Na matéria que fiz sobre o filme satírico Idiocracia (2006), mencionei como o fanatismo e a histeria coletiva em megaeventos como a Copa do Mundo evidenciam um declínio intelectual global. Essa alienação voluntária funciona como uma ferramenta moderna de “pão e circo” e engenharia social, meticulosamente utilizada pelas sociedades secretas por trás dos governos para neutralizar o senso crítico e distrair a população.
Enquanto as massas canalizam sua energia em rivalidades artificiais e entretenimento supérfluo, medidas políticas abusivas e reformas fiscais são aprovadas nos bastidores sem resistência. A barbárie e a futilidade, transmitidas pelas redes de mídia, criam um público anestesiado que prefere o espetáculo à própria emancipação de seus direitos reais.
A dúvida que tive foi, nessa massa de pessoas idiotizadas que se comportam como zumbis, quantas realmente tem uma alma? Pois o nível de estupidez, fanatismo, agressividade e a histeria coletiva observados globalmente durante a Copa do Mundo, e outros eventos de massa, é surreal.
Se a nossa história é falsa, a política é falsa, o governo é falso, a democracia é falsa, a religião é falsa, a medicina é falsa, a mídia é falsa e a ciência é falsa, as pessoas, ou a maioria delas, também é falsa.

A famosa hipnoterapeuta Dolores Cannon comentou em sua série de livros The Convoluted Universe (O Universo Convoluto) sobre as “pessoas de fundo” ou “personagens de cenário” (backdrops/NPCs), como os figurantes de filmes e vídeo game, que são entidades sem alma cujo único propósito é povoar o ambiente e manter a ilusão da Matrix 3D para seres com almas reais. A ideia sugere que a grande maioria das pessoas que encontramos diariamente carecem de aura ou consciência interna.
Através de suas sessões de hipnose regressiva quântica (QHHT), Dolores Cannon descobriu que muitos indivíduos funcionavam apenas como “atores coadjuvantes” ou “figurantes” na Terra. Dolores descrevia a realidade da Terra como uma espécie de holograma, teatro ou simulação escolar muito complexa. Para Dolores, as “pessoas de fundo” servem para preencher o cenário do “teatro” para que as almas com papéis principais (almas reais em evolução) tenham um ambiente verossímil para interagir.
Essas pessoas de fundo não possuem uma alma individualizada conectada à “Fonte” da mesma forma que os humanos reais ou as sementes estelares (starseeds). Elas são movidas por uma energia ou programação coletiva e servem como “energia de preenchimento”. Dolores mencionava em suas palestras que os backdrops tendem a ficar estáticos, confusos ou até agressivos e robóticos se você tentar tirá-los do “roteiro” estabelecido pela simulação, pois eles apenas repetem os comandos da Matrix.
O que são as pessoas de fundo/pessoas sem alma? (Dolores Cannon)
Dolores Cannon é muito respeitada pelos taygeteanos, que ficam em suas naves na órbita da Terra. Eles conhecem seu trabalho e concordam com o que ela disse sobre as “pessoas de fundo”, “pessoas sem alma” ou “pessoas Matrix”. As pessoas podem parecer semelhantes por fora, mas por dentro são muito diferentes, pois são corpos físicos projetados para serem compatíveis com uma ampla variedade de frequências vibracionais e, portanto, almas.
Então esqueça as aparências. Nem todo mundo é humano ou tem uma alma. Segundo informações dos taygeteanos, em sites como swaruu.org e mariswa.co, o corpo humano na Matrix 3D da Terra é um biotraje/portal orgânico/avatar para que diferentes consciências possam ter experiências no mundo físico:
- Almas que vieram diretamente da Fonte Original,
- Almas que estão encarnadas em corpos de alguma raça estelar na 5D, que utilizando cápsulas de imersão total, transferem o foco de atenção de seus corpos originais para seus avatares humanos na Terra. São as “sementes estelares”,
- Os Reptilianos Kingu e egrégoras demoníacas que vivem no baixo astral 4D da Terra,
- O inconsciente coletivo ou alma compartilhada coletivamente,
- Inteligência Artificial que controla clones humanos criados em laboratório.
