O texto a seguir descreve como a grande mídia atua como um mecanismo de controle social, servindo aos interesses de governos e conglomerados financeiros em detrimento da verdade. A narrativa central é que a concentração do poder midiático em poucas mãos, aliada a raízes históricas de infiltração estatal, como a Operação Mockingbird da CIA, transformou a imprensa convencional em um aparelho de propaganda de guerra e censura.
A grande mídia atua como um mecanismo centralizado de controle, utilizando a tecnologia e o poder corporativo para moldar a percepção da realidade, fabricar consensos, ocultar crimes de Estado e silenciar vozes dissidentes que desafiam a narrativa oficial. A grande mídia não apenas reporta fatos; ela seleciona e filtra a realidade para manter a população em um estado de “hipnose” social.
Esse processo cria um mundo imaginário onde o medo é utilizado para manter o público em constante ansiedade e submissão. As corporações de mídia tem a capacidade de prejudicar reputações, moldar eleições, movimentar mercados e definir o que o público considera real. Sem a histeria midiática, a farsa pandêmica do Covid não teria acontecido.
A estrutura do controle: Das raízes históricas à concentração corporativa
A crítica à grande mídia baseia-se na premissa de que a liberdade de informação foi substituída por uma “gestão da percepção”. O argumento é que a influência estatal sobre o noticiário não é um fenômeno novo, mas uma prática consolidada décadas atrás.
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Legado da Operação Mockingbird: Documentos históricos confirmam que a CIA, desde a Guerra Fria, implementou a Operação Mockingbird para recrutar jornalistas e instituições de imprensa como agentes de influência. O objetivo era disseminar propaganda e manipular a opinião pública global. Essa estrutura não desapareceu; ela se sofisticou, adaptando-se para o ambiente digital onde “fake news” é o termo usado tanto para desinformar quanto para descredibilizar qualquer informação que escape ao controle estatal.

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O monopólio das “Big 6”: A centralização é frequentemente apontada como o principal pilar do controle. Argumenta-se que, com mais de 90% dos veículos dos EUA controlados por apenas seis grandes corporações, a diversidade de pensamento é uma ilusão. Essa estrutura garante que qualquer narrativa que ameace o status quo — seja ela econômica ou geopolítica — seja bloqueada antes mesmo de chegar ao público.
As 6 corporações que controlam a mídia são: Disney, Time Warner, AMC, Hearst, NBC, Liberty Media e CBS. A pergunta é: Quem são os donos dessas corporações que fazem lavagem cerebral em massa?
Os fundos de investimento BlackRock, Vanguard e State Street, que tem estreitos laços com a CIA. A BlackRock e a CIA estavam por trás das tentativas de assassinato de Donald Trump. A mídia corporativa de outros países replicam as mentiras fabricadas pelas redes de mídia Fake News dessas 6 corporações.

A mídia como catalisadora de conflitos
Julian Assange, fundador do WikiLeaks, tornou-se um ícone para quem questiona a credibilidade da imprensa ao afirmar que a grande mídia é o principal motor da guerra. Sob essa ótica, os conflitos globais raramente começam por causas legítimas, mas por meio de campanhas de desinformação fabricadas.
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A fabricação do consentimento: O argumento central é que a mídia não relata a guerra, ela a vende. Ao criar narrativas baseadas em mentiras ou omissões, as corporações de mídia preparam o terreno psicológico da população para aceitar intervenções militares e gastos bélicos sem questionamentos.
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A “Democracia” controlada: Se a grande mídia dos EUA é controlada por apenas 6 empresas, ter o controle delas significa controlar toda a “democracia”. O resultado é um ciclo onde governos e elites financeiras ditam a agenda, e a população apenas reage, acreditando estar tomando decisões informadas quando, na verdade, está sob efeito de propaganda.
A figura de Assange tornou-se o principal símbolo da resistência contra esse sistema. Sua premissa fundamental, reforçada por críticos como Noam Chomsky e John Pilger, é que a grande mídia atua como um braço de propaganda dos interesses governamentais e financeiros, e uma ferramenta essencial para a manutenção de crimes de guerra.
“Quase todas as guerras iniciadas nos últimos 50 anos foram resultado de mentiras da mídia. A mídia promove a guerra, o governo controla a mídia. Enquanto não quebrarmos o domínio dos meios de comunicação social sobre a população, nunca seremos livres e pacíficos.”
