As Forças Armadas brasileiras repassaram R$ 137,3 milhões para o Banco Master entre 2020 e 2026, em função de contratos para empréstimos pessoais consignados à folha de pagamento de militares. O valor corresponde a 12,6% de tudo que o banco de Daniel Vorcaro recebeu de órgãos públicos federais no período. Ao longo de sete anos, Master recebeu R$ 1 bilhão em repasses de órgãos públicos. Exército foi o segundo que mais repassou no período, R$ 115,6 milhões.
O dinheiro não saiu do orçamento do Exército, da Aeronáutica ou da Marinha. As Forças Armadas apenas repassaram ao banco valores descontados diretamente dos contracheques de militares que contrataram empréstimos consignados. Os militares ficam atrás apenas da Previdência Social, com consignados feitos por trabalhadores e aposentados.
Os dados do Portal da Transparência mostram que esse tipo de operação não era um produto explorado pelo Banco Master (antigo Máxima) antes da chegada de Vorcaro. Ele fez a compra em 2018, mas assumiu o controle da instituição apenas em 2019.
Fonte: g1
Até o Exército Brasileiro está no colo do Banco Master.
Fonte: Timeline
O Exército Brasileiro credenciou o Banco Master para operar empréstimos consignados destinados a militares da ativa e da reserva e repassou cerca de R$ 39 milhões à instituição em pouco mais de um ano, segundo relatório de inteligência financeira do COAF obtido pelo jornal Folha de SP. O dado, por si só, já seria politicamente constrangedor. Torna-se escandaloso quando o próprio documento técnico aponta sinais de irregularidade nas movimentações do banco após o recebimento desses recursos.
De acordo com o relatório, os repasses feitos pelo Exército ao Master entre agosto de 2024 e outubro de 2025 apresentaram ao menos dois pontos de alerta: o débito imediato dos valores recebidos pelo banco, o que pode indicar transações suspeitas e burla da destinação do dinheiro, e a concentração desses recursos em uma mesma titularidade, prática que dificulta a identificação de outros beneficiários finais. Não se trata de ilação retórica, nem de exagero jornalístico. Trata-se do tipo de comportamento financeiro que desperta suspeitas formais justamente no órgão encarregado de monitorar lavagem de dinheiro no país.
O Exército afirmou, em nota, que não houve prejuízo aos cofres públicos porque os valores repassados eram oriundos dos rendimentos particulares dos militares, descontados em folha para quitação de dívidas privadas, e sustentou que sua função era apenas a de interveniente, responsável pelo desconto autorizado em contracheque e pelo repasse mensal à entidade consignatária. A explicação, embora administrativamente conveniente, é moral e institucionalmente miserável. O fato de o dinheiro não sair diretamente do Tesouro não absolve a Força de responsabilidade. Ao contrário: apenas revela que uma instituição de Estado colocou sua estrutura, sua credibilidade e sua máquina de pagamentos a serviço de um banco que acabaria envolvido em movimentações suspeitas pelo COAF.

O Master foi credenciado pelo Comando do Exército em 9 de fevereiro de 2023, após edital público, com alegada comprovação de habilitação jurídica, regularidade fiscal, trabalhista e qualificação econômico-financeira. O contrato inicial vigoraria até fevereiro de 2024, mas foi prorrogado por dois termos aditivos, assinados em janeiro de 2024 e janeiro de 2025. O segundo deles estendeu a vigência até janeiro de 2027.
Em outras palavras, mesmo depois de o banco já estar integrado ao sistema de consignações da Força e mesmo com a engrenagem funcionando a pleno vapor, a relação institucional não foi reduzida, revista nem submetida a escrutínio público mais duro: foi prorrogada. Só terminou quando o Banco Central liquidou extrajudicialmente a instituição, em 18 de novembro de 2025. O Exército rescindiu o contrato em 24 de novembro, não por vigilância própria, mas porque o banco já havia ruído.
Os dados públicos citados na reportagem confirmam a dimensão do fluxo. Segundo o Portal da Transparência, o Master recebeu do Exército R$ 36,1 milhões em 2023, R$ 37,6 milhões em 2024 e R$ 23,4 milhões em 2025 a título de contrapartida ligada aos consignados, embora a reportagem destaque os R$ 39 milhões no período específico mencionado pelo RIF. A diferença entre recortes temporais e totais anuais não altera o essencial: o que se vê é uma relação robusta, reiterada e institucionalizada entre o Exército e um banco que, mais tarde, entraria em liquidação e apareceria em relatório do Coaf com alertas objetivos sobre o destino dos valores recebidos.
Militares ouvidos pela reportagem disseram que o volume global dos empréstimos era mediano em comparação com operações semelhantes realizadas com outras instituições financeiras, mas apontaram estranheza no fato de haver opção pelo Master quando havia bancos mais tradicionais disponíveis. Essa observação é devastadora porque toca no ponto que a burocracia sempre tenta esconder sob carimbos, editais e notas oficiais: a legalidade formal não elimina a responsabilidade pelo juízo prático. Um Exército sério não se limita a dizer que havia papelada em ordem. Um Exército sério se pergunta por que sua folha de pagamento estava servindo de correia de transmissão para um banco cuja confiabilidade hoje se tornou objeto de suspeita pública e financeira.
A Aeronáutica também manteve contrato semelhante com o Master, com vigência entre 2024 e 2029, para descontos em folha referentes a compromissos assumidos por militares ativos, inativos e pensionistas. A FAB informou que houve repasses em 2024 e 2025, mas não divulgou os valores, acrescentando que não realizou novas transferências após a liquidação extrajudicial e diante da ausência de ratificação dos dados bancários da entidade liquidante. A explicação, embora factual, expõe a mesma enfermidade institucional: o sistema não interrompe a operação porque detecta risco; interrompe porque o desastre administrativo já aconteceu.
