Cientistas mapearam 1 mm³ de um cérebro humano, menos que um grão de arroz, e um cosmos microscópico surgiu. 1 milímetro cúbico. Um milionésimo de um cérebro humano. Harvard e o Google passaram 10 anos mapeando-o. Só a obtenção das imagens levou 326 dias. Eles fatiaram o tecido em 5.000 lâminas, cada uma com 30 nanômetros de espessura, passaram-nas por um microscópio eletrônico de US$ 6 milhões e, em seguida, precisaram dos modelos de aprendizado de máquina do Google para unir a reconstrução 3D, porque nenhuma equipe humana conseguiria processar o resultado.

O resultado: 57.000 células, 150 milhões de sinapses, 230 milímetros de vasos sanguíneos e até mesmo algumas estruturas novas cuja existência desconheciam, comprimidos em 1,4 petabytes de dados brutos. Para contextualizar, 1,4 petabytes equivalem a aproximadamente 1,4 milhão de gigabytes, e eles levaram um ano para escaneá-lo. De uma partícula menor que um grão de arroz. Agora, imagine isso em escala. O cérebro humano completo é um milhão de vezes maior. Mapear tudo com essa resolução produziria aproximadamente 1,4 zettabytes de dados.

Isso equivale, aproximadamente, a todos os dados gerados na Terra em um único ano. Só o armazenamento custaria cerca de US$ 50 bilhões e exigiria um data center de 56 hectares, o que o tornaria o maior do planeta. E eles descobriram coisas que os livros didáticos não contêm. Um neurônio tinha mais de 5.000 pontos de conexão. Alguns axônios se enrolaram em espirais apertadas por razões completamente desconhecidas. Pares de aglomerados de células cresceram em imagens espelhadas um do outro.

Jeff Lichtman, o líder da pesquisa em Harvard, disse que existe “um abismo entre o que já sabemos e o que precisamos saber”. É por isso que o próximo passo não é um cérebro humano. É um hipocampo de rato, com 10 milímetros cúbicos, nos próximos cinco anos. Porque até mesmo o cérebro de um rato é 1.000 vezes maior do que o que acabaram de mapear, e o conectoma completo do rato é a prova de conceito antes que alguém tente mapear o humano.

Estamos construindo sistemas de IA que imitam redes neurais de forma aproximada, mas ainda incapazes de ler completamente o diagrama de circuitos de um único milímetro cúbico daquilo que estamos tentando imitar. O original tem 1,4 petabytes por milionésimo do seu volume. Todos os modelos de IA na Terra cabem em uma fração disso. O cérebro consome 20 watts e cabe dentro do seu crânio. O data center necessário para descrever apenas um milionésimo dele ocuparia 140 acres.

O cérebro humano pode armazenar até cerca de 2,5 milhões de gigabytes de informação — o suficiente para cerca de 3 milhões de horas de vídeo em alta definição ou 342 anos de visualização contínua. Ele pode processar aproximadamente 10 quatrilhões de cálculos por segundo — poder de processamento suficiente para alimentar mais de 4.000 PCs gamers de última geração, todos operando em sua capacidade máxima. E consome apenas a energia necessária para uma única lâmpada fraca.

Nenhuma tecnologia chega perto de fazer o que o cérebro é capaz. Quanto mais aprendemos sobre biologia, mais complexa ela se torna. O cérebro humano, uma maravilha da complexidade, contém imensos volumes de informação e continua sendo um dos fenômenos mais fascinantes do universo. É um supercomputador orgânico mais potente do que os construídos pelo homem.

As “elites” parasitárias satânicas por trás de sociedades secretas e ocultistas que controlam os governos acredita descender de alguma raça alienígena, enquanto convence as pessoas comuns de que descendem de macacos e, portanto, são seres inferiores que devem se submeter aos “filhos dos deuses”. Para isso eles promoveram a farsa da Teoria da Evolução, criada pelo maçom Charles Darwin, cujo primo foi o criador da eugenia, Sir Francis Galton, que utilizou as ideias de Darwin para desenvolver o conceito de eugenia, que defendia o “melhoramento genético” da população humana.

