Trump apontou o envolvimento do Partido Comunista Chinês (PCC) em interferências relacionadas à eleição de 2020. Existe uma possibilidade real de que a eleição de 2020 seja oficialmente declarada maculada por fraudes, e que TUDO feito pelo governo do falso Joe Biden seja ilegítimo.

Trump optou por não envolver publicamente o governo Conte e a empresa italiana Leonardo no ataque cibernético de 2020, a fim de evitar desencadear uma grave crise pública entre os Estados Unidos e as instituições políticas italianas — as quais estão repletas de figuras controladas pela City de Londres através da UE.

Segundo fontes próximas à administração dos EUA, as partes envolvidas na Itália foram informadas em caráter privado, pois há algum tempo, Trump possui provas de sua participação na fraude eleitoral de 2020. O PCC utilizou todos os elementos do poder governamental, comércio, diplomacia, mídias sociais e relatórios de código aberto para minar a reeleição de Trump.

O presidente Trump chamou isso de “o maior comprometimento de dados eleitorais da história“, resultando na aquisição pela China de 200 milhões de arquivos de eleitores dos EUA. O PCC pode usar esses dados para múltiplos propósitos: fraude eleitoral, roubo de identidade e para recrutar americanos como alvos.

Trump disse que as operações de influência chinesas foram intencionalmente suprimidas por agentes da comunidade de inteligência dos EUA e retidas dele.

A CNN, ABC, NBC e CBS se recusaram a transmitir o discurso online de Donald Trump às 21h na Casa Branca pois queriam censurá-lo e editá-lo. As pro$tituta$ da midia fake news estão em PÂNICO e tentam desmentir qualquer coisa que ele diga. Essas redes participaram da fraude eleitoral de 2020 para derrubar Trump.

A CNN acabou de ADMITIR que “executivos de mídia” tomaram uma decisão às portas fechadas para censurar o discurso bombástico do presidente Trump sobre a integridade eleitoral, que expõe o envolvimento da China comunista nas eleições. Trump deveria revogar as licenças desse aparato midiático corrupto que ajuda o inimigo.

CNN: “Alguns executivos de rede sentiram que seria perigoso simplesmente transmitir o discurso de Trump ao vivo, na íntegra, sem edição… é aí que estamos na América.” Eles acabaram de admitir isso.

O presidente dos EUA anunciou a desclassificação de documentos que, segundo ele, contêm tais dados. De acordo com Trump, a China obteve dados de 220 milhões de eleitores americanos, e informações pessoais de “dezenas de milhões” de eleitores em 18 estados foram compradas, roubadas ou comprometidas.

Ele também afirma que Pequim tentou influenciar as eleições de meio de mandato de 2018 e a eleição presidencial de 2020 porque “o governo chinês queria que eu perdesse a eleição de 2020, pois impus tarifas contra eles” (Trump perdeu essas eleições). Além disso, Trump alegou que a China “pagou grandes quantias em dinheiro a jornalistas americanos” para publicarem matérias negativas a seu respeito.

Inteligência desclassificada revela que as listas de registro de eleitores de pelo menos 18 estados (nem todos identificados pelo nome) foram comprometidas pela China. Registros adicionais de inteligência revelam que mais de 200 milhões de registros de eleitores também foram comprometidos pela China: Alasca, Arkansas, Colorado, Connecticut, Distrito de Colúmbi, Flórida, Geórgia, Iowa, Kansas, Maryland, Michigan, Nova York, Carolina do Norte, Ohio, Oklahoma e Rhode Island.

A Oficial do FBI Nikki Floris se gabou: “Eu estou basicamente dirigindo um Governo Sombrio em todo o FBI” enquanto conspirava para suprimir a informação de que o Partido Comunista Chinês interferiu na eleição de 2020. Funcionários das próprias agências de inteligência americanas, como CIA e FBI, conspiraram com o PCC e Deep State para fraudar a eleição em favor do fantoche Biden.

