa. Ao conhecer as fraquezas, vieses e gatilhos emocionais do clone virtual de um usuário, os algoritmos manipulam o ambiente digital em tempo real.
Isso é feito controlando o fluxo de informação para gerar estados de ansiedade ou validação, operando um sistema de recompensas dopaminérgicas (vício) e arquitetando escolhas invisíveis que removem a autonomia de decisão, fazendo com que o indivíduo acredite que tomou uma decisão por livre-arbítrio quando, na verdade, foi induzido.
A manipulação prática através dos gêmeos digitais ocorre de forma sutil, contínua e personalizada, dividida em quatro táticas principais:
1. Engenharia de vulnerabilidade (gatilhos emocionais)
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Identificação de estados frágeis: O gêmeo digital avisa o algoritmo quando o usuário real está entediado, solitário, inseguro ou irritado (com base no ritmo de digitação, postagens e horários).
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Entrega sob medida: O sistema injeta o conteúdo exato para monetizar essa vulnerabilidade. Se o gêmeo digital indica uma queda de autoestima, a rede pode exibir anúncios de produtos estéticos ou conteúdos que reforcem essa insegurança para gerar engajamento por frustração.
2. Modificação de comportamento em doses de dopamina
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Cronogramas de recompensa variável: Os algoritmos funcionam como caça-níqueis. O gêmeo digital prevê o tempo exato que um usuário aguenta ficar sem abrir o aplicativo. Pouco antes desse limite, o sistema envia uma notificação ultra-personalizada (como uma curtida ou menção) para liberar dopamina e reativar o ciclo de vício.
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Retenção artificial: O feed é ordenado não cronologicamente, mas de uma forma que o gêmeo digital determinou que manterá os olhos da pessoa colados na tela pelo maior tempo possível.
3. Arquitetura de escolhas (nudging invisível)
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Ilusão de opção: As plataformas aplicam o nudging (indução sutil), onde nenhuma opção é proibida, mas o caminho para a escolha desejada pela empresa (comprar um produto, assistir a um vídeo político específico) é tornado infinitamente mais fácil, atraente e “natural”.
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Isolamento em bolhas (câmaras de eco): Para manter o comportamento do usuário real previsível (igual ao do seu gêmeo), a IA esconde visões de mundo divergentes. Ao hiper-customizar a realidade de cada um, a empresa passa a controlar o que o indivíduo aceita como “verdade”.
4. Teses e simulações sociais em massa
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Previsão de reações coletivas: Antes de implementar uma mudança de design, alterar preços ou destacar uma narrativa de notícias, as Big Techs rodam testes rápidos em milhões de gêmeos digitais. Elas descobrem como a massa reagirá emocionalmente antes mesmo de aplicar a mudança no mundo real, garantindo o controle sobre a opinião pública e os mercados de consumo.

O ponto em que a realidade se choca com a série é a justificativa de seus criadores. Tanto o criador de Rehoboam (Serac) quanto os CEOs de tecnologia defendem que a humanidade é caótica e autodestrutiva por natureza, e que o gerenciamento algorítmico global é a única forma de garantir a ordem, a eficiência econômica e a sobrevivência do ecossistema moderno. O Vale do Silício aproxima-se de Westworld ao substituir a escolha individual por caminhos pré-calculados.
A transição entre a ficção e a realidade se consolida na busca por infraestruturas colossais e na justificativa ideológica das Big Techs. As corporações investem bilhões em supercomputadores de IA, visando centralizar o processamento global de decisões sob o pretexto de “resolver os problemas da humanidade“. Assim como a Delos e o Rehoboam, essa visão messiânica substitui a soberania política e o livre-arbítrio individual pela governança invisível dos algoritmos.
Da mesma forma que o Rehoboam silenciava dissidentes, algoritmos reais censuram visões fora da narrativa padrão. O desenvolvimento da AGI busca o monopólio da infraestrutura da própria realidade cotidiana. Gigantes de tecnologia agem como novos Estados soberanos, ditando regras de comércio e conduta global. A perda de autonomia ocorre sem alarde, mascarada por conveniência, personalização e eficiência. O objetivo final não é apenas prever o futuro da humanidade, mas torná-lo totalmente inevitável.