Julian Assange

Censura, “fake news” e a resistência alternativa
A tensão entre a mídia convencional e os perfis alternativos nas redes sociais é vista como a nova linha de frente da batalha pela informação. A “liberdade de expressão”, outrora defendida pela imprensa como um valor absoluto, passou a ser utilizada como um escudo para proteger os conglomerados, enquanto, contraditoriamente, eles exigem o silenciamento de vozes dissonantes.
A grande mídia invoca “liberdade de expressão” para si mesma enquanto ataca sites alternativos, perfis independentes e redes sociais que questionam narrativas oficiais, rotulando-os como “desinformação” ou “conspiração”. A mídia mainstream pressiona governos e redes sociais para censurar perfis e sites alternativos e vozes dissidentes, invertendo o papel de “guardiã da liberdade” para ferramenta de supressão. O objetivo é eliminar o “contraditório”.
Exemplos dessa hostilidade são vistos quando produções que denunciam esquemas de tráfico infantil (como o filme Sound of Freedom) são massacradas pela crítica corporativa sob acusações de serem “extremistas” ou “conspiracionistas”, apenas por exporem verdades incômodas
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O paradoxo da censura: A grande mídia frequentemente rotula sites e perfis independentes como espalhadores de “fake news”. Críticos argumentam que essa é uma estratégia de difamação para deslegitimar quem expõe as mentiras do próprio establishment. O movimento de pressionar governos por regulações e censura nas redes sociais é visto como uma tentativa desesperada de manter o monopólio da verdade.
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O impacto de Donald Trump: Donald Trump foi um dos primeiros líderes políticos de alto nível a denunciar publicamente a “Fake News” mainstream, popularizando o termo contra veículos como CNN, MSNBC, NYT e outros, que ele via como sistematicamente enviesados contra ele e pautas conservadoras ou anti-establishment. Isso ressoou fortemente em comunidades alternativas, que veem Trump como alguém que expôs a hipocrisia midiática.
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A popularização do termo “Fake News” pelo ex-presidente Trump é reconhecida em círculos alternativos como um ponto de inflexão. Ele foi um dos primeiros a furar a bolha de proteção da grande mídia, expondo publicamente o viés de grupos como CNN, NYT e outros. Para muitos críticos, esse gesto legitimou o ceticismo de milhões de pessoas que já sentiam que a mídia não os representava, mas sim a interesses das elites financeiras e corporativas.
A dinâmica atual mostra que, quando alguém questiona eficácias de políticas globais ou narrativas oficiais, é imediatamente rotulado, ridicularizado e, se possível, banido das redes sociais, em um esforço para proteger a hegemonia das redes midiáticas de fake news.
Como a MÍDIA INTERNACIONAL manipula você
Este panorama evidencia que o debate sobre a mídia, sob a perspectiva alternativa, não é sobre erros jornalísticos isolados, mas sobre uma engenharia sistêmica destinada a moldar a realidade, onde a preservação do poder depende fundamentalmente da capacidade de definir o que é — e o que não é — a verdade.
A estratégia é clara: distrair a massa com entretenimento estúpido, informações inúteis e uma constante divisão social, impedindo que a população perceba o esquema de poder por trás das decisões que realmente afetam suas vidas. O desafio atual para quem busca a verdade é justamente desviar o olhar do fluxo centralizado e recorrer a fontes que não respondem aos interesses desses grandes conglomerados.
A grande mídia pede censura para “salvar a democracia”.
O conflito central reside na dualidade estratégica da grande mídia: ela invoca a “liberdade de expressão” como um princípio inalienável para proteger seus próprios interesses comerciais e editoriais, enquanto, simultaneamente, faz lobby para que o Estado e as Big Tech implementem mecanismos de controle que silenciam vozes dissidentes. Sob a justificativa de “combater a desinformação”, o establishment mediático opera uma estrutura que visa deslegitimar qualquer conteúdo que desafie a narrativa das elites globalistas.
Abaixo, elenco exemplos de como essa dinâmica se manifesta na prática:
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A “Trusted News Initiative” (TNI) e a exclusão sistêmica: Criada originalmente por um consórcio de grandes emissoras (como BBC, AP, Reuters e CBC) em parceria com gigantes da tecnologia, a TNI apresenta-se como um esforço para combater “notícias falsas prejudiciais”. No entanto, analistas críticos apontam que, na prática, a iniciativa funciona como um cartel informacional.