De acordo com a Teoria da Evolução de Charles Darwin, os humanos e primatas compartilham um ancestral comum que viveu há milhões de anos. Nunca existiu um “ancestral comum” com os macacos pois os humanos são descendentes de um grupo de humanos Lyrianos que criaram colônias na Terra há mais de 40.000 anos.

As “elites” parasitárias satânicas são portais orgânicos dos reptilianos Kingu e escondem a verdadeira origem estelar da humanidade para nos explorar. Aliás, não existe “evolução das espécies” pois muitas espécies de plantas e animais na Terra existem em outros planetas. As diferentes espécies de flora e fauna são semeados nos planetas por raças extraterrestres avançadas, chamadas de “jardineiros”, e os Greys de Zeta Reticuli são um desses jardineiros.

O fato é que a memória e a consciência não estão contidas no cérebro físico, estão no campo etérico. O cérebro atua apenas como um “decodificador” ou interface biológica, enquanto a verdadeira essência e o armazenamento de informações residem em campos de energia e frequências fora do corpo, no campo etérico. O cérebro apenas captura as informações e as trás para o mundo físico. Os neurônios, as células e o DNA são antenas conectadas ao sinal da alma que existe no éter.

O corpo humano atua como uma antena. O cérebro é um receptor ou decodificador que ancora a consciência não física (alma) à realidade material através das células e do DNA. Cada célula, através do DNA, atua como uma antena biológica que atrai e sintoniza a frequência da alma ao corpo. Os 86 bilhões de neurônios não guardam lembranças, mas funcionam como tradutores celulares, permitindo que a consciência interaja com o mundo físico.

O modelo de consciência dos Taygeteanos difere da neurociência convencional em pontos essenciais:

O Cérebro como Antena: O cérebro não fabrica os pensamentos, mas sintoniza a mente e a consciência que existem em frequências não-físicas.

Memória Holográfica: As memórias são armazenadas no campo áurico ou em planos energéticos, acessadas pelo cérebro assim como um rádio sintoniza uma estação.

A Consciência como Base: Tudo é mente e consciência. A realidade material é um reflexo do estado de consciência e não o contrário.

O Véu do Esquecimento: O bloqueio de memórias de outras vidas ocorre devido a uma incompatibilidade de frequência entre a baixa densidade 3D da Terra e reinos mais elevados.

Os Taygeteanos descreveram o cérebro humano como um decodificador de realidade 3D denso e limitado. Ele atua mais como um “receptor” da consciência do que o local onde a mente ou o espírito realmente residem.

Características Principais:

Filtro de Percepção: O cérebro foi projetado para limitar a percepção humana, permitindo apenas a captação de uma faixa estreita da realidade e filtrando informações de dimensões mais altas.

A Conexão com o Todo: A glândula pineal humana é vista como a principal antena para o Campo Unificado (consciência), mas é descrita como sendo muito menor e menos desenvolvida em comparação com raças estelares (como as taygeteanas).

O Corpo como Antena: A glândula pineal não é o único ponto de percepção extra-sensorial, cada célula do corpo atua como uma extensão dessa antena, conectando o ser à sua essência espiritual.

DNA – O reflexo da consciência e de quem somos

O DNA é uma materialização da alma. É quem você é.

Como a consciência/intenção cria a matéria sólida?

Artigo anteriorMarco Rubio: “Cuba não é controlada por uma revolução, mas pela corporação capitalista GAESA”.
Renato Cunha
O blog Stylo Urbano foi criado pelo estilista Renato Cunha para apresentar aos leitores o que existe de mais interessante no mundo da moda, artes, design, sustentabilidade, inovação, tecnologia, arquitetura, decoração e comportamento.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.