A defesa de Daniel Vorcaro, apontado na reportagem como ligado ao banco, não respondeu aos questionamentos enviados pela Folha. O silêncio, nesse contexto, apenas amplia a gravidade política do episódio.O mais humilhante para o Exército não é apenas ter transferido milhões a um banco que acabou liquidado. É ter feito isso enquanto a explicação oficial tenta reduzir tudo a uma operação neutra, mecânica e quase inocente, como se descontar em folha e repassar valores fosse um gesto burocrático sem implicações institucionais.
Não é. Quando uma Força Armada empresta sua estrutura para alimentar financeiramente uma instituição que depois se revela cercada de suspeitas, a vergonha não está apenas no banco. Está também na indigência moral de uma instituição que se refugia em tecnicalidades para não enfrentar o óbvio. O dinheiro podia ser privado. O nome usado para viabilizar a operação era o do Exército Brasileiro. E isso, por si só, já é uma desonra pública.
O Brasil foi entregue ao comunoglobalismo (comunismo é globalismo) de mão beijada pelos generalecos das Forças Armadas. As Forças Armadas traíram o povo brasileiro pelo simples fato de que vários generais são maçons.
Olavo de Carvalho: “O patriotismo militar é uma farsa, militar não é patriota, é apenas corporativista. Militar ama o exército, ama as forças armadas mas não ama o país, não ama o povo. Eles chamam esse corporativismo de patriotismo.”
Quantos militares brasileiros batem continência nas lojas maçônicas junto com políticos e juízes? A principal função subversiva da Maçonaria é o de impor um governo mundial tirânico sob controle das elites financeiras e corporativas. Os maçons fazem juramento de lealdade a essa organização elitista maligna, o que faz deles traidores da humanidade.
A Maçonaria é uma tirania que aspira dominar o mundo e eliminar a existência de cada nação para estabelecer em seu lugar uma governança global tecnocrática que é certamente hostil ao ser humano, dada a natureza intrínseca luciferiana/satânica que domina os vários ambientes maçônicos e globalistas.
Ex-militar revela controle maçônico no Exército
No podcast O LADO OCULTO DA MAÇONARIA, Rogério Vilela conta como entrou no exército, virou segundo-tenente e percebeu convites constantes para lojas maçônicas, como a Loja da Liberdade em São Paulo. Ele explica que a maçonaria influencia as forças armadas e compartilha sua experiência pessoal para alertar sobre esses códigos ocultos no dia a dia. Assista até o final e veja as imagens reveladoras que ele trouxe.
Escândalos envolvendo medalhas do Exército Brasileiro frequentemente giram em torno da condecoração de figuras políticas controversas, investigados por crimes ou envolvidos em tentativas de golpe, gerando debates sobre critérios de meritocracia. Casos notáveis incluem a Medalha do Pacificador a políticos investigados e, recentemente (abril/2026), a Medalha Exército Brasileiro a Luciano Huck, criticada por influenciadores como Thiago Asmar.
Os generalecos maçons distribuem medalhas para agradar políticos e juízes criminosos, em vez de valorização de bravura dos soldados. É verdade que boa parte dos investigados e acusados, tanto do Mensalão como do Petrolão, são personagens agraciados com medalhas militares. Nem todos foram agraciados no grau de comendador, alguns são grande-oficial e outros até Grã-cruz.
Vários corruptos foram agraciados com medalhas militares, que são chamadas também de comendas. Alguns corruptos condenados que receberam medalhas: José Genoino (PT-SP), João Paulo Cunha (PT-SP), Roberto Jefferson (PTB-RJ) e Valdemar Costa Neto (PR-SP). O comunista terrorista José Dirceu recebeu a medalha da Ordem do Mérito Militar, que também foi dada a Roberto Jefferson.
O corrupto e violador dos direitos humanos, Alexandre de Moraes do STF, recebeu diversas condecorações do Exército Brasileiro, incluindo a Ordem do Mérito Militar (Grande-Oficial) em abril de 2016 e a Medalha do Pacificador em julho de 2015. Ele também recebeu honrarias da Marinha e Força Aérea.
Exército Brasileiro concede honraria militar ao esquerdista Luciano Hulk
A condecoração concedida ao apresentador Luciano Hulk (que é amigo de vários políticos que enfrentaram acusações ou condenações por corrupção) é uma das mais altas distinções da instituição, e rapidamente gerou debates nas redes sociais – onde muitos questionaram quais “serviços relevantes” teriam motivado tal “reconhecimento” pelos debochados generalecos maçons.
OLAVO DE CARVALHO – O POSITIVISMO NAS FORÇAS ARMADAS
As forças armadas não são patriotas (Olavo de Carvalho)
Nesse vídeo, o falecido professor Olavo de Carvalho respondeu uma acusação que foi feita pelo falecido General Villas Bôas nas mídias sociais e, de quebra, deu uma aula sobre o pensamento das Forças Armadas do Brasil “no tocante” ao comunismo.
“NÃO CONTEM COM AS FORÇAS ARMADAS PARA NADA” ◦ Olavo de Carvalho
ENTENDA POR QUE O REGIME MILITAR ERA DE ESQUERDA – professor de história @omarcelo.andrade.






































