O presidente Donald Trump ordenou que órgãos federais revisem os manuais de “mudanças climáticas” da Academia Nacional de Ciências direcionados ao Judiciário. A contestação baseia-se na alegação de que tais diretrizes possuem viés político, prejudicam a economia americana e transferem a soberania energética dos Estados Unidos e outros países ocidentais para a China comunista por meio da dependência de tecnologias de painéis solares, turbinas eólicas e baterias.
Trump ordenou a remoção de manuais sobre “mudanças climáticas” pois rata-se de manuais comunistas fraudulentos, baseados em pseudociência, que promovem as narrativas das elites globalistas do Fórum Econômico Mundial de Davos. São exatamente os mesmos manuais que deveriam ser banidos das escolas e universidades de todos os países. Toda essa farsa da agenda climática serve basicamente para aumentar a influência e poder do Partido Comunista Chinês sobre o mundo todo.
Donald J. Trump
@realDonaldTrump
“A Academia Nacional de Ciências historicamente publicou Manuais Científicos analíticos expressamente para o nosso Judiciário Federal. É claro que a Academia tem sido dirigida por Democratas da Esquerda Radical que, como se descobriu, publicaram Manuais fraudulentos, tendenciosos e enganosos sobre Mudanças Climáticas. Esses Manuais falsos foram usados por Juízes para decidir casos massivos de “Mudanças Climáticas” e causaram enormes prejuízos em todo o nosso país. Esses Manuais foram totalmente DESACREDITADOS. Os Juízes Federais da nossa Nação merecem Fatos e Ciência, não Fraude Política e Falsa Ciência sobre o Clima. Com esta VERDADE, ordeno que os Oficiais Federais de Suspensão e Impedimento revisem esta conduta. Nossos Contribuintes não devem financiar Fraude Climática e os Juízes nunca deveriam ter confiado nela. Obrigado pela sua atenção a este assunto!”
Presidente DONALD J. TRUMP

A revisão dos manuais climáticos e a soberania energética
A recente declaração de Donald Trump traz à tona um debate profundo sobre a independência energética, a influência de instituições científicas no poder judiciário e os desdobramentos geopolíticos da suposta “transição verde”.
Ao questionar os manuais de “Mudanças Climáticas” fornecidos à magistratura federal, o posicionamento ataca diretamente o que classifica como a politização da ciência e o esvaziamento da matriz energética tradicional dos Estados Unidos.
Trump fez essa declaração e falou sobre como os democratas, conscientemente, introduziram documentos e estudos fraudulentos na Academia Nacional de Ciências para criar provas falsas destinadas a serem usadas como arma em tribunais.
O impacto no judiciário e a influência ideológica
A crítica central se direciona à Academia Nacional de Ciências e ao impacto de suas publicações nas decisões de litígios de grande escala.
-
Diretrizes sob suspeita: Segundo o argumento apresentado, os manuais científicos historicamente usados para subsidiar juízes federais foram moldados por uma agenda de esquerda radical. A alegação é que esses documentos carecem de isenção, operando mais como ferramentas de pressão política do que como ciência neutra.
-
Prejuízos econômicos por decisões judiciais: Sob a influência desses guias, magistrados teriam proferido sentenças severas contra indústrias de combustíveis fósseis e projetos de infraestrutura. Para os defensores dessa revisão, essas decisões baseadas em “falsa ciência” paralisaram a economia e geraram custos bilionários para os contribuintes.
-
Acionamento de mecanismos de controle: A ordem para que Oficiais Federais de Suspensão e Impedimento (Suspension and Debarment Officials) revisem a conduta dessas entidades visa cortar o financiamento público de órgãos que promovam dados considerados falsos, responsabilizando quem utiliza fundos estatais para fins ideológicos.
Agora, Trump vai anular “legalmente” todas essas decisões judiciais fajutas sobre mudanças climáticas, que se baseavam nessa ciência fraudulenta. É por isso que Trump usa a palavra FRAUDE. A fraude invalida tudo. Trump está abrindo caminho legalmente para ações judiciais destinadas a derrubar as imposições relacionadas às mudanças climáticas que prejudicam empresas e elevam os custos de energia.
Isso acontecerá agora em todo o país, atingindo qualquer processo movido pela esquerda que tenha utilizado essas provas FRAUDULENTAS no tribunal. Os democratas lunáticos e a China comunista já podem começar a gritar para o céu!