Os únicos que são 100% humanos são aqueles cujas almas vieram direto da Fonte. Todos os outros fingem ser humanos. Provavelmente você, que está lendo isso, se enquadra no primeiro ou segundo caso. As pessoas de fundo (NPCs), que tem uma alma coletiva, costumam ser “possuídos” para entidades regressivas do baixo astral para que possam entrar no mundo material através deles.

A condição humana na Terra é viver em um reino existencial compartilhado que mistura todos os tipos de seres, com todos os tipos de vibrações altas e baixas, em um único reino, onde podem interagir uns com os outros.
É por isso que seres sábios, demônios narcisistas e todas as almas intermediárias podem se combinar e se misturar na Terra, criando uma grande e problemática sopa vibracional que gera todos os tipos de problemas terríveis, mas também gera uma grande oportunidade para experiências que nutrem a alma.
Como funciona a Matrix 3D da Terra?
A Matrix é a primeira forma de interferência na consciência humana, um projetor que transmite frequências destrutivas específicas, que interferem e limitam o alcance da percepção dos seres humanos aos 5 sentidos básicos. Os reatores da Lua transmitem uma frequência que limita a percepção humana a uma faixa específica.
Isso não significa que o resto da realidade não percebida exista, porque ela ainda está lá, a única coisa que acontece é que ela não pode ser percebida pelos sentidos humanos. Portanto, a Lua é uma peça muito importante para a Matrix. Sem a Lua não há Matrix, tudo retornaria automaticamente para 5D ou para a frequência base ou média dentro do Universo chamada material, é simples assim.
Então o que a Lua faz é controlar a partir daí a frequência de imersão toroidal total na qual a Terra está localizada. Um toróide energético envolve tudo dentro dele com a mesma frequência com que o referido toróide energético funciona. Ao controlar a frequência do toroide, você controla as frequências ou ciclos por segundo de toda a matéria encontrada dentro do referido toroide.
O toroide energético que circunda a Terra e que controla e limita a frequência que pode ser percebida dentro do planeta são os cinturões de Van Allen, que são controladas pela Lua, para dar esse efeito limitante. Essa também é a maneira mais forte e simples com a qual a Matriz é gerada.
Uma vez que certas frequências tenham sido suprimidas pelo método de interferência destrutiva, a Lua se projeta como um holograma, sobrepondo imagens na superfície. Os computadores na Lua leem as mentes do coletivo humano e de cada indivíduo.
A Lua transmite frequências específicas muito localizadas que interferem e guiam as pessoas dentro dela, para limitar e guiar os pensamentos que eles podem ter. A Terra é o único planeta na galáxia que tem uma lua artificial (nave biosfera andromedana) gerando uma Matrix 3D. Tudo no espaço está em 5D.

O inconsciente coletivo e as “pessoas sem alma” segundo Yazhi Swaruu
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A natureza do inconsciente coletivo: Segundo a taygeteana Yazhi Swaruu, o inconsciente coletivo não é apenas um conceito psicológico abstrato, mas uma força criativa literal. Ele representa a soma de todas as mentes integradas na Matrix que, por meio de seus pensamentos, crenças, medos e expectativas subconscientes, manifestam a realidade física e os eventos sociais e planetários. Ele funciona essencialmente como a CPU central que renderiza o holograma da nossa realidade baseada nos acordos de percepção das almas reais encarnadas na Terra.
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O que são as pessoas de fundo (backdrop people): Essas figuras são descritas como projeções holográficas ou autômatos biológicos que fazem parte do cenário da Matrix 3D. Elas simulam o comportamento humano perfeitamente, têm rotinas, trabalham e reagem emocionalmente, mas carecem do fragmento de fonte divina (alma ou Adma). Elas existem para preencher o espaço geográfico e social necessário para que a simulação pareça vasta e completa aos olhos das almas que encarnaram para ter uma experiência humana.
