Segundo uma matéria do New York Times, Israel passou vários anos preparando secretamente Mahmoud Ahmadinejad para liderar o Irã após uma “mudança de regime”. Trata-se do ex-presidente iraniano que já pediu a destruição de Israel e negou o Holocausto. O NYT citou autoridades dos EUA, dizendo que o plano de mudança de regime envolveu pelo menos 2 reuniões com o Mossad na Hungria, enquanto Israel apoiava secretamente seu fantoche iraniano.
O chefe do Mossad, David Barnea, viajou pessoalmente a Budapeste para encontrá-lo; Israel custeou sua moradia e viagens, e agentes israelenses reuniram-se com ele diversas vezes sob o pretexto de “conferências universitárias sobre o clima”. No primeiro dia da guerra, um ataque aéreo israelense atingiu o complexo onde ele estava para libertá-lo da vigilância da Guarda Revolucionária (IRGC); e um Peugeot preto conduzido por agentes do Mossad o resgatou e o levou a um esconderijo secreto dentro do Irã.
Aparentemente, Ahmadinejad não ficou nada satisfeito com o resgate dessa forma, desiludiu-se com o plano, escapou do esconderijo em circunstâncias pouco claras e desapareceu completamente. Ele reapareceu na semana passada no funeral do aiatolá Khamenei usando máscara cirúrgica, ladeado pelo que pareciam ser seguranças, sem dizer uma palavra.
Diz-se agora que ele está em prisão domiciliar imposta pela Guarda Revolucionária. A operação de inteligência mais audaciosa de Israel na guerra foi arquitetada em torno de um de seus inimigos mais odiados — e não saiu exatamente como planejado. Israel conduziu uma operação secreta para recrutar um ex-líder iraniano como fonte de inteligência e prepará-lo para assumir poder no Irã. A verdade é que Israel e o Irã são controlados pelos mesmos mestres, a City de Londres e Coroa Britânica.
A decisão de Israel de construir um plano de mudança de regime em torno de Ahmadinejad é uma reviravolta extraordinária na saga das relações do país com o ex-presidente, que era conhecido por acelerar o programa nuclear do Irã e pedindo regularmente a destruição de Israel.
Por dentro da operação secreta de Israel para cultivar Mahmoud Ahmadinejad
Como presidente do Irã de 2005 a 2013, o Sr. Ahmadinejad foi o político linha-dura mais proeminente do país. Ele falou em eliminar Israel e, sob o seu governo, o Irã reiniciou um programa para enriquecer urânio, levantando suspeitas de que estava a prosseguir um programa secreto de armas nucleares, que foi completamente financiado por Barack Obama.
Ahmadinejad ordenou repressões violentas contra uma revolta nacional que contestava a sua reeleição em 2009 e, sob o seu governo, o poder judicial realizou execuções em massa de dissidentes e prendeu opositores e rivais. Mas nos anos seguintes à sua saída da presidência, Ahmadinejad moderou as suas opiniões e atenuou a retórica anti-Israel que marcou o seu mandato.

Seu status atual permanece incerto. Mas quatro altos funcionários iranianos disseram que Ahmadinejad estava sob custódia da ala de inteligência do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica’, em prisão domiciliar agora que o Irã soube de muitas de suas interações com Israel. Mahmoud Ahmadinejad fez exatamente o que o psicopata Benjamin Netanyahu queria, ficar ameaçando destruir Israel publicamente, dando pretexto para Netanyahu exigir mais dinheiro dos contribuintes americanos.
Há anos que a retórica inflamada e agressiva de Ahmadinejad durante sua presidência (2005–2013) funcionava como a engrenagem perfeita para a narrativa de vitimização e necessidade de defesa de Benjamin Netanyahu. Cada ameaça pública servia de justificativa imediata para o governo israelense exigir mais repasses bilionários, pacotes de ajuda militar e apoio incondicional do Congresso e dos contribuintes americanos.
De acordo com os relatórios confidenciais expostos, após deixar a presidência, Ahmadinejad moderou seu discurso e passou a se encontrar secretamente com agentes israelenses na Guatemala e na Hungria. O plano culminou no início de 2026, durante o conflito direto entre EUA/Israel e o Irã, quando o Mossad tentou resgatá-lo e escondê-lo em um local seguro para usá-lo como o “Boris Yeltsin iraniano”.

A análise desse cenário sugere que a hostilidade pública inicial era conveniente para ambos os lados: alimentava o nacionalismo populista de Ahmadinejad internamente no Irã e garantia o fluxo contínuo de dinheiro e armamento de Washington para a agenda política de Netanyahu. Ao fim, quando o sistema iraniano o marginalizou, Ahmadinejad buscou o apoio das próprias potências estrangeiras que antes atacava para tentar retomar o poder.
Figuras públicas como Benjamin Netanyahu e Mahmoud Ahmadinejad seriam apenas gestores de palco, cumprindo papéis dialéticos (tese e antítese) para alcançar um resultado já determinado por quem detém o verdadeiro poder financeiro e institucional global. O plano de Israel de derrubar o regime de Teerã e instalar Ahmadinejad dependia diretamente do suporte logístico e militar dos EUA.

Esta semana, o Senado americano votará se irá fundir as capacidades mais sensíveis e secretas das forças armadas americanas com Israel. Essa fusão está escondida dentro da enorme Lei de Autorização de Defesa Nacional (NDAA) e eles esperam que os americanos não percebam. Fundir as forças armadas americanas com um país estrangeiro é uma traição à soberania.
Rachel Campos-Duffy, da Fox News, surpreendentemente questiona Netanyahu sobre seu plano de “fundir” as forças armadas dos EUA e de Israel. “Essa redução da ajuda externa (nos próximos dez anos) será compensada pela proposta de uma fusão entre o nosso Pentágono e as suas forças armadas?”
“Sim”, responde Netanyahu. “Estou chamando isso de “da ajuda à parceria”. Acredito que a união dos talentos de nossos dois grandes países fortalecerá a posição competitiva dos Estados Unidos.”
“Isso certamente levanta algumas questões de soberania”, responde Campos-Duffy.
Benjamin Netanyahu admits that his plan to merge the Pentagon and the Israeli military will be forced upon Americans.
Netanyahu says America and Israel must invest in new technology that will give them an advantage.
“I think the merging of our two great countries’ talent would… pic.twitter.com/ShACwyhoPi
— Shadow of Ezra (@ShadowofEzra) July 12, 2026
Essa história de “da ajuda à parceria” é conversa fiada! A mudança real é de ter que coagir, chantagear e literalmente comprar o Congresso dos EUA através da AIPAC para obter apoio para não precisar mais fazer nada disso, pois, com a fusão, eles terão controle TOTAL. O parasita terá devorado o hospedeiro. A ajuda não se limita mais apenas a repasses financeiros ordinários, mas evolui para uma integração estrutural e profunda dos aparelhos de inteligência e defesa dos EUA com o governo israelense.
O plano de Israel de derrubar o regime de Teerã e instalar Ahmadinejad dependia diretamente do suporte logístico e militar dos EUA. A fusão de capacidades secretas embutida na NDAA legaliza e automatiza esse tipo de operação conjunta, garantindo que o dinheiro e a tecnologia americana sejam blindados por lei para defender a agenda geopolítica de Netanyahu no Oriente Médio, consolidando o controle sobre a soberania americana que os críticos denunciam.
O Cartel Bancário Judaico financia o Irã nos bastidores há quase 150 anos.
O teatro do Oriente Médio: Como a City de Londres manipula os governos de Israel e Irã.
Inteligência militar Q: “Estamos deixando Israel por último”. O que significa?






































