Trump visitou a China agora em maio, e Xi Jinping tem visita marcada aos EUA para setembro. Com o controle sobre o Estreito de Ormuz, o Canal do Panamá, a Venezuela e uma parceria militar com a Indonésia (Estreito de Malaca), Trump controla o fluxo de grande parte das importações de petróleo da China.

A China depende extremamente da importação de petróleo; cerca de 70% do petróleo bruto do país vem de fora. Trump tem uma vantagem enorme sobre a China neste momento. Ele os tem nas mãos. Quem controla a energia, controla o mundo. Sem falar é claro nas tarifas que Trump colocou sobre importações chinesas, que ultrapassa 100%.

Sem saída, o ditador Xi tem cooperado com Trump, pois, se não o fizer, a China não conseguirá suprir suas necessidades energéticas. Se Xi quer o petróleo, é do interesse dele entregar informações sobre a fraude eleitoral; e, considerando que Trump acabou de visitar a China e Xi virá em setembro, acho que ele já fez isso.

O controle de Trump sobre o petróleo forçou Xi Jinping a cooperar sobre a fraude eleitoral chinesa nos EUA.

Trump detém todas as cartas. A visita de Xi em setembro promete ser interessante. Independentemente do que os democratas e a grande mídia digam, a realidade é que o governo Trump tem as comunicações que comprovam que a comunidade de inteligência (CIA, FBI e NSA), conscientemente, ocultou informações valiosas do presidente relacionadas à interferência chinesa nas eleições de 2018 e 2020, como parte de uma conspiração maior para removê-lo do cargo.

Isso é o ápice da questão. Isso confirma que existem elementos corruptos dentro do governo americano que agem em nome de inimigos estrangeiros, buscando subverter a vontade do povo para seus próprios fins nefastos. Isso prova que Trump estava certo em tudo e justifica as medidas drásticas que serão tomadas para garantir que isso nunca mais aconteça. Muitos não dormirão mais depois do anúncio de Trump sobre a fraude eleitoral. As prisões estão chegando.

Os desgraçados do Bill Gates e Anthony Fauci se uniram à China para desencadear uma “pandemia fabricada” que criou a desculpa perfeita para o uso de cédulas de votação enviadas pelo correio que foram usados para roubar a eleição de 2020. Milhões de cédulas eleitorais foram impressas na China e enviadas para os EUA.

Um mês antes da eleição de 3 de novembro de 2020, o banco suíço UBS (Union Bank of Switzerland), que tem 75% de propriedade da China comunista, desembolsou mais de US$ 400 milhões em dinheiro para a Staple Street Capital, empresa controladora da Dominion Voting Systems, que opera máquinas de votação eletrônica em 28 estados americanos.

O presidente Trump revelou ao mundo que a China comunista comprometeu massivamente as eleições americanas, roubando dados de eleitores — e o Partido Democrata, CIA, FBI e NSA ajudaram a encobrir isso. As redes fake news da ABC, NBC e CNN se recusaram a transmitir o discurso de Trump ao vivo pois são cumplices do golpe.

Coincidência… ou será que estão todos juntos nisso para impedir Trump? Esta charge de Ben Garrison resume tudo — Xi servindo um pato assado de Biden enquanto as cédulas voam. Uma eleição fraudada de 2020 foi revelada perante milhões de pessoas no mundo todo.

Para aqueles que não entenderam por que o fato da China ter acesso aos dados de registro de eleitores americanos é algo tão grave:

Trump avisou em junho de 2020, que a China estava duplicando milhões de cédulas de voto por correio em estados decisivos para roubar a eleição de 2020.

  • Pesquisas falsas para validar fraudes futuras,
  • Obter acesso a dados de eleitores,
  • Duplicar milhões de cédulas de voto por correio,
  • Entregar cédulas de voto por correio nos estados decisivos no meio da noite, após os fiscais eleitorais terem sido instruídos a sair,
  • Roubar a eleição,
  • Orquestrar o evento de 6 de janeiro para impedir que os membros do Colégio Eleitoral contestassem a eleição roubada,
  • Usar o 6 de janeiro para censurar qualquer discussão sobre a eleição roubada,
  • Tudo isso viabilizado pela farsa midiática do COVID-19 e pela campanha de medo da grande mídia para promover a votação em massa por correio.