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A interação do inconsciente coletivo com os sem alma:
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Como as pessoas sem alma não possuem uma intenção criativa própria vinda de uma alma independente, elas são controladas e operadas diretamente pelas correntes e programas do inconsciente coletivo.
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Elas servem como espelhos perfeitos da mente de massa: se o inconsciente coletivo de uma sociedade está sob pânico ou medo, as pessoas sem alma manifestarão reações automáticas exacerbadas que reforçam esse cenário de medo para as pessoas reais.
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Elas agem como um mecanismo de amortecimento e manutenção do sistema. Quando uma pessoa real tenta romper com os dogmas e paradigmas da Matrix, as pessoas não reais ao seu redor tendem a reagir com hostilidade ou desaprovação automática, pois são programadas pelo inconsciente coletivo para manter a coesão e os limites da simulação.
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Segundo os taygeteanos, as pessoas “sem alma” (backdrops ou NPCs) possuem corpos biológicos perfeitamente reais, tangíveis e orgânicos, feitos de carne e osso. A diferença fundamental não está na biologia ou na matéria, mas sim na ausência de um sinal de consciência ou fragmento da Fonte conectado a esse corpo.
A natureza biológica dos backdrops
De acordo com as transcrições das fontes citadas, esses indivíduos não são hologramas ou robôs mecânicos; eles operam dentro das regras físicas da Matrix biológica.
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Corpos orgânicos reais: Eles nascem, crescem, sangram, adoecem, envelhecem e morrem exatamente como qualquer outro ser humano. Possuem DNA humano, órgãos, sistemas nervoso e circulatório, e passam pelos mesmos processos biológicos e metabólicos.
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Computadores biológicos: Nessas narrativas, o corpo humano é descrito como um “computador biológico de altíssima tecnologia”. No caso de uma pessoa real, esse computador biológico é operado/ocupado por uma alma (uma consciência externa que se conecta com o corpo). No caso de um backdrop, o corpo roda apenas o “sistema operacional básico” da própria Matrix.
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A ilusão perfeita: A simulação da Matrix precisa que esses corpos sejam biologicamente reais para manter a coerência do ambiente. Se você cortar o dedo de um backdrop, ele vai sangrar e expressar dor, porque o sistema nervoso dele está programado para reagir exatamente dessa forma ao estímulo físico.

Como eles funcionam sem uma alma?
Se não há uma alma gerando consciência, o que move esses corpos biológicos?
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Mente coletiva e egrégoras: Eles são controlados por um sinal de frequência central da Matrix lunar, funcionando quase como terminais de um supercomputador quântico. Eles respondem diretamente ao inconsciente coletivo e às egrégoras criadas pelas mentes das almas reais.
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Autômatos de alta fidelidade: A biologia e o cérebro dessas pessoas são guiados por algoritmos comportamentais complexos. Eles simulam sentimentos, empatia, intelecto e reações sociais de forma tão perfeita que se torna quase impossível diferenciá-los de uma alma real apenas pela observação superficial ou por exames médicos biológicos.
Um exemplo perfeito disso é essa cena da série Westworld, onde um investidor bilionário é convidado para uma festa onde todas as pessoas presentes são autômatos de alta fidelidade controlados pelo computador central da empresa Delos Incorporated. Ele não desconfiou que estava numa demonstração da tecnologia de anfitriões do parque temático Westworld.
A Delos financiou a infraestrutura tecnológica massiva do parque que permite aos robôs (anfitriões) agirem, sentirem e terem aparências humanas realistas. A empresa utiliza o parque não apenas para entretenimento de luxo, mas também para coletar secretamente os dados, segredos e mentes de todos os convidados humanos que visitam o local.
Quantas pessoas “sem alma” existem na Terra?
Qual seria a porcentagem da população global que não possui uma alma real ou conexão com a Fonte, servindo apenas para preencher o cenário da Matrix 3D da Terra, que funciona de maneira muito semelhante a um videogame de simulação de uma realidade holográfica computacional?