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Ao definir o que é “confiável” através de uma colaboração fechada, essas corporações garantem que qualquer site alternativo, cientista dissidente ou jornalista independente que questione a narrativa oficial seja automaticamente rotulado como fonte não confiável ou perigosa, sendo relegado ao final dos algoritmos de busca e das redes sociais.
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A instrumentalização do “Fact-Checking” (Checagem de Fatos): O jornalismo corporativo transformou o fact-checking em uma ferramenta de ataque editorial. Em vez de uma busca neutra pela verdade, muitos desses órgãos utilizam checagens para atacar perfis independentes, muitas vezes distorcendo o contexto para que a opinião do dissidente pareça uma “teoria da conspiração”.
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Quando um criador de conteúdo independente questiona uma política governamental ou um dado econômico oficial, a grande mídia frequentemente publica artigos atacando não o argumento, mas a pessoa e sua credibilidade, usando termos como “teórico da conspiração” ou “extremista” para instigar as plataformas a removerem o perfil sob a alegação de violação de termos de serviço relacionados à “segurança da comunidade”.
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Lobby ativo por legislações de censura: É comum observar grandes veículos de mídia utilizando seu espaço editorial para pressionar governos pela aprovação de projetos de lei de “combate às fake news”.
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O paradoxo é evidente: essas empresas defendem que tais leis são necessárias para “salvar a democracia”, mas, na prática, essas legislações frequentemente conferem ao Estado, a comitês designados e a grande mídia o poder de definir o que é verdade.
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Ao apoiarem essas regulações, a grande mídia busca proteger seu monopólio: se as leis tornam a operação de sites alternativos juridicamente cara ou arriscada devido ao medo de multas e processos por “desinformação”, a concorrência independente é eliminada, deixando o campo livre apenas para as corporações que podem arcar com o custo legal e que já estão alinhadas ao sistema.
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A tática da “culpabilidade por associação”: Quando um perfil independente cresce em influência, a grande mídia recorre frequentemente à difamação por associação. Eles buscam conexões, por mais ténues que sejam, entre o influenciador independente e algum grupo ou ideia marginalizada que seja universalmente repudiada pelo público.
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Ao criar essa associação forçada, eles tentam convencer as plataformas de redes sociais de que aquele perfil representa um risco sistêmico, forçando a remoção da conta. Assim, a liberdade de expressão é apresentada como algo que não pode ser concedido a “agentes de desinformação”, usando o medo do público para justificar a censura.
A estratégia fundamental aqui é a inversão do papel da imprensa: em vez de atuar como um “quarto poder” que fiscaliza o governo e o sistema financeiro, a grande mídia age, nesta perspectiva, como um filtro de proteção para eles, onde a “liberdade de expressão” é usada como uma patente corporativa exclusiva, e não como um direito universal dos cidadãos.

A mídia e o “complexo industrial de censura” no Brasil.
O debate sobre a relação entre a grande mídia, o Estado e mecanismos de censura no Brasil gira em torno da tese de um “complexo industrial de censura”. Críticos argumentam que instituições como a Rede Globo atuam como parceiras estratégicas de esferas do governo e do Judiciário para moldar o discurso público, marginalizar a dissidência e proteger o status quo, utilizando mecanismos de regulação e “checagem de fatos” como ferramentas de controle.
As alegações de Mike Benz e a influência da USAID
A tese levada a público por Mike Benz — ex-funcionário do Departamento de Estado dos EUA — sugere que o controle da informação no Brasil não é um fenômeno isolado, mas parte de uma operação transnacional. Em audiência na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) da Câmara dos Deputados em 2025, Benz apresentou documentos alegando que:
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Financiamento estrangeiro: O governo dos EUA, através da USAID, teria injetado milhões de dólares em ONGs, agências de checagem e parceiros no Brasil.