A conexão geopolítica: Energia Verde e a China
O cerne estratégico do manifesto aponta que a narrativa da emergência climática atua como uma engrenagem para desarmar a infraestrutura energética ocidental, transferindo a hegemonia econômica para o mercado asiático.
-
A farsa da dependência tecnológica: O argumento sustenta que a substituição acelerada do petróleo, carvão e gás natural por painéis solares e torres de vento destrói a autossuficiência conquistada pelos EUA. Como a China domina amplamente a cadeia de suprimentos de minerais raros, refino e fabricação desses componentes eólicos e solares, a transição ecológica forçada acabaria por subordinar a segurança nacional americana aos interesses de Pequim.
-
O resgate dos fatos e da ciência real: A iniciativa busca desmantelar o consenso em torno da governança ambiental global (ESG, Net Zero e tratados climáticos), exigindo que o aparato técnico e jurídico do país volte a se pautar por dados empíricos de soberania econômica, priorizando o desenvolvimento interno e a proteção do erário contra subsídios de agendas supranacionais.

Cavalos de Troia na rede elétrica: O risco dos inversores
Especialistas americanos descobriram dispositivos de comunicação ocultos, chamados de “interruptores de segurança”, embutidos em inversores de energia fabricados na China, que são usados em todo o mundo para conectar painéis solares e turbinas eólicas às redes elétricas. Também são encontrados em baterias, bombas de calor e carregadores de veículos elétricos.
Esses dispositivos podem desativar ou danificar remotamente infraestruturas críticas, potencialmente levando a apagões nos EUA, Reino Unido, Europa e outros países. As autoridades de energia estão avaliando o risco com urgência. Agora ficou bem claro a real agenda da “transição energética verde” com painéis solares e torres eólicas que tem a China comunista como maior fabricante.
A presença de dispositivos de comunicação ocultos ou códigos maliciosos (“kill switches”) em inversores de fabricação chinesa é mais uma mostra de como a China não é confiável. Essa vulnerabilidade permitiria o desligamento remoto de infraestruturas críticas no Ocidente, reforçando as críticas de que a transição energética acelerada expõe a segurança nacional a riscos estratégicos controlados por Pequim.
As autoridades dos Estados Unidos estão avançando com proibições e regras restritivas contra esses equipamentos fabricados na China em infraestruturas críticas devido a preocupações com segurança cibernética e espionagem. Existe o temor de que Pequim possa usar essas falhas ocultas para monitorar, interromper o fornecimento ou até mesmo danificar fisicamente a rede elétrica dos EUA.

- Proibições: O Departamento de Defesa já está legalmente proibido de adquirir células, módulos ou inversores fabricados por entidades estrangeiras de interesse, conforme o National Defense Authorization Act. [1]
- Posição Chinesa: Fabricantes líderes chineses, como Huawei e Sungrow, possuem grande fatia do mercado, mas rejeitam e “se opõem firmemente” a tais proibições, classificando-as como supressão injustificada sob o pretexto de segurança.
- Alternativas Locais: Fabricantes americanos e de outras nações aliadas, como a Enphase e a SolarEdge (de origem israelense com presença nos EUA), vêm ganhando força no mercado para substituir os equipamentos sujeitos às restrições.
A preocupação com a segurança cibernética na infraestrutura de energia revela que o ponto fraco da transição ecológica não está nos painéis de silício em si, mas na inteligência digital que os gerencia. O foco dos analistas de defesa e segurança tecnológica está nos inversores inteligentes — aparelhos que convertem a corrente contínua (energia gerada pelos painéis solares e turbinas eólicas) em corrente alternada (energia usada na rede elétrica) e que gerenciam o fluxo de eletricidade enviando dados via internet.
Saiba mais:
O golpe “verde” – O que acontece com todos os resíduos solares e eólicos?
A transição energética verde é uma farsa dos governos e do Fórum Econômico Mundial.
A China poderia desligar usinas solares e eólicas na Europa e EUA apertando um botão em Pequim. Isso é que é “soberania energética” não é?