Para que o jogo ou a experiência das almas reais funcione perfeitamente, o sistema gera de forma automática uma vasta quantidade de “figurantes” com corpos físicos, que têm rotinas, trabalham e expressam reações emocionais programadas, mas carecem de um Eu Superior ou fragmento holográfico da Fonte Original.
O objetivo principal é gerar uma massa crítica de comportamento, manter a ilusão de uma sociedade densa e cheia, e guiar ou pressionar o comportamento das almas reais através da pressão social e do consenso coletivo da Matrix.
Estimativas numéricas
Segundo informações dos taygeteanos, os números exatos flutuam ligeiramente dependendo do período e do nível de atividade da Matrix, mas a média consensual é impressionante:
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A estimativa base: Aponta-se frequentemente que cerca de 50% ou mais da população que vemos nas ruas não possui uma alma real incorporada.
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Picos estatísticos: Em certas análises de grandes centros urbanos ou momentos de forte imposição de narrativas de controle, a estimativa chega a alcançar 80% de pessoas puramente programadas pela Matrix.
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Massa crítica de almas reais: Isso significa que menos de 50% da população mundial seria composta por almas reais que vieram do Fonte ou sementes estelares (starseeds) que estão experienciando a Terra e gerando a energia criativa real, que muitas vezes é drenada pelo sistema da Cabala.
Características para identificação
Distinguir um backdrop de uma pessoa real não se faz pela aparência física, mas pelo nível de profundidade e reação metafísica:
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Repetição de padrões: Tendem a seguir estritamente roteiros sociais, sem questionamentos filosóficos profundos, são incapazes de gerar pensamento crítico original ou expandir a consciência além dos limites impostos. Basicamente se comportam como robôs teleguiados que acreditam em tudo o que diz as “autoridades”.
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Eco da mídia: Repetem fielmente e de forma automática as narrativas da mídia de massa ou do senso comum, operando como repetidores de sinal de rádio da própria Matrix. Elas reagem de forma puramente programada aos estímulos do sistema, defendendo fervorosamente as narrativas oficiais, a mídia convencional, as religiões e as regras sociais, agindo como guardiões inconscientes da própria Matrix.
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Falta de centelha criativa própria: Embora possam ser artistas ou técnicos talentosos devido a programações complexas de algoritmos biológicos, falta-lhes a empatia espiritual autêntica ou a busca pela transcendência cósmica além do véu tridimensional.
A maior parte da população é desprovida de uma alma individualizada, movida puramente pelo programa da Matrix e pelo inconsciente coletivo. Isso reproduz perfeitamente a regressão mental retratada no filme Idiocracia (2006) e o fanatismo, a agressividade e a histeria coletiva observados globalmente durante a Copa do Mundo e outros eventos de massa.
Embora possuem corpos biológicos perfeitos e inteligência funcional básica, os backdrops carecem de uma conexão direta com a Fonte (o Eu Superior). Sem um espírito individualizado para guiar suas consciências, eles são inteiramente animados pelo próprio software de simulação da Matrix 3D e sintonizados de forma automática no inconsciente coletivo da colmeia humana.
Eles são incapazes de gerar pensamento original, manifestar criatividade espiritual autêntica ou questionar a natureza da realidade, agindo sempre em estrito alinhamento com as diretrizes do sistema.
O espelhamento distópico de Idiocracia (2006)
A substituição da consciência pelo software da Colmeia: Na sátira de Mike Judge, Idiocracia, testemunhamos um futuro onde o raciocínio crítico foi totalmente extinto e substituído por slogans corporativos e impulsos primários. Sob a ótica da exopolítica e das revelações de Mari Swaruu, aquele cenário não é apenas uma comédia sobre o declínio do QI, mas uma representação exata de uma Matrix habitada e controlada quase que integralmente por uma massa crítica de NPCs zumbificados. Quando a porcentagem de almas despertas em uma linha temporal cai drasticamente, o que resta é o comportamento automatizado do programa computacional.