O ex-oficial da CIA Gary Berntsen confirma exatamente o que o presidente Donald Trump revelou durante seu discurso à nação sobre fraude eleitoral. Trump disse que descobriram que a Venezuela pode alterar os totais de votos das urnas eletrônicas e fraudar as eleições americanas. Berntsen disse que as urnas eletrônicas Smartmatic estão sendo usadas para roubar eleições de seu escritório na Venezuela

O objetivo é ter 150 engenheiros da Smartmatic manipulando as eleições americanas e driblando as auditorias. “O importante a entender aqui é que a Smartmatic tem seu escritório em Caracas e está localizada junto ao Consejo Nacional Eleitoral, a Comissão Nacional Eleitoral. E há 150 engenheiros da Smartmatic e 150 engenheiros da CNE lado a lado”

Ele explicou que os venezuelanos têm 14 maneiras diferentes de fraudar as eleições nos EUA. Eles usam métodos diferentes em cada distrito para que um padrão não seja estabelecido. Ele também deu detalhes sobre várias outras maneiras pelas quais eles estão fraudando eleições com urnas eletrônicas.

A China planejou incitar distúrbios raciais e atribuir a culpa ao “ódio de brancos contra negros” para sabotar Trump

• A China tinha planos abrangentes para usar influência e operações cibernéticas a fim de voltar a opinião pública contra a administração Trump.

• O PCC visou especificamente as tensões raciais, planejando:
— Alegar que “brancos odeiam negros”
— Incitar manifestações e marchas para evidenciar as divisões raciais
— Intensificar conflitos entre a polícia e ativistas antirracismo
— Criar a impressão de que as forças de segurança dos EUA nutrem ressentimento em relação ao governo e às pessoas de cor

• Outros temas incluíam disputas partidárias, conflitos entre o Congresso e Trump, direitos das mulheres e supostos planos de guerra dos EUA.

• A China tinha capacidade de disseminar essas mensagens nas redes sociais (TikTok, Facebook, Twitter, YouTube) e na grande mídia, utilizando influenciadores e jornalistas pagos.

• Uma das opções incluía coletar informações comprometedoras sobre autoridades de alto escalão dos EUA.

Este documento demonstra que a China planejava ativamente instrumentalizar a divisão racial para prejudicar o presidente Trump antes das eleições de 2020.

Mais um ATO DE GUERRA

Documentos recém-desclassificados revelam que a China planejou incitar distúrbios violentos e culpar a resposta de Trump à COVID para influenciar o resultado da eleição de 2020.

A China elaborou planos abrangentes para utilizar sua influência e operações cibernéticas a fim de voltar a opinião pública contra a administração Trump. O objetivo era explorar as divisões nos EUA das seguintes formas:

  • Incentivando manifestações violentas e saques durante períodos de instabilidade econômica para projetar uma imagem de fraqueza de Trump.
  • Criticando sua resposta à COVID-19 para aumentar a insatisfação pública e minar sua legitimidade.
  • A China dispunha de capacidade para disseminar essas mensagens nas redes sociais (TikTok, Facebook, Twitter, YouTube) e na grande mídia, utilizando tanto influenciadores declarados quanto ocultos.

Uma das opções incluía o levantamento de informações sobre autoridades norte-americanas de alto escalão para prejudicar suas imagens públicas.

Tulsi Gabbard disse no ano passado que descobriu sacos queimados cheios de documentos ligados a fraudes nas eleições de 2020. Tulsi disse que John Brennan e James Clapper estavam trabalhando para encobrir a corrupção. Segundo ela, investigadores encontraram arquivos escondidos no fundo de cofres, guardados em escritórios aleatórios e enfiados em sacos destinados à destruição.

O presidente Trump disse em seu discurso que os sacos queimados contendo evidências da fraude eleitoral foram ordenados para serem destruídos por Barack Obama, que estava comandando um “governo paralelo”. Trump disse que esse governo paralelo de Obama deliberadamente manteve evidências relacionadas a fraudes eleitorais longe dele. O vagabundo do Benjamin Netanyahu foi o primeiro a parabenizar Joe Biden como Presidente dos Estados Unidos após a fraudulenta eleição de 2020.

Trump também anunciou que havia ordenado ao Gabinete do Diretor de Inteligência Nacional, ao Departamento de Justiça, ao FBI e à CIA que investigassem “como e por que informações tão importantes foram ocultadas” pelo governo dos EUA, demitissem os envolvidos no encobrimento e, se fosse o caso, os processassem.