Como funciona a vulnerabilidade técnica
A dependência de componentes eletrônicos centrais importados cria pontos de falha que podem ser explorados remotamente.
-
Firmware e atualizações remotas: Os inversores modernos dependem de firmware (o software interno que controla o hardware do aparelho) que recebe atualizações constantes dos fabricantes através da nuvem. Se o fabricante for controlado por um Estado estrangeiro inimigo, esse canal de atualização pode ser utilizado para injetar códigos maliciosos sem o conhecimento dos operadores locais.
-
Mecanismos de desligamento (Kill Switches): A descoberta de funções ocultas de comunicação ou de comandos de desligamento forçado permite que milhares de inversores sejam desativados simultaneamente. Em uma rede elétrica, a perda repentina e massiva de geração de energia quebra a frequência do sistema, o que pode desarmar subestações e provocar apagões em cascata difíceis de reverter.
-
Falta de auditoria de hardware: Como o Ocidente terceirizou a produção em massa desses componentes para baratear o custo da poluente “energia verde”, a auditoria detalhada de cada chip e circuito integrado tornou-se praticamente impossível, permitindo que modificações a nível de hardware passem despercebidas por anos.

Geopolítica e a assimetria da transição verde
A pressa em adotar a agenda de descarbonização acabou criando uma dependência estratégica que inverte a lógica da segurança nacional clássica.
-
Armas de guerra assimétrica: No cenário de defesa moderno, a capacidade de desestabilizar a infraestrutura civil de um adversário sem disparar um único tiro é considerada o ápice da estratégia militar. Controlar os interruptores da energia de hospitais, indústrias e bases militares ocidentais dá a Pequim um poder de barganha imensurável em eventuais conflitos geopolíticos.
-
Monopólio da cadeia de suprimentos: A China não domina apenas a montagem final, mas o refino de terras raras e a fabricação de componentes críticos. Isso significa que, mesmo que o Ocidente tente fabricar seus próprios painéis solares e torres eólicas, as peças internas e os microcontroladores frequentemente ainda têm origem nas mesmas fábricas estatais estrangeiras.
A transição energética, desenhada sob a justificativa de “salvar o planeta”, acabou entregando as chaves das redes elétricas ocidentais justamente para o seu maior concorrente ideológico e comercial, o Partido Comunista Chinês. Em fóruns e sites de mídia alternativa, existe uma teoria que conecta as agendas ambientais internacionais a um plano geopolítico de redistribuição de poder global. De acordo com essa perspectiva:
-
O papel das organizações globais: Instituições como a ONU, o Fórum Econômico Mundial e grandes fundos de investimento (como a BlackRock e Vanguard) utilizariam metas como o “Net Zero” e os critérios ESG como ferramentas regulatórias para desindustrializar os EUA e países ocidentais. O argumento central é que, ao impor restrições severas às indústrias tradicionais americanas, essas políticas minariam a independência energética dos EUA e de outros países.
-
A ascensão da China: Sob essa ótica, a China — frequentemente citada como um modelo de controle centralizado apreciado por elites globalistas como George Soros e Bill Gates — seria a principal beneficiária. Como o país asiático domina a extração de minerais raros e a fabricação de painéis solares, turbinas eólicas e baterias, a transição verde forçada acabaria por transferir a hegemonia econômica para Pequim.
-
A conexão com a política interna: A narrativa também correlaciona a aplicação dessas leis ambientais a uma aliança geopolítica entre o Partido Democrata e o Partido Comunista Chinês voltada a enfraquecer as estruturas soberanas dos EUA, misturando-se com a integridade dos sistemas eleitorais, o uso de urnas eletrônicas e o voto por correio. Além disso, as mudanças climáticas não são causadas por emissões de carbono, mas sim por projetos ocultos de geoengenharia e manipulação climática financiadas com o dinheiro dos contribuintes americanos através da DARPA e CIA.

Estamos rumando para a revelação massiva de que o Partido Democrata conspirou com o Partido Comunista Chinês para iniciar a farsa pandêmica do Covid e duplicar milhões de boletins de voto por correio, para derrubar o Presidente Donald Trump. Isso explicaria por que Joe Biden inexplicavelmente obteve 81 milhões de votos, e por que todos os estados decisivos pularam de Trump para Biden depois que caminhões cheios de boletins de voto por correio chegaram em condados democratas em todos os estados decisivos.






