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Instrumentalização da “checagem”: Segundo Benz, esses fundos tinham como objetivo criar uma rede de “verificadores de fatos” e grupos da sociedade civil que seriam “instrumentalizados” para controlar o fluxo de informação, rotular vozes conservadoras (especialmente simpatizantes de Jair Bolsonaro) como desinformação e facilitar a censura, muitas vezes em colaboração com órgãos como o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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A “infiltração” no ecossistema: O argumento é que esse ecossistema, financiado com dinheiro público americano, atua em sincronia com grandes conglomerados de mídia brasileiros. Ao darem legitimidade a essas agências de checagem, a grande mídia criaria uma “autoridade” inquestionável, tornando o dissidente — ou quem contesta a narrativa oficial — um alvo automático de desmonetização ou derrubada de perfis.
O papel da Rede Globo na perspectiva dos críticos
Na visão de quem aponta a Globo como parte desse aparato, a emissora exerce seu poder através de métodos que vão além do simples viés editorial:
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Judicialização contra independentes: Críticos frequentemente apontam que a emissora utiliza seu vasto departamento jurídico para intimidar jornalistas independentes e blogueiros que investigam seus interesses comerciais ou ligações políticas. A tática seria o uso de notificações extrajudiciais e ações de censura prévia para silenciar investigações que a emissora não deseja que ganhem tração.
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A “fábrica de consenso” via checagem: A Globo e outros veículos hegemônicos frequentemente endossam selos de “checagem” de agências que são, muitas vezes, financiadas por capitais internacionais ou ligadas a fundações alinhadas aos interesses do establishment. Quando a emissora destaca um selo de “falso” ou “conspiratório” dado por essas agências a um perfil independente, ela estaria fornecendo a justificativa pública necessária para que plataformas de tecnologia removam o conteúdo ou para que o Judiciário inicie inquéritos.
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Lobby por regulação: A emissora é vista como uma das maiores articuladoras pela regulação das redes sociais no Brasil. Sob o pretexto de combater “Fake News” e “proteger a democracia”, o lobby da grande mídia busca implementar leis que, na prática, criam barreiras de entrada para novos veículos de comunicação, favorecendo grandes corporações que possuem os recursos necessários para se adequar às regras e navegar no ambiente jurídico, enquanto perfis alternativos são asfixiados pela censura ou pelo risco de multas.
A aliança Governo-Mídia-Judiciário
O argumento final dos críticos é que existe uma simbiose operacional: o governo (via agências e lobby) e o Judiciário (via inquéritos sigilosos, como o inquérito das fake news) definem o que é o “discurso aceitável”. A grande mídia, em troca de influência e recebendo bilhões em dinheiro público, atua como o amplificador dessa definição, atacando qualquer voz dissidente que questione o poder central. Quando a Globo rotula um canal ou perfil como “perigoso”, ela está, na verdade, sinalizando aos órgãos de controle que aquele alvo está pronto para ser neutralizado.
A Rede Globo usou o Covid para tentar derrubar Jair Bolsonaro,
A cobertura farsa pandêmica pela Rede Globo é frequentemente analisada por críticos como uma estratégia deliberada de “guerra narrativa”, onde o constante clima de alarme teria servido a dois propósitos fundamentais: a desestabilização política do governo Bolsonaro e a manutenção de uma influência hegemônica sobre a percepção pública em um momento de crise.
A relação entre a emissora e o ex-presidente, marcada pela redução de verbas publicitárias oficiais, é vista por essa perspectiva como o gatilho para um confronto aberto, no qual o noticiário teria operado como um instrumento de pressão para desgastar a imagem do governo.
Os pilares da crítica à cobertura midiática
Para quem observa o período sob a ótica da desconfiança em relação ao sistema, a atuação da emissora não teria sido um exercício de jornalismo informativo, mas um projeto de engenharia social baseado nos seguintes pontos:
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O “terror psicológico” como ferramenta: A crítica principal é que a emissora teria optado por um tom permanentemente alarmista. Ao utilizar trilhas sonoras tensas, contagens diárias de óbitos com destaque absoluto e a imposição de uma narrativa de pânico, o objetivo seria manter a população em um estado de estresse constante. Nesse estado de fragilidade emocional, o cidadão torna-se mais suscetível a aceitar medidas autoritárias e restritivas de liberdade, que eram defendidas por opositores de Bolsonaro, o PT e a esquerda, sem questionar a legitimidade ou as consequências econômicas e sociais de longo prazo.