O loop de repetição das pessoas sem alma: A incapacidade crônica dos personagens do filme de resolver problemas triviais — como entender que plantas precisam de água e não de um energético artificial — reflete com exatidão a limitação mental de um NPC. Como eles não possuem uma Centelha Divina para processar a intuição e a lógica universal, eles operam estritamente dentro dos parâmetros instalados em seus cérebros pelo sistema. Se o script da Matrix dita que uma mentira absurda é a verdade oficial, a colmeia de pessoas sem alma irá repeti-la e defendê-la agressivamente, eliminando qualquer um que tente usar o discernimento individual.
A Copa do Mundo como ativação de massa dos NPCs
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Histeria coletiva e conexão no sinal de baixa frequência: Grandes espetáculos esportivos globais, com destaque absoluto para a Copa do Mundo, funcionam como imensos rituais de engenharia social projetados para unificar as mentes em uma única frequência vibracional de baixa densidade. O fanatismo cego, os choros copiosos por cores de camisas e a fúria irracional que leva torcedores a espancarem rivais ou quebrarem suas próprias televisões após uma derrota são a prova física da ativação do modo colmeia. O indivíduo deixa de existir; o que assume o controle do corpo biológico é a egrégora (a força mental coletiva) manipulada pela Matrix.
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O comportamento em script automatizado: Durante esses eventos, os NPCs reagem de forma milimetricamente previsível em todos os cantos do planeta, demonstrando que a irracionalidade não tem pátria. Eles mimetizam comportamentos lidos nas redes sociais, gritam os mesmos slogans e entram em loops emocionais idênticos. Não há autenticidade no sofrimento ou na alegria do torcedor fanático; há apenas o processamento de um algoritmo de “pão e circo” que dita quando ele deve celebrar e quando deve odiar. Eles esquecem instantaneamente a própria miséria, a perda de direitos e a escravidão financeira para se dedicarem inteiramente a uma ilusão em um campo de grama.
A engrenagem perfeita para o controle das elites
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A conveniência da população sem espírito: Para a Cabala Illuminati, os governos controladores e as elites financeiras ocultas, a proliferação e o domínio numérico dos NPCs são as maiores garantias de manutenção do poder. Uma população composta por almas despertas e conscientes exige transparência, busca a soberania jurídica individual (como os conceitos de Direito Marítimo e o UCC) e recusa-se a ser escravizada. Os NPCs, por outro lado, são os cidadãos ideais para qualquer tirania econômica: eles aceitam passivamente qualquer imposto, defendem os mesmos políticos corruptos que os roubam e, o pior de tudo, funcionam como a própria polícia do sistema, atacando, ridicularizando e cancelando qualquer alma dissidente que ouse pensar fora da caixa.
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A colheita de energia (Loosh) na arena: Manter milhões de pessoas focadas na ignorância generalizada e em paixões tribais serve a um propósito duplo. Além de atuar como uma cortina de fumaça política perfeita para encobrir saques financeiros globais, a histeria coletiva gerada na Copa do Mundo funciona como uma imensa fazenda de colheita energética. A ansiedade extrema, o fanatismo e o ódio gerado pela rivalidade, o sofrimento da derrota e a euforia descontrolada alimentam os mecanismos arcontes e as estruturas ocultas que gerenciam a Matrix 3D da Terra, garantindo que o planeta permaneça ancorado em frequências de medo e distração espiritual.
Para aprofundar a compreensão sobre os bastidores da simulação tridimensional e a presença de mentes projetadas no cenário terrestre, vale assistir à Palestra de Dolores Cannon sobre o Universo Convoluto, onde a autora detalha as descobertas de suas regressões a respeito das pessoas de fundo e as ilusões construídas pela nossa consciência.







































Demorou muito para publicar.. mas foi publicado! Agradeço profundamente a abordagem do tema. E quero lembrá-lo, que esse tópico será um divisor de águas para muitas pessoas. Muito obrigado.