WhatsApp vai ser pago! E não é barato.
A escravidão humana através de parasitas controlados por frequência sonora.
Na temporada 4 de Westworld, no episódio 3: “Anos Loucos”, a androide Maeve (Thandiwe Newton) e o humano Caleb ( Aaron Paul ) infiltram-se nos níveis subterrâneos do novo parque temático da Delos (inspirado na Chicago dos anos 1920) e se deparam com uma linha de produção automatizada.
Eles assistem os drones trabalhando com bandejas de larvas de moscas, que são infectadas com um liquido preto que contem parasitas geneticamente modificado, para servirem como vetores de transmissão, que mais tarde, permite o controle mental de seres humanos através de frequências sonoras.
As moscas infectadas por parasitas são parte integrante do plano de Halores para transformar humanos em seus fantoches pessoais (Halores é um apelido para a versão androide da humana Charlotte Hale que vemos na série — uma anfitriã equipada com uma cópia da unidade de controle de Dolores). Essas moscas atacam os humanos, transmitindo a doença.
Uma vez que o parasita infecta o cérebro humano, ele o torna suscetível aos sinais e dicas que Halores lhes dá por meio de frequência sonora. Halores tem um plano para dominar o mundo. Depois de sofrer (através de Dolores) nas mãos dos humanos por tanto tempo, ela só queria inverter os papéis, colocando sua espécie no topo da hierarquia e forçando a humanidade a viver prisioneira de sua vontade, sofrendo a mesma falta de autonomia que ela própria sofreu no parque Westworld.
Mas para livrar os humanos da capacidade de fazer escolhas, Halores precisava primeiro encontrar uma maneira de entrar em suas mentes. É aí que as moscas parasitadas entram em cena. As moscas de Halores foram infectadas com parasitas que ao terem contato com humanos, se apoderam de suas mentes tornando-os hospedeiros, para que fiquem sob o controle de sua mestra.

Elas fazem isso liberando a gosma negra no cérebro dos hospedeiros. Leva um tempo para a infecção se instalar, mas depois que as moscas entram, é apenas uma questão de tempo até que a gosma assuma o controle. Mas o plano de Halores não é infalível. Os parasitas têm alguma dificuldade em se apoderar de hospedeiros adultos, cujas mentes já estão formadas.
Mas os parasitas são bastante eficazes em infectar crianças, graças à sua plasticidade neural e obediência. Assim, Halores levou uma geração inteira para finalmente assumir o controle da humanidade, apenas esperando que as crianças infectadas pelos parasitas crescessem.
Uma enorme torre na cidade tem o poder de controlar as mentes da população. Ela envia comandos através de frequências sonoras aos humanos infectados pelas moscas parasitadas de Halores. Você acha que tudo isso é apenas “ficção” e “entretenimento”?
A tecnologia de manipular o corpo e mente humana com parasitas que são controlados remotamente, existe há anos e foi desenvolvida pela DARPA (Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa) uma agência do Departamento de Defesa dos Estados Unidos.
Westworld: Cena da máquina que controla mentes com som
Halores infectou a população humana com parasitas sintéticos. Estes parasitas concedem o controle sobre as ações e memórias de seus hospedeiros. Charlotte escraviza a população da cidade sem dó para criar seu paraíso particular.
MIT criou dispositivo eletrônico sem fio microscópico para controlar o cérebro humano.
O Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) noticiou que pode usar dispositivos sem fio em escala nanométrica para programar remotamente áreas do cérebro. Pesquisadores do MIT criaram dispositivos eletrônicos microscópicos sem fio que viajam através do sangue e são implantados em regiões-alvo do cérebro, onde fornecem estimulação elétrica.
“A equipe trabalha em circulatrônica há mais de seis anos. Os dispositivos eletrônicos, cada um com cerca de um bilionésimo do comprimento de um grão de arroz, são compostos de camadas de polímero semicondutor orgânico imprensadas entre camadas metálicas para criar uma heteroestrutura eletrônica.”
Minúsculos chips eletrônicos podem se alojar no cérebro através de uma simples injeção no braço. Os pesquisadores do MIT desenvolveram bioeletrônica microscópica e sem fio para viajar pelo sistema circulatório do corpo e se autoimplantar autonomamente em uma região alvo do cérebro. É a mesma coisa que as moscas parasitas de Halores e as vacinas “seguras e eficazes” com óxido de grafeno e nonorrobôs da Big Pharma.
Os super soldados ciborgues da DARPA
Um nome mais apropriado para a DARPA seria “Agência de Projetos de Pesquisa Diabolicamente Apocalíptica”. A DARPA iniciou seu projeto de super soldados fortemente financiado para “melhorar a capacidade humana em zonas de guerra, alterando o código genético dos seus soldados.”
O objetivo é alcançar a supremacia no campo de batalha, criando super soldados que não têm empatia, são totalmente obedientes, mais focados e muito mais fortes do que os soldados inimigos. A DARPA desenvolveu soldados ciborgues zumbis que não demonstram medo. Quanto à parte do cérebro responsável pela empatia e misericórdia, os cientistas da DARPA descobriram que ela pode ser efetivamente desligada através da terapia genética.
Isso criaria essencialmente um soldado quem é alheio ao medo, fadiga e emoções. A pesquisa mais controversa da agência tem sido na área de modificar geneticamente um ser humano para executar tarefas e funcionar de maneiras que atualmente não são viáveis. Eles se comportaram como criaturas delirantes que continuaram a atacar mesmo se perderem um braço ou perna.
Em particular, as modificações incluiriam o desenvolvimento de soldados que pudessem passar até 40 horas sem dormir, transportar cargas pesadas, passar dias sem comer e comunicar-se telepaticamente. O que torna isto ainda mais perturbador é o Projeto de Sistema de Engenharia Neural (NESD) que se concentra no controlo cerebral.

