Um artigo do jornalista italiano Cesare Sacchetti detalha o chamado “Caso Bar España”, uma rede de pedofilia, abusos e rituais satânicos que operou na Espanha a partir dos anos 1990. Segundo o jornalista, o esquema — considerado por ele um precursor de escândalos internacionais como o Pizzagate — envolvia políticos de alto escalão, juízes e empresários. A denúncia central da matéria é de que o sistema judicial e político espanhol atuou ativamente para abafar as investigações, perseguir as testemunhas e garantir a impunidade dos envolvidos.
O judiciário espanhol não só suprimiu uma infinidade de depoimentos consistentes de vítimas e informantes dessa rede de pedofilia, como agora pretende processar aqueles que denunciaram o escândalo envolvendo membros do Partido Popular, do Partido Socialista, magistrados e empresários. Um dos jornalistas espanhóis que cobriu o caso escreveu a Sacchetti informando que mais cinco pessoas serão julgadas por publicarem documentos que demonstram os abusos dessa rede espanhola.

O caso Bar España é o Pizzagate espanhol. Na Europa, pedófilos, muitos deles maçons, não são julgados. Quem é julgado são aqueles que os denunciam.
Descrição detalhada do caso
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O centro das operações (Bar España): Localizado na rodovia N-340, na Comunidade Valenciana, o restaurante funcionava como fachada. Conforme os relatos coletados na matéria, o estabelecimento servia de ponto de encontro para abusos e gravação de vídeos que alimentavam o mercado clandestino internacional.
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Os nomes citados: A matéria aponta figuras de destaque como operadores ou frequentadores da rede. Entre eles estão Carlos Fabra (então político influente do Partido Popular), o empresário francês Bernard Alapetite e Giuseppe Farina (ex-presidente do clube de futebol italiano Milan, falecido em 2025, que havia se refugiado na Espanha).
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A proteção judicial e institucional: O texto destaca a atuação da juíza Sofía Díaz García, responsável por arquivar o caso na época. Sacchetti afirma que, em vez de punir os agressores, o sistema judicial condenou por difamação os pais das vítimas que tentaram denunciar o esquema, como o cabeleireiro Reinaldo Colás. A juíza foi posteriormente promovida a presidente do Tribunal Provincial de Castellón.
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Ramificações em centros de menores: Segundo depoimentos de ex-funcionários e guarda-costas (como Antonio Peraire Edo), o esquema se estendia ao centro de acolhimento de menores Baix Maestrat de Vinarós. O local era utilizado para desviar crianças em situação de vulnerabilidade para a rede de abusos.
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Testemunhos e mortes suspeitas: O jornalista menciona depoimentos contundentes de vítimas que eram crianças na época (como Alberto Hernández Calvo e Miguel Ángel Maura Ferreres). O artigo também associa o caso a uma série de mortes não esclarecidas de testemunhas ou pessoas que tentaram interromper os abusos, como a enfermeira Alicia Martínez e uma mulher chamada Mari Carmen.
Sacchetti argumenta que o caso ilustra a corrupção estrutural das democracias liberais maçônicas da Europa. Ele alega que sucessivos governos (mencionando a gestão de Rodríguez Zapatero nos anos 2000) decidiram ignorar os relatórios das associações de vítimas para evitar o colapso do sistema político local. Existe uma relação entre o judiciário, a maçonaria e a pedofilia sob a ótica de uma engrenagem de controle e proteção mútua.
Em suas análises, Sacchetti argumenta que as redes de abuso infantil não são crimes isolados, mas ferramentas utilizadas pelas elites maçônicas globalistas para garantir o silêncio e a submissão de seus membros por meio da chantagem. O poder judiciário atua de forma coordenada para engavetar investigações, destruir evidências e punir criminalmente as testemunhas e os pais das vítimas que tentam denunciar os esquemas.
Sacchetti sustenta que ordens maçônicas e sociedades secretas funcionam como a estrutura de bastidores que conecta esses magistrados, políticos e empresários de alto escalão. Essa rede de influência mútua garantiria que os processos nunca avancem, criando uma blindagem institucional e jurídica intransponível. Para o jornalista, a impunidade sistemática observada nesses casos demonstra que as instituições democráticas e os tribunais sofrem uma interferência direta e invisível dessas organizações satânicas.
Leia a matéria completa em: O caso Bar España: uma jornada pela rede de pedofilia mais bem protegida da Espanha.






