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A retaliação financeira e o “corte de verbas”: A decisão de Jair Bolsonaro de reduzir o volume de publicidade governamental destinado à Globo — e redistribuí-lo sob critérios que o governo considerava mais técnicos ou equânimes entre emissoras — é interpretada como o estopim de uma “guerra de sobrevivência”. A emissora se tornou uma plataforma de oposição direta, utilizando o noticiário sobre a pandemia para sangrar o capital político do presidente e tentar forçar uma reversão na política de repasses financeiros.
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A “farsa pandêmica” e a narrativa oficial: Críticos apontam que qualquer voz, médico ou estudo que questionasse o “consenso” — como a eficácia de tratamentos precoces, o isolamento social total ou a origem dos dados — era sistematicamente ignorado, censurado ou ridicularizado. Ao monopolizar o que era definido como “ciência” ou “verdade”, a emissora teria inviabilizado qualquer debate democrático sobre as medidas sanitárias. Essa postura teria servido para alinhar a opinião pública contra Bolsonaro, que, ao adotar uma postura mais cética em relação às recomendações impostas pela OMS e por governadores, tornava-se o “alvo a ser batido”.
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A instrumentalização do Judiciário e da mídia: A tese defende uma simbiose onde a Globo fornecia o suporte midiático (o “escândalo” diário) e, a partir dessa pressão, órgãos de controle e o Judiciário sentiam-se legitimados a agir contra o governo. Assim, o noticiário não estaria apenas relatando os fatos, mas construindo o ambiente político para que as decisões de enfraquecimento do governo Bolsonaro fossem vistas pela sociedade como uma “necessidade democrática” para “salvar o país” da suposta incompetência do presidente na gestão da crise. A Globo estava abrindo caminho para o retorno do criminoso Lula ao poder.
A visão de que a emissora teria utilizado a pandemia fabricada pelo Deep State como um “cavalo de Troia” para atingir o adversário político central do establishment é recorrente em debates que buscam entender como a informação pode ser manipulada em contextos de polarização. A saúde pública foi, na verdade, o palco escolhido para uma batalha pelo poder.
A Globo e a grande mídia são inimigas do povo brasileiro
O cenário descrito pelos críticos aponta para uma coalizão entre a Rede Globo e o governo Lula, sustentada por uma simbiose de interesses financeiros e ideológicos. A emissora começou a atuar como o principal agente de sustentação da atual administração, recebendo em troca vultosos recursos públicos e proteção institucional, culminando na narrativa construída em torno dos eventos de 8 de janeiro, vista por muitos como uma estratégia orquestrada para criminalizar a oposição política.
A lógica da simbiose financeira e ideológica
A tese central desse argumento é que a relação entre a Rede Globo e o governo Lula é puramente transacional. Após a interrupção da hegemonia publicitária que a emissora desfrutava, e que foi drasticamente reduzida durante a gestão Bolsonaro, a sobrevivência financeira do grupo teria se tornado dependente da mudança de comando no Palácio do Planalto. Os donos da Globo não dão a mínima para o povo brasileiro, eles só se importam com poder e dinheiro.
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O retorno do fluxo de verbas: Críticos apontam que a normalização e o aumento das verbas de publicidade estatal para a emissora, logo após a troca de governo, não seriam uma coincidência, mas o “pagamento” pelo alinhamento editorial. Para esses analistas, o orçamento governamental tornou-se uma ferramenta de manutenção da empresa, criando um incentivo direto para que a emissora proteja a imagem do ex-presidiário Lula a qualquer custo.
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Alinhamento de interesses: A Globo, vista sob essa ótica, opera em conjunto com o Poder Executivo para garantir que políticas controversas e escândalos não ganhem a tração necessária para derrubar a falsa popularidade do golpista Lula, que foi colocado no poder através de fraude eleitoral. O “desastre” da gestão petista é frequentemente mitigado pela omissão da emissora, que prioriza pautas que desviam a atenção ou atacam opositores.
O “braço de propaganda” e a blindagem do Executivo
A acusação de que a emissora se tornou o “braço de propaganda” do governo apoia-se na observação da seletividade do noticiário. O tratamento dado aos escândalos envolvendo a atual gestão difere, na visão dos críticos, do tratamento dado a qualquer erro ou deslize da gestão anterior.