Ademais, Trump afirmou que aproximadamente 278.000 cidadãos não americanos, bem como pessoas já falecidas, estavam registrados nas listas de eleitores, e questionou mais uma vez a confiabilidade dos sistemas de votação eletrônica. Ele acrescentou que “as emissoras de televisão que não transmitirem este discurso deveriam perder suas licenças”.

Segundo seu relato, agências de inteligência tomaram conhecimento de que dados de registro de eleitores de diversos estados haviam sido comprometidos, mas não informaram nem o presidente nem o Congresso. Ele sustenta que, em vez disso, os agentes da CIA, FBI e NSA enfatizaram publicamente a “segurança da eleição de 2020”, embora internamente dispusessem de informações que apontavam para vulnerabilidades significativas e pelo envolvimento do Partido Comunista Chinês.

Um funcionário da NSA admitiu que eles deliberadamente manipularam a inteligência fornecida no resumo presidencial para ESCONDER a influência chinesa nas eleições em favor de Biden. Isso é uma evidência clara de que partes da comunidade de inteligência estavam ativamente conspirando contra o Presidente Trump junto com o Partido Comunista Chinês.

Em discurso ao mundo, Trump acusou a China e o Deep State por terem fraudado a eleição de 2020. 9

A eleição de 2020 foi roubada com plena ajuda de facções do Deep State dentro da CISA, do FBI, do DHS e da CIA que sabiam que havia interferência estrangeira nas eleições e que as máquinas de votação eletrônica foram hackeadas, e não fizeram absolutamente nada para informar o presidente Trump e impedir a fraude, porque estavam envolvidas.

Trump cita relatórios de inteligência de 2018 e 2019 que, segundo ele, descrevem uma estratégia do governo chinês destinada a enfraquecer sua presidência, influenciar a opinião pública americana, incentivar a oposição entre líderes empresariais e cultivar uma cobertura midiática favorável por meio de incentivos financeiros. Ele argumenta que essas atividades faziam parte de uma campanha abrangente para minar politicamente sua administração.

Em seguida, Trump discute informações de inteligência que, segundo ele, foram obtidas pelo FBI em 2020, alegando o envolvimento da China em esforços para fabricar cédulas ilegais para eleger o falso Joe Biden. Ele afirma que essas informações nunca foram apresentadas em seus briefings presidenciais diários, pois autoridades teriam removido ou minimizado intencionalmente tais relatos.

Ele faz referência a comunicações internas que, segundo ele, revelam que analistas ocultaram deliberadamente informações sobre as atividades eleitorais da China. Trump também alega que um funcionário do FBI mencionou internamente a operação de um “governo paralelo” destinado a impedir que informações de inteligência politicamente sensíveis chegassem à alta cúpula ou ao público. E quem comandava esse “governo paralelo”? Barack Obama!

Documentos eleitorais recém-desclassificados durante a presidência de Trump revelam que a Venezuela comprometeu a infraestrutura eleitoral americana a partir de 2004. Relatórios da Comunidade de Inteligência referentes ao período de 2004 a 2020 documentaram preocupações persistentes quanto à manipulação, por parte do governo venezuelano, de sistemas de votação eletrônica e às potenciais implicações para a segurança nacional da infraestrutura eleitoral dos EUA.

A inteligência constatou que autoridades do governo venezuelano desenvolveram um interesse contínuo — e, provavelmente, certa capacidade — na manipulação de sistemas de votação eletrônica, incluindo a tecnologia da Smartmatic, para influenciar resultados eleitorais na Venezuela. Trump exigiu que a FCC analise as licenças das emissoras devido à decisão de não transmitir seu discurso

O presidente Trump criticou a ABC e a NBC por não transmitirem seu discurso sobre a integridade das eleições e pediu à FCC que considerasse revogar suas licenças de transmissão, argumentando que as emissoras que utilizam o espectro público devem ser responsabilizadas. Trump acusou os principais veículos de comunicação de protegerem os crimes dos democratas e afirmou que eleições livres e justas são essenciais para preservar o futuro do país.

Abaixo está o comunicado da Casa Branca sobre a fraude eleitoral de 2020.

Vulnerabilidades em sistemas de votação eletrônica e contagem de votos

Garantir a integridade das nossas eleições é fundamental para preservar a confiança na democracia americana. Após a eleição presidencial de 2020, preocupações sobre possíveis irregularidades levaram a exames detalhados dos processos de votação, segurança de dados e práticas de registro em vários estados. Abaixo, você pode baixar documentos e relatórios que abordam áreas-chave da integridade eleitoral.