Trump anunciou ao mundo a interferência da China na eleição de 2020, e dada a recente desclassificação de documentos, acredito que estamos caminhando para a revelação bombástica de que os democratas conspiraram com o Partido Comunista Chinês e com a OMS/Bill Gates para iniciar a farsa pandêmica do Covid e duplicar milhões de cédulas de voto por correio, a fim de derrubar o então presidente dos Estados Unidos.

Isso explicaria por que Joe Biden obteve, inexplicavelmente, 81 milhões de votos e por que todos os estados decisivos viraram de Trump para Biden depois que caminhões carregados de cédulas de voto por correio chegaram a condados fortemente democratas nesses estados. A toca do coelho é profunda.

A eleição roubada de 2020 não apenas manipulou o voto… ela instalou uma tirania comunoglobalista ao redor do Mundo. Sem a fraude eleitoral de 2020 nos EUA não teria havido a fraude eleitoral de 2022 no Brasil que foi feita com ajuda do governo Biden. E quem era o presidente “sombra” por trás do ilegítimo governo Biden? Barack Obama.

Não era para Donald Trump ter vencido a bruxa satânica Hillary Clinton na eleição de 2016 … então o Deep State entrou em modo de pânico… A China, Partido Democrata, NSA, CIA, FBI, DHS e seus megafones da mídia fake news executaram a maior operação coordenada da história para destruir um homem: o Presidente Trump.

Em 2019, a operativa da CIA Avril Haines participou no “Evento 201” em Nova Yorj, evento organizado pelo eugenista Bill Gates, que apresentou uma simulação de uma pandemia global do coronavírus, que poucos meses depois, se desenrolou com uma precisão espantosa…uma “pandemia” que veio da China. Em 2024, ela testemunhou: “A China absolutamente NÃO interferiu na eleição dos EUA”.

A Lei de Insurreição não é uma bravata fantasiosa, é o martelo constitucional para quando os estados democratas não quiserem garantir a ordem nas eleições e contra ameaças fabricadas pela Antifa, BLM e No King. O ângulo de segurança nacional nas eleições é inabalável: envolvimento da DHS/ICE, militares protegendo as urnas se os mercenários esquerdistas de sabotagem estrangeira/doméstica dispararem.

A inteligência militar dos EUA não vai deixar a China e City de Londres escolherem o Comandante-em-Chefe de novo.

O governo Trump possui total controle estratégico sobre a China devido ao domínio de rotas marítimas e fontes de petróleo essenciais para os chineses. Sob essa pressão, o líder Xi Jinping teria cooperado entregando provas de interferência chinesa na fraude eleitoral que elegeu o falso Joe Biden, cujo governo ilegítimo era controlado nos bastidores por Barack Obama.

Houve uma conspiração envolvendo agências de inteligência norte-americanas (CIA, FBI, NSA) junto com o Partido Democrata, Obama e Partido Comunista Chinês para remover Trump do cargo, justificando a futura aplicação da Lei de Insurreição e intervenção militar para prender os envolvidos e garantir a segurança nacional.

Para aqueles que se preocupam com a forma como o governo processará tudo isso: Trump vem dizendo isso o tempo todo. Ele tem aventado repetidamente a ideia de contornar o corrupto sistema de justiça maçônico, que foi criado na Grã-Bretanha, e julgar os criminosos por meio de tribunais militares.

O Presidente tem autoridade para classificar cidadãos americanos como “combatentes inimigos ilegais” caso sejam flagrados colaborando com inimigos estrangeiros; eles podem, então, ser julgados como terroristas em tribunais militares. Trump e sua administração (Stephen Miller) também levantaram abertamente a possibilidade de suspender o *habeas corpus* e implementar a lei marcial, medida que pode ser invocada em situações de “invasão ou rebelião”.

Essa foi uma ideia de Trump e ele não está brincando nem provocando. Ele está falando muito sério. Exercer a autoridade do Executivo é a parte fácil. Convencer o povo americano de que isso precisa ser feito, essa é a parte difícil, e é exatamente isso que o governo Trump está fazendo agora.

Em discurso ao mundo, Trump acusou a China e o Deep State por terem fraudado a eleição de 2020.

Presidente Trump quer eliminar a fraude eleitoral da votação por correio e máquinas de votação.

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Renato Cunha
Sou o fundador e editor do Stylo Urbano que desde 2014, publica conteúdos independentes sobre tecnologia, cultura, ficção científica, teorias alternativas, traduções e opiniões, sempre deixando ao leitor a liberdade de refletir e concluir por conta própria.

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