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Blindagem contra críticas: A estratégia incluiria o isolamento de vozes críticas, a rotulação de opositores como “negacionistas” ou “extremistas” e a promoção intensa de realizações governamentais, mesmo quando os resultados econômicos ou sociais são questionados pela população.
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Criação de realidade paralela: Ao ignorar críticas técnicas legítimas e focar em narrativas de defesa do governo, a emissora teria o objetivo de sustentar uma base de apoio que não tem acesso a visões divergentes, garantindo assim a continuidade do projeto de poder vigente.
Aqui está um exemplo da desgraça que o Grupo Globo fez contra o Brasil ao ter ajudado o ex-presidiário Lula chegar ao poder, via fraude eleitoral, e defender seu desgoverno criminoso que está empobrecendo e falindo a população brasileira enquanto os banqueiros e rentistas tem lucros recordes.

A narrativa do 8 de Janeiro como “farsa”
Um dos pontos mais sensíveis da análise dos críticos é o papel desempenhado pela grande mídia — incluindo a Globo e agências internacionais como a Reuters — nos desdobramentos de 8 de janeiro. A perspectiva alternativa rejeita a narrativa de uma “tentativa de golpe” e descreve o evento como uma operação montada para justificar medidas repressivas.
Idosos, mulheres e cidadãos comuns, muitos sequer envolvidos nos atos de vandalismo de 8 de janeiro, foram tratados como terroristas pelo Judiciário e pelo governo Lula. Foram mantidos em condições desumanas e humilhados publicamente pela grande mídia encabeçada pela Globo. O Brasil enfrenta hoje uma censura institucionalizada e uma perseguição jurídica sem precedentes com a ajuda da Globo e grande mídia.
As instituições foram sequestradas e transformadas em braço armado do regime petista com ajuda da Globo. Se o regime controla a narrativa do 8 de janeiro, controla também o julgamento. Se controla o julgamento, subjuga os militares e cala qualquer possibilidade de resistência futura. É a velha tática revolucionária, usar a lei e as instituições para esmagar adversários, travestindo perseguição de “justiça”.
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A “farsa” estruturada: A alegação é que a mídia hegemônica atuou em sincronia com o PT e outros partidos de esquerda para pintar os manifestantes como terroristas, ocultando elementos que sugeririam a participação de infiltrados ou a permissividade proposital de forças de segurança alinhadas ao PT.
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Criminalização da oposição: O uso contínuo das imagens e das narrativas do 8 de janeiro serviria para manter o eleitorado de Bolsonaro sob constante ameaça jurídica e social. Ao associar, de forma repetida e sistemática, qualquer protesto conservador aos eventos daquele dia, a mídia e o governo Lula teriam criado um mecanismo eficaz para silenciar opositores e justificar inquéritos que visam inibir a liberdade de expressão e a mobilização política.
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O papel das agências internacionais: A inclusão de agências como a Reuters na crítica reforça a percepção de uma operação coordenada globalmente, onde o selo de “veracidade” de grandes conglomerados internacionais é usado para legitimar uma narrativa que, na visão dos críticos, ignora os fatos reais do que ocorreu no terreno e serve apenas para manter a narrativa de “ameaça à democracia” viva.
A fraude eleitoral do Deep State para derrubar Donald Trump em 2020, foi quase o mesmo golpe que utilizaram para derrubar Bolsonaro em 2022. Ambos estão conectados. Até o evento da “invasão do Capitólio” em Washington em 6 de janeiro de 2021, após a fraude eleitoral de Joe Biden, foi replicada com a “invasão dos três poderes” em 8 de janeiro de 2023 em Brasília, após a fraude eleitoral de Lula.
Vários manifestantes ingênuos que estavam em Washington e Brasília foram presos pela “justiça maçônica”. Foi um “copia e cola” total. O “Motim” de 6 de Janeiro foi orquestrado por Nancy Pelosi, FBI, Polícia de DC para “preparar o cenário” para prender os apoiantes de Trump e rotulá-los como terroristas domésticos para evitar que o Presidente Trump contestasse as eleições roubadas.
O mesmo circo de palhaços foi armado em Brasília para rotular os apoiadores de Bolsonaro de “terroristas”. Em ambos os casos, a grande mídia esquerdista atuou para rotular Trump, Bolsonaro e seus eleitores como “golpistas” e uma “ameaça a democracia”.