Durante anos, os americanos foram descaradamente enganados sobre a segurança de nossa infraestrutura eleitoral, incluindo urnas eletrônicas e sistemas de contagem de votos. Estamos divulgando uma série de Avaliações da Comunidade de Inteligência dos EUA, anteriormente classificadas, e outros relatórios que comprovam que nosso governo sabe há muito tempo que essas máquinas são extremamente vulneráveis ​​a ataques.

Como afirma uma das avaliações: “Consideramos que os adversários dos EUA, incluindo, no mínimo, Rússia, China, Irã e Coreia do Norte, bem como grupos não estatais, têm a capacidade de comprometer a infraestrutura eleitoral dos EUA”.

Os documentos também afirmam: “Avaliamos que os repositórios centralizados de dados relacionados às eleições, como bancos de dados de registro de eleitores, listas de votação e sites oficiais de eleições, são os mais vulneráveis ​​à exploração, e os adversários poderiam usar o acesso a esses sistemas para interromper os processos eleitorais”. Esta noite, estamos divulgando todas essas conclusões, abrangendo o período de janeiro de 2020 a junho de 2026. Esta é uma ameaça cibernética direcionada ao próprio cerne de nossa democracia.

Muitas pessoas questionaram se seria realmente possível manipular eletronicamente a contagem de votos ou alterar os resultados das eleições. Hoje, estamos divulgando documentos que mostram que a CIA obteve informações sobre um plano específico do regime de Maduro na Venezuela para fazer exatamente isso — conspirar para fraudar digitalmente as eleições de 2020 em seu próprio país.

Essas informações incluíam detalhes precisos sobre os métodos que o regime desenvolveu para alterar digitalmente a contagem de votos de maneiras que não poderiam ser detectadas nem mesmo por uma auditoria. Essa informação reforça a necessidade de agirmos com urgência para garantir que nossos sistemas jamais sejam invadidos ou comprometidos.

Aquisição e exploração de dados eleitorais americanos pela China

Ao longo de vários anos, a partir do ciclo eleitoral de 2020, a República Popular da China realizou o que se acredita ser a maior violação de dados eleitorais da história — resultando na aquisição ilícita de 220 milhões de cadastros de eleitores americanos. Essas informações incluem nomes, endereços, números de telefone, preferências partidárias e outros dados sensíveis necessários para o registro de eleitores e para outras atividades ilícitas.

Essa perda de dados representa um pesadelo sem precedentes para a segurança eleitoral. Os serviços de inteligência indicam, inclusive, que a China designou uma unidade de exploração de dados especificamente para esse novo projeto. Membros do Deep State em nossas agências de inteligência trabalharam ativamente para suprimir e minimizar informações sobre a extensão da sinistra interferência da China nas eleições, acobertando-a tanto do presidente quanto do povo americano.

As agências de espionagem dos EUA começaram a tomar conhecimento do comprometimento dos arquivos de registro de eleitores em 2020, quando descobriram que dezenas de milhões de dados de eleitores em 18 estados haviam sido comprados, roubados ou hackeados pela China. No entanto, aqueles responsáveis ​​por soar o alarme, em vez disso, mantiveram a informação oculta.

Investigação sobre o registro de eleitores em Michigan

Mesmo quando evidências significativas de fraude foram detectadas, elas foram ocultadas e acobertadas. Entre as revelações, estão arquivos do FBI detalhando evidências de suposta fraude em uma operação de registro de eleitores em larga escala em Michigan. Em 2020, a Polícia Estadual de Michigan invadiu uma organização democrata de mobilização de eleitores em Muskegon e ficou tão preocupada com o que encontrou que contatou o FBI em Detroit.

Os documentos afirmam que alguns recrutadores admitiram a agentes do FBI que assinaram formulários de registro de eleitores em nome de outras pessoas, enviaram registros fraudulentos para pessoas que não existiam e receberam cartões-presente vinculados ao número de inscrições que produziram.

Os agentes do FBI que trabalhavam no caso acreditavam que crimes haviam sido cometidos — no entanto, o Departamento de Justiça de Biden protelou a investigação por anos. O diretor Patel recebeu ordens para garantir que o assunto seja totalmente investigado e para trabalhar com o Departamento de Justiça para processar os responsáveis ​​por quaisquer crimes.