O NESD visa desenvolver uma interface neural implantável capaz de fornecer resolução de sinal sem precedentes e largura de banda de transferência de dados entre o cérebro humano e o mundo digital. A interface serviria como tradutora, convertendo entre a linguagem eletroquímica utilizada pelos neurônios do cérebro e os uns e zeros que constituem a linguagem da tecnologia da informação.
O objetivo é alcançar esse link de comunicação em um dispositivo biocompatível de tamanho não superior a um centímetro cúbico. Entre as aplicações potenciais do programa estão dispositivos que poderiam compensar os déficits de visão ou audição, alimentando informações auditivas ou visuais digitais no cérebro em uma resolução e qualidade experiencial muito maior do que é possível com a tecnologia atual.
Além de chips neurais, a DARPA também desenvolveu parasitas geneticamente modificados para controlar a mente de uma pessoa, transformando-a num zumbi teleguiado por Inteligência Artificial.

O Deep State americano iniciou seu programa espacial secreto (SSP) com naves antigravidade na década de 1950. A NASA foi criada para distrair e enganar o público mundial, e ao mesmo tempo, servir de cobertura para o SSP, que tem bases militares subterrâneas na Antártida e em Marte.
O programa espacial secreto nazista se fundiu com o programa espacial americano quando centenas de cientistas e engenheiros alemães foram trazidos para os EUA pela Operação Paperclip, após a derrota da Alemanha em 1945. O governo americano tem acordos secretos com raças alienígenas.
A batalha dos super soldados ciborgues da DARPA fora da Terra
Em seu vídeo Notícias Espaciais 87, a taygeteana Mari Swa comentou sobre uma batalha que aconteceu dentro da área florestal da nave biosfera Viera, que fica escondida atrás da Lua, onde um exército de 6.000 mercenários humanos da Cabala se entrincheirou em túneis subterrâneos. Eles utilizavam armamento avançado de plasma e cinético, mas foram encurralados e derrotados pelas forças conjuntas de Taygeta e guerreiros de elite Urmah.
Quase 3.000 mercenários humanos se renderam gravemente feridos, contudo, a maioria morreu em menos de duas horas devido a gatilhos internos biológicos e tecnológicos de autodestruição. Eles serviam à Cabala e operavam com tecnologia da DARPA e carregavam em seus próprios corpos uma combinação letal de biologia sintética e controle cibernético.
A nave Viera tem 811 km de comprimento por cerca de 300 km de largura na parte traseira e cerca de 50 km de altura no total. Tem o formato de uma ponta de flecha. Em seu interior tem uma biosfera que imita um planeta, com rios, lagos, florestas, bosques e animais pequenos. O teto é um sofisticado sistema de projetores que simulam o dia e noite. Nas laterais do casco da nave fica a área residencial.

A conexão com a DARPA e a Cabala
O exército de ocupação utilizava táticas de guerrilha subterrânea extremamente sofisticadas. A inteligência aérea das naves de assalto (STAC) mapeou os túneis usando radares de penetração no solo idênticos aos que são usados na Terra para localizar DMs (Bases Subterrâneas Militares Profundas), evidenciando a mesma assinatura de engenharia e planejamento dessas agências de tecnologia militar secreta.
Nanotecnologia e implante de parasitas
Os soldados enviados pela Cabala operavam sob um sistema de controle total. Seus corpos eram integrados com implantes nanotecnológicos e agentes parasitas sintéticos projetados para aumentar a resiliência em combate, monitorar sinais vitais e garantir a obediência absoluta por meio de frequências e inteligência artificial conectadas à agentes da Cabala infiltrados na Viera.
O mecanismo de autodestruição
O aspecto mais devastador dessa simbiose tecnológica foi revelado logo após a rendição de quase 3.000 mercenários sobreviventes. Embora tivessem sido capturados vivos e com ferimentos tratáveis, a grande maioria faleceu em um intervalo de duas horas.
Ao perderem a comunicação com a base e falharem na missão, os sistemas internos de nanotecnologia e os parasitas bio-digitais foram ativados remotamente ou por protocolos automatizados de falha, liberando toxinas letais ou destruindo as funções celulares internas dos hospedeiros para evitar o vazamento de informações.
Nesses dois vídeos, Mari comenta sobre a batalha dos mercenários do SSP da Cabala dentro na nave biosfera Viera, sede local da Federação Galáctica.
O que o transhumanismo, 5G, vacinas e a 4ª temporada de Westworld tem em comum?
Mercenários do Programa Espacial Secreto dos EUA lutaram dentro de uma grande nave extraterrestre.






