IMPORTANTE! Eduardo Bolsonaro @BolsonaroSP mostrando para o mundo o que está acontecendo no Brasil. Notem como o jornalista americano vai se assustando ao longo da entrevista. pic.twitter.com/bbbxqlFUSy
— Vinicius Carrion (@viniciuscfp82) February 21, 2025
Este panorama sugere que, para muitos críticos, não estamos lidando apenas com “viés jornalístico”, mas com uma estrutura de poder onde a informação é um instrumento de guerra política, desenhado para manter o governo e seus aliados — incluindo os grandes grupos de mídia — em posições de controle, enquanto a oposição é sistematicamente deslegitimada e perseguida.
O Grupo Globo destruiu o Brasil só para receber verbas públicas do governo petista.
Os dados de investimento publicitário federal na TV mostram uma mudança clara na distribuição de verbas entre as duas administrações. Sob o governo Jair Bolsonaro (2019-2022), os recursos eram distribuídos de forma mais equilibrada entre os principais conglomerados de mídia (Globo, Record e SBT).
No atual governo de Luiz Inácio Lula da Silva (2023-2026), observa-se uma concentração significativamente maior da verba publicitária televisiva no Grupo Globo, que em diversos períodos chegou a representar cerca de 50% do total investido pelo governo federal em propaganda na televisão.
Comparativo de distribuição de verbas publicitárias
Os dados abaixo baseiam-se em levantamentos de portais de notícias e análises de sistemas de comunicação do governo (como o Sicom/Secom), focando na administração direta (ministérios e Presidência):
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Governo Jair Bolsonaro (2019–2022):
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A estratégia de distribuição da Secom buscou uma paridade maior entre as três maiores redes de televisão (Globo, Record e SBT).
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Embora a Globo tenha recebido valores nominais expressivos, a participação do grupo no “bolo” publicitário da TV era inferior à registrada atualmente. Em alguns anos, emissoras como a Record chegaram a disputar a liderança ou receber montantes equivalentes aos da Globo.
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Dados indicam que o montante total destinado ao Grupo Globo no quadriênio ficou na casa dos R$ 263 milhões, enquanto a Record recebeu cerca de R$ 272 milhões e o SBT, cerca de R$ 232 milhões.
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Governo Lula (2023–presente):
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Houve uma mudança drástica no direcionamento dos recursos. O Grupo Globo voltou ao topo da lista com uma margem de diferença muito maior em relação aos outros veículos.
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Relatórios indicam que, em períodos do atual mandato, o grupo recebeu aproximadamente metade (cerca de 49% a 50%) de todo o investimento publicitário televisivo da administração direta federal.
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O crescimento no faturamento da Globo com verbas da Secom nesse período é frequentemente citado como superior a 170% em comparação ao período anterior, enquanto outros veículos como SBT e Jovem Pan viram seus contratos encolherem ou crescerem em proporções menores.
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Contexto da mudança
A diferença na alocação de verbas reflete as prioridades de cada gestão na comunicação governamental. Enquanto a gestão Bolsonaro utilizou critérios que visavam um equilíbrio entre as grandes redes, a atual gestão tem concentrado os recursos no Grupo Globo.
Analistas do setor e opositores políticos apontam que essa concentração ocorre em um momento em que a audiência da TV aberta tradicional apresenta declínio, gerando questionamentos sobre os critérios de eficiência técnica na escolha dos veículos de veiculação das campanhas institucionais.
É importante notar que os números citados referem-se estritamente à administração direta (Secom e ministérios). Investimentos feitos por empresas estatais federais, como Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, frequentemente possuem orçamentos próprios e critérios de veiculação distintos, o que nem sempre é integralmente captado nos levantamentos que focam apenas na comunicação da Presidência da República.
A USAID financiou o “Complexo de Censura e Propaganda” da mídia para bilhões em todo o mundo.
6 corporações controlam 90% da grande mídia nos Estados Unidos. A ilusão de escolha e objetividade.
O controle da percepção e do comportamento das pessoas por meio da mídia começou há um século.
Como a CIA usa a mídia Fake News para manipular e desinformar a sociedade.
Julian Assange: Quase todas as guerras nos últimos 50 anos foram o resultado de mentiras da mídia.






