Não cidadãos inscritos nos cadastros eleitorais estaduais

Segundo uma análise do Departamento de Segurança Interna (DHS) dos cadastros eleitorais estaduais e registros públicos, foram identificados aproximadamente 278.000 não cidadãos registrados para votar em eleições federais. Como os estados governados por democratas se recusaram a compartilhar seus registros eleitorais, o número real é muito maior — mesmo assim, essa análise limitada encontrou mais de um quarto de milhão de estrangeiros registrados ilegalmente para votar.

Em conjunto, essas revelações expõem um sistema eleitoral tão falho e vulnerável que ninguém consegue defendê-lo. Centenas de milhões de registros de eleitores americanos estão em poder de governos estrangeiros, nossas máquinas e sistemas de contagem de votos estão expostos a ataques cibernéticos e manipulação, a China e outros países têm interferido em nossas eleições, evidências de fraude foram ocultadas, centenas de milhares de não cidadãos e pessoas falecidas constam e estão ativas nos cadastros eleitorais — e, mesmo assim, ainda temos eleições sem documento de identidade para votar, sem comprovação de cidadania e com dezenas de milhões de cédulas circulando sem rumo pelo correio.

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O cenário está montado. A decisão de salvar a República foi tomada há muito tempo. Agora, as coisas estão em movimento e não podem ser desfeitas. O que estamos testemunhando é o governo Trump defendendo o povo americano. Este é um jogo de soma zero. A derrota não é uma opção.

O público foi informado de que as eleições americanas não são seguras e, agora, Trump tem a justificativa pública para fazer o que for necessário para garantir a segurança das eleições de meio de mandato de 2026, inclusive invocando a Lei de Insurreição (*Insurrection Act*) para proteger os locais de votação com o uso de militares e forças federais de segurança.

Trump também vem ventilando a ideia de envolver o DHS e o ICE na segurança eleitoral, já que tem dito repetidamente que “a segurança eleitoral é parte da segurança interna” (*homeland security*). Quem pensa que o Presidente não tem autoridade para fazer isso está enganado. Trata-se de uma questão de segurança nacional. O Presidente pode — e vai — fazer o que for preciso para garantir que os Democratas traidores e seus cúmplices estrangeiros não consigam manipular as eleições.

Parece que a lei *SAVE America Act* seja apenas uma formalidade e que, no final das contas, serão os militares os responsáveis ​​por garantir a segurança das eleições. As Forças Armadas jamais permitirão novamente que inimigos estrangeiros escolham o Comandante-em-Chefe dos EUA.

Para aqueles que estão frustrados por ainda não ter havido prisões públicas, é preciso entender que essa fase da operação não se destina àqueles que já estão despertos. Ela é voltada para os que ainda estão em adormecidos e não acreditam que seu país foi comprometido internamente. Esta fase da operação serve para suavizar o impacto para o público em geral, pois, mais adiante, Trump exercerá todo o poder do Comandante-em-Chefe para salvar os Estados Unidos do mal absoluto que é o Deep State.

Este processo de desclassificação visa mudar a percepção pública *antes* das prisões públicas. Caso contrário, a situação poderia ficar caótica. Trump e seus militares não querem o caos. O processo deve ser limpo e rápido. O autodenominado Partido da “democracia” não tem o menor interesse em garantir a segurança das eleições.

Na verdade, eles estão obstinados em assegurar que elas permaneçam o mais inseguras possível. Por quê? Porque eles não conseguem vencer uma eleição justa. Mal conseguem vencer mesmo quando trapaceiam. E, quando a trapaça falha, recorrem à violência política. Isso não é “democracia”. Todo o fundamento do Partido Democrata é uma ilusão, baseada em mentiras e enganações. Eles são inimigos do povo americano e do mundo todo, e serão tratados como tais.

Governo Trump lança campanha global para esmagar o terrorismo da esquerda radical.

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Renato Cunha
Renato Cunha Oliveira é o fundador e editor do Stylo Urbano. Desde 2014, publica conteúdos independentes sobre tecnologia, cultura, ficção científica, teorias alternativas, traduções e opiniões, sempre deixando ao leitor a liberdade de refletir e concluir por conta própria